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	<title>vitamina D | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Vitamina D, aterosclerose e COVID-19: qual a relação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 15:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador da síndrome respiratória aguda grave, o SARS-COV-2. Logo nos primeiros relatos da doença, verificou-se a maior letalidade em indivíduos idosos e com comorbidades (doenças preexistentes).</p>
<p style="text-align: justify;"> No entanto, além da elevada transmissibilidade, esta infecção respiratória também atraiu a atenção de especialistas, devido aos seus efeitos inflamatórios sistêmicos, manifestados principalmente naquele grupo de indivíduos hospitalizados com sintomas graves da doença. Em outras palavras, naquela oportunidade iniciava o entendimento de que a resposta inflamatória à COVID-19, estaria associada a efeitos multifatoriais, ou seja, efeitos dependentes de características genéticas e ambientais complexas, os quais poderiam influenciar na intensificação dos sintomas e danos provocadas pela doença. Esta nova premissa permitiu observar mais atentamente que o dano causado pelo SARS-COV-2 não se restringiria apenas ao sistema respiratório, mas a diferentes tipos celulares, oriundos de diversos sistemas responsáveis pelas funções vitais do corpo humano, a exemplo os sistemas: cardiovascular, nervoso, hematológico e renal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evidências científicas a partir de material biológico coletado de indivíduos infectados, mostraram que a COVID-19 pode manifestar um tipo particular de inflamação, caracterizada pelo aumento da quantidade de citocinas (moléculas inflamatórias) circulantes.</strong> E, são estas citocinas, dotadas de grande capacidade de sinalização (deslocamento), as quais realizam a comunicação entre células distintas, desta forma, imprimindo um processo patológico com alcance em diversos sistemas do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em doenças cardiovasculares (CVCs) e cerebrovasculares (CBVs), as citocinas também propiciam um importante papel na progressão de seus efeitos deletérios.</strong> A aterosclerose, manifestação comum às doenças CVCs e CBVs, corresponde ao processo de inflamação crônica com perda da capacidade de dilatação dos vasos, formação de placas gordurosas e lesões vasculares, responsáveis por acometimentos que resultam no infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) (1, 2).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, muitos pesquisadores defendem que a redução destas citocinas inflamatórias, resultaria em melhora significativa do quadro clínico de indivíduos em estágio avançado da aterosclerose, assim como, nos casos de sintomas severos da COVID-19 (3). Portanto, o controle do processo inflamatório tem sido o ponto crucial na proposição de tratamentos para ambas as doenças. Em um possível quadro clínico, o qual pacientes com estágio avançado de aterosclerose sejam contaminados com SARS-COV-2, os sintomas manifestados pela COVID-19 poderiam ser agravados devido a sobrecarga ao sistema de defesa imune dos indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a última década, vem ocorrendo um aumento do número de estudos que associam a deficiência de vitamina D a manifestação da aterosclerose, a partir de efeitos associados a inflamação (1). Mais recentemente, surgiu uma nova vertente de estudos que verificaram a relação (correlação) entre a deficiência de vitamina D e severidade dos casos de COVID-19 (4). Estes efeitos poderiam ser ainda mais expressivos na população idosa, a qual possui menor capacidade de obter a vitamina D a partir da exposição solar. Assim como, no grupo de pessoas obesas que tendem a possuir menor quantidade sérica de vitamina D, mesmo com a suplementação, no caso de indivíduos adultos (4, 5).</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D pertence ao grupo de secosteróides, produzida (sintetizada) na pele a partir do colesterol, durante a exposição solar ou obtido pela alimentação. Frequentemente relacionada ao seu papel hormonal, a vitamina D possui diversas propriedades de regulação da atividade celular, através de receptores específicos, os quais são muito conhecidos por promoverem o aumento da absorção de cálcio e fósforo no epitélio intestinal. Todavia, apesar dos mecanismos celulares não estarem totalmente esclarecidos, a presença de receptores de vitamina D em células do endotélio vascular, pode estar relacionado com a modulação do processo inflamatório, por meio da redução de citocinas inflamatórias (6). A deficiência de vitamina D também está relacionada a doenças, como: diabetes mellitus, hipertensão e câncer, as quais elevam a gravidade da COVID-19 para a população identificada como grupo de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, devemos estar atentos! Estes estudos ainda não comprovaram que a suplementação com vitamina D possa ter impacto significativo na prevenção ou tratamento, tanto para a aterosclerose quanto para