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	<title>coronavírus | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Amamentação em tempos de Covid-19: o que você precisa saber</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 15:30:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos entender melhor um pouco do que os estudos científicos e órgãos de referência estão preconizando atualmente em relação à amamentação na pandemia?? Primeiramente, devemos relembrar que há alguns anos as campanhas da importância do aleitamento materno vem ganhando força no cenário nacional, visto os grandes avanços no entendimento das propriedades benéficas que esse ato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vamos entender melhor um pouco do que os estudos científicos e órgãos de referência estão preconizando atualmente em relação à amamentação na pandemia??</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, devemos relembrar que há alguns anos as campanhas da importância do aleitamento materno vem ganhando força no cenário nacional, visto os grandes avanços no entendimento das propriedades benéficas que esse ato proporciona tanto ao bebê quanto à mãe, sendo que isso se dá em curto prazo e longo prazo. Para isso, é preconizado que o <strong>aleitamento materno deve ser exclusivo até os 6 meses de vida e complementar até os 2 anos de idade ou mais da criança</strong>, pois o leite materno irá ser determinante para o desenvolvimento imunológico, físico e cognitivo, e conforme mencionado, não apenas enquanto bebê, como também no decorrer da vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">O leite materno é nutricionalmente adequado para o bebê, ou seja, ele é o melhor alimento para a nutrição nessa fase já que a sua composição em macro (carboidratos, proteínas e lipídeos) e micronutrientes (vitaminas e minerais) <strong>suprem as necessidades nutricionais específicas ao período, possibilitando o crescimento e desenvolvimento saudável</strong>!!</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados levantados pela <a href="https://www.who.int/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>OMS</strong></a> e <a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Unicef</strong></a>, a amamentação é capaz de salvar vidas de neonatos, ao fornecer, por exemplo, anticorpos protetores contra problemas nutricionais relevantes na infância, como infecções gastrointestinais e respiratórias. Além disso, a amamentação completa, desde o início da vida contribui como fator protetor ao desenvolvimento de obesidade na vida adulta, obviamente se um estilo de vida saudável for sempre seguido ao decorrer dos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os benefícios não param por aí. Além do impacto positivo na saúde do bebê, as mães também são amplamente beneficiadas com a amamentação. Assim, para a saúde da mãe, o aleitamento auxilia em sua saúde e qualidade de vida ao reduzir as chances de desenvolvimento de doenças, como o câncer de ovário. Além disso, a amamentação<strong> exclusiva</strong> atua como contraceptivo natural, bem como contribui para a redução do custo de vida da família, já que não é necessário o investimento em fórmulas infantis.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas essas informações são bacanas, mas muitas delas já amplamente divulgadas. Assim, as dúvidas atuais giram em torno da dúvida: <strong>eu devo amamentar o meu filho se eu estiver infectada com a COVID-19?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para responder essa dúvida, alguns textos e posicionamento de órgãos oficiais foram consultados. Estes textos revelam dados de estudos científicos em andamento, bem como posições de profissionais referência na área. Por exemplo, a Revista da Associação Médica Brasileira reuniu os resultados de algumas pesquisas realizadas sobre a amamentação e a transmissão do novo coronavírus por meio do leite materno. Tratando-se de uma doença nova e pouco conhecida, ainda faltam dados sólidos para se afirmar sobre seus impactos a nível social.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, <strong>o que se sabe até o momento é que o aleitamento é seguro</strong>, ou seja, não é um fator de risco para a transmissão da carga viral para a criança pelo leite. E, ainda que mães lactantes estejam com suspeitas ou infectadas pelo novo coronavírus, órgãos governamentais recomendam que a amamentação seja mantida, levando em consideração todas as medidas de proteção, pois o aleitamento fortalecerá a saúde do bebê contra outras possíveis doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a passagem do coronavírus pelo leite materno, ainda não há evidências suficientes de que isso sempre ocorra. Já foram encontradas pequenas quantidades de vírus sim no leite materno. No entanto, especula-se que isso contribui para o desenvolvimento de resposta imune da criança, constituindo-se uma hipótese muito interessante. Obviamente, os resultados são preliminares e novos estudos em populações maiores devem ser investigados para a confirmação de tais fatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a mensagem final que queremos passar é de que não há contraindicação para o aleitamento materno neste momento. Nesse sentido, mamães infectadas ou com suspeitas de COVID-19, com crianças em aleitamento, devem seguir os seguintes cuidados:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Antes de tocar no bebê, higienizar bem as mãos e utilizar álcool em gel 70% em seguida;</li>
