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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Diabetes e exercício físico</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caracterizada pelo aumento da glicemia (glicose circulante no sangue), o diabetes mellitus é, hoje, uma das principais doenças que afetam nossa sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 422 milhões de pessoas são afetadas pela diabetes, sendo o Brasil o 5º país mais incidente. Como o diabetes se desenvolve? A glicose [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Caracterizada pelo aumento da glicemia (glicose circulante no sangue), o diabetes </span><i><span style="font-weight: 400;">mellitus</span></i><span style="font-weight: 400;"> é, hoje, uma das principais doenças que afetam nossa sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 422 milhões de pessoas são afetadas pela diabetes, sendo o Brasil o 5º país mais incidente.</span></p>
<p><b>Como o diabetes se desenvolve?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A glicose é o principal nutriente utilizado pelo nosso organismo para a produção de energia. Entretanto, em nosso organismo, a entrada de glicose nas células é regulada pela ação do hormônio insulina. Após nos alimentarmos, os níveis de glicose no sangue se elevam naturalmente e, com isso, o pâncreas responde com liberação de insulina para que a glicose possa entrar nas células. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao se comunicar com seus receptores nas células, a insulina desencadeia uma série de reações que termina com a disponibilidade de GLUT4 (proteína responsável por captar a glicose) na superfície da célula, diminuindo assim a quantidade de glicose circulante. Além disso, a insulina atua no fígado (o principal regulador do nosso metabolismo) impedindo que ele libere mais glicose na corrente sanguínea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No diabetes, podemos ter problemas na produção e/ou liberação da insulina, ou, ainda, na ação do hormônio. Seja qual for o problema, o que se observa é o aumento de glicose na corrente sanguínea (glicemia). Assim, a glicose em excesso pode ser transformada em Produtos Finais de Glicosilação (AGE’s, do inglês </span><i><span style="font-weight: 400;">Advanced Glycation End-products</span></i><span style="font-weight: 400;">), que promovem um estado de inflamação crônico responsável pelas principais complicações da doença (como alterações da visão, perda de sensibilidade, problemas cardiovasculares, etc).</span></p>
<p><b>O exercício como tratamento para diabetes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nossos músculos estão entre os principais tecidos que utilizam a glicose como fonte de energia. Em indivíduos saudáveis, quando há excesso de glicose, os músculos armazenam a glicose na forma de glicogênio. Durante atividades físicas de alta intensidade e curta duração (como corridas de 100m, por exemplo), os músculos utilizam esse glicogênio armazenado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, em atividades de média intensidade e média duração, os músculos começam a utilizar a glicose da corrente sanguínea como fonte de energia. Estudos publicados nos jornais de Medicina do Esporte têm demonstrado que, durante os exercícios físicos, nossos músculos ativam outras vias para a captação de glicose, sendo a principal delas a via da AMPK. Além disso, os exercícios também são responsáveis por diminuir, temporariamente, a resistência dos órgãos à ação da insulina. Dessa forma, além de aumentar a captação de glicose, os exercícios são responsáveis por inibirem a ação do fígado em liberar mais glicose para o sangue.</span></p>
<p><b>Qual exercício é melhor para o controle do diabetes?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos atuais e a </span><i><span style="font-weight: 400;">American Diabetes Association </span></i><span style="font-weight: 400;">(ADA) recomendam uma combinação entre exercícios aeróbicos (como caminhada, ciclismo, etc) e musculação. Os exercícios aeróbios, quando realizados por pelo menos 30 minutos por dia, melhoram a capacidade do coração em captar oxigênio, reduzindo os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por outro lado, os exercícios de musculação são responsáveis por aumentar a massa muscular e, consequentemente, melhoram a captação de glicose e auxiliam na redução da resistência à insulina. Quando estão associadas, as duas formas de exercícios melhoram os resultados uma da outra e, portanto, atualmente recomenda-se a combinação entre os métodos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos exercícios físicos, uma mudança na dieta é indicada para pacientes com diabetes para melhorar o controle glicêmico e prevenir as possíveis complicações da doença. Entretanto, apesar de serem aspectos elementares no tratamento, essas medidas devem ser auxiliares ao tratamento medicamentoso discutido com o médico. O tratamento adequado do diabetes é fundamental para garantir que sua qualidade de vida seja mantida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referências:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kirwan JP, Sacks J, Nieuwoudt S. </span><b>The essential role of exercise in the management of type 2 diabetes</b><span style="font-weight: 400;">. Cleve Clin J Med. 2017 Jul;84(7 Suppl 1):S15-S21. doi: 10.3949/ccjm.84.s1.03. PMID: 28708479; PMCID: PMC5846677.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sampath Kumar A, Maiya AG, Shastry BA, Vaishali K, Ravishankar N, Hazari A, Gundmi S, Jadhav R. </span><b>Exercise and insulin resistance in type 2 diabetes mellitus: A systematic review and meta-analysis</b><span style="font-weight: 400;">. Ann Phys Rehabil Med. 2019 Mar;62(2):98-103. doi: 10.1016/j.rehab.2018.11.001. Epub 2018 Dec 13. PMID: 30553010.