a COVID-19. Isso pois, a ciência ainda não conseguiu explicar todos os efeitos da vitamina D. Os estudos apenas evidenciaram a deficiência da vitamina em indivíduos com essas enfermidades, portanto, não está claro se existe alguma relação de causa e efeito. Neste contexto, a possível modulação do efeito inflamatório provocado pela vitamina D, em favor da redução de citocinas inflamatórias circulantes, pode ser um mecanismo importante para essas doenças. Contudo, devemos ser cautelosos e aguardar mais evidenciais surgirem vindas de estudos clínicos, os quais possam trazer mais dados que comprovem o efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nitsa A, Toutouza M, Machairas N, Mariolis A, Philippou A, Koutsilieris M. Vitamin D in Cardiovascular Disease. In Vivo. 2018;32(5):977-81.</p>
<p style="text-align: justify;">Wolf D, Ley K. Immunity and Inflammation in Atherosclerosis. Circulation research. 2019;124(2):315-27.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhang C, Wu Z, Li JW, Zhao H, Wang GQ. Cytokine release syndrome in severe COVID-19: interleukin-6 receptor antagonist tocilizumab may be the key to reduce mortality. Int J Antimicrob Agents. 2020;55(5):105954.</p>
<p style="text-align: justify;">Pereira M, Dantas Damascena A, Galvao Azevedo LM, de Almeida Oliveira T, da Mota Santana J. Vitamin D deficiency aggravates COVID-19: systematic review and meta-analysis. Crit Rev Food Sci Nutr. 2020:1-9.</p>
<p style="text-align: justify;">de Oliveira LF, de Azevedo LG, da Mota Santana J, de Sales LPC, Pereira-Santos M. Obesity and overweight decreases the effect of vitamin D supplementation in adults: systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Rev Endocr Metab Disord. 2020;21(1):67-76.</p>
<p style="text-align: justify;">Cardoso FEL, Santos LdCMd, Tenório APdO, Lopes MR, Barbosa RHdA. Suplementação de vitamina D e seus análogos para tratamento de disfunção endotelial e doenças cardiovasculares. Jornal Vascular Brasileiro. 2020;19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0887170861657109" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2395" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg" alt="" width="190" height="188" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2.jpg 488w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Helison R. P. do Carmo</strong><br />
<em>Farmacêutico-bioquímico. Doutor em Ciências pela Faculdade de Ciências Médicas (UNICAMP), com período no Hatter Cardiovascular Institute – UCL (Londres). Atua na área de pesquisa cardiovascular, pós-doutoramento no Laboratório de Aterosclerose e Biologia Vascular, AteroLab (UNICAMP) &#8211; CEPID OCRC.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Luz do sol ajuda a perder peso e controlar o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 17:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[luz do sol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas descobriram que a radiação ultravioleta em ratos superalimentados fez com que os animais comessem menos. Mas a vitamina D, produzida pelo corpo em resposta à luz solar, não estaria envolvida no fenômeno, disse o estudo. Após o tratamento com luz ultravioleta, os ratos do estudo também apresentaram menores sinais de alerta de diabetes tipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="story-body__introduction">Cientistas descobriram que a radiação ultravioleta em ratos superalimentados fez com que os animais comessem menos. Mas a <a title="Vitamina D – a cura para o câncer no pâncreas?" href="http://www.sobrepeso.com.br/vitamina-d-a-cura-para-o-cancer-no-pancreas/">vitamina D</a>, produzida pelo corpo em resposta à luz solar, não estaria envolvida no fenômeno, disse o estudo.</p>
<p>Após o tratamento com luz ultravioleta, os ratos do estudo também apresentaram menores sinais de alerta de <a title="Pesquisa relaciona adoçantes a risco maior de diabetes" href="http://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-relaciona-adocantes-a-risco-maior-de-diabetes/">diabetes tipo 2</a>, tais como níveis anormais de glicose e resistência à insulina (condição em que a insulina produzida pelo corpo é insuficiente ou ineficiente para processar a glicose nas células).</p>
<p>Estes efeitos estavam ligados ao óxido nítrico, que é liberado pela pele após a exposição à luz solar. O mesmo efeito foi obtido quando um creme contendo este composto foi aplicado sobre a pele dos ratos.</p>
<p>Os pesquisadores disseram que os resultados devem ser interpretados com cautela, pois ratos são animais noturnos, cobertos de pelo, e que normalmente não são expostos a muita luz solar.</p>
<p>A descoberta, feita por cientistas de Edimburgo (Escócia), Southampton (Inglaterra) e Perth (Austrália), foi divulgada na publicação científica <i>Diabetes</i>. Mais pesquisas são necessárias para descobrir se a luz do sol tem o mesmo efeito em humanos, disseram especialistas.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos de estudos epidemiológicos que aqueles que tomam sol vivem mais do que aqueles que passam a vida na sombra. Estudos como esse nos ajudam a entender como o sol pode ser bom para nós&#8221;, disse Richard Weller, professor de dermatologia da Universidade de Edimburgo.</p>
