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	<title>exercícios físicos | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Vale a pena praticar exercícios mesmo em cidades com ar poluído?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 20:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[ar poluído]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a turma dos que não gostam de praticar atividades físicas, desculpas nunca estão em falta. Vale tudo para justificar o sedentarismo. Uma destas ‘desculpas’ – muito comum de ser ouvida em áreas urbanas – é que “não compensa” fazer exercícios ao ar livre na cidade, pois a poluição do ar prejudica os pulmões e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a turma dos que não gostam de praticar atividades físicas, desculpas nunca estão em falta. Vale tudo para justificar o sedentarismo. Uma destas ‘desculpas’ – muito comum de ser ouvida em áreas urbanas – é que “não compensa” fazer exercícios ao ar livre na cidade, pois a poluição do ar prejudica os pulmões e causa doenças. Pra quê fazer exercícios se vou ficar doente? – esta é a lógica. Mas será que faz sentido esta história?</p>
<p>De fato, quando praticamos atividades físicas, aumentamos o consumo de oxigênio. Com isto, respiramos um volume maior de ar. Se o ar for poluído, então estaremos respirando mais ‘sujeira’ quando nos exercitamos. Isto pode ser particularmente perigoso para a terceira idade e crianças.</p>
<p>Mas será que os benefícios à saúde resultantes dos exercícios não compensam essa “sujeira” a mais nos pulmões?</p>
<figure id="attachment_1082" aria-describedby="caption-attachment-1082" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-1082" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/04/exercicios-em-areas-verdes.jpg" alt="exercicios em areas verdes" width="700" height="392" /><figcaption id="caption-attachment-1082" class="wp-caption-text">Pesquisadora afirma que ainda é preferível praticar esportes e atividades físicas ao lado do verde, e não do cinza!</figcaption></figure>
<p>Foi exatamente esta questão que uma pesquisa realizada pela Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, resolveu responder. Publicado na última edição do periódico científico <em>Environmental Health Perspectives</em>, o estudo é o maior já feito sobre os efeitos da poluição urbana na saúde de praticantes de esportes.</p>
<p>Para tanto, os pesquisadores analisaram dados de saúde de mais de 52 mil pessoas, moradores da capital dinamarquesa e de uma cidade próxima. Entre 1993 e 1997, todos responderam rotineiramente questionários sobre sua saúde e seus hábitos de vida, incluindo a prática de esportes e de atividades recreativas ao ar livre, como caminhadas.</p>
<p>Sabendo disto, os pesquisadores estimaram a concentração de poluentes que cada um deles respirou de acordo com o local em que moravam. Isto é, foi levado em consideração se era um bairro residencial ou industrial, a proximidade de grandes vias urbanas e a presença de parques e demais áreas verdes ao redor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>VALE A PENA, SIM, RESPIRAR UM POUQUINHO A MAIS DE POLUIÇÃO</strong></h4>
<p>Até 2010, 5.500 dos participantes haviam falecido. Os pesquisadores perceberam que havia um <strong>número 20% menor de mortes entre aqueles que se exercitavam</strong> freqüentemente em relação a quem não praticava exercícios físicos.</p>
<p>A conclusão mais interessante é esta: não importava se a pessoa vivia em um bairro com ar mais ou menos poluído, ou se morava longe ou perto de grandes avenidas e rodovias –  <strong>exercitar-se sempre foi correlacionado a uma sobrevida maior</strong> entre os moradores.</p>
<p>“A poluição do ar muitas vezes é vista como uma barreira à prática de atividades físicas em áreas urbanas. Em vista do fardo cada vez maior da obesidade nas sociedades modernas, nossas descobertas dão suporte às iniciativas de estimular os exercícios, mesmo em áreas urbanas com muita poluição”, afirmou Zorana Jovanovic Andersen, professora no Centro de Epidemiologia da Universidade de Copenhagen.</p>
<p>Nosso corpo agüenta: número de falecimentos foi 1/5 menor entre aqueles que se exercitavam, mesmo em regiões de alta poluição atmosférica.</p>
