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	<title>Google | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>É possível prever quantas pessoas terão diabetes tipo 2 em seu bairro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 12:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inglês descobre correlação entre termos utilizados em mecanismos de busca e o desenvolvimento do diabetes em uma dada região. &#160; Quando pensamos em ‘mecanismos de buscas na internet’, logo vêm à cabeça a ideia de websites que trazem as respostas às questões que mais nos interessam. Mecanismos como o Google, por exemplo, já fazem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/e-possivel-prever-quantas-pessoas-terao-diabetes-tipo-2-em-seu-bairro/">É possível prever quantas pessoas terão diabetes tipo 2 em seu bairro?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inglês descobre correlação entre termos utilizados em mecanismos de busca e o desenvolvimento do diabetes em uma dada região. </em><span id="more-1995"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando pensamos em ‘mecanismos de buscas na internet’, logo vêm à cabeça a ideia de websites que trazem as respostas às questões que mais nos interessam. Mecanismos como o Google, por exemplo, já fazem parte do cotidiano de centenas de milhões de usuários, que realizam mais de 3.5 bilhões de buscas todos os dias <sup>[1]</sup>. Em meio a tantos dados e a um número exorbitante de questões sendo perguntadas diariamente, é possível tirar algumas conclusões surpreendentes sobre o comportamento humano. Entre elas, como está a nossa relação com o <strong>diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa <sup>[2]</sup> da Universidade de Warwick, na Inglaterra, avaliar o número de buscas por determinadas palavras-chave em sites como o Google ou em redes sociais pode fornecer importantes pistas sobre a probabilidade de uma doença se propagar em uma cidade – ou até mesmo em um bairro. A conclusão pode auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas para melhor controle do diabetes tipo 2 e em novas estratégias para prevenir a doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>GOOGLE TRENDS E DADOS DE SAÚDE – UMA FORTE CORRELAÇÃO</strong></h3>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2007" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/busca-no-google.jpg" alt="" width="800" height="409" /></p>
<p>O estudo em questão foi publicado em julho do ano passado na revista científica <em>Scientific Reports</em>, do respeitado grupo editorial <em>Nature</em>.</p>
<p>Nele, os pesquisadores compararam dois fatores: termos e expressões utilizadas pelos moradores de Londres, na Inglaterra, em suas buscas no Google e a incidência de diabetes tipo 2 na cidade ao longo do tempo.</p>
<p>Foram utilizados, no estudo, dados completos sobre a saúde da população, como gênero, idade, peso, índice de massa corporal (IMC) e histórico familiar de diabetes. Tais informações foram comparadas, depois, aos dados do Google Trends (<em>saiba mais sobre esse sistema logo abaixo!</em>) de habitantes da região central de Londres, com especial atenção para taxas de flutuação de palavras-chave relacionadas aos fatores de risco para o diabetes. Alguns exemplos de termos analisados foram&#8230;</p>
<ul>
<li>“<em>como perder peso</em>”,</li>
<li>“<em>tratamento de pressão alta</em>”,</li>
<li>“<em>como parar de fumar</em>”,</li>
<li>assim como o próprio termo “<em>diabetes</em>” e variações.</li>
</ul>
<p><strong>Os resultados mostraram uma correlação intensa, ao longo dos anos, entre o aumento de buscas por termos relacionados ao diabetes e a incidência da doença na população.</strong></p>
<p>“O comportamento de se autodiagnosticar por meio de buscas online pode ser utilizado como uma ferramenta para o monitoramento, em tempo real, de questões relacionadas à saúde, com maior potencial nos casos de doenças crônicas e não-transmissíveis”, diz Nataliya Tkachenko, primeira autora do artigo.</p>
<div style="background: #4db2ec; color: white; padding: 25px; width: 90%; margin: 30px auto; align: center; border-radius: 30px;">
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONHECENDO O GOOGLE TRENDS</strong></span></p>
<p><em>O Google Trends é uma ferramenta gratuita e de uso livre do Google que permite analisar a evolução de uma palavra chave ao longo do tempo. </em></p>
<p><em>É possível, também, filtrar os dados de acordo com uma determinada região geográfica. Por exemplo, <span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #ffffff;"><a style="color: white; text-decoration: underline;" href="https://trends.google.com/trends/explore?date=today%205-y&amp;geo=BR-SP&amp;q=diabetes%20tipo%202">seguindo este link</a></span></strong></span>, é possível analisar o volume relativo de buscas pelo termo “diabetes tipo 2” no estado de São Paulo nos últimos cinco anos. A cidade de </em><em>Campinas, neste caso, é a 4ª no estado que mais buscou o termo no Google durante o</em><em> período.</em></p>
<p><em>Prática similar foi adotada no estudo discutido neste texto. A diferença foi que os pesquisadores filtraram ainda mais os resultados, chegando ao nível de bairros de Londres, para entender o que atiçava a curiosidade dos moradores em relação à sua saúde.</em></p>
</div>
