<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>doenças crônicas | SobrePeso</title>
	<atom:link href="https://www.sobrepeso.com.br/tag/doencas-cronicas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sobrepeso.com.br</link>
	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Nov 2021 18:28:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alterações comportamentais]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[ganho de peso]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2315</guid>

					<description><![CDATA[<p>A alimentação diz respeito à ingestão de nutrientes e é de todas as atividades humanas a que reflete de modo mais impressionante a nossa natureza biológica e cultural. Cada alimento contém, além de seus nutrientes, um conteúdo de significados de ordem social, econômica e cultural. A comida alimenta, portanto, tanto a manutenção das funções do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/">Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A alimentação diz respeito à ingestão de nutrientes e é de todas as atividades humanas a que reflete de modo mais impressionante a nossa natureza biológica e cultural. Cada alimento contém, além de seus nutrientes, um conteúdo de significados de ordem social, econômica e cultural. A comida alimenta, portanto, tanto a manutenção das funções do corpo quanto a identidade dos indivíduos. Tal identidade refere-se aos costumes, as crenças e as situações de vida dos sujeitos, expressas através de seus hábitos e práticas alimentares.</p>
<p style="text-align: justify;">Em época de pandemia de COVID-19, a rotina pessoal, familiar e profissional de muitas pessoas foi atingida sem aviso prévio e, com ela, os nossos hábitos e práticas alimentares já tão naturalizados. Com isso, nosso comportamento alimentar, componente tão importante quanto nossas escolhas alimentares diárias, passou a ser palco de uma série de alterações drásticas diante dos novos impactos emocionais que o contexto gerou, fato que pode ser uma problemática grave, no entanto, muitas vezes silenciosa, para a manutenção da nossa saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de decretadas as ordens de isolamento social como principal medida não-farmacológica capaz de mitigar o crescimento da pandemia de COVID-19, causada pelo novo coronavírus, milhões de grupos familiares no mundo todo se viram obrigados a permanecer em suas residências confinados, remanejando a sua rotina e buscando novas formas de lidar com as implicações inúmeras geradas por esse processo de adaptação tão repentino. Além das adaptações e mudanças decorrentes do novo normal configurado pelo quadro, o pensamento de “O que faremos para o jantar hoje?” pode ser considerado um novo desafio diário, uma vez que a compra em massa indevida de alimentos e as interrupções nos sistemas de abastecimento da cadeia alimentar significam que alguns alimentos podem ser difíceis de encontrar. E, para muitas pessoas, o desemprego e a perda de renda estão tornando a compra de alimentos um desafio financeiro adicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências deste cenário foi a necessidade do fechamento de escolas e creches para assegurar a saúde das crianças, que logo também se viram obrigados a permanecer em seus lares, longe de suas atividades escolares, amigos, e de lazer, levando a uma alteração ainda mais drástica na dinâmica de atividades da família. Com alguns familiares ainda trabalhando remotamente, outros precisando sair de suas casas para trabalhar ou realizar outras atividades, os mais jovens também se viram na necessidade de criar suas próprias rotinas nesta nova realidade, em grande parte associadas a muitas horas consumindo conteúdos on-line. No entanto, assim como o risco de desenvolvimento de complicações advindas do estresse crônico, ansiedade e depressão tem aumentado durante o longo período de atividades sendo realizadas dentro de casa, <strong>os riscos para o ganho de peso e inadequações alimentares também são maiores e, especialmente entre crianças e jovens, muitos fatores podem passar despercebidos. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estudos publicados durante o período da pandemia pela <em><a href="https://www.obesity.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Obesity Society</a> </em>buscaram identificar potenciais riscos para o ganho de peso entre crianças por meio de um paralelo entre o recesso escolar e o período de isolamento social, condições no ano letivo com características mais similares entre si. Através de análises de estudos que acompanharam crianças nos EUA, Itália e outras regiões da América foi possível descobrir que <strong>o aumento de peso mais significativo ocorria durante os momentos em que as crianças estavam de férias, com mais tempo dentro de casa, boa parte diante de telas, realizando baixos níveis de atividades ao ar livre ou nulos.</strong> Em adição à estas condições, argumenta-se que o isolamento no contexto da pandemia proporcione agravantes nestes fatores e aumente o surgimento de outros, como a grande disponibilidade de alimentos com alta densidade calórica, a maior presença de “beliscos” ou os conhecidos “snacks” entre refeições, principalmente acompanhados das atividades em frente a telas de televisão, celulares ou computadores. Esses aparelhos também costumam estar presentes nas principais refeições da família, como o almoço e o jantar.</p>
