Hipertensão

Aliado a exercícios físicos, o óleo de coco pode ser um delicioso auxiliar na hora de baixa a pressão do sangue. Receita inclusa na matéria!

oleo de coco hipertensao

O óleo de coco uma das poucas comidas que podem ser consideradas um “superalimento”. Sua combinação única de ácidos graxos resulta em efeitos profundamente positivos na saúde, incluindo perda de peso, melhora na função cerebral e vários outros benefícios.

Em vista de tantas vantagens para o organismo, pesquisadores do Centro de Biotecnologia da Universidade Federal da Paraíba resolveram testar se a combinação de um consumo diário de óleo de coco, aliado a exercícios físicos, melhoraria a saúde cardiovascular, diminuiria a pressão sangüínea e o estresse oxidativo. Os resultados foram publicados esta semana no periódico científico Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism.

Os experimentos foram realizados em ratos naturalmente hipertensos. Os cientistas descobriram que tanto o óleo de coco quanto as atividades físicas resultaram em menor peso corporal nos animais, quando comparados aos grupos de ratos que não ingeriram o óleo nem praticaram exercícios durante as 5 semanas do estudo.

Além disso, o consumo do óleo e os exercícios, independentemente, reduziram um pouco a pressão sangüínea. Todavia, apenas quando os dois foram unidos – ou seja, ratos hipertensos que fizeram atividades físicas e, também, tomaram óleo de coco – é que a pressão ficou em valores considerados “saudáveis”.

“Esta é uma descoberta importante, já que o óleo de coco é atualmente considerado um “superalimento” popular e é consumido por atletas e por pessoas que buscam um estilo de vida mais saudável”, disse o dr. Valdir de Andrade Braga, um dos autores do trabalho.

“A possibilidade de usar o óleo de coco como auxiliar no tratamento da hipertensão é mais um benefício adicionado à lista associada ao seu consumo. Nosso próximo passo é começar testes clínicos, para verificar se conseguimos reproduzir estes resultados em pacientes humanos com hipertensão”, afirmou o pesquisador.

 

Especial: Aprenda a fazer Purê Cremoso de Abóbora com Óleo de Coco!

Ingredientes:
  • 1 abóbora paulistinha média sem caroço cortada em cubos e cozida no vapor
  • 1/2 xícara de leite de coco
  • 1 colher de sopa de óleo de coco
  • 2 dentes de alho médios ralados
  • Sal, ervas frescas, canela e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Bata a abóbora cozida com o alho e os temperos. Em uma panela, misture a abóbora batida com ½ xícara de leite de coco e 1 colher de sopa de óleo de coco. Aqueça em fogo médio, mexendo sem parar, por cerca de 5 minutos, até soltar do fundo da panela. Se quiser um sabor especial, acrescente canela ou ervas frescas, como tomilho, alecrim e sálvia.

Morar próximo a locais de tráfego lento e constantes congestionamentos é muito ruim à saúde do coração, descobre pesquisa.

trafego poluicao coracao

Que o trânsito pesado acaba com a paciência de qualquer cristão e diminui a vida útil do coração, isso todo mundo sabe. Mas o que ninguém havia imaginado até agora era que os congestionamentos podem afetar negativamente a nossa saúde mesmo quando estamos dentro de casa, longe dos volantes.

Uma pesquisa da Universidade da Califórnia mostrou que a poluição causada por engarrafamentos causa aumento da pressão sangüínea e, também, inflamação nas artérias.

Ambos os fatores ampliam os riscos de ataques cardíacos e derrames em quem passa muito tempo no trânsito ou mora em regiões próximas a pontos de constante lentidão no tráfego de veículos.

 

NEM EM CASA ESCAPAMOS DOS POLUENTES DOS AUTOMÓVEIS

Os pesquisadores utilizaram um método criativo e inusitado para chegar a estas conclusões. Eles instalaram aparelhos capazes de analisar a qualidade do ar nas casas de velhinhos que moram próximos a regiões de tráfego intenso. Todos os voluntários tinham problemas no coração e, por serem velhinhos, passavam a maior parte do tempo dentro de casa.