<p>&#8220;Precisamos lembrar que o câncer de pele não é a única doença que pode matar e talvez devessemos equilibrar o nosso conselho de exposição ao sol&#8221;.</p>
<p>Shelley Gorman, do Instituto Telethon Kids, de Perth, na Austrália, e principal autora do estudo, disse que os resultados mostraram que a luz do sol era um elemento importante de um estilo de vida saudável.</p>
<p>&#8220;Eles sugerem que a exposição ocasional da pele à luz solar, juntamente com a prática de exercícios e uma dieta saudável, pode ajudar a prevenir o desenvolvimento da obesidade em crianças&#8221;.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/luz-sol-ajuda-perder-peso-e-controlar-o-diabetes/">Luz do sol ajuda a perder peso e controlar o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Vitamina D – a cura para o câncer no pâncreas?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/vitamina-d-a-cura-para-o-cancer-no-pancreas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 20:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[EdE]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na guerra contra o câncer, há um tipo da doença que recebe atenção especial da comunidade médica e científica: o câncer pancreático. A taxa de sobrevida de quem contrai a doença é baixíssima. Para se ter uma idéia, nos EUA, 46.000 pessoas são diagnosticadas por ano com câncer no pâncreas e 40.000 vêm a falecer. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na guerra contra o câncer, há um tipo da doença que recebe atenção especial da comunidade médica e científica: o <strong>câncer pancreático</strong>. A taxa de sobrevida de quem contrai a doença é baixíssima. Para se ter uma idéia, nos EUA, 46.000 pessoas são diagnosticadas por ano com câncer no pâncreas e 40.000 vêm a falecer. O câncer no pâncreas foi quem levou embora Steve Jobs e o ator Patrick Swayze. A boa notícia é que, esta semana, um grupo de cientistas dos EUA anunciou que descobriu uma potencial arma poderosa contra esta doença tão mortal: a <strong>vitamina D</strong>.</p>
[quote_right]Dentre os benefícios à saúde já comprovados da vitamina D estão o controle da glicemia e a prevenção do diabetes tipo 2 – também eles intimamente relacionados ao pâncreas![/quote_right]
<p>Segundo os pesquisadores, uma forma um pouco diferente da vitamina D natural, criada em laboratório, é capaz de destruir uma barreira de células que “protege” o tumor no pâncreas.</p>
<p>Este “escudo vivo” é formado por células conhecidas como “esteladas”. Quando o tumor começa a se desenvolver no órgão, estas células rapidamente se multiplicam, encobrindo o tumor e impedindo que drogas anti-câncer o atinjam. A barreira impede, até mesmo, que o nosso sistema imune tente combater o câncer. Além disso, as células esteladas fornecem nutrientes que permitem ao tumor crescer.</p>
<p><em>O vídeo a seguir, produzido pela equipe de cientistas que descobriu o potencial da vitamina D como tratamento ao câncer pancreático, explica as idéias por trás da pesquisa (em inglês)</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vitamin D Derivative Helps Destroy Pancreatic Tumors" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=UU6z7j9Ycp-HuiCcp9LKcbFg" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTRA A VITAMINA D</strong></p>
<p>Os cientistas testaram em camundongos que tinham câncer no pâncreas um tratamento à base de vitamina D sintética mais drogas anti-câncer. O resultado foi uma <strong>sobrevida de 50% nos animais</strong>. Isto animou tanto a equipe de pesquisa que, antes mesmo do estudo ter sido publicado, testes clínicos com humanos já foram iniciados.</p>
<p>A vitamina D modificada, de acordo com a pesquisa, faz com que as células esteladas deixem de crescer e funcionar direito. Desta forma, o “escudo vivo” que protegia o câncer perde sua função, permitindo que os medicamentos ataquem o tumor.</p>
<p>“Apesar do sucesso deste medicamento em humanos com câncer pancreático ainda ser incerto, os resultados em modelos animais foram bem fortes, o que aumenta as esperanças de que os testes clínicos trarão um novo tratamento àqueles que sofrem desta terrível doença”, disse Ronaldo Evans (<em>foto</em>), diretor do Laboratório de Expressão Gênica Salk, onde o estudo foi conduzido.</p>
<figure id="attachment_391" aria-describedby="caption-attachment-391" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-391" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/09/ron-evans-vitamina-d-cancer-pancreatico.jpg" alt="ron evans vitamina d cancer pancreatico" width="700" height="390" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/09/ron-evans-vitamina-d-cancer-pancreatico.jpg 700w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/09/ron-evans-vitamina-d-cancer-pancreatico-300x167.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/09/ron-evans-vitamina-d-cancer-pancreatico-640x357.jpg 640w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-391" class="wp-caption-text">Ronald Evans, principal autor do estudo com a vitamina D.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ADIANTA COMPRAR SUPLEMENTO DE VITAMINA D PARA EVITAR ESTE CÂNCER?</strong></p>