<figure id="attachment_2325" aria-describedby="caption-attachment-2325" style="width: 571px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2325" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-300x200.jpg" alt="" width="571" height="380" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-300x200.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1024x683.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-768x512.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1068x712.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 571px) 100vw, 571px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2325" class="wp-caption-text">Imagem de PankeysonPhotos por Pixabay</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Além disso, com a alta demanda de ordens para restrição de atividades fora de casa, alguns optam por comprar grandes quantidades de alimentos por vez e deixá-los “estocados”, na tentativa de reduzir saídas, e boa parte destes alimentos frequentemente são processados ou ultraprocessados que apresentam maior prazo de validade, com altas doses de açúcar livre, sal e gorduras que podem prejudicar a saúde a longo prazo, aumentando ainda o risco para o desenvolvimento de sobrepeso e obesidade. Em alguns casos, dependendo de onde a criança mora, são poucos os espaços de lazer ao ar livre com segurança, reduzindo assim o gasto energético diário e gerando um maior ganho de peso em curto prazo. Para crianças que realizavam boa parte das refeições na escola, e não podem mais contar com a mesma rotina alimentar, o isolamento social pode vir a reduzir a variedade e qualidade na alimentação o que, por outro lado, também pode predispor ao aumento de peso, uma vez que a insegurança alimentar e nutricional também está associada à obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando naqueles que estão mais próximos da adolescência é importante, em especial, <strong>prestar atenção em quais conteúdos estão sendo consumidos durante as horas de acesso às redes sociais</strong>, uma vez que cresce o movimento de compartilhamento de rotinas de atividades, exercícios e alimentação entre muitos grupos on-line, o que pode ser positivo para a motivação à melhora de hábitos em um período tão desafiador, contudo, neste mesmo emaranhado de conteúdo, muitas vezes podem ser encontrados os altamente estigmatizantes de indivíduos acima do peso, ou que supostamente fracassaram na manutenção da saúde durante a pandemia, por não conseguirem seguir uma determinada rotina de treinos e alimentação. O movimento de conteúdos negativos em relação ao peso e formas corporais, muitas vezes expresso em “posts” que mostram fotos de antes e depois de pessoas que ganharam ou perderam peso no meio de um período desafiador, pode não somente desmotivar jovens para a melhora de hábitos, mas também estimular o aumento da insatisfação corporal e transtornos alimentares decorrentes, além de contribuir para a depreciação da autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma maneira geral, é importante lembrar que a <strong>quebra da rotina e os elevados níveis de estresse e ansiedade sob os quais crianças e jovens estão sendo submetidos no período atual</strong>, em associação com a impossibilidade de sair de casa para atividades de lazer (brincar ou sair com amigos), <strong>aumenta a procura de alimentos com maior densidade energética</strong> e que trazem maior “conforto”, sendo crucial voltar a atenção para a rotina das crianças dentro de casa, e em como as atividades realizadas podem estar acompanhadas de frequentes “belisques” de salgadinhos e doces.</p>
<p style="text-align: justify;">É compreensível que muitos pais estejam buscando refeições prontas e alimentos processados ​​como uma maneira rápida e barata de alimentar a família frente a uma realidade tão dura, contudo existem alternativas convenientes, acessíveis e saudáveis que também podem ser exercitadas durante o período de isolamento social. Aqui estão algumas <strong>orientações de como</strong><strong> alimentar seus filhos com uma dieta variada e nutritiva</strong> que irá apoiar tanto seu crescimento e pleno desenvolvimento em período de altas restrições, quanto proporcionar uma melhora dos sistemas de defesa do nosso organismo contra infecções:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Inclua seus filhos no planejamento, limpeza e preparo das refeições, exercitando de forma lúdica competências na área da matemática, biologia e escrita, gerando momentos ricos em diversão, aliados à exploração do mundo por meio de questionamentos como “como será que o pão cresce no forno?”, “quais nutrientes existem na cenoura?”, “vamos listar e contar todos os ingredientes para as compras?”;</li>