Ou seja, “eles estavam no fio da navalha”, conta Sharine Wittkopp, uma das autoras do estudo. “São as pessoas que vão sofrer mais e que são menos resistentes (aos efeitos da poluição)”.

 

CARROS LENTOS, FLUXO DE SANGUE TAMBÉM

velhinhos qualidade de vida
Respirar um ar puro é essencial para aumentar o tempo e a qualidade de vida.

Ao comparar a saúde dos velhinhos com as medições diárias da qualidade do ar em suas casas, correlacionado estes dados à quantidade de tráfego, os cientistas encontraram uma associação estarrecedora.

“A pressão sangüínea disparou junto com o aumento na quantidade de poluentes no ar, e exames mostraram menor fluxo de sangue ao coração”, conta Wittkopp. Ou seja, mesmo longe dos volantes, os velhinhos sentiram na pele – e no peito! – os efeitos dos poluentes dos veículos.

A pesquisadora conta que, a partir destes resultados, novas políticas públicas poderão ser feitas levando em conta os efeitos do tráfego na saúde não apenas dos motoristas, mas também de quem mora por perto dos pontos de lentidão.

“Este tipo de informação pode nos ajudar a quantificar os custos da poluição vinda do tráfego de veículos em termos de custos na saúde, vidas perdidas e qualidade de vida diminuída”, explica. “Ninguém está a salvo da poluição”, adverte a pesquisadora.

Segundo pesquisa, pessoas com pressão alta (hipertensão) preferem comida mais salgada. Opção é trocar o sal pelo gostoso tempero. Veja como.

oregano bom para a saude

O uso de orégano ou outras ervas finas nos alimentos pode ajudar hipertensos a reduzirem o consumo de sal, segundo pesquisa desenvolvida por nutricionistas da Universidade de São Paulo (USP), na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto(FMRP). Um estudo com 120 pessoas revelou que pacientes que sofrem de pressão alta preferem alimentos com maior dosagem de sal e com dosagem intermediária, se o alimento estiver acompanhado desses condimentos.

O objetivo da pesquisa era determinar se realmente existia preferência por alimentos salgados e acabou comprovando cientificamente uma recomendação culinária que substitui o sal da comida por temperos, segundo a nutricionista Patrícia Villela. O estudo foi feito com homens e mulheres que foram divididos em quatro grupos: com idosos hipertensos, idosos com pressão normal (ou normotensos), jovens hipertensos e jovens sem a doença.

Os participantes receberam três amostras de pães com diferentes dosagens de sal. O primeiro era semelhante ao produzido nas padarias de todo o país, com o teor de 1,8% de sódio. O segundo tinha uma quantidade inferior, com 1,2%, e o terceiro a maior quantidade de sal, 2,4%, que representa o consumo máximo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), igual a cinco gramas de sal por dia.

Testes
Sem perceber uma diferença de textura ou visual nos pães, os pacientes provaram os três tipos, tomando um copo de água entre cada teste e revelaram as preferências. “A maioria dos pacientes hipertensos preferiram as amostras mais salgadas. Independentemente da idade. Então, tanto os idosos quanto os jovens hipertensos preferiram as amostras mais salgadas”, afirmou Patrícia. Ainda de acordo com os resultados do teste, as pessoas sem pressão alta preferiram o pão com o teor de sódio intermediário, encontrado normalmente nas padarias.

Hipertensa, Teresinha participou da pesquisa e preferiu pão com mais sal (Foto: Antonio Luiz/EPTV)

O maior consumo de alimentos salgados na dieta dos pacientes hipertensos também ficou comprovado através de testes de urina. “Observamos que os pacientes hipertensos além de preferirem os alimentos mais salgados, eles têm uma maior excreção de sódio, mostrando que o consumo é alto em toda a dieta”. O excesso de sal na alimentação de pessoas hipertensas pode levar a derrame, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Alternativas
A aposentada Teresinha de Jesus Carneval foi uma das pessoas que participaram da pesquisa. Com hipertensão, ela não nega sua preferência pelos alimentos mais salgados. “Eu gosto de alimentos mais salgadinhos, porque eu acho mais saboroso. Mas eu tento me controlar por causa da hipertensão. Então eu tento evitar. Fazer as coisas com menos sal, comprar coisas com menos sal”, disse.

