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	<title>longevidade | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Qual o segredo de longevidade dos supercentenários?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 14:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo inteiro, existem pouquíssimas pessoas que têm a honra de receber o título de “supercentenários” – ou seja, alguém vivo há mais de 110 anos. Dentre mais de 7 bilhões de humanos, atualmente há apenas 74 supercentenários vivos. Qual o segredo desta gente para viver tanto? Cientistas norte-americanos foram buscar a resposta nos genes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/qual-o-segredo-de-longevidade-dos-supercentenarios/">Qual o segredo de longevidade dos supercentenários?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo inteiro, existem pouquíssimas pessoas que têm a honra de receber o título de “supercentenários” – ou seja, alguém vivo há mais de 110 anos. Dentre mais de 7 bilhões de humanos, atualmente há apenas 74 supercentenários vivos. Qual o segredo desta gente para viver tanto? Cientistas norte-americanos foram buscar a resposta nos <strong>genes</strong> dos campeões da longevidade.</p>
<p>Os resultados da busca foram publicados semana passada no periódico online PLOS ONE. Liderados por pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA, os cientistas revelaram que, após terem analisado o genoma inteiro de 17 supercentenários, descobriram que <strong>não há segredos biológicos</strong> que expliquem por que estas pessoas vivem tanto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VANTAGENS DE SER CENTENÁRIO</strong></p>
<p>Segundo o grupo de pesquisa, não há proteínas alteradas ou grandes modificações nos genes que expliquem, do ponto de vista biológico, os anos de vida a mais que os supercentenários vivem.</p>
<p>A novidade causou curiosidade. Era de se esperar que houvesse mutações comuns nos genomas dos supercentenários que explicassem alguns fatos interessantes. Por exemplo, supercentenários têm uma taxa de incidência de <a title="9 dicas para se proteger do câncer de mama" href="http://www.sobrepeso.com.br/9-dicas-para-se-proteger-do-cancer-de-mama/"><strong>câncer</strong></a> de apenas 19%, sendo que na população em geral esta taxa é de 49%. Além disso, os mega-velhinhos sofrem menos de <a title="Por que carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas?" href="http://www.sobrepeso.com.br/por-que-carne-vermelha-aumenta-o-risco-de-doencas-cardiacas/"><strong>doenças cardíacas</strong></a> e derrames.</p>
<p>Mas, se os supercentenários não nascem “codificados” para viver mais, qual será então o segredo deles? A Ciência ainda busca respostas conclusivas. Em primeiro lugar, os cientistas de Stanford afirmam que 17 supercentenários foi um número relativamente pequeno para análise; talvez mutações em comum possam ser encontradas caso se compare um número maior de pessoas.</p>
<figure id="attachment_688" aria-describedby="caption-attachment-688" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-688" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/11/casal-comendo-bem.jpg" alt="casal comendo bem" width="700" height="465" /><figcaption id="caption-attachment-688" class="wp-caption-text">Alimentar-se bem ao longo de toda a vida é fundamental para uma velhice mais saudável e ativa.</figcaption></figure>
<p>Pesquisas científicas já publicadas mostraram que existe um número grande de variações genéticas mais comuns em famílias que possuem vários membros centenários, ou que chegaram aos 90 anos muito bem de saúde.</p>
<p>Estas variações parecem sugerir que os genes possuem papel preponderante no número de anos que vivemos. Porém, foi interessante notar que um dos supercentenários estudados na pesquisa de Stanford possuía uma variação genética que o tornava altamente propenso a ter uma perigosa doença no coração; apesar desta mutação, o coração do velhinho sempre funcionou bem.</p>
<p>Por isso, é sempre bom lembrar que, apesar das informações genéticas terem um impacto enorme na saúde em todos os momentos da vida, elas não são os únicos fatores que determinam nosso futuro. A maneira como nos alimentamos ao longo dos anos, a quantidade de <a title="Exercícios físicos tiram do corpo substância depressiva" href="http://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-tiram-do-corpo-substancia-depressiva/"><strong>exercícios físicos que praticamos</strong></a>, o quanto de sono temos todas as noites e o ritmo do dia-a-dia afetam diretamente a longevidade.</p>