<p>“Todavia, nós ainda aconselhamos as pessoas a se exercitarem e a pedalarem em áreas verdes, parques, bosques, com pouca poluição no ar e longe de vias movimentadas, tanto quanto possível”, disse Zorana.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em uma das capitais mais “limpas” da Europa, inclusive em termos de qualidade do ar. Por isso, os pesquisadores afirmam que as conclusões não são necessariamente válidas em cidades em que o nível de poluição atmosférica é maior, como seria o caso de muitas capitais brasileiras. De qualquer maneira, os dados são um ótimo estímulo para praticar mais atividades, aumentar a expectativa de vida e dizer para aquele amigo que não sai do sofá que a história da “poluição fazer mal” é, de fato, apenas uma “desculpa” para manter-se preguiçoso!</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/vale-a-pena-praticar-exercicios-mesmo-em-cidades-com-ar-poluido/">Vale a pena praticar exercícios mesmo em cidades com ar poluído?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exercícios após comer diminuem açúcar e gorduras no sangue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2015 20:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[horário]]></category>
		<category><![CDATA[refeições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que praticar atividades físicas é importante, isso todo mundo bem sabe hoje em dia. Muito mais do que “apenas” ajudar a perder peso, os exercícios fortalecem o corpo por fora e por dentro, diminuindo os riscos para uma série de doenças perigosas. A novidade da vez é que cientistas descobriram que o horário em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que praticar atividades físicas é importante, isso todo mundo bem sabe hoje em dia. Muito mais do que “apenas” ajudar a perder peso, os exercícios fortalecem o corpo por fora e por dentro, diminuindo os riscos para uma série de doenças perigosas. A novidade da vez é que cientistas descobriram que <strong>o horário em que praticamos exercícios</strong> tem uma influência enorme na nossa saúde.</p>
<p>O novo estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Missouri (UM), nos Estados Unidos, acompanhou um grupo de obesos, todos com <a title="‘Hormônio do sono’ em falta pode causar obesidade e diabetes" href="http://www.sobrepeso.com.br/hormonio-sono-em-falta-pode-causar-obesidade-e-diabetes/">diabetes tipo 2</a>. Para eles, perder peso é uma tarefa urgente, já que tanto o sobrepeso quanto o diabetes aumentam os riscos para <a title="Deixar de se exercitar por 5 dias piora saúde das pernas" href="http://www.sobrepeso.com.br/deixar-de-se-exercitar-por-5-dias-piora-saude-das-pernas/">doenças cardiovasculares</a>, como enfartos e derrames.</p>
[quote_right]O horário em que nos exercitamos é tão importante quanto a intensidade e a duração[/quote_right]
<p>Os obesos do estudo fizeram atividades físicas para ganhar resistência muscular – como agachamentos e abdominais – em dois períodos diferente: antes das refeições e, dias depois, 45 minutos após as refeições.</p>
<p>Os resultados, publicados na mais recente edição do periódico <em>Journal of Applied Physiology</em>, mostram uma diferença interessante. Praticar exercícios antes das refeições ajudou a diminuir a quantidade de <strong>açúcar</strong> no sangue após comer. Mas praticar atividades <em>após</em> as refeições diminuiu não somente a quantidade de açúcar, como também a quantidade de <strong>gorduras</strong> na corrente sangüínea.</p>
<figure id="attachment_1026" aria-describedby="caption-attachment-1026" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1026" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/02/correr-na-esteira-saude.jpg" alt="correr na esteira saude" width="800" height="406" /><figcaption id="caption-attachment-1026" class="wp-caption-text">O estudo mostrou melhoras na saúde quando as atividades físicas são feitas 45 minutos após as refeições.</figcaption></figure>
<p>“Este estudo mostra que não é apenas a intensidade ou a duração dos exercícios que importa, mas também o horário em que são feitos”, explica a professora Jill Kanaley, do Departamento de Nutrição e Fisiologia do Exercício da UM.</p>