<li>Otimize o pouco tempo disponível para o preparo e realização das refeições planejando-as. Pense nos ingredientes e preparações para cada dia da semana, dando o devido espaço e importância à alimentação;</li>
<li>Faça de alimentos <em>in natura</em> ou minimamente processados a base das refeições;</li>
<li>Utilize ingredientes como sal, açúcar e óleos em pequenas quantidades nas preparações;</li>
<li>Dê maior funcionalidade ao tempo excessivo em ambiente doméstico, priorizando refeições em família, sem distrações com TV, celulares ou computadores. Ao invés disso, de ênfase na comunicação presencial que gera momentos prazerosos ao comer em família;</li>
<li>Limite as compras de alimentos industrializados e/ou ultraprocessados, uma vez que estes alimentos contêm gorduras modificadas pela indústria de alimentos, sódio e açúcar em excesso, bem como outras substâncias químicas que não sabemos o que são, capazes de prejudicar a saúde cronicamente. Isso também se aplica para refeições prontas encontradas em supermercados.</li>
<li>Minimize as idas à mercados ou centros de abastecimento de alimentos e insumos da sua região, buscando aderir às alternativas de compras por aplicativo, reduzindo o risco de contrair o vírus;</li>
<li>Higienizar as mãos com álcool 70% antes e após manipular os alimentos que foram comprados, assim como as suas embalagens, recipientes, pacotes, frascos ou caixas.</li>
<li>Lavar individualmente frutas, legumes e verduras antes de consumir em água corrente e solução de hipoclorito (proporção e tempo indicados na embalagem);</li>
<li>Armazene adequadamente carnes e ovos sob a devida refrigeração, acondicionando-os em outros recipientes também higienizados e tampados;</li>
<li>Congele porções de leguminosas e carnes em quantidades ideais para o consumo de quem mora na casa.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rundle, A.G., Park, Y., Herbstman, J.B., Kinsey, E.W. and Wang, Y.C. (2020), COVID‐19–Related School Closings and Risk of Weight Gain Among Children. Obesity, 28: 1008-1009. doi:<a href="https://doi.org/10.1002/oby.22813">10.1002/oby.22813</a></p>
<p style="text-align: justify;">Pearl, R.L. (2020), Weight Stigma and the “Quarantine‐15”. Obesity, 28: 1180-1181. doi:<a href="https://doi.org/10.1002/oby.22850">10.1002/oby.22850</a></p>
<p style="text-align: justify;">https://www.unicef.org/coronavirus/easy-affordable-and-healthy-eating-tips-during-coronavirus-disease-covid-19-outbreak. Acessado dia 28 de agosto de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">GUIA PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TEMPOS DE COVID-19 – ASBRAN (Associação Brasileira de Nutrição), 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2.jpeg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2329" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704-300x294.jpeg" alt="" width="189" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704-300x294.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704.jpeg 743w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /></a>Nathan Nogueira Gonçalves</strong></span><br />
<span style="font-size: 11pt;"><em>Graduando em Nutrição (FCA-UNICAMP) e aluno de Iniciação Científica do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2327" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-292x300.jpg" alt="" width="180" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-292x300.jpg 292w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-998x1024.jpg 998w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-768x788.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-1497x1536.jpg 1497w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-1068x1095.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2.jpg 1554w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /></a>Josiane Érica Miyamoto</strong></span><br />
<span style="font-size: 11pt;"><em>Nutricionista e Mestra em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo (FCA-UNICAMP). A</em><em>luna do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisa com modelos experimentais e estuda o papel da gordura interesterificada e os mecanismos moleculares envolvidos no desenvolvimento de obesidade e suas complicações metabólicas com foco no sistema nervoso central, tecido hepático e tecido adiposo branco.</em></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/">Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 18:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sobrepeso.com.br/?p=790</guid>

