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	<title>rostafuroxina | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Fármaco mostra resultados promissores contra a hipertensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 20:40:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo medicamento em fase de desenvolvimento mostrou resultados animadores no tratamento contra a hipertensão. Os ratos hipertensos que receberam a rostafuroxina melhoraram em 50% a capacidade de relaxamento das artérias, revertendo o quadro de estresse oxidativo observado no endotélio e reduzindo significativamente os índices de pressão arterial. Os testes foram feitos no Instituto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;">Um novo medicamento em fase de desenvolvimento mostrou resultados animadores no tratamento contra a hipertensão.</p>
<p style="color: #000000;">Os ratos hipertensos que receberam a rostafuroxina melhoraram em 50% a capacidade de relaxamento das artérias, revertendo o quadro de estresse oxidativo observado no endotélio e reduzindo significativamente os índices de pressão arterial.</p>
<p style="color: #000000;">Os testes foram feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), e publicados no<i>Journal of Hypertension</i>.</p>
<p style="color: #000000;"><strong>OUBAÍNA</strong></p>
<p style="color: #000000;">&#8220;A rostafuroxina é um fármaco antagonista das ações da ouabaína, hormônio responsável por fazer o controle fino do manuseio de sódio no rim, da volemia [quantidade de sangue circulando no corpo] e das concentrações intracelulares de cálcio nos vasos sanguíneos e no coração. Estudos anteriores mostraram que 45% dos pacientes hipertensos apresentam concentrações elevadas de ouabaína no plasma&#8221;, contou a Luciana Venturini Rossoni.</p>
<p style="color: #000000;">Há quase 20 anos a pesquisadora vem-se dedicando a estudar a participação da ouabaína nas alterações da reatividade vascular &#8211; capacidade dos vasos de contrair e relaxar &#8211; e no desenvolvimento de hipertensão arterial.</p>
<p style="color: #000000;">Produzida em áreas específicas do sistema nervoso central e da glândula suprarrenal, a ouabaína é capaz de inibir a ação das enzimas Na+/K+/ATPase, conhecidas como bomba de sódio (Na+) e potássio (K+), existentes na membrana das células e responsáveis por regular o transporte desses íons entre os meios intra e extracelular.</p>
<p style="color: #000000;">&#8220;A enzima Na+/K+/ATPase é de fundamental importância para manter a homeostasia [equilíbrio fisiológico da composição química dos fluidos] nas células. No caso dos vasos sanguíneos, ela controla as concentrações intracelulares de sódio e, como consequência, mantém as concentrações ideais de cálcio&#8221;, explicou Luciana.</p>
<p style="color: #000000;"><strong>ROSTAFUROXINA</strong></p>
<p style="color: #000000;">Os animais testados apresentam um quadro de hipertensão severa, em torno de 180 milímetros de mercúrio (mmHg).</p>
<p style="color: #000000;">Já na primeira semana de tratamento, o grupo que recebeu o fármaco rostafuroxina apresentou queda na pressão arterial. Após três semanas, o valor da pressão sistólica dos animais tratados estava entre 140 e 150 mmHg, o que poderia ser considerado como hipertensão leve.</p>
<p style="color: #000000;">&#8220;A tendência era de queda. Talvez a pressão tivesse voltado a níveis normais se o tratamento fosse continuado por mais tempo&#8221;, avaliou Luciana, o que não foi feito porque a administração de rostafuroxina por apenas três semanas havia sido acordada com o laboratório farmacêutico Sigma-Tau, detentor da patente, para que os resultados fossem comparáveis com os demais estudos já realizados com o fármaco.</p>
<p style="color: #000000;">De acordo com Luciana, o laboratório já realizou um primeiro ensaio clínico com o medicamento, que não foi bem-sucedido por ter incluído pacientes com quadros de hipertensão de diferentes etiologias.</p>
<p style="color: #000000;">Em uma segunda fase de testes clínicos, estão sendo incluídos apenas pacientes cuja hipertensão está relacionada ao aumento da volemia, contou a pesquisadora.</p>
<p style="color: #000000;">&#8220;Estamos bastante esperançosos em relação aos resultados e acreditamos que a rostafuroxina possa em breve se tornar mais uma opção para tratar os quadros de hipertensão resistente, que geralmente requerem a associação de três ou mais drogas diferentes&#8221;, concluiu Luciana.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/farmaco-mostra-resultados-promissores-contra-a-hipertensao/">Fármaco mostra resultados promissores contra a hipertensão</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Medicamento mostra resultados promissores contra a hipertensão</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/medicamento-mostra-resultados-promissores-contra-a-hipertensao-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2014 20:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[rostafuroxina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados, publicados em artigo recente do Journal of Hypertension, são de um estudo realizado com apoio da FAPESP no Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). A linha de pesquisa foi apresentada pela professora Luciana Venturini Rossoni durante a 29ª Reunião Anual da Federação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados, publicados em artigo recente do Journal of Hypertension, são de um estudo realizado com apoio da FAPESP no Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).</p>
<p>A linha de pesquisa foi apresentada pela professora Luciana Venturini Rossoni durante a 29ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada entre os dias 27 e 30 de agosto em Caxambu (MG).</p>
<p>“A rostafuroxina é um fármaco antagonista das ações da ouabaína, hormônio responsável por fazer o controle fino do manuseio de sódio no rim, da volemia [quantidade de sangue circulando no corpo] e das concentrações intracelulares de cálcio nos vasos sanguíneos e no coração. Estudos anteriores mostraram que 45% dos pacientes hipertensos apresentam concentrações elevadas de ouabaína no plasma”, contou Rossoni.</p>
<p>Há quase 20 anos a pesquisadora vem se dedicando a estudar a participação da ouabaína nas alterações da reatividade vascular (capacidade dos vasos de contrair e relaxar) e no desenvolvimento de <a title="‘Precisa mudar esse conceito que só velhinho sofre de hipertensão’, diz especialista" href="http://unicamp.diabeticool.com/precisa-mudar-esse-conceito-que-so-velhinho-sofre-de-hipertensao-diz-especialista/">hipertensão arterial</a>.</p>
<p>Produzida em áreas específicas do sistema nervoso central e da glândula suprarrenal, a ouabaína é capaz de inibir a ação da enzima Na+/K+/ATPase – mais conhecida como bomba de sódio (Na+) e potássio (K+) – existente na membrana das células e responsável por regular o transporte desses íons entre os meios intra e extracelular.</p>
<p>“A enzima Na+/K+/ATPase é de fundamental importância para manter a homeostasia [equilíbrio fisiológico da composição química dos fluidos] nas células. No caso dos vasos sanguíneos, ela controla as concentrações intracelulares de sódio e, como consequência, mantém as concentrações ideais de cálcio”, explicou Rossoni.</p>
<p>Em artigo publicado em 2011 no Journal of Vascular Research, o grupo do ICB-USP mostrou que era possível induzir um quadro de hipertensão em ratos saudáveis administrando doses diárias de ouabaína durante 20 semanas – até que atingissem concentrações plasmáticas similares às observadas no plasma de pacientes hipertensos.</p>
<p>Ao investigar os efeitos do tratamento, os pesquisadores observaram que a ouabaína aumentava a contratilidade das chamadas artérias de resistência – pequenos vasos que controlam a passagem de sangue do território arterial para o território capilar e venoso. Dessa forma, o fluxo sanguíneo era dificultado.</p>
<p>“Verificamos que a ouabaína, ao estimular a atividade da enzima ciclooxigenase-2 (COX2), aumenta a produção de substâncias vasoconstritoras e de espécies reativas de oxigênio. Esse aumento de oxidantes dentro da célula, por sua vez, diminui a biodisponibilidade de óxido nítrico (NO), um importante agente vasodilatador liberado pelo endotélio”, contou Rossoni.</p>
<p>Em outro estudo também publicado no Journal of Hypertension, os cientistas demonstraram que, em ratos geneticamente predispostos a desenvolver hipertensão – e já com níveis de pressão alterados no início do estudo –, o tratamento diário com ouabaína era capaz de aumentar a reatividade das artérias em apenas cinco semanas de tratamento.</p>
<p>Modelo DOCA-Sal</p>
<p>Nos experimentos mais recentes, o objetivo do grupo do ICB-USP era descobrir o que aconteceria nas artérias de resistência de ratos hipertensos ao serem tratados com a rostafuroxina. Para isso, usaram um modelo animal conhecido como DOCA-Sal, no qual é induzido em ratos um quadro de hipertensão relacionado ao aumento do volume de sangue circulante.</p>
<p>Nesse modelo, os ratos são submetidos a uma cirurgia para a retirada de um dos rins e, em seguida, passam a receber injeções semanais da droga desoxicorticosterona, cuja função é aumentar a reabsorção renal de sódio. Paralelamente, os roedores passam a receber água com concentração mais elevada de sódio.</p>
<p>“A pressão vai subindo até a quinta semana e, então, estabiliza. Após esse período, os animais apresentam um quadro de hipertensão severa, em torno de 180 milímetros de mercúrio (mmHg)”, disse Rossoni.</p>
<p>Assim que o quadro de hipertensão se estabeleceu, parte dos animais passou a receber por via oral doses diárias de rostafuroxina, enquanto outro subgrupo recebeu apenas placebo. Já na primeira semana de tratamento, o grupo que recebeu o fármaco apresentou queda na pressão arterial. Após três semanas, o valor da pressão sistólica dos animais tratados estava entre 140 e 150 mmHg, o que poderia ser considerado como hipertensão leve.</p>
<p>“A tendência era de queda. Talvez a pressão tivesse voltado a níveis normais se o tratamento fosse continuado por mais tempo”, avaliou Rossoni.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, a administração de rostafuroxina por apenas três semanas havia sido acordada com o laboratório farmacêutico Sigma-Tau, detentor da patente, para que os resultados fossem comparáveis com os demais estudos já realizados com o fármaco.</p>
<p>Ao investigar o que havia acontecido com as artérias de resistência, que são de fundamental importância para o controle da resistência vascular periférica, os pesquisadores observaram a reversão total do quadro de estresse oxidativo e uma melhora de 50% na capacidade de relaxamento dependente da função das células endoteliais.</p>
<p>“Nos animais hipertensos, os vasos não relaxam tanto quanto deveriam. O tratamento com a rostafuroxina melhorou o quadro, embora não o tenha revertido totalmente, devido a uma maior liberação de óxido nítrico nas células endoteliais e sua menor degradação pelas espécies reativas do oxigênio”, disse Rossoni.</p>
<p>Ensaios clínicos</p>
<p>Em estudos pré-clínicos anteriores, cientistas do laboratório Sigma-Tau investigaram os efeitos da rostafuroxina no tecido renal e cardíaco. Os resultados mostraram que, nos rins, o fármaco é capaz de impedir a reabsorção de sódio induzida pela administração de ouabaína, em concentrações similares às encontradas no plasma de pacientes hipertensos. Já no coração, evitaria a formação de fibrose e hipertrofia. O grupo do ICB-USP foi o primeiro a investigar os efeitos vasculares da droga.</p>
<p>De acordo com Rossoni, o laboratório Sigma-Tau já realizou um primeiro ensaio clínico com o medicamento, que não foi bem-sucedido por ter incluído pacientes com quadros de hipertensão de diferentes etiologias.</p>
<p>Em uma segunda fase de testes clínicos, estão sendo incluídos apenas pacientes cuja hipertensão está relacionada ao aumento da volemia, contou a pesquisadora do ICB-USP.</p>
<p>“Estamos bastante esperançosos em relação aos resultados e acreditamos que a rostafuroxina possa em breve se tornar mais uma opção para tratar os quadros de hipertensão resistente, que geralmente requerem a associação de três ou mais drogas diferentes”, disse.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/medicamento-mostra-resultados-promissores-contra-a-hipertensao-2/">Medicamento mostra resultados promissores contra a hipertensão</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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