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	<title>doenças cardiovasculares | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 May 2022 16:51:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Colesterol bom: por que se preocupar se estiver baixo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 17:52:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partícula de HDL-c (High-Density Lipoprotein), popularmente conhecida como “colesterol bom”, foi descoberta em 1921 e ainda hoje intriga a ciência. Trata-se de uma partícula com capacidade de reduzir os processos de oxidação, inflamação e de formação de placas de gordura nos nossos vasos sanguíneos. Ela é composta principalmente pela Apolipoproteina A1 (ApoA1), que corresponde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partícula de HDL-c (<em>High-Density Lipoprotein</em>), popularmente conhecida como “colesterol bom”, foi descoberta em 1921 e ainda hoje intriga a ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma partícula com capacidade de reduzir os processos de oxidação, inflamação e de formação de placas de gordura nos nossos vasos sanguíneos. Ela é composta principalmente pela Apolipoproteina A1 (ApoA1), que corresponde a cerca de 70% da HDL; apresenta também diversas outras apolipoproteínas, como a PON-1, também com ações semelhantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estudos envolvendo seres humanos confirmaram que os níveis de HDL mais elevados, em geral, se relacionam a menor risco de doença cardiovascular</strong> (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral), diabetes tipo 2 e esteatose-hepática, a chamada “gordura no fígado”. Mais recentemente, também tem sido demonstrado que níveis mais altos de HDL se relacionam a menor chance de desenvolvimento de demência cerebral, doença de Parkinson e outras doenças cerebrais.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Se o meu HDL-c for baixo, há algum remédio para torná-lo mais alto? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. No entanto, todos as medicações até agora desenvolvidas para aumentar o HDL-colesterol ou trouxeram muito efeitos colaterais ou falharam em reduzir a incidência de doenças cardiovasculares e a mortalidade. Em outras palavras: apesar de ser possível aumentar farmacologicamente os níveis de HDL-c, não se obtém os mesmos resultados esperados.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Por que tornar o HDL-c mais alto, artificialmente, não traz a repercussão esperada? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como mencionado acima, a HDL é uma partícula extremamente complexa, capaz de realizar ação antioxidante, anti-inflamatória e redutora da formação de placas de gordura. No entanto, em condições como obesidade, diabetes e doença cardiovascular, o indivíduo apresenta um grau baixo de inflamação, que induz redução de tamanho e perda de função da HDL. Portanto, ainda que aumente a concentração sanguínea, artificialmente, a HDL não trará os benefícios desejados.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>E qual é o melhor modo de melhorar os níveis de HDL-c e ter os benefícios? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para se alcançar estes resultados, é necessário que haja redução da resistência à ação da insulina e dos níveis de triglicérides. <strong>Para tal, a melhor forma é a realização de atividade física e a perda de gordura corporal.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>O que fazer se meus níveis de HDL-c forem baixos? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sabendo que uma pessoa com níveis de HDL-c baixos tem maior risco de diabetes, doenças cardíacas e esteatose hepática, o indivíduo que sofre com esta condição deve estar atento ao seu peso, índice de massa corporal (IMC), bem como reduzir o risco destas mesmas patologias através da adequação da sua glicemia, LDL (“colesterol ruim”), pressão arterial e nível de atividade física.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão, apesar da partícula de HDL-c ser essencial para a prevenção das principais doenças que afligem a humanidade, não há um modo farmacológico, medicamentoso, eficiente para aumentar seus níveis e ter bons resultados na saúde. Pessoas com baixos níveis de HDL-c devem atentar a outros fatores de risco cardiovasculares e atuar sobre eles para a melhora da sua saúde global.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>Hamer M, O&#8217;Donovan G, Stamatakis E. High-Density Lipoprotein Cholesterol and Mortality: Too Much of a Good Thing? Arterioscler Thromb Vasc Biol. 2018 Mar;38(3):669-672. doi: 10.1161/ATVBAHA.117.310587. Epub 2018 Jan 11. PMID: 29326314.</p>