<p>Estes fatos já foram mais do que comprovados por diversos estudos acadêmicos há décadas e são, hoje, a maneira mais certeira de se viver mais e melhor. Quem quiser se candidatar ao clube dos supercentenários deve começar a se alimentar de maneira equilibrada e nutritiva desde já! Acompanhe as dicas diárias do portal <strong>SobrePeso</strong> sobre boa alimentação e vida saudável para te ajudar nesta longa jornada!</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/qual-o-segredo-de-longevidade-dos-supercentenarios/">Qual o segredo de longevidade dos supercentenários?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo reforça que frutas e legumes interferem mais positivamente na longevidade do que se imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 21:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A prevenção de doenças chama-se alimentação”, assegura Djair Bernardo da Silva. Ao mesmo tempo em que discorre sobre os hábitos saudáveis perpetuados durante toda a vida, ele aponta para um jaqueira de três metros de altura e garante que, aos 76 anos, consegue chegar ao topo dela sem grande dificuldade. Se em um primeiro momento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #666666;">“A prevenção de doenças chama-se alimentação”, assegura Djair Bernardo da Silva. Ao mesmo tempo em que discorre sobre os hábitos saudáveis perpetuados durante toda a vida, ele aponta para um jaqueira de três metros de altura e garante que, aos 76 anos, consegue chegar ao topo dela sem grande dificuldade. Se em um primeiro momento a façanha parece impossível, com poucos minutos de conversa, a disposição do senhor de barba e cabelos brancos passa a impressionar e atestar que ele sobe em todas as árvores frutíferas que preenchem o largo terreno da chácara em Vicente Pires. A maior parte das frutas e dos legumes que consome é de produção própria. Djair vive na prática a filosofia que começa a ganhar cada vez mais espaço nos consultórios médicos e laboratórios científicos. Nada de um comprimido por dia. A prevenção às doenças e a longevidade estão no prato, no movimento e nos relacionamentos humanos.</span></p>
<p><span style="color: #666666;">A enorme parreira que ocupa uma parte especial das inúmeras plantações é a que desperta o maior orgulho de Djair na intensa seca que assola a cidade. “Comecei a cuidar da minha saúde desde criança. Nunca fumei, nunca tomei bebida alcoólica e não perco uma noite de sono” diz. Como resultado, Djair não tem qualquer problema de saúde nem sabe o que é tomar remédio. O histórico familiar é de invejar: nada de diabetes nem de hipertensão. Para ele, a melhor genética é o hábito. “Seu pai aprendeu com o seu avô que comer mal era bom. Seu pai ensinou para você a mesma coisa e você ensina isso para o seu filho, que vai ensinar isso aos netos. Cria-se um problema que passa de uma geração para a outra”, detalha.</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">A explicação não é científica, mas caminha na mesma direção de descobertas recentes. Estudo publicado na última edição da revista científica Nature Immunology demonstrou como a interação entre nutrição, metabolismo e imunidade está envolvida no processo de envelhecimento. Os pesquisadores da Universidade College London, no Reino Unido, comprovaram, mais uma vez, em laboratório, que é possível reforçar a imunidade celular a partir apenas da intervenção dietética. Eles não indicam nenhum alimento em específico, mas confirmam uma suspeita amplamente investigada na ciência do envelhecimento: menos é mais.</span></p>
<p><span style="color: #666666;">Nesse caso, menos calorias no prato significam mais anos de vida. À medida que o organismo humano começa a envelhecer, o sistema imunológico passa a entrar em declínio. Pessoas mais velhas sofrem com o aumento da incidência e da gravidade de infecções, além do fato de a vacinação contra muitos males se tornar menos eficiente. Em um primeiro trabalho, o grupo de cientistas mostrou que o envelhecimento das células do sistema imunológico, conhecidas como linfócitos T, pode ser controlado pela molécula p38 MAPK, que atua como um freio para evitar funções celulares. A molécula é ativada por baixos níveis de nutrientes com sinais associado aos envelhecimento. “O estudo reforça a questão da dieta com restrição calórica: ter uma dieta regrada e de baixa calorias”, resume Einstein Francisco Camargos, geriatra do Hospital Universitário de Brasília (HUB).</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">A restrição calórica é, inclusive, uma das teorias mais estudadas do ponto de vista do envelhecimento mais lento, tanto em humanos quanto em animais. Camargos define essa recomendação como criar o hábito de ingerir até 70% do que deixaria um indivíduo saciado. Os resultados dessa prática já eram observados clinicamente, e os estudos científicos chegam para identificar os marcadores moleculares resultantes dela. “As teorias falam que a restrição calórica reduz a glicose, o colesterol, melhora o metabolismo. Mas são hipóteses. Estudos como esses mostram o que acontece dentro da célula.”</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><strong>ANTES DA GESTAÇÃO</strong><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">O pai da medicina fixou há quase 2.500 anos: “Que seu remédio seja seu alimento e que seu alimento seja seu remédio”. A regra ditada pelo médico grego Hipócrates é seguida à risca pela servidora pública Heloene Bento, 53 anos. Depois de uma intoxicação alimentar em um restaurante próximo ao trabalho, há 15 anos, ela reformulou todo o relacionamento com a comida. De vilãs, as refeições passaram a ser parceiras. “Quando vejo que tive uma pequena alteração em exames, como no colesterol, mudo uma coisa ou outra na alimentação e, rapidinho, tudo se normaliza novamente”, ensina. Ela conta com o auxílio de uma nutricionista, que segue o pedido de Heloene para priorizar verduras, frutas e cereais.