<p>“Ao contrário de doenças que se alastram rapidamente (gripes, por exemplo), as doenças crônicas e não transmissíveis dependem fortemente do estilo de vida das pessoas e da comunidade onde elas vivem, fatores que normalmente não são levados em conta nos modelos epidemiológicos atuais”, explica a cientista. “Comportamentos online podem ajudar a preencher a lacuna que hoje existe entre o &#8216;mundo real&#8217; e as ferramentas de monitoramento”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>CONSULTA COM O ‘DR GOOGLE’ – UMA MANIA GLOBAL</strong><strong style="color: #333333; font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 16px;"> </strong></h3>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2009" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/o-doutor-google.jpg" alt="" width="750" height="390" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/o-doutor-google.jpg 750w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/o-doutor-google-300x156.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/o-doutor-google-687x357.jpg 687w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os pesquisadores britânicos ressaltam que a população de lá está utilizando cada vez mais a internet para se autodiagnosticar. Em 2015, segundo o Google do Reino Unido, <strong>21.8% dos habitantes do país preferiram se autodiagnosticar com ajuda dos mecanismos de busca online do que ir a um médico</strong>. Essas ferramentas, portanto, constituem um grande – e crescente – banco de dados que pode ser explorado por profissionais de saúde e pelos responsáveis por criar políticas públicas.</p>
<p>“Dados de resultados de mecanismos de busca e de redes sociais não são usados por profissionais da área médica, mas podem revolucionar a forma pela qual o diabetes tipo 2 (e outras sérias doenças crônicas) é monitorado em áreas geográficas específicas”, escrevem os pesquisadores. “Ser capaz de acompanhar uma doença conforme ela surge e identificar riscos que fazem ela se espalhar podem ajudar a informar profissionais da saúde sobre a melhor forma de lidar com a situação”.</p>
<div style="background: #4db2ec; color: white; padding: 25px; width: 90%; margin: 30px auto; align: center; border-radius: 30px;">
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O BRASILEIRO E O AUTODIAGNÓSTICO ONLINE</strong></span></p>
<p><em>Os dados de ‘autodiagnostico’ via internet seguem tendência bastante similar também aqui no Brasil. Em 2011, uma pesquisa da </em><em>Ipso Mori</em> <sup><em>[3]</em> </sup><em>revelou que 90% dos brasileiros com acesso à internet faziam buscas sobre sintomas, tratamentos </em><em>e doenças online. </em></p>
<p><em>Nos últimos dois anos, entidades médicas alertaram para o fato de que, devido à crise econômica, um número cada vez maior de pessoas preferia se ‘autodiagnosticar’ via internet do que procurar um médico, o que pode trazer graves consequências à saúde. De acordo com o Google Brasil, buscas relacionadas à saúde representam 5% de todo o volume mensal no país.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>SOBRE O DIABETES</strong><strong style="color: #333333; font-family: 'PT Sans', sans-serif; font-size: 16px;"> </strong></h3>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2010 alignright" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/diabetes-tipo-2-imagem-geral.jpg" alt="" width="350" height="367" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/diabetes-tipo-2-imagem-geral.jpg 350w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/diabetes-tipo-2-imagem-geral-286x300.jpg 286w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2018/05/diabetes-tipo-2-imagem-geral-340x357.jpg 340w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />O diabetes se desenvolve quando o organismo não produz insulina ou não consegue utilizar adequadamente a insulina que produz. A insulina é o hormônio que regula a quantidade de glicose no sangue; sem ela, há o risco de os níveis de açúcar no sangue ficarem muito elevados (fenômeno chamado de ‘hiperglicemia’), o que pode causar danos em diversos órgãos, vasos sanguíneos e nervos.</p>
<p>O diabetes tipo 2 é o tipo mais comum da doença, chegando a representar até 90% dos casos. As principais causas da doença são a alimentação inadequada – como, por exemplo, uma dieta rica em açúcares e gorduras – e a falta de exercícios físicos.</p>
<p>Estima-se que, em 2016, mais de 422 milhões de pessoas no mundo estavam com diabetes <sup>[4]</sup> – número que era cerca de 108 milhões em 1980 e 382 milhões em 2013. Isso corresponde a aproximadamente 5,5% da população mundial, o dobro do que era em 1980. Apenas no Brasil, são mais de 14 milhões de pessoas que convivem com o diabetes, cerca de 10% da população do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Veja aqui no nosso <a href="http://www.ocrc.org.br">portal de informações</a> como prevenir ou reverter esse quadro. Sempre é hora de repensar seus hábitos e investir em sua saúde!</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
[quote_box_left]Revisado por: <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4854743Z0">Lucas Rodolfo de Oliveira Rosa</a>, mestrando do OCRC.[/quote_box_left]
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>PARA SABER MAIS </strong></h3>
<ol>
<li><a href="http://www.google.com/zeitgeist/2012/#the-world">Google Zeitgeist 2012</a></li>
<li>Nataliya Tkachenko, Sarunkorn Chotvijit, Neha Gupta, Emma Bradley, Charlotte Gilks, Weisi Guo, Henry Crosby, Eliot Shore, Malkiat Thiarai, Rob Procter &amp; Stephen Jarvis. <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-017-05091-9">Google Trends can improve surveillance of Type 2 diabetes</a>. <em>Scientific Reports 7, Article number: 4993 (2017). doi:</em>1038/s41598-017-05091-9</li>
<li>Ver resumo da pesquisa Ipso Mori sobre hábitos online dos brasileiros em <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2011/03/01/interna_tecnologia,240321/90-dos-brasileiros-com-internet-buscam-informacoes-na-rede-sobre-saude.shtml">Correio Braziliense</a></li>