<li>Se possível, utilizar a máscara corretamente durante a amamentação, ou seja, cobrindo totalmente o nariz e a boca. E evitar falar em cima do bebê;</li>
<li>Se tossir ou espirrar, utilize um lenço de papel e descarte-o logo em seguida e lave as mãos. Se estiver usando a máscara, descarte-a e lave as mãos em seguida da mesma forma. Além disso, a máscara não deve ser reutilizada, ela deve ser trocada principalmente após espirrar, tossir e a cada nova mamada;</li>
<li>Lavar as mamas após tossir e/ou espirrar sobre elas. No entanto, isso não é necessário fazer a cada mamada, somente em caso de tosse ou espirro;</li>
<li>Mantenha as superfícies que são tocadas frequentemente sempre higienizadas;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Outras dicas são de que mães com suspeita ou com diagnóstico confirmado de COVID-19 busquem ajuda de alguém em boas condições de saúde para auxiliar nas demais tarefas do bebê, evitando assim que o contato entre ambos seja menos frequente durante o período da doença. Além disso, caras mamães, sempre respeitem as orientações dadas pelos profissionais da área da saúde que acompanham vocês!</p>
<p style="text-align: justify;">Por hoje é isso, esperamos ter contribuído para esclarecer uma dúvida que gera tanta ansiedade para mães e companheiros, principalmente nesse momento de pandemia!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">SAÚDE DA CRIANÇA: Nutrição Infantil: Aleitamento Materno e Alimentação Complementar &#8211; Caderno de Atenção Básica, nº 23 &#8211; MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6267:beneficios-da-amamentacao-superam-riscos-de-infeccao-por-covid-19-afirmam-opas-e-oms&amp;Itemid=820. Acessado dia 23 de outubro de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.unicef.org/brazil/aleitamento-materno">https://www.unicef.org/brazil/aleitamento-materno</a>. Acessado dia 23 de outubro de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Calil, V. M. L. T., Krebs, V. L. J., and Carvalho, W. B. de. (2020), Guidance on breastfeeding during the Covid-19 pandemic. Revista da Associação Médica Brasileira, 66: 541-546. doi: <a href="https://doi.org/10.1590/1806-9282.66.4.541">10.1590/1806-9282.66.4.541</a></p>
<p style="text-align: justify;">Chen, H., Guo, J., Wang, C., Luo, F., Yu, X., Zhang, W., Li, J., Zhao, D., Xu, D., Gong, Q., Liao, J., Yang, H., Hou, W., &amp; Zhang, Y. (2020), Clinical characteristics and intrauterine vertical transmission potential of COVID-19 infection in nine pregnant women: a retrospective review of medical records. Lancet, 395: 809–815. doi: 10.1016/S0140-6736(20)30360-3</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE AS AUTORAS:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/3502992971483507" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2405" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2-300x282.jpg" alt="" width="190" height="179" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2-300x282.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2-1024x964.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2-768x723.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2-1536x1445.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2-1068x1005.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Beatriz-Piatezzi-2.jpg 1561w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Beatriz Piatezzi Siqueira</strong><br />
<em>Graduanda em Nutrição (FCA-UNICAMP) e aluna de Iniciação Científica do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0077395283553711" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2406" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Andressa-Reginato-2-285x300.jpg" alt="" width="190" height="200" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Andressa-Reginato-2-285x300.jpg 285w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Andressa-Reginato-2-768x809.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Andressa-Reginato-2.jpg 955w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Andressa Reginato</strong><br />
<em>Nutricionista e </em><em>Doutora em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo (FCA-UNICAMP). Atualmente atua como colaboradora em pesquisa no Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Trabalha com autofagia no sistema nervoso central.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: por que pessoas idosas têm um quadro mais grave?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 15:30:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A COVID-19, doença respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2, é a maior pandemia dos últimos 100 anos. Apesar de acometer indivíduos de todas as idades, o quadro provocado pelo vírus não é igual em todas as pessoas e você certamente já ouviu, leu ou assistiu que a gravidade da doença aumenta proporcionalmente à idade. Mas por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A COVID-19, doença respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2, é a maior pandemia dos últimos 100 anos. Apesar de acometer indivíduos de todas as idades, o quadro provocado pelo vírus não é igual em todas as pessoas e você certamente já ouviu, leu ou assistiu que a gravidade da doença aumenta proporcionalmente à idade.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Mas por que razão pessoas idosas têm um quadro mais severo da doença?