</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">O controle da saúde feito pela alimentação é algo que ela deseja passar para toda a família, ainda que tenha que lidar com certa resistência dos filhos. “Minha filha mais nova é vegana e não come nada de origem animal. Já meu filho não se importa tanto com questões de alimentação. Eles estão novos, mas acho que vão começar a se conscientizar mais com a idade.” O avançar dos anos colabora para o desequilíbrio de um balanço importante dentro do organismo humano entre radicais livres e antioxidantes. Os radicais livres são obtidos pela alimentação e hábitos nada saudáveis, como tabagismo, sedentarismo e o sono irregular. Eles passam a se acumular no corpo e promovem morte celular, processos inflamatórios, aterosclerose e câncer. Todos, problemas ligados ao envelhecimento.</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">“A influência da alimentação na prevenção de doenças está comprovada. Um exemplo é a dieta mediterrânea e a longevidade dos povos que a seguem. A atividade física e o sono reparador também protegem contra doenças”, reforça Camargos. O geriatra pondera que a prevenção deve começar ainda no útero materno ou mesmo pelas gerações anteriores, mas mudanças feitas na idade mais avançada são, com certeza, capazes de trazer benefícios. “Não é tão robusto, mas ajuda. A prevenção começa no útero da mãe. Os estudos mostram isso. A alimentação que sua mãe e até a que seus avós tiveram interferem na sua longevidade.”</span></p>
<p><strong>OS CONTATOS SOCIAIS TAMBÉM AJUDAM</strong><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">O estilo de vida adequado é um aspecto positivo e deve vir bem acompanhado. O número de pesquisas que apontam os relacionamentos interpessoais como fator relevante para a longevidade é crescente. As pesquisadoras Brooke Feeney, da Universidade de Carnegie Mellon, e Nancy Collins, da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, ambas nos Estados Unidos, enfatizam a importância das relações no apoio a indivíduos não só na capacidade deles de lidar com o estresse ou a adversidade, mas também nos esforços para aprender, crescer, explorar, alcançar objetivos, cultivar novos talentos e encontrar propósito e significado na vida. “Relacionamentos podem permitir que uma pessoa prospere, mas, infelizmente, sabemos relativamente pouco sobre como eles promovem ou dificultam a longevidade”, avalia Feeney.</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">Segundo as cientistas, existem certas características das companhias que aumentam a capacidade de elas fornecerem apoio significativo. “Não é só se alguém fornece suporte, mas é como ele ou ela faz isso que determina o resultado desse apoio.” A opinião é compartilhada pela presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Maria Angélica Sanchez. Para ela, os relacionamentos deixam as pessoas mais felizes em qualquer momento da vida. “Viver isolado não é bom para ninguém. Desde cedo, é importante se preocupar em manter relacionamentos estáveis, seja com um grupo de amigos, seja com vizinhos, com a comunidade ou com a família.”</span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">Sanchez conta que acontecem mudanças expressivas na vida de idosos quando eles começam a frequentar os centros de convivência. A gerontóloga ouve relatos de idosos que se mostram mais felizes participando das atividades por se sentirem até mesmo mais úteis. “Hoje, estamos observando que esses grupos de convivência acabam também estimulando o exercício de algumas atividades. Os idosos têm voltado inclusive para o mercado de trabalho porque descobriram algum talento frequentando esses grupos”, observa. </span><br style="color: #666666;" /><br style="color: #666666;" /><strong>BEM ACOMPANHADOS</strong><br style="color: #666666;" /><span style="color: #666666;">Um trabalho do Centro Médico da Universidade Duke (EUA), em outubro passado, concluiu que chegar à meia-idade sem nunca ter se casado pode mais do que dobrar o risco de uma pessoa morrer precocemente. O artigo, publicado pela revista científica Annals of Behavioral Medicine, analisou a relação entre a taxa de mortalidade e o estado civil de 4.802 pessoas. Os resultados mostram que, em comparação com pessoas que vivem com um parceiro durante a meia-idade, aquelas que nunca se casaram apresentaram um risco 2,3 vezes maior de morrer precocemente.</span></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/estudo-reforca-que-frutas-e-legumes-interferem-mais-positivamente-na-longevidade-do-que-se-imagina/">Estudo reforça que frutas e legumes interferem mais positivamente na longevidade do que se imagina</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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