					<description><![CDATA[<p>[dropcap]Quase metade dos brasileiros são sedentários. Mais de um quarto assiste pelo menos três horas de televisão todos os dias. Uma em cada cinco pessoas sofre de hipertensão e mais de 18 milhões tem o colesterol alto. Esses foram alguns dos resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em convênio com o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/">Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[dropcap]Quase metade dos brasileiros são <a title="Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?" href="http://www.sobrepeso.com.br/quantos-anos-de-vida-menos-uma-pessoa-obesa-tem/">sedentários</a>. Mais de um quarto assiste pelo menos três horas de televisão todos os dias. Uma em cada cinco pessoas sofre de hipertensão e mais de 18 milhões tem o colesterol alto.</p>
<p>Esses foram alguns dos resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde. A pesquisa avaliou, entre outros aspectos, o sedentarismo, o <a title="Abuso de álcool pode causar hipertensão mais tarde" href="http://www.sobrepeso.com.br/abuso-de-alcool-pode-causar-hipertensao-mais-tarde/">consumo de álcool</a> e cigarro e as principais doenças crônicas não transmissíveis na população brasileira.</p>
<p>Para isso, foram visitadas cerca de 80 mil casas em 1600 cidades do país ao longo do segundo semestre de 2013. Foram consultados apenas adultos, ou seja, quem tem 18 anos ou mais de idade – para se ter uma noção, estima-se que o Brasil tenha 146,3 milhões de adultos.</p>
<p>Veja, abaixo, os principais resultados.<br />
<script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;SedentarismoPesquisa avaliou quantos brasileiros são pouco ativos e quantos passam pelo menos três horas todos os dias em frente da televisão &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;Sa&amp;#47;Sade3&amp;#47;Story1&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Sade3/Story1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/Sa/Sade3/Story1/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/Sade3/Story1" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
<p>&nbsp;
</p></div>
<p>Um dos destaques da pesquisa foi o resultado relacionado ao sedentarismo. De acordo com o IBGE, 46% dos brasileiros, quase metade da população adulta, são insuficientemente ativos. Esse número é maior entre as mulheres – mais da metade delas é sedentária (51,5%). Entre os homens, o índice ficou em 39,8%. Por estado, Rondônia apresentou o maior número de pessoas pouco ativas, com 57,3%, e Minas Gerais o menor, com 41%. Outro fator interessante analisado e que pode contribuir para o sedentarismo foi a quantidade de pessoas que passam pelo menos 3 horas por dia vendo televisão: 28,9%. Novamente, as mulheres tiveram o maior índice: 31,9% contra 25,5% dos homens. Entre os estados, o Rio de Janeiro liderou o ranking, com 40,4%. Maranhão e Mato Grosso tiveram apenas 20%.    </p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;Guloseimas e refrigerantesPesquisa também analisou quantos de nós tem o hábito de consumir guloseimas e refrigerantes  &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;Sa&amp;#47;Sade3&amp;#47;Story2&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Sade3/Story2" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/Sa/Sade3/Story2/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/Sade3/Story2" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
<p>&nbsp;
</p></div>
<p>Os hábitos alimentares dos brasileiros também foram levados em consideração pela pesquisa. As guloseimas, alimentos doces, são consumidos de maneira regular por 21,7% da população. Entre os estados, houve uma grande diferença entre o primeiro e o último colocado: Santa Catarina teve um índice de 31%, enquanto o Pará de apenas 8,5%. Além disso, quase um em cada quatro adultos bebe refrigerantes com frequência – o número é de 23,4%. Os homens bebem mais que as mulheres, com 26,6% contra 20,5%. O estado que teve o menor número para esse índice foi o Rio Grande do Norte, com 10,9%. Já o Amapá teve o maior, com 31,3%.   <script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;Álcool e cigarroOutro resultado mostrou quantas pessoas consomem bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por semana e quantos são fumantes &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;al&amp;#47;alcool&amp;#47;Story1&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="alcool/Story1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/al/alcool/Story1/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/alcool/Story1" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
</div>
<p>A pesquisa também estimou o consumo de álcool e de cigarro pelos brasileiros.</p>
<p>Aproximadamente 24% dos adultos ingere bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por semana, e 26,5% uma vez por mês. Entre os homens, a frequência desse hábito foi quase três vezes maior do que entre as mulheres: 36,3% para os homens e 13% para as mulheres.</p>
<p>A idade em que as pessoas começam a consumir álcool também foi alvo da pesquisa. Os homens começam a beber mais cedo, em média aos 17,9 anos. Já as mulheres começam, em média, aos 20,6 anos.</p>