<p>Khanna S, Wilkins JT, Ning H, et al. Lipoprotein Levels in Early Adulthood and NAFLD in Midlife: The Coronary Artery Risk Development in Young Adults (CARDIA) Study. J Nutr Metab. 2022 Apr 14;2022:1727711. doi: 10.1155/2022/1727711. PMID: 35462864; PMCID: PMC9023214.</p>
<p>Turri M, Marchi C, Adorni MP, et al. Emerging role of HDL in brain cholesterol metabolism and neurodegenerative disorders. Biochim Biophys Acta Mol Cell Biol Lipids. 2022 May;1867(5):159123. doi: 10.1016/j.bbalip.2022.159123. Epub 2022 Feb 11. PMID: 35151900.</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-scaled.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2693" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-261x300.jpg" alt="" width="165" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-261x300.jpg 261w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-891x1024.jpg 891w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-768x883.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-1336x1536.jpg 1336w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-1782x2048.jpg 1782w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-1068x1228.jpg 1068w" sizes="(max-width: 165px) 100vw, 165px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ikaro Breder</strong><br />
<em>Médico clínico e endocrinologista, doutorando em Fisiopatologia Médica (FCM/UNICAMP), aluno do Laboratório de Biologia Vascular e Aterosclerose (FCM/UNICAMP), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisa clínica e assistência ambulatorial de pacientes com diabetes, obesidade, dislipidemia, hipertensão, osteoporose e doenças tireoidianas.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Alimentação e doenças relacionadas ao sistema imune</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 14:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em relação à alimentação como base para saúde, muitos pacientes acometidos por este conjunto heterogêneo de doenças buscam por alternativas na sua dieta como uma forma de diminuir o processo inflamatório que se mantém ou até mesmo para diminuir o risco de complicações. Porém, ainda é precoce e inconclusivo estabelecer recomendações de exclusão ou restrição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em relação à alimentação como base para saúde, muitos pacientes acometidos por este conjunto heterogêneo de doenças <strong>buscam por alternativas na sua dieta como uma forma de diminuir o processo inflamatório que se mantém ou até mesmo para diminuir o risco de complicações</strong>. Porém, ainda é precoce e inconclusivo estabelecer recomendações de exclusão ou restrição de dietas específicas e padronizadas com a finalidade de tratar ou evitar o agravamento dessas doenças. Porém, a falta de associações mais claras dessas doenças com a nutrição não anula a necessidade de boas escolhas alimentares associadas com práticas de atividade física, garantindo uma qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pacientes com doenças relacionadas ao sistema imune possuem um risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares aumentado</strong> comparado com a população geral, isso é um fato que deve ser considerado essencial para adoção de hábitos saudáveis pelos pacientes. É importante reiterar os pontos muito bem retratados no “Guia Alimentar para população brasileira”, que uma alimentação balanceada deve ser baseada no consumo de alimentos <em>in natura</em> e minimamente processados (frutas, hortaliças, cereais, tubérculos, leguminosas, legumes, carnes, ovos) e com consumo limitado de alimentos ultraprocessados (alimentos industrializados que, de maneira geral, são desbalanceados nutricionalmente, ricos em sódio, gorduras de má qualidade, açúcares simples e aditivos alimentares). Já é bem estabelecido que <strong>a “dieta ocidental”</strong> &#8211; com alto consumo de ultraprocessados, sódio, açúcares, gordura e proteína animal &#8211; <strong>está associada com uma influência negativa em células do sistema imune</strong>, que são fundamentais para o controle das respostas inflamatórias e modulação do sistema imune. Além disso, algumas vitaminas (A, B6, B12, folato, C, D e E) e oligoelementos (zinco, cobre, selênio, ferro) são indispensáveis para um bom desempenho da função imune.