<p>“Saber o melhor horário para se exercitar após as refeições pode fornecer aos profissionais da saúde uma compreensão melhor de como personalizar as prescrições de exercícios, otimizando os benefícios à saúde”, disse a pesquisadora.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/exercicios-apos-comer-diminuem-acucar-e-gorduras-no-sangue/">Exercícios após comer diminuem açúcar e gorduras no sangue</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exercícios físicos tiram do corpo substância depressiva</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 19:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a atividade física, não é só o suor que ajuda o organismo a se livrar de substâncias ruins e tóxicas ao organismo, o tecido muscular esquelético exerce papel semelhante — expurga a depressão. A liberação de hormônios proporcionada pela prática de esportes conhecidamente promove uma sensação de bem-estar e satisfação, mas o segredo da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a atividade física, não é só o suor que ajuda o organismo a se livrar de substâncias ruins e tóxicas ao organismo, o tecido muscular esquelético exerce papel semelhante — <strong>expurga a</strong> <a title="Exercícios físicos ajudam a proteger jovens da depressão" href="http://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-ajudam-a-proteger-jovens-da-depressao/"><strong>depressão</strong></a>.</p>
<p>A liberação de hormônios proporcionada pela prática de esportes conhecidamente promove uma sensação de bem-estar e satisfação, mas o segredo da atividade física como forma de combate ao distúrbio psiquiátrico não se limita a isso. Uma série de alterações metabólicas acontece em cadeia, principalmente no tecido muscular esquelético, que consegue tirar do sangue uma substância que se acumula em situações de estresse e é altamente prejudicial ao cérebro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA DESCOBERTA EXCITANTE</strong></p>
<p>A descoberta foi relatada na revista científica Cell por um grupo de pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia. Liderados por Leandro Agudelo, os cientistas chegaram a essa conclusão após experimentos com camundongos. Eles partiram do conhecimento de que, durante a prática de exercícios, a PGC-1alpha1 se acumula no tecido muscular esquelético. Essa proteína é mediadora do benefício do condicionamento muscular a partir da prática de atividades físicas. Com essa constatação em mente, produziram cobaias geneticamente modificadas para ter alto nível de PGC-1alpha1, simulando os resultados químicos de um organismo com músculos bem treinados.</p>
<p>Animais modificados e normais foram expostos a situações de estresse, como ruído alto, luzes piscando e inversão do ritmo circadiano (dia/noite) em intervalos irregulares. Após cinco semanas de estresse leve, os camundongos sem alteração genética desenvolveram comportamento depressivo. Os modificados, não. Ao analisar mais profundamente as alterações metabólicas nas cobaias, os pesquisadores descobriram que as com alta concentração da proteína também tinham índices mais elevados de enzimas KAT, responsáveis por converter a quinurenina, uma substância formada durante o estresse, em ácido quinurênico. Essa transformação é benéfica ao cérebro.</p>
<p>“Nossa hipótese inicial de pesquisa foi que o músculo treinado produziria uma substância com efeitos positivos ao cérebro, mas, na verdade, encontramos o oposto. Músculos bem treinados produzem uma enzima que limpa o corpo de substâncias nocivas, evitando que elas ultrapassem a barreira hematoencefálica. Portanto, nesse contexto, a função do músculo é uma reminiscência do que vem do rim ou do fígado”, explica Jorge Ruas, investigador do Departamento de Fisiologia e Farmacologia do Instituto Karolinska e autor do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_491" aria-describedby="caption-attachment-491" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="wp-image-491 size-full" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/exercicio-fisico-depressao.jpg" alt="exercicio fisico depressao" width="400" height="600" /><figcaption id="caption-attachment-491" class="wp-caption-text">Exercitar-se &#8211; um sinônimo de desintoxicação?</figcaption></figure>
<p><strong>ALTERAÇÕES NO CORPO</strong><br />
Para confirmar a descoberta, os pesquisadores forneceram aos dois grupos de cobaia altas doses de quinurenina. Mais uma vez, as normais exibiram comportamento depressivo e as modificadas geneticamente, não. A função exata da quinurenina não é conhecida, mas níveis elevados dela podem ser medidos em pacientes com doenças mentais. “Em termos neurobiológicos, nós realmente ainda não sabemos o que é a depressão. Nosso estudo representa mais uma peça no quebra-cabeça, uma vez que fornece uma explicação para as alterações bioquímicas de proteção induzidas pelos exercícios físicos que impedem que o cérebro seja danificado durante o estresse”, completa Ruas.</p>