<p>Há décadas a Ciência busca uma maneira eficiente de combater o câncer no pâncreas, esta forma tão forte da doença. Na jornada, descobriu-se que pessoas com este tipo de câncer tinham, no geral, níveis menores de vitamina D no sangue do que o normal.</p>
<p>Assim, diversos estudos tentaram combater o câncer <a title="Diabetes gestacional: exercícios impedem que o problema evolua para o diabetes tipo 2" href="http://www.sobrepeso.com.br/diabetes-gestacional-exercicios-impedem-que-o-problema-evolua-para-o-diabetes-tipo-2/">pancreático</a> através da administração de vitamina D. Nenhum deles deu certo.</p>
<p>“Testes anteriores com a vitamina D falharam porque ninguém sabia da necessidade de uma forma especial de vitamina D [<em>a sintética</em>]. Além disso, drogas quimiotóxicas também têm de ser utilizadas em conjunto”, disse Ronald.</p>
<p>Ou seja, apesar desta <a title="Revisão alimentar básica: o que você deve saber" href="http://www.sobrepeso.com.br/revisao-alimentar-basica-o-que-voce-deve-saber/">vitamina</a> ser, de fato, o segredo para o combate ao câncer pancreático, é importante ressaltar que apenas a forma modificada – criada neste estudo – é eficaz como medida terapêutica.</p>
<p>“Ao repensar o problema, nós conseguimos abrir uma nova rota para o tratamento do câncer pancreático e, no futuro, para outras doenças também”, completou o pesquisador.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/vitamina-d-a-cura-para-o-cancer-no-pancreas/">Vitamina D – a cura para o câncer no pâncreas?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Hipertensão pode estar relacionada à deficiência de vitamina D no organismo</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/hipertensao-pode-estar-relacionada-a-deficiencia-de-vitamina-d-no-organismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 19:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ingestão de suplementos seria alternativa aos medicamentos para a pressão arterial, sugere estudo científico. Pegar um pouco de sol não só melhora o seu humor como também pode reduzir a pressão arterial, segundo especialistas. Um estudo encontrou uma forte ligação entre baixos níveis de vitamina D, absorvidos pelo organismo a partir de luz solar, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ingestão de suplementos seria alternativa aos medicamentos para a pressão arterial, sugere estudo científico.</em><span id="more-101"></span></p>
<p>Pegar um pouco de sol não só melhora o seu humor como também pode reduzir a pressão arterial, segundo especialistas. Um estudo encontrou uma forte ligação entre baixos níveis de vitamina D, absorvidos pelo organismo a partir de luz solar, e índices mais elevados da pressão.</p>
<p>Os investigadores acreditam que é a primeira pesquisa desse tipo a sugerir a ingestão de suplementos de vitamina D, que poderiam ser uma alternativa aos medicamentos para a pressão arterial elevada em alguns pacientes.</p>
<p>A pesquisadora Elina Hyppönen, da Universidade do Sul da Austrália, afirmou que tendo em conta os custos e os efeitos colaterais associados com medicamentos anti-hipertensivos, o potencial de prevenir ou reduzir a pressão arterial e o risco de hipertensão, portanto, com a vitamina D é muito atraente.</p>
<p>Embora a vitamina seja encontrada em salmão, atum e outros peixes oleosos, e é adicionada ao leite com frequência, muito pouco do nutriente cai na corrente sanguínea, em comparação com a exposição ao sol.</p>
<p>Neste estudo, publicado na revista Lancet Diabetes e Endocrinologia, os cientistas usaram dados genéticos de uma base de dados de 146.500 pessoas em toda a Europa e América do Norte. Eles observaram as variantes genéticas no sangue que afetam os níveis de circulação de vitamina D para estabelecer a relação com a hipertensão. Foi constatado que cada aumento de 10% da vitamina no corpo equivaleriam a 8% menos chances de sofrer de hipertensão.</p>
<p>Já que as drogas anti-hipertensivas têm efeitos colaterais comuns como tosse, tonturas, rubor facial e prisão de ventre, os especialistas acreditam que algumas pessoas se beneficiariam dos suplementos.</p>
<p>A Food Standards Agency não recomenda uma dose diária específica de vitamina D a menos que você seja idoso, grávida, asiático, esteja pouco exposto ao sol ou não coma carne ou peixes oleosos. O perigo de tomar doses excessivas por longos períodos é que o corpo absorve muito cálcio, o que poderia enfraquecer os ossos e, possivelmente, danificar o fígado e os rins.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/hipertensao-pode-estar-relacionada-a-deficiencia-de-vitamina-d-no-organismo/">Hipertensão pode estar relacionada à deficiência de vitamina D no organismo</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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