A ciência tem uma explicação para isso?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é fundamental entender que o <strong>conhecimento científico é fruto de uma construção coletiva</strong> na qual diversos cientistas produzem informações que vão se somando umas às outras. Essas informações devem ser <strong>reproduzidas</strong> (ou seja, resultados semelhantes precisam ser obtidos) por outros cientistas para que sejam <strong>amplamente aceitas</strong> pela comunidade científica. Então, quanto mais tempo passa, mais sabemos sobre um determinado tópico. Como a COVID-19 é uma enfermidade nova, nossa compreensão sobre ela ainda é relativamente limitada. Apesar disso, milhares de <strong>cientistas ao redor do mundo têm se dedicado incansavelmente a produzir conhecimento</strong> tanto sobre a <strong>doença</strong> quanto sobre o <strong>vírus</strong> que a causa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, já são conhecidos <strong>alguns fatores</strong> que contribuem para que o novo coronavírus provoque um <strong>quadro mais preocupante em idosos</strong>. Dado que muitas mudanças fisiológicas acontecem ao mesmo tempo conforme envelhecemos, é provável que <strong>não exista um “único culpado”</strong>, sendo na realidade um fenômeno de <strong>múltiplas causas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se, por exemplo, que algumas <strong>comorbidades</strong> (como diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, doenças respiratórias crônicas e doença renal crônica, entre outras) estão associadas a uma manifestação mais agressiva da COVID-19 e <strong>pessoas idosas em geral têm mais comorbidades</strong>. Essas patologias em geral são acompanhadas por <strong>alterações danosas no funcionamento do sistema imune</strong> e podem fazer com que o indivíduo tenha uma <strong>resposta imune inadequada</strong>. Além disso, algumas dessas doenças, como a hipertensão e a obesidade, provocam um <strong>constante estado de inflamação elevada</strong>, o que pode resultar em ainda mais <strong>dano ao organismo</strong> quando ocorre uma infecção.</p>
<p style="text-align: justify;">Somada a isso, uma outra condição que ocorre durante o envelhecimento é a chamada “<strong>imunossenescência</strong>”, palavra que descreve um <strong>declínio nas funções do sistema imune</strong> relacionado ao <strong>envelhecimento</strong>, incluindo a <strong>perda de competência</strong> para reconhecer patógenos e combater infecções no geral, principalmente <strong>patógenos com os quais ele não teve contato anteriormente</strong>, como é o caso do novo coronavírus. Na COVID-19 (bem como em outras doenças), esse processo <strong>favorece a replicação do agente invasor</strong> (o vírus SARS-CoV-2, neste caso), aumentando a <strong>carga viral</strong> e intensificando sua <strong>virulência</strong>. Em consequência do maior número de partículas virais no organismo, ocorre um profundo aumento de moléculas que promovem <strong>inflamação </strong>(as “citocinas”), como uma <strong>tentativa do corpo de destruir o patógeno</strong>.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>O papel da inflamação no quadro grave da COVID-19</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">A inflamação é um processo fisiológico importante que nosso corpo utiliza para combater micro-organismos invasores. Entretanto, quando ocorre <strong>em excesso, torna-se prejudicial e patológico</strong>. Uma das complicações do <strong>envelhecimento</strong> é a ocorrência de um <strong>aumento de citocinas</strong>, que promove um <strong>estado constante de inflamação</strong> (chamado em inglês de <strong>“<em>inflammaging</em>”)</strong>. Desse modo, a <strong>inflamação</strong> causada por <strong>imunossenescência</strong>, <strong>alta carga viral</strong> e <strong>comorbidades</strong> se <strong>soma</strong> a esse constante estado pró-inflamatório, levando a um fenômeno chamado <strong>“tempestade de citocinas”</strong>, que em última instância pode causar <strong>grave dano aos tecidos</strong>. Contraditoriamente, uma resposta que deveria ser adequada para proteger o organismo de agentes externos é <strong>desregulada durante o envelhecimento</strong> e acaba resultando em <strong>danos ao próprio organismo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com efeito, um número crescente de estudos tem demonstrado recentemente que parte da <strong>maior letalidade do novo coronavírus em idosos é consequência do dano celular causado pela “tempestade de citocinas”</strong>. Essa descoberta pode fomentar o <strong>desenvolvimento de fármacos</strong> que <strong>inibam citocinas</strong> específicas envolvidas nesse processo na tentativa de <strong>amenizar o quadro crítico de COVID-19</strong> em idosos e pessoas com comorbidades anteriores, dessa forma <strong>diminuindo a mortalidade</strong> da doença nesses grupos.