Ela também participou de um segundo experimento, em que foi mantido o teor de sal dos pães, mas foi adicionado orégano durante a sua preparação. “Ele tinha um sabor diferente. Era mais gostoso. Eu senti mais o sabor”, afirmou Teresinha. Nessa etapa da pesquisa foi observado que temperos naturais, como o orégano, podem agradar o paladar daquelas pessoas que gostam de alimentos mais salgados, mesmo com um teor menor de sal.

“Uma vez adicionada essa erva, por ser um tempero mais bem aceito na população, os pacientes hipertensos que gostavam das amostras mais salgadas preferiram as amostras de médio sal. Já os pacientes com pressão normal, os não hipertensos que já preferiram aquelas amostras com média concentração de sal passaram a preferir as amostras com menos concentração de sal”, explicou a nutricionista.

"Este estudo sobre o uso de álcool na idade adulta pode fornecer informações sobre o desenvolvimento precoce de hipertensão ", diz a médica.

exagero na bebida

Abusar de bebidas alcoólicas no início da fase adulta aumenta a probabilidade de se desenvolver hipertensão mais tarde, aponta uma pesquisa apresentada no congresso ASN Kidney Week 2014, na Pensilvânia, nos Estados Unidos. No estudo, o baixo e moderado consumo de álcool no início da idade adulta também foi associado à diminuição da probabilidade de hipertensão nos anos seguintes.

Pesquisadores liderados por Sarah Twichell analisaram os dados de um estudo que acompanharam crianças que tinham entre oito e 14 anos a partir de 1996. Exames de saúde detalhados eram realizados a cada ano. A equipe analisou informações sobre os mais de oito mil participantes até 2010.

Em homens adultos jovens, o consumo excessivo de álcool frequente foi associado com uma probabilidade de desenvolver hipertensão 1,7 vez maior daqueles que bebiam moderadamente. Para mulheres, o uso leve e moderado de álcool foi relacionado a um risco significativamente reduzido de hipertensão.

— Este estudo sobre o uso de álcool na idade adulta pode fornecer informações sobre o desenvolvimento precoce de hipertensão — explica Sarah.

 

MENOS ÁLCOOL, MAIS BEM-ESTAR

O estudo Bem-Estar, uma iniciativa da Unimed Porto Alegre, apontou mais um motivo para evitar o consumo de álcool. De acordo com a pesquisa, realizada com moradores de Porto Alegre, as pessoas que bebem apenas raramente ou nunca ingerem álcool apresenta, níveis maiores de bem-estar.

Dia Mundial do Coração lembra que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo moderno

checkup do coracao

No Dia Mundial do Coração, comemorado nesta segunda-feira (29), a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) lembra que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo moderno.

O diretor da Socerj, Serafim Borges, informou à Agência Brasil que entre 300 mil e 400 mil mortes ocorrem por ano no Brasil devido a doenças cardiovasculares. Elas incluem a doença isquêmica do coração, que é o infarto agudo do miocárdio, e as doenças cerebrovasculares, os chamados acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Para reduzir esse risco, Borges disse que o mais importante é que as pessoas tenham vida saudável, com atividade física e alimentação adequada. “E aqueles que já tenham doenças em desenvolvimento, como hipertensão e diabetes, deverão controlá-las melhor”. Acrescentou que outros fatores de risco controláveis são o fumo e o excesso de bebida alcoólica.

Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, um em cada três brasileiros em idade adulta sofre com a pressão arterial elevada. No Brasil, a mortalidade relacionada à doença arterial coronariana oscila entre 11,3 e 2,5 óbitos por 100 mil habitantes.

O cardiologista Serafim Borges informou que a atividade física reduz em até 45% a mortalidade cardiovascular. “Ela dá, realmente, uma proteção grande”. Por isso, reiterou que é importante que as pessoas saiam do sedentarismo e tenham, dentro do possível, uma alimentação adequada, com corte  de gorduras animais saturadas, evitando o que possa trazer problemas ao sistema cardiovascular.