<p>Os pesquisadores acreditam que as descobertas podem representar um novo princípio para ações farmacológicas no tratamento da depressão. Em vez de elas agirem diretamente no cérebro, estimulariam a função muscular esquelética. “Esse músculo parece ter um efeito de desintoxicação que, quando ativado, pode proteger o cérebro de danos e doença mental relacionada”, conclui Ruas. Coordenador do Centro de Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho, Ricardo Nahas ressalta que a novidade do estudo é a descoberta de um neurotransmissor envolvido no processo de prevenção, já que, há algum tempo, se sabe da relação entre atividades físicas e tratamentos contra ansiedade, estresse, depressão e dependência.</p>
<p>“Sempre pensamos que o exercício melhorava as condições do indivíduo em geral com a queda da gordura corporal e a formação de novos vasos sanguíneos, mas o trabalho mostra uma ação direta do músculo e a produção de uma substância que protege o cérebro da depressão.” Nahas relata que, até então, os benefícios para o cérebro eram comparados e acompanhados pelos ganhos cardiovasculares conquistados com os exercícios físicos. Hoje, os principais efeitos dizem respeito à produção de hormônios como a serotonina e a endorfina. “O primeiro antidepressivo criado, o Prozac, funciona principalmente pelo aumento da quantidades de serotonina no cérebro”, complementa.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-tiram-do-corpo-substancia-depressiva/">Exercícios físicos tiram do corpo substância depressiva</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exercícios físicos podem piorar saúde dos dentes, diz pesquisa</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-podem-piorar-saude-dos-dentes-diz-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 20:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[dentes]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde bucal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você se considera um atleta? Corre, malha ou nada pensando em melhorar seu bem-estar e manter a saúde do corpo? Pois saiba que, fazendo isso, você pode estar colocando em risco a saúde dos seus dentes. Pelo menos é o que indica um novo estudo publicado no The Scandinavian Journal of Medicine &#38; Science in [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você se considera um atleta? Corre, malha ou nada pensando em melhorar seu bem-estar e manter a saúde do corpo? Pois saiba que, fazendo isso, você pode estar colocando em risco a saúde dos seus dentes.</p>
<p>Pelo menos é o que indica um novo estudo publicado no <em>The Scandinavian Journal of Medicine &amp; Science in Sports</em>, que constatou que um treinamento físico pesado pode contribuir para problemas dentários.</p>
<p>Pesquisadores da Faculdade de Odontologia do Hospital Universitário de Heidelberg, na Alemanha, recrutaram 35 triatletas e 35 adultos saudáveis. Após um exame oral completo em todos os participantes, 15 dos atletas fizeram corridas extenuantes de cerca de 35 minutos e tiveram sua saliva coletada várias vezes. Essa saliva foi posteriormente comparada entre os grupos.</p>
<p>Comparado com o grupo de controle, os atletas mostraram significativamente maior erosão do esmalte do dente. Eles também tendem a ter mais cavidades de cárie, e esse risco vai aumentando à medida que o tempo de treinamento do atleta cresce. Acima de tudo, quanto mais horas um atleta passa treinando, mais provável é que ele tenha cáries.</p>
<p>Além de tudo isso, a quantidade de saliva que os atletas produziam foi progressivamente diminuindo de acordo com o treino – eles ficavam com a boca mais seca independentemente de terem consumido água ou outras bebidas durante o treino. A composição química da saliva também mudou, ficando mais alcalina, o que pode contribuir para o desenvolvimento de tártaro nos dentes e outros problemas bucais.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-482" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/exercicios-fisico-saude.jpg" alt="exercicios fisico saude" width="268" height="400" />– Nós sabemos que os pacientes atletas, principalmente os de alta performance, possuem uma <a title="Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!" href="http://www.sobrepeso.com.br/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">alimentação diferenciada</a>. É frequente a utilização de pastas ou géis com alta concentração de carboidratos e açúcares e bebidas do tipo repositores energéticos com baixo pH, o que pode aumentar o risco de desenvolvimento de cárie – explica a dentista Bárbara Capitanio de Souza, uma das fundadoras da Academia Brasileira de Odontologia do Esporte.</p>