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pan B, Ge L, Xun YQ, Chen YJ, Gao CY, Han X, Zuo LQ, Shan HQ, Yang KH, Ding GW, Tian JH. </span><b>Exercise training modalities in patients with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and network meta-analysis.</b><span style="font-weight: 400;"> Int J Behav Nutr Phys Act. 2018 Jul 25;15(1):72. doi: 10.1186/s12966-018-0703-3. PMID: 30045740; PMCID: PMC6060544.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Yang Z, Scott CA, Mao C, Tang J, Farmer AJ. </span><b>Resistance exercise versus aerobic exercise for type 2 diabetes: a systematic review and meta-analysis</b><span style="font-weight: 400;">. Sports Med. 2014 Apr;44(4):487-99. doi: 10.1007/s40279-013-0128-8. PMID: 24297743.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2748 alignleft" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n-300x296.jpg" alt="" width="193" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n-300x296.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n.jpg 512w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></a></p>
<p class="medium-title bv_h1" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Wesley Fernando Sales</span></strong></span></span><br />
<em>Graduando em Medicina na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua na área de Educação e Difusão do Conhecimento (EDC) do CEPID OCRC através do Programa de Bolsa Auxílio do Serviço de Apoio ao Estudante (SAE).</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Quebra de paradigmas: equilíbrio nutricional agrega tratamento de câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 19:44:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como os alimentos podem ser aliados no processo quimioterápico. Adequar as orientações alimentares à rotina diária do paciente com câncer e não transformá-la de maneira radical é um dos principais fatores da terapia nutricional empreendida junto à pacientes em tratamento quimioterápico e/ou medicamentoso. Quem explica é a nutricionista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda como os alimentos podem ser aliados no processo quimioterápico.</em><span id="more-113"></span></p>
<p>Adequar as orientações alimentares à rotina diária do paciente com câncer e não transformá-la de maneira radical é um dos principais fatores da terapia nutricional empreendida junto à pacientes em tratamento quimioterápico e/ou medicamentoso. Quem explica é a nutricionista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) Debora La Regina.</p>
<p>Segundo Debora cada pessoa é única e traz consigo uma bagagem consolidada de hábitos alimentares que devem ser levados em consideração durante o período do tratamento oncológico. O primeiro passo consiste em ouvir tudo o que o paciente tem a falar para então sugerir o meio mais apropriado de conduzir a terapia nutricional. “Buscamos aconselhar os pacientes quanto a ingestão de alimentos neste período, mostrando que a nutrição pode ser um fator agregador à qualidade de vida”, explica.</p>
<p>Em caso de náusea, efeito colateral comum durante a quimioterapia, os pacientes podem lançar mão de gelo ou picolé de frutas e gengibre para aliviar o sintoma. Informações simples podem ser essenciais ao paciente para auxiliar no manejo desse e de outros efeitos colaterais como anorexia, obstipação, mucosite, diarreia e neutropenia.</p>
<p>“Temos como objetivo auxiliar os pacientes a garantirem qualidade de vida no enfrentamento ao câncer em todas as frentes de cuidados. A terapia nutricional é uma delas”, relata Cynthia Yamamoto, coordenadora da equipe multiprofissional do CPO, que é composta além dos nutricionistas, por enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos clínicos e reflexologista.</p>
<p>Debora explica que em casos nos quais os pacientes já possuem algum risco nutricional ou apresentam dificuldades que impactam na ingestão normal de alimentos, o nutricionista deverá introduzir uma dieta direcionada, conforme cada situação, para equilibrar o organismo.</p>
<p>Entretanto, as instruções vão além de evitar a ingestão de alimentos gordurosos, processados ou condimentados. Ainda segundo a nutricionista, apesar de as orientações gerais serem importantes, é fundamental para o tratamento quebrar alguns mitos que permeiam a mente dos pacientes. Entre os mais comuns estão o corte do leite – porque faz mal para o câncer e, de doces &#8211; porque o açúcar alimenta tumor. “Também há uma crença de que uma dieta superprotéica é benéfica quando, na verdade, a proteína é um nutriente facilmente consumido dentro de uma alimentação equilibrada”, esclarece.</p>
<p>Por isso Debora relata que a equipe evita focar no potencial de um alimento específico, mas sim, busca estimular a manutenção da dieta cotidiana e a ampliação para um cardápio variado, se necessário. “É comum pacientes que terem pré-conceitos sobre alimentação. Muitos ouviram, por exemplo, que o brócolis tem propriedades benéficas e exageram na dose, o que poderá gerar um efeito contrário ao esperado. É preciso ouvir um especialista para que juntos se encontre a medida certa para cada um”.</p>
<p>Sobre o CPO &#8211; Cuidar de maneira integral e individualizada de pacientes oncológicos com excelência, humanismo e ética. Esta é a missão do Centro Paulista de Oncologia (CPO). Formado por uma equipe multiprofissional o corpo clínico do CPO é constituído por oncologistas; profissionais de farmácia clínica (perfil assistencial – controle de adesão ao tratamento) e o farmacêutico de manipulação (dispensação e dosagem personalizada de medicamentos). Atualmente o corpo clínico do CPO é composto por 23 médicos, sendo os cinco os sócios citados abaixo e mais 18 médicos associados e assistentes. www.cpo.com.br</p>
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