Acrescentou que um ritmo de vida saudável pressupõe também descanso adequado, “principalmente a hora do sono, que é uma hora sagrada”. Mesmo com a vida moderna agitada, é preciso tentar arrumar um espaço para fazer essas coisas, completou. “Não pode haver desculpas do tipo estou trabalhando muito, não tenho tempo. Você tem que arrumar um tempo para o seu coração”.

Ele reconheceu que as doenças genéticas ligadas ao coração são mais complicadas e difíceis de prevenir e requerem acompanhamento especializado. Acrescentou que a atividade física dessas pessoas deve ser sempre supervisionada.

A Socerj está participando da campanha do Dia Mundial do Coração, em parceria com a Sociedade  Brasileira de Cardiologia.

Nova pesquisa mostra que consumir derivados do leite ajuda a controlar a pressão sangüínea, ajuda a controlar o peso e pode prevenir o diabetes tipo 2.

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Comer alimentos derivados de leite é uma paixão nacional – os deliciosos pães de queijo, doces com iogurtes e de leite estão aí para provar! Se feito com moderação, o consumo destes alimentos é considerado benéfico à saúde, pricipalmente pela grande quantidade de cálcio que eles fornecem (o cálcio, vale lembar, é uma das melhores armas para se evitar problemas nos ossos, como a osteoporose!). Guias alimentares modernos indicam a ingestão de 2 a 4 porções deles todos os dias.

DICA: 1 porção de derivados de leite = 1 copo (dos de requeijão) de iogurte natural ou 1 xícara de leite desnatado ou 1 fatia (50 g) de queijo minas!

Uma nova pesquisa encorpa as evidências de que derivados do leite são benéficos ao corpo – e apontam um ácido presente nestes alimentos como o responsável por isto.

 

QUEIJO PARA CONTROLAR A PRESSÃO?

Publicado no periódico científico Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, o estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Laval, no Canadá, constatou que quem se alimentava com as quantidades diárias recomendadas de queijos, leite, manteiga ou iogurtes apresentava pressão sangüínea mais bem controlada. Casos de hipertensão entre este grupo eram quase inexistentes.

Além disso, os homens que participaram no estudo e que ingeriam derivados de leite na medida indica tinham peso menor do que os demais.

E tem mais: os voluntários que eram fãs de leites e queijos também tinham a glicemia (quantidade de açúcar no sangue) menor, um ótimo indicador de que estão evitando o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

vaquinha feliz leite

 

MAIS INFORMAÇÕES

Os pesquisadores acreditam que o ácido trans-palmitoleico, fartamente presente nos alimentos relacionados ao leite, é o responsável pelos benefícios à saúde citados.

Os cientistas responsáveis pelo trabalho afirmam que mais estudos são necessários a fim de se comprovar a eficácia dos laticínios no controle da glicema e da pressão, mas que este estudo mostra, pelo menos, que o consumo moderado destes alimentos não traz grandes malefícios ao corpo – muito pelo contrário.

Para quem consome menos do que 3 porções destes alimentos por dia fica a dica: comece o dia com um pãozinho de queijo ou pão com manteiga e uma fatia de queijo. Ao longo do dia, coma iogurtes ou demais produtos lácteos. A sua saúde agradece!

 

Um novo medicamento em fase de desenvolvimento mostrou resultados animadores no tratamento contra a hipertensão.

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Em experimentos com ratos feitos na USP, a droga experimental denominada rostafuroxina melhorou em 50% a capacidade de relaxamento das artérias e reduziu os níveis de pressão arterial.[Imagem: Blausen gallery 2014/Wikiversity Journal of Medicine]

Um novo medicamento em fase de desenvolvimento mostrou resultados animadores no tratamento contra a hipertensão.

Os ratos hipertensos que receberam a rostafuroxina melhoraram em 50% a capacidade de relaxamento das artérias, revertendo o quadro de estresse oxidativo observado no endotélio e reduzindo significativamente os índices de pressão arterial.

Os testes foram feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), e publicados noJournal of Hypertension.