<p>Segundo ela, os atletas devem se preocupar em analisar quais os riscos que a prática esportiva para o cuidado dos dentes. Os dados apontados pela pesquisa não são os únicos a serem observados na hora de prevenir danos à saúde bucal ao realizar exercícios físicos.</p>
<p>– Existem diferentes enfoques, como quais modalidades esportivas causam maior risco de fratura dentária ou trauma na região bucomaxilofacial, quais dentes são mais traumatizados de acordo com cada modalidade esportiva, quais atletas estão mais suscetíveis a doenças dentárias como cárie e doença periodontal ou quais atletas estão mais suscetíveis a erosão dentária – diz.</p>
<p>Ela reforça a orientação para que atletas amadores ou profissionais busquem acompanhamento de um cirurgião-dentista do esporte, para que ele possa desenvolver um planejamento preventivo ou terapêutico, quando for o caso, com o objetivo de manter ou melhorar a sua saúde bucal, sem prejudicar o seu desempenho físico.</p>
<p>– Cada modalidade esportiva, rotinas, comportamentos e hábitos de vida possuem particularidades que direcionam os cuidados. Normalmente, os produtos prescritivos utilizados são fórmulas manipuladas que desenvolvi, baseada em diferentes pesquisas, e que possuem indicação direcionada para cada caso. É diferente a orientação para um nadador e jogador de futebol – afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como você, atleta (profissional ou de fim de semana) pode manter a saúde bucal</strong></p>
<p>Veja algumas dicas simples que podem ajudar a aliar a atividade física e a saúde bucal</p>
<ol>
<li>Manutenção de uma boa higiene bucal, com o uso de escova e fio dental;</li>
<li>Em caso de utilização frequente de repositores energéticos, não usar creme dental muito abrasivo, para evitar uma perda adicional de estrutura dentária;</li>
<li>Evite ficar longos períodos sem a realização de higiene bucal após a ingestão desses alimentos mais açucarados;</li>
<li>Colutórios fluoretados podem ajudar a reduzir os riscos, mas eles devem sempre ser prescritos e sua utilização, acompanhada por um cirurgião-dentista.</li>
</ol><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-podem-piorar-saude-dos-dentes-diz-pesquisa/">Exercícios físicos podem piorar saúde dos dentes, diz pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exercícios físicos ajudam a proteger jovens da depressão</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 19:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[EdE]]></category>
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		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É o que indica pesquisa divulgada durante a convenção anual da Associação de Psicologia Americana. Estudiosos da Universidade de North Texas constataram que estudantes do sexto ano do ensino fundamental que se exercitam são menos propensos a sentimentos depressivos. Os pesquisadores investigaram dados de 437 estudantes, sendo 55% meninas, de áreas metropolitanas da região de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É o que indica pesquisa divulgada durante a convenção anual da Associação de Psicologia Americana. Estudiosos da Universidade de North Texas constataram que estudantes do sexto ano do ensino fundamental que se exercitam são menos propensos a sentimentos depressivos.</p>
<p>Os pesquisadores investigaram dados de 437 estudantes, sendo 55% meninas, de áreas metropolitanas da região de North Texas, nos Estados Unidos. Esses jovens estavam incluídos em um grande estudo de avaliação da prática de atividades físicas. No sexto e no sétimo ano, os participantes preencheram questionários sobre sintomas de depressão e <a title="Haverá 300 Milhões de Diabéticos no Mundo em 2030" href="http://unicamp.diabeticool.com/havera-300-milhoes-de-diabeticos-no-mundo-em-2030/">sedentarismo</a>. Além disso, foram pesados e completaram um teste de corrida, procedimentos para avaliar se estavam em boa forma.</p>
<p>“O nível de atividade física em um estudante pode variar semanalmente, enquanto que a boa forma é o resultado de uma atividade mais prolongada. Checar o índice de massa corporal e o desempenho na corrida nos dá um quadro mais completo do nível de atividade de cada pessoa”, explicou Camilo Ruggero, pesquisador da Universidade de North Texas e principal autor do estudo.</p>