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Então o que eu posso fazer?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Apesar da ideia de <strong>remédios ou prevenções milagrosas</strong> para a COVID-19 ser tentadora, <strong>o melhor a se fazer para proteger os idosos</strong>, as pessoas com comorbidades e a população em geral é<strong> defender os investimentos na ciência </strong>e<strong> reduzir o risco de contrair COVID-19</strong>. Para isso, é importante <strong>seguir as orientações</strong> que já foram comprovadas <strong>diminuir o contágio</strong>. Algumas delas são:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">evitar aglomerações</li>
<li style="text-align: justify;">sempre usar máscara quando em contato com outras pessoas e/ou quando fora de casa</li>
<li style="text-align: justify;">lavar constantemente as mãos com água corrente e sabão (ou higienizá-las com álcool 70%)</li>
<li style="text-align: justify;">caso identifique sintomas de COVID-19, procurar se isolar e buscar ajuda médica o mais rapidamente possível</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É oportuno ressaltar que o isolamento social favorece a<strong> inatividade física</strong> e uma <strong>piora nos hábitos</strong>, o que pode levar a um <strong>comprometimento da saúde</strong>, principalmente do sistema imune. Diante disso, é importante estar atento e se educar para <strong>manter hábitos saudáveis</strong> como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Praticar exercícios físicos de intensidade moderada (com acompanhamento médico no caso de indivíduos que não praticavam antes)</li>
<li style="text-align: justify;">Ter sono adequado e suficiente</li>
<li style="text-align: justify;">Alimentar-se de forma saudável e balanceada</li>
<li style="text-align: justify;">Ingerir água suficiente todos os dias</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Seguindo esses <strong>hábitos</strong> e tomando as <strong>precauções para reduzir o contágio</strong>, é possível <strong>manter o número de casos sob controle até que uma vacina eficaz esteja disponível</strong> e toda a população seja imunizada e protegida.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">CDC. <strong>Center for Disease Control and Prevention</strong>, 2020. Older Adults. Disponível em: &lt;<a href="https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/older-adults.html">https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/older-adults.html</a>&gt;. Acesso em: 31 de out. de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Fulop T, Larbi A, Dupuis G, et al. Immunosenescence and Inflamm-Aging As Two Sides of the Same Coin: Friends or Foes?. <em>Front Immunol</em>. 2018;8:1960. Published 2018 Jan 10. doi:10.3389/fimmu.2017.01960</p>
<p style="text-align: justify;">Mueller AL, McNamara MS, Sinclair DA. Why does COVID-19 disproportionately affect older people?. <em>Aging (Albany NY)</em>. 2020;12(10):9959-9981. doi:10.18632/aging.103344</p>
<p style="text-align: justify;">Shahid Z, Kalayanamitra R, McClafferty B, et al. COVID-19 and Older Adults: What We Know. <em>J Am Geriatr Soc</em>. 2020;68(5):926-929. doi:10.1111/jgs.16472</p>
<p style="text-align: justify;">WHO. <strong>World Health Organization — Europe</strong>, 2020. Statement – Older people are at highest risk from COVID-19, but all must act to prevent community spread. Disponível em: &lt; <a href="https://www.euro.who.int/en/health-topics/health-emergencies/coronavirus-covid-19/statements/statement-older-people-are-at-highest-risk-from-covid-19,-but-all-must-act-to-prevent-community-spread">https://www.euro.who.int/en/health-topics/health-emergencies/coronavirus-covid-19/statements/statement-older-people-are-at-highest-risk-from-covid-19,-but-all-must-act-to-prevent-community-spread</a>&gt;. Acesso em: 31 de out. de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhou Y, Yang Q, Chi J, et al. Comorbidities and the risk of severe or fatal outcomes associated with coronavirus disease 2019: A systematic review and meta-analysis. <em>Int J Infect Dis</em>. 2020;99:47-56. doi:10.1016/j.ijid.2020.07.029</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/4457010149957792" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2380" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Guilherme-270x300.jpg" alt="" width="190" height="211" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Guilherme-270x300.jpg 270w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Guilherme.jpg 319w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Guilherme Tonon-da-Silva </strong><br />