<li><a href="http://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/204871/9789241565257_eng.pdf;jsessionid=ADD1619F977B98386439E23595F0A915?sequence=1">Global Report on Diabetes</a> &#8211; World Health Organization</li>
</ol><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/e-possivel-prever-quantas-pessoas-terao-diabetes-tipo-2-em-seu-bairro/">É possível prever quantas pessoas terão diabetes tipo 2 em seu bairro?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Google desenvolve app para calcular quantidade de calorias em fotos de comida</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/google-desenvolve-app-para-calcular-quantidade-de-calorias-em-fotos-de-comida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 19:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Im2Calories]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fazer dieta pode ficar muito mais fácil com a ajuda do Google e do Instagram. A gigante de buscas está desenvolvendo um programa que será capaz de determinar a quantidade de calorias em uma foto de comida publicada na famosa rede social de imagens. Já pensou se a novidade realmente funcionar? Você será capaz de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fazer dieta pode ficar muito mais fácil com a ajuda do <strong>Google</strong> e do <strong>Instagram</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A gigante de buscas está desenvolvendo um programa que será capaz de determinar a <strong>quantidade de calorias em uma foto de comida</strong> publicada na famosa rede social de imagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Já pensou se a novidade realmente funcionar? Você será capaz de apontar a câmera para seu prato do almoço e, em poucos segundos, ele determinará quantas calorias estão presentes ali &#8211; uma informação crucial se a meta é perder peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>UM JEITO MAIS FÁCIL DE EMAGRECER</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">A novidade seria ótima também em <em>buffets</em> de comida. Bastaria tirar uma foto das opções de refeição para saber, na hora, qual delas é menos calórica e benéfica à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">[quote_right]Durante a semana, qual refeição mais contribuiu para o ganho de peso? O novo app pode ajudar a descobrir[/quote_right]
<p style="text-align: justify;">Será uma maneira muito prática para ajudar a <a title="Controle do Peso" href="http://www.sobrepeso.com.br/forums/forum/controle-do-peso/">manter o peso sob controle</a>. Para quem está de dieta, poder acompanhar através de fotos a quantidade de calorias ingeridas em cada refeição é mais fácil do que fazer as famosas continhas que relacionam tipo de alimento, tamanho da porção e quantidade de calorias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, se o usuário tirar fotos durante uma semana, por exemplo, ficará fácil para identificar quais comidas mais contribuíram para o ganho de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que foi aquela lasanha no almoço, ou aqueles dois pedaços de pizza na janta de sexta-feira? O app será capaz de dizer, de acordo com o Google.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para mim é óbvio que as pessoas realmente querem isto [o programa] e que ele é útil”, disse Kevin Murphy, pesquisador do Google e líder no desenvolvimento do aplicativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>PONTO POSITIVO PARA A CIÊNCIA TAMBÉM</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Kevin explicou que, além das vantagens óbvias para a saúde dos usuários, o programa ainda poderá <strong>auxiliar pesquisas científicas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">“Poderemos juntar informações de múltiplas pessoas e fazer estatísticas em larga escala. Eu tenho colegas [que estudam] epidemiologia e saúde pública e que realmente querem estes dados”, afirmou o cientista.</p>
<figure id="attachment_1219" aria-describedby="caption-attachment-1219" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1219" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/fotos-de-comida-no-instagram.jpg" alt="fotos de comida no instagram" width="800" height="451" /><figcaption id="caption-attachment-1219" class="wp-caption-text">Novidade promete trazer um viés útil às imensamente populares fotos de comida.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, se o Google coletar informações sobre a alimentação de milhões de pessoas – e em termos de coleta de dados o Google é campeão -, estes dados podem ser usados para traçar um perfil dietético de populações diferentes, o que é uma fonte riquíssima para pesquisas científicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o programa de contagem de calorias vai funcionar ou não é uma outra história. No momento, os algoritmos que trabalham por trás do <em>app</em> ainda estão sendo desenvolvidos nos laboratórios do Google.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto se chama provisoriamente <strong>Im2Calories</strong> e sua maior inovação é reconhecer o <strong>tamanho das porções</strong>. Hoje, o Google já é capaz de reconhecer alimentos a partir de fotografias, comparando os pixels que compõe as imagens aos bilhões de fotos já existentes na internet.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/google-desenvolve-app-para-calcular-quantidade-de-calorias-em-fotos-de-comida/">Google desenvolve app para calcular quantidade de calorias em fotos de comida</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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