<p>Ele revelou que 28% das garotas do sexto ano e 29% das do sétimo demonstraram graus elevados de sintomas depressivos. No caso dos garotos, as taxas foram de 22% e 19%, respectivamente.</p>
<p>Ao comparar os dados das estudantes e ajustar variáveis, o pesquisador constatou que o nível de atividade física estava diretamente associado aos sintomas, mais ainda entre as adolescentes. Aquelas com melhor índice de massa corporal e que se saíram bem na prova de corrida eram as menos propensas a exibir o comportamento típico da depressão, enquanto o contrário também era verdadeiro.</p>
<p>“Programas de atividade física podem ser uma maneira de ajudar a prevenir a depressão nesses estudantes, embora as escolas devam usar outras intervenções, como terapia comunitária ou individual”, observou Ruggero, na apresentação do estudo. Na adolescência, o distúrbio está associado a diversas causas e pode afetar a saúde geral e o desempenho escolar.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-ajudam-a-proteger-jovens-da-depressao/">Exercícios físicos ajudam a proteger jovens da depressão</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Respirar do jeito certo melhora o desempenho durante atividade física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 12:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[musculação]]></category>
		<category><![CDATA[respiração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prática regular de exercícios físicos diminui o percentual de gordura no corpo, promove o aumento da massa magra e melhora a resistência muscular e o condicionamento físico. Para potencializar os resultados das atividades físicas, a dica é respirar do jeito certo. Segundo João Telles Jr., otorrinolaringologista e presidente da Academia Brasileira de Rinologia, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A prática regular de exercícios físicos diminui o percentual de <a title="Mudanças no hábito alimentar podem reduzir risco de câncer" href="http://unicamp.diabeticool.com/?p=110">gordura no corpo</a>, promove o aumento da massa magra e melhora a resistência muscular e o condicionamento físico. Para potencializar os resultados das atividades físicas, a dica é respirar do jeito certo.</p>
<p>Segundo João Telles Jr., otorrinolaringologista e presidente da Academia Brasileira de Rinologia, o corpo realiza a respiração de forma involuntária. “O ideal é inspirar pelo nariz e expirar pela boca e qualquer alteração nesse procedimento pode ser prejudicial à saúde”, ensina.</p>
<p><strong>Respirar pela boca</strong></p>
<div>A obstrução nasal, causada por rinites, sinusites e resfriados, prejudica o desempenho durante a atividade física. De acordo com o otorrinolaringologista Fabrizio Romano, coordenador da campanha “Respire pelo Nariz e Viva Melhor”, pessoas que sofrem com esses problemas correm mais risco de se desidratar durante a atividade física.</p>
<p>“As narinas são responsáveis por aquecer e umidificar o ar e realizam a filtragem do oxigênio. O atleta que respira pela boca sente-a seca e precisa consumir mais água para repor a umidade com mais frequência do que quem utiliza o nariz”, explica.</p>
<p><strong>Respiração errada na musculação</strong></p>
<p>Ainda de acordo com Romano, é muito comum entre os praticantes de musculação a prática de segurar a respiração na hora de levantar o peso. Contudo, isso é prejudicial à saúde. “Isso pode causar hipertensão arterial e até mesmo lesão nos tímpanos. O correto é soltar o ar durante a contração muscular e não o contrário”, afirma.</p>
<p>Uma boa alimentação também melhora o desempenho durante a atividade física.</p></div><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/respirar-do-jeito-certo-melhora-o-desempenho-durante-atividade-fisica/">Respirar do jeito certo melhora o desempenho durante atividade física</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Consumo de um cálice de vinho por dia só é benéfico acompanhado de exercícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 21:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerado fonte de saúde por antigas civilizações, o vinho teve suas propriedades reforçadas nos últimos anos por pesquisas que apontavam o consumo moderado da bebida como aliado no combate ao câncer e a