<em>Biomédico e Mestre em Genética e Biologia Molecular (IB/UNICAMP), Doutorando em Genética e Biologia Molecular (IB/UNICAMP) e aluno do Laboratório de Biologia do Envelhecimento (LaBE) da mesma Universidade. Estuda como a restrição calórica melhora a saúde durante o envelhecimento e qual é a participação dos miRNAs (pequenas moléculas de RNA não-codificante com função regulatória) nesse processo.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/covid-19-por-que-pessoas-idosas-tem-um-quadro-mais-grave/">COVID-19: por que pessoas idosas têm um quadro mais grave?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentação e suplementação durante a gestação: o que precisamos saber em tempos de COVID-19</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-suplementacao-durante-a-gestacao-o-que-precisamos-saber-em-tempos-de-covid-19/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 15:30:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gestação é um momento muito especial no âmbito nutricional. Durante a gravidez, o organismo da gestante sofre muitas alterações para que possa promover uma gestação saudável, além disso, nesse período ocorre a formação, crescimento e desenvolvimento do feto e da placenta. Para que todas essas adaptações aconteçam de forma natural e adequada é necessário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A gestação é um momento muito especial no âmbito nutricional. Durante a gravidez, o organismo da gestante sofre muitas alterações para que possa promover uma gestação saudável, além disso, nesse período ocorre a formação, crescimento e desenvolvimento do feto e da placenta. Para que todas essas adaptações aconteçam de forma natural e adequada<strong> é necessário quantidade maiores de alguns nutrientes e um consumo adequado de calorias</strong>. Durante a gestação as mulheres têm um aumento da necessidade energética e essas calorias extras são necessárias para que ocorra a formação dos novos tecidos e permita assim, uma gravidez adequada tanto para a mãe, quanto para o feto</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha de quais alimentos serão consumidos, com maior frequência no dia a dia dependem de diversos fatores: sociais, econômicos, culturais, regionais, religiosos entre outros, portanto, para se garantir uma alimentação de qualidade, todos esses aspectos devem ser levados em consideração. Entretanto, dentro de todos esses parâmetros individuais, há uma regra básica de orientação extremamente importante: <strong>faça como base alimentar o consumo de alimentos naturais</strong> como cereais, tubérculos, leguminosas, vegetais, frutas, carnes e ovos e <strong>evite ao máximo o consumo de alimentos industrializados</strong>, que são mais processados, normalmente ricos em açúcares, gorduras, sal, corantes e conservantes. Alguns exemplos desses produtos são: macarrão instantâneo, carnes processadas (salsicha, presunto, mortadela, peito de peru), produtos lácteos ricos em açúcares e corantes, biscoitos e salgadinhos de pacote.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes acredita-se que os alimentos <em>diet</em> e <em>light </em>são alimentos saudáveis por não conterem determinados componentes (calorias, açúcares ou gorduras) ou por terem suas quantidades reduzidas, no entanto o uso destes devem ser evitados pelas gestantes, uma vez que podem conter adoçantes artificiais e acréscimo de outras substâncias que são prejudiciais. Os<strong> produtos ultraprocessados podem conter ingredientes nocivos à saúde da gestante e ao desenvolvimento adequado do feto</strong>, assim, a ingestão desse grupo de alimentos deve ser evitada. Portanto, <strong>manter uma alimentação diversificada, equilibrada, rica em nutrientes provindos de comida de verdade é fundamental para uma gestação saudável.</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-2372 alignnone" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-300x198.jpg" alt="" width="327" height="215" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-300x198.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-1024x677.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-768x508.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-1536x1016.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-2048x1354.jpg 2048w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-741x486.jpg 741w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-1068x706.jpg 1068w" sizes="(max-width: 327px) 100vw, 327px" /><img loading="lazy" class="wp-image-2371 alignnone" style="text-align: justify;" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-300x225.jpg" alt="" width="287" height="215" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-300x225.