<p>Quanto aos cigarros, a pesquisa verificou que 14,5% dos adultos são fumantes, sendo 18,7% dos homens e 10,8% das mulheres. O estado com a menor quantidade de fumantes foi o Distrito Federal, com 10,6%. O estado com maior quantidade de fumantes foi o Acre, com 18,6%.<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>DOENÇAS</strong></p>
<p>Por último, a pesquisa verificou quantas pessoas no país são afetadas pelas principais doenças crônicas que não podem ser transmitidas. Essas doenças, que incluem condições cardiovasculares, câncer e diabetes, são responsáveis por mais de 70% das mortes no país. Veja abaixo alguns dos números:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="tdi_1" class="tdc-row"><div class="vc_row tdi_2  wpb_row td-pb-row" >
<style scoped>

/* custom css */
.tdi_2,
                .tdi_2 .tdc-columns{
                    min-height: 0;
                }.tdi_2,
				.tdi_2 .tdc-columns{
				    display: block;
				}.tdi_2 .tdc-columns{
				    width: 100%;
				}
</style><div class="vc_column tdi_4  wpb_column vc_column_container tdc-column td-pb-span6">
<style scoped>

/* custom css */
.tdi_4{
                    vertical-align: baseline;
                }.tdi_4 > .wpb_wrapper,
				.tdi_4 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    display: block;
				}.tdi_4 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    width: 100%;
				}.tdi_4 > .wpb_wrapper > .vc_row_inner{
				    width: auto;
				}.tdi_4 > .wpb_wrapper{
				    width: auto;
				    height: auto;
				}
</style><div class="wpb_wrapper"><strong>DIABETES</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 6,2% &#8211; 9,1 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 5,4%</li>
<li>Mulheres: 7%</li>
</ul>
<p>A pesquisa ainda constatou que quanto maior a idade, maior a prevalência do diabetes: 0,6% das pessoas entre 18 e 29 anos sofrem da doença; esse número cresce para cerca de 20% em quem tem 75 anos ou mais.</p>
<p>Se interessou pelos dados sobre diabetes? Acompanhe <a href="http://www.diabeticool.com/explicamos-os-dados-da-nova-pesquisa-nacional-de-saude/">a análise completa dos resultados da pesquisa no portal Diabeticool</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HIPERTENSÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 21,4% &#8211; 31,3 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 18,3%</li>
<li>Mulheres: 24,2%</li>
</ul>
<p>Assim como o diabetes, a prevalência de hipertensão aumenta com a idade: ela foi de 2,8% em pessoas entre 18 e 29 anos de idade e 55% em quem tinha 75 anos ou mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COLESTEROL ALTO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 12,5% &#8211; 18,4 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 9,7%</li>
<li>Mulheres: 15,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOENÇAS DO CORAÇÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 4,2% &#8211; 6,1 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,9%</li>
<li>Mulheres: 4,4%</li>
</ul>
</div></div><div class="vc_column tdi_6  wpb_column vc_column_container tdc-column td-pb-span6">
<style scoped>

/* custom css */
.tdi_6{
                    vertical-align: baseline;
                }.tdi_6 > .wpb_wrapper,
				.tdi_6 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    display: block;
				}.tdi_6 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    width: 100%;
				}.tdi_6 > .wpb_wrapper > .vc_row_inner{
				    width: auto;
				}.tdi_6 > .wpb_wrapper{
				    width: auto;
				    height: auto;
				}
</style><div class="wpb_wrapper">
<strong>ASMA OU BRONQUITE ASMÁTICA</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 4,4% &#8211; 6,4 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,6%</li>
<li>Mulheres:5,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) OU DERRAME</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 1,5% &#8211; 2,2 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 1,6%</li>
<li>Mulheres: 1,4%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROBLEMA CRÔNICO NA COLUNA</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 18,5% &#8211; 27 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 15,5%</li>
<li>Mulheres: 21,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPRESSÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 7,6% &#8211; 11,2 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,9%</li>
<li>Mulheres: 10,9%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CÂNCER</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 1,8% &#8211; 2,7 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 1,6%</li>
<li>Mulheres: 2%</li>
</ul>
<p>Os quatro tipos mais frequentes de câncer foram o de mama (39,1% das mulheres), o de pele (16,2% dos adultos), o de próstata (36,9% dos homens) e o de colo de útero (11,8% das mulheres).<br />
</div></div></div></div><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/">Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