OUBAÍNA

“A rostafuroxina é um fármaco antagonista das ações da ouabaína, hormônio responsável por fazer o controle fino do manuseio de sódio no rim, da volemia [quantidade de sangue circulando no corpo] e das concentrações intracelulares de cálcio nos vasos sanguíneos e no coração. Estudos anteriores mostraram que 45% dos pacientes hipertensos apresentam concentrações elevadas de ouabaína no plasma”, contou a Luciana Venturini Rossoni.

Há quase 20 anos a pesquisadora vem-se dedicando a estudar a participação da ouabaína nas alterações da reatividade vascular – capacidade dos vasos de contrair e relaxar – e no desenvolvimento de hipertensão arterial.

Produzida em áreas específicas do sistema nervoso central e da glândula suprarrenal, a ouabaína é capaz de inibir a ação das enzimas Na+/K+/ATPase, conhecidas como bomba de sódio (Na+) e potássio (K+), existentes na membrana das células e responsáveis por regular o transporte desses íons entre os meios intra e extracelular.

“A enzima Na+/K+/ATPase é de fundamental importância para manter a homeostasia [equilíbrio fisiológico da composição química dos fluidos] nas células. No caso dos vasos sanguíneos, ela controla as concentrações intracelulares de sódio e, como consequência, mantém as concentrações ideais de cálcio”, explicou Luciana.

ROSTAFUROXINA

Os animais testados apresentam um quadro de hipertensão severa, em torno de 180 milímetros de mercúrio (mmHg).

Já na primeira semana de tratamento, o grupo que recebeu o fármaco rostafuroxina apresentou queda na pressão arterial. Após três semanas, o valor da pressão sistólica dos animais tratados estava entre 140 e 150 mmHg, o que poderia ser considerado como hipertensão leve.

“A tendência era de queda. Talvez a pressão tivesse voltado a níveis normais se o tratamento fosse continuado por mais tempo”, avaliou Luciana, o que não foi feito porque a administração de rostafuroxina por apenas três semanas havia sido acordada com o laboratório farmacêutico Sigma-Tau, detentor da patente, para que os resultados fossem comparáveis com os demais estudos já realizados com o fármaco.

De acordo com Luciana, o laboratório já realizou um primeiro ensaio clínico com o medicamento, que não foi bem-sucedido por ter incluído pacientes com quadros de hipertensão de diferentes etiologias.

Em uma segunda fase de testes clínicos, estão sendo incluídos apenas pacientes cuja hipertensão está relacionada ao aumento da volemia, contou a pesquisadora.

“Estamos bastante esperançosos em relação aos resultados e acreditamos que a rostafuroxina possa em breve se tornar mais uma opção para tratar os quadros de hipertensão resistente, que geralmente requerem a associação de três ou mais drogas diferentes”, concluiu Luciana.

A hipertensão e o diabetes frequentemente caminham lado a lado, pedindo mais cuidados durante o tratamento

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Hipertensão e diabetes. Se você tem uma, é melhor ficar atento à outra. Apesar de serem doenças diferentes, a hipertensão e o diabetes frequentemente caminham lado a lado, pedindo mais cuidados durante o tratamento.

De acordo com a pesquisa VIGITEL 2011, realizada pelo Ministério da Saúde, aproximadamente 22,7% da população brasileira é diagnosticada com hipertensão e 5,6% possui diabetes entre os tipos 1 e 2.

Estima-se que cerca de metade da população com diabetes também sofre de hipertensão, precisando de acompanhamento médico para as duas doenças. Você se encontra nesse grupo ou conhece alguém que se encaixa? Então participe da palestra da enfermeira Bruna Magli. Ela estará no encontro desta segunda-feira (08) do Grupo de Envelhecimento Ativo (Geasc).

Os encontros do Geasc ocorrem sempre as segundas, das 14h às 16h, no Centro de Estudos Professor Lourival de Melo Mota. O centro de estudos localiza-se no complexo hospitalar da Santa Casa de Maceió na Rua Barão de Maceió.

O projeto é gratuito e voltado para homens e mulheres com mais de 60 anos de idade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (82) 2123-6037.

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