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-1024x768.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-768x576.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-80x60.jpg 80w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-265x198.jpg 265w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-1068x801.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio.jpg 1216w" sizes="(max-width: 287px) 100vw, 287px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Existem orientações de uso de suplementos durante a gestação, porém não devemos esquecer que <strong>a alimentação saudável e balanceada sempre será a principal e mais importante fonte de nutrientes</strong>. A indicação de suplementos é apenas para complementar algum componente essencial que é importante para o seguimento adequado da gestação, mas é uma condição muito individual e deve ser feita sob orientação de um profissional de saúde. Os suplementos mais comumente utilizados são o ferro e o ácido fólico.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>O que mudou com o COVID-19?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Com a aparição do novo CORONAVÍRUS configurou-se uma pandemia e, com isso, foram necessárias diversas mudanças habituais em pontos do cotidiano com o propósito de minimizar a disseminação do vírus e os problemas trazidos por ele. Os atendimentos médicos foram modificados de uma maneira geral, mas as gestantes continuam com seu pré-natal garantido.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa situação originou novas pesquisas buscando avaliar se a pandemia poderia mudar as necessidades de suplementação durante a gestação para proteger as gestantes da COVID-19. Mas <strong>não há evidências científicas de que um suplemento ou um alimento específico reduza as chances de contaminação ou transmissão do SARS-CoV-2 em gestantes </strong>ou em outros grupos populacionais. Além disso, também não há dados significativos sobre mulheres grávidas serem mais suscetíveis à infecção por COVID-19 ou a desenvolverem a doença de forma mais grave que a população geral. O que a ciência demonstrou até o momento é que a amamentação fornece baixo risco de transmissão do vírus.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto importante é que estudos prévios à COVID-19 demonstram que o uso excessivo de medicamentos durante a gestação podem envolver complicações metabólicas tanto no feto quanto no desenvolvimento após o nascimento, portanto, a recomendação é que gestantes cumpram todas as medidas possíveis para evitar o contato com o vírus: ficar em casa sempre que possível; quando for necessário sair que use máscara, higienize as mãos com frequência e não levem as mãos ou qualquer objeto à boca, nariz ou olhos; não participar de aglomerações; é necessário que toda a família se envolva nesse processo de proteção à gestante, evitando que ela se contamine e seja indicado o uso de diversos medicamentos, necessários para o tratamento da COVID-19, durante o período gestacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que a gravidez é um período em que está ocorrendo modificações importantes no organismo é essencial que nesse momento a gestante faça o consumo de alimentos mais naturais e variados. Com a aparição do novo CORONAVÍRUS é importante lembrar de <strong>higienizar</strong> corretamente todos os alimentos antes de serem armazenados e consumidos: lavar com sabão ou deixar de molho em solução de água sanitária (de acordo com as normas descritas na embalagem) e enxaguar em água corrente, ou utilizar álcool 70%. Após a secagem dos alimentos eles podem ser guardados na geladeira ou armário e estão seguros para o consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, uma importante orientação para gestantes durante a pandemia é que tanto as afetadas pela COVID-19 quanto as não afetadas,<strong> continuem seguindo as rotinas de acompanhamento médico</strong>, assim, caso seja necessária alguma modificação específica será observado pelo profissional que a atende e serão feitas as <strong>orientações/alterações individuais</strong> de acordo com as necessidades de cada gestante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ANDRADE, A. C. dos S. P. <em>et al.</em> Pandemia do Coronavírus Recomendações para Gestantes e Puérperas. n. 1, p. 74, 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">BOTELHO, V. C. S. F. GUIA COM ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS PARA GESTANTES E PUÉRPERAS SOBRE COVID-19: SEGURANÇA ALIMENTAR EM TEMPOS DE PANDEMIA POR CORONAVÍRUS. Disponível em &lt;<a href="http://www.unirio.br/ccbs/nutricao/niden/niden-old/arquivo/guia-orientacao-nutriconal-gestante-e-puerpera-sobre-covid-19_prof-valeria-c-s-furtado-botelho">http://www.unirio.br/ccbs/nutricao/niden/niden-old/arquivo/guia-orientacao-nutriconal-gestante-e-puerpera-sobre-covid-19_prof-valeria-c-s-furtado-botelho</a>&gt; Acesso em 13/10/2020.</p>