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo feito pela Universidade de São Paulo, já evidenciou <strong>um aumento do risco cardiometabólico em pacientes que possuem artrite reumatóide, caracterizados por um consumo maior de alimentos ultraprocessados</strong>. Enquanto os pacientes que também eram acometidos pela doença, mas consumiam mais alimentos in natura, ou seja, tinham uma alimentação mais natural, possuíam um risco menor. Além disso, já foi demonstrado previamente pelo nosso grupo de estudos que pacientes com doença de Crohn apresentaram uma alta prevalência de sobrepeso e obesidade, levando a um aumento do risco principalmente para doenças cardiovasculares, além de estarem mais suscetíveis à doença ativa e a hospitalização. Também foi observado inadequação dos níveis séricos de nutrientes importantes entre esses pacientes, como ferro e zinco. Nossa pesquisa também demonstrou que pacientes na fase ativa da doença e aqueles que apresentavam um maior número de sintomas, consumiam com maior frequência alimentos pertencentes ao grupo de ultraprocessados, como o suco industrializado e refrigerante. Esses dados nos mostram a necessidade de um aconselhamento nutricional adequado, a fim de melhorar a terapia dietética e a qualidade de vida desses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/imagem-do-texto.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-2478 aligncenter" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/imagem-do-texto-300x206.jpg" alt="" width="540" height="371" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Diante do atual cenário da pandemia do novo CORONAVÍRUS, as informações relacionadas à alimentação e nutrição têm se propagado de forma muito rápida, inclusive no contexto das doenças relacionadas ao sistema imune. Com o intuito de melhorar a imunidade e reduzir os efeitos causados pela infecção do vírus, o uso de suplementos alimentares tem sido discutido e até mesmo divulgado por meios não oficiais e sem respaldo científico. Porém, é importante destacar que, até o momento, <strong>não há evidências científicas demonstrando que a suplementação possa exercer um papel protetor ou terapêutico em relação à infecção da COVID-19</strong>, nem mesmo que um superalimento ou fórmula nutricional possa alcançar esse objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a orientação para esses pacientes é que sigam um padrão de alimentação que forneça todos os nutrientes importantes para manter um bom funcionamento do sistema imune, evitando componentes alimentares capazes de estimular o sistema imunológico, como aqueles presentes em produtos processados e ultraprocessados, que podem levar ao desenvolvimento de doenças crônicas, especialmente a obesidade. Além disso, o consumo deliberado desses alimentos pode aumentar o risco de deficiências nutricionais. Vale ressaltar que as orientações devem ser individualizadas levando-se em consideração todas as dimensões biopsicossocioculturais envolvidas nas escolhas alimentares, como estilo de vida, crenças, intolerâncias, acesso aos alimentos e outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong><br />
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção<br />
Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da saúde, Secretaria de<br />
Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">CALDER, P. C. Nutrition, immunity and COVID-19. BMJ Nutrition, Prevention &amp; Health, v.<br />
3, n. 1, p. 74–92, jun. 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">CFN. Conselho Federal de Nutricionistas. Nota Oficial: Orientações à população e<br />
para os nutricionistas sobre o novo coronavírus. 2020. Disponível em<br />
&lt;https://www.cfn.org.br/index.php/destaques/19913/&gt; Acesso em 08/02/2021.</p>
<p style="text-align: justify;">DE CASTRO, M. M. et al. Impaired nutritional status in outpatients in remission or with active Crohn’s disease – classified by objective endoscopic and imaging assessments. Clinical Nutrition ESPEN, v. 33, p. 60–65, out. 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">DE CASTRO, M. M. et al. Dietary Patterns Associated to Clinical Aspects in Crohn’s Disease<br />
Patients. Scientific Reports, v. 10, n. 1, p. 7033, 27 dez. 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">MANZEL, A. et al. Role of “Western Diet” in Inflammatory Autoimmune Diseases. Current<br />
Allergy and Asthma Reports, v. 14, n. 1, p. 404, 15 jan. 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">SMAIRA, F. I. et al. Ultra-processed food consumption associates with higher cardiovascular risk in rheumatoid arthritis. Clinical Rheumatology, v. 39, n. 5, p. 1423–1428, 4 maio 2020.</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/3257867262445133" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2532" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vitor-279x300.jpg" alt="" width="190" height="205" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vitor-279x300.jpg 279w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vitor.jpg 287w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Vitor Nascimento dos Santos</strong><br />