<p style="text-align: justify;">CASTRO, P. <em>et al.</em> COVID-19 and Pregnancy: An Overview. <strong>Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia / RBGO Gynecology and Obstetrics</strong>, v. 42, n. 07, p. 420–426, 2020. DOI:10.1055/s-0040-1713408</p>
<p style="text-align: justify;">DASHRAATH, P. <em>et al.</em> Coronavirus disease 2019 (COVID-19) pandemic and pregnancy. <strong>American Journal of Obstetrics and Gynecology</strong>, v. 222, n. 6, p. 521–531, 2020. DOI:10.1016/j.ajog.2020.03.021</p>
<p style="text-align: justify;">ESTRELA, F. M. <em>et al.</em> Gestantes no contexto da pandemia da COVID-19: reflexões e desafios. <strong>Physis: Revista de Saúde Coletiva</strong>, v. 30, n. 2, 2020. DOI:10.1590/s0103-73312020300215</p>
<p style="text-align: justify;">GAO, X. <em>et al.</em> Clinical and immunologic features among COVID-19–affected mother–infant pairs: antibodies to SARS-CoV-2 detected in breast milk. <strong>New Microbes and New Infections</strong>, v. 37, p. 100752, 2020. DOI:10.1016/j.nmni.2020.100752</p>
<p style="text-align: justify;">JUAN, J. <em>et al.</em> Effect of coronavirus disease 2019 (COVID‐19) on maternal, perinatal and neonatal outcome: systematic review. <strong>Ultrasound in Obstetrics &amp; Gynecology</strong>, v. 56, n. 1, p. 15–27, 2020. DOI:10.1002/uog.22088</p>
<p style="text-align: justify;">RAJEWSKA, A. <em>et al.</em> COVID-19 and pregnancy – where are we now? A review. <strong>Journal of Perinatal Medicine</strong>, v. 48, n. 5, p. 428–434, 2020. DOI:10.1515/jpm-2020-0132</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE AS AUTORAS:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/6589568123756951" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2376" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maira-Schuchter-2-300x293.jpeg" alt="" width="190" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maira-Schuchter-2-300x293.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maira-Schuchter-2.jpeg 734w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maíra Schuchter Ferreira</strong><br />
<em>Nutricionista (UFJF), Mestra em Saúde e Nutrição (UFOP), atualmente é aluna de doutorado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA-Unicamp), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisas de Programação Metabólica com modelos experimentais e estuda os efeitos da obesidade na expressão gênica placentária e nos desfechos fetais.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/3661803174294819" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2375" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Josilene-Oliveira-2-300x295.jpeg" alt="" width="190" height="187" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Josilene-Oliveira-2-300x295.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Josilene-Oliveira-2.jpeg 649w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a><strong>Josilene Lopes de Oliveira</strong><br />
<em>Nutricionista </em><em>(UFV), Mestra em Saúde e Nutrição, com ênfase na área de Bioquímica e Fisiopatologia da Nutrição (UFOP), atualmente é aluna de doutorado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA-Unicamp), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e C</em><em>omorbidades).  Atua principalmente na área de programação metabólica, doenças crônicas não transmissíveis e distúrbios do metabolismo.</em></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/0304015597536804" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2374" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ana-Paula-Sanches-2-294x300.jpeg" alt="" width="190" height="194" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ana-Paula-Sanches-2-294x300.jpeg 294w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ana-Paula-Sanches-2.jpeg 405w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Paula Varela Sanches</strong><br />
N<em>utricionista (PUC &#8211; Campinas), atualmente é aluna de mestrado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA-Unicamp), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Tem experiência na área de programação metabólica e estuda a relação entre a obesidade materna com o desenvolvimento placentário e desfecho fetal.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-suplementacao-durante-a-gestacao-o-que-precisamos-saber-em-tempos-de-covid-19/">Alimentação e suplementação durante a gestação: o que precisamos saber em tempos de COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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