<em>Estudante de Nutrição (FCA/UNICAMP), atualmente estudante de mobilidade internacional no curso de Nutrição Humana e Dietética da Universidade de Zaragoza (Espanha). Além disso, fez parte do programa de Iniciação Científica trabalhando com Doenças Inflamatórias Intestinais e o desenvolvimento de deficiências nutricionais e risco cardiovascular nesses pacientes, especialmente na doença de Crohn.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa.jpeg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2475" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa-300x276.jpeg" alt="" width="190" height="175" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa-300x276.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa-768x706.jpeg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa.jpeg 960w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a><strong>Maysa Santos</strong><br />
<em>Estudante de Nutrição (FCA/UNICAMP), atualmente é aluna de Iniciação Científica do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, e desenvolve uma pesquisa sobre Doenças Inflamatórias Intestinais e consumo alimentar, em especial o consumo de fibras e FODMAPs e a sua relação com os sintomas em pacientes com doença de Crohn.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lattes.cnpq.br/2498062740788230" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2531" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Marina.jpg" alt="" width="190" height="226" /></a><strong>Marina Moreira de Castro</strong><br />
<em>Nutricionista (UNIMEP &#8211; Piracicaba), atualmente é aluna de doutorado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA/UNICAMP), e do Laboratório de Investigação em Doenças Inflamatórias Intestinais (FCM/UNICAMP) vinculados ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua principalmente na área de pesquisa com Doenças Inflamatórias Intestinais, estudando a microbiota intestinal, o estado nutricional e o consumo alimentar, bem como o desenvolvimento de potenciais biomarcadores fecais na doença de Crohn.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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			</item>
		<item>
		<title>O que significa &#8216;alimentação saudável&#8217;? Ela serve só para emagrecer?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/o-que-significa-alimentacao-saudavel-ela-serve-so-para-emagrecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 19:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que é quase impossível passar um dia sem nos depararmos com expressões como &#8220;alimentação saudável&#8220;, &#8220;comer bem&#8220;, &#8220;alimentos que fazem bem para a saúde&#8221; e similares? Elas estão presentes nos supermercados, nos anúncios de revistas, em embalagens de produtos&#8230;mas o que elas querem dizer? Uma pesquisa descobriu que a maioria das pessoas está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já reparou que é quase impossível passar um dia sem nos depararmos com expressões como &#8220;<em>alimentação saudável</em>&#8220;, &#8220;<em>comer bem</em>&#8220;, &#8220;<em>alimentos que fazem bem para a saúde</em>&#8221; e similares? Elas estão presentes nos supermercados, nos anúncios de revistas, em embalagens de produtos&#8230;mas o que elas querem dizer?</p>
<p>Uma pesquisa descobriu que a maioria das pessoas está confusa em relação a termos como estes. Grande parte <strong>não entende o que são estes &#8220;hábitos saudáveis&#8221;</strong> na hora de se alimentar. A pesquisa alerta, ainda, que o uso exagerado e indevido de mensagens sobre o que significa comer da maneira certa &#8211; separando alimentos entre os que &#8220;fazem mal&#8221; e os que &#8220;fazem bem&#8221; &#8211; está gerando dessensibilização e antipatia por parte dos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O PROBLEMA É A MENSAGEM</strong></h4>
<p>Não é segredo que a boa parte da população se alimenta muito mal. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, já são mais de <strong>2 bilhões de pessoas</strong>, em todo o mundo, que convivem com o <strong>excesso de peso</strong>. Ainda segundo o órgão, a maior parte delas vive em países nos quais o sobrepeso e a obesidade matam mais do que a desnutrição.</p>
<p>O que fazer para reverter esta tendência? Uma estratégia utilizada há anos é investir em <a href="http://www.sobrepeso.com.br/mania-vegetariana-faz-industria-reinventar-alimentos/">campanhas de conscientização</a>, visando a ensinar às pessoas o que significa comer bem.</p>
<p>Todavia, nem sempre estas campanhas são bem feitas, gerando confusão. Além disso, propagandas de alimentos vendidos como &#8220;saudáveis&#8221; também complicam a compreensão do que significa, de fato, comer bem.</p>
<figure id="attachment_1250" aria-describedby="caption-attachment-1250" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1250" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/comer-alimentos-cheios-de-gordura-e-sal.jpg" alt="comer alimentos cheios de gordura e sal" width="800" height="450" /><figcaption id="caption-attachment-1250" class="wp-caption-text">A falta de compreensão sobre o que torna um alimento saudável ou não pode levar a exageros e a uma dieta maléfica à saúde.</figcaption></figure>
<p>&#8220;O público está exposto, diariamente, a um grande volume de mensagens relacionadas à comida e à saúde, vindas de múltiplas fontes e com níveis variados de confiabilidade e consistência&#8221;, afirmou a dra. Emilie Combet, principal autora do estudo e pesquisadora da Universidade de Glasgow. O trabalho foi publicado na última edição do periódico <em>BMC Public Health</em>. &#8220;Nossa pesquisa mostra [que o público tem] uma compreensão limitada destes conceitos e, de maneira alarmante, muito desânimo também&#8221;.</p>
<p>Para mais de 90% das mais de 200 pessoas entrevistadas para o estudo, &#8220;alimentação saudável&#8221; só tem a ver com poucas calorias ou poucas gorduras nos alimentos.</p>
<p>&#8220;O termo popular &#8216;<em>alimentação saudável</em>&#8216; foi roubado pela indústria de alimentos e é usado para vender produtos com poucas calorias&#8221;, acusa o professor Mike Lean, co-autor do estudo. &#8220;O termo virou sinônimo de dieta para perda de peso e não carrega mais o sentido de influência de longo-prazo na saúde&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O QUE TODO MUNDO DEVERIA ENTENDER POR &#8216;ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL&#8217;</strong></h4>
<p>O estudo aponta que, hoje, a maior parte das pessoas associa termos como &#8220;alimentação saudável&#8221; a alimentos com poucas calorias ou teor baixo de gordura.</p>
<p>O certo, segundo os pesquisadores, seria transmitir a informação de que <strong>&#8220;comer bem&#8221; significa aproveitar ao máximo os diversos nutrientes presentes nos alimentos</strong>, buscando ingerir todos os dias uma quantidade equilibrada de açúcares, <a href="http://www.sobrepeso.com.br/receita-quibe-light-de-cenoura/">fibras</a>, gorduras, vitaminas, proteínas e minerais.</p>
<p>Ou seja, &#8220;<strong>alimentação saudável&#8221; não é dieta para emagrecer</strong> (apesar de ajudar a perder peso!). &#8220;Alimentação saudável&#8221; é aquela que garante os nutrientes necessários à manutenção de uma boa saúde &#8211; ajudando, inclusive, a evitar uma série de doenças.</p>
<figure id="attachment_1251" aria-describedby="caption-attachment-1251" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-1251 size-full" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/exemplo-de-alimentos-saudaveis-e-bons-para-a-saude.jpg" alt="exemplo de alimentos saudaveis e bons para a saude" width="800" height="423" /><figcaption id="caption-attachment-1251" class="wp-caption-text">Alimentar-se bem é aproveitar nas quantidades corretas todos os nutrientes dos alimentos, desde vitaminas até os açúcares, defendem os pesquisadores.</figcaption></figure>
<p>Uma boa maneira de saber quais nutrientes são esses e como adicioná-los à dieta do dia-a-dia é estudar as <a href="http://www.sobrepeso.com.br/nutricionista-mostra-10-passos-para-melhorar-alimentacao/">tabelas nutricionais</a> nas embalagens dos alimentos, que mostram as porcentagens recomendadas de consumo.</p>
<p>&#8220;Os seres humanos evoluíram com uma incrível capacidade de sobreviver utilizando as mais diversas fontes alimentares, mas há um limite do que é saudável, e pagamos o preço se vivermos fora deste limite&#8221;, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Assim, educar-se é fundamental.  O <strong>SobrePeso</strong> traz todas as semanas matérias inéditas sobre alimentos com propriedades benéficas à saúde e dicas de como comer bem.</p>
<div style="background-color: #e4edf7; padding: 10px;">
<p><span style="color: #003366;"><strong>DICAS INFALÍVEIS PARA UMA ALIMENTAÇÃO MAIS EQUILIBRADA</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #003366;">Coma muitas frutas e bastante vegetais</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Coma mais peixe, incluindo pelo menos 1 porção por semana</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Reduza gorduras saturadas e açúcar (*)</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Tente ingerir menos sal (*)</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Seja ativo e busque manter um peso adequado</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Beba bastante água</span></li>
<li><span style="color: #003366;">Não pule o café da manhã</span></li>
</ul>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="color: #003366;">* Cheque sempre o rótulo dos alimentos para saber qual a quantidade de sal e gorduras está presente em uma porção.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde afirma que <strong>80% das mortes</strong> prematuras por <strong>doenças cardiovasculares</strong> (como derrames e enfartos, as principais causas de falecimento no mundo) <strong>poderiam ser evitadas</strong> com alimentação correta, atividades físicas regulares e evitando-se o cigarro.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/o-que-significa-alimentacao-saudavel-ela-serve-so-para-emagrecer/">O que significa ‘alimentação saudável’? Ela serve só para emagrecer?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Um em cada três brasileiros sofre de hipertensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 19:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Coração, comemorado nesta segunda-feira (29), a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) lembra que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo moderno. O diretor da Socerj, Serafim Borges, informou à Agência Brasil que entre 300 mil e 400 mil mortes ocorrem por ano no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Coração, comemorado nesta segunda-feira (29), a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) lembra que as <a title="Como o estresse pode entupir as artérias " href="http://www.sobrepeso.com.br/como-o-estresse-pode-entupir-as-arterias/">doenças cardiovasculares</a> são as que mais matam no mundo moderno.</p>
<p>O diretor da Socerj, Serafim Borges, informou à Agência Brasil que entre 300 mil e 400 mil mortes ocorrem por ano no Brasil devido a doenças cardiovasculares. Elas incluem a doença isquêmica do coração, que é o infarto agudo do miocárdio, e as doenças cerebrovasculares, os chamados acidentes vasculares cerebrais (AVC).</p>
<p>Para reduzir esse risco, Borges disse que o mais importante é que as pessoas tenham vida saudável, com atividade física e alimentação adequada. “E aqueles que já tenham doenças em desenvolvimento, como hipertensão e diabetes, deverão controlá-las melhor”. Acrescentou que outros fatores de risco controláveis são o fumo e o excesso de bebida alcoólica.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, um em cada três brasileiros em idade adulta sofre com a pressão arterial elevada. No Brasil, a mortalidade relacionada à doença arterial coronariana oscila entre 11,3 e 2,5 óbitos por 100 mil habitantes.</p>
<p>O cardiologista Serafim Borges informou que a atividade física reduz em até 45% a mortalidade cardiovascular. “Ela dá, realmente, uma proteção grande”. Por isso, reiterou que é importante que as pessoas saiam do sedentarismo e tenham, dentro do possível, uma alimentação adequada, com corte  de gorduras animais saturadas, evitando o que possa trazer problemas ao sistema cardiovascular.</p>
<p>Acrescentou que um ritmo de vida saudável pressupõe também descanso adequado, “principalmente a hora do sono, que é uma hora sagrada”. Mesmo com a vida moderna agitada, é preciso tentar arrumar um espaço para fazer essas coisas, completou. “Não pode haver desculpas do tipo estou trabalhando muito, não tenho tempo. Você tem que arrumar um tempo para o seu coração”.</p>
<p>Ele reconheceu que as doenças genéticas ligadas ao coração são mais complicadas e difíceis de prevenir e requerem acompanhamento especializado. Acrescentou que a atividade física dessas pessoas deve ser sempre supervisionada.</p>
<p>A Socerj está participando da campanha do Dia Mundial do Coração, em parceria com a Sociedade  Brasileira de Cardiologia.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/um-em-cada-tres-brasileiros-sofre-de-hipertensao/">Um em cada três brasileiros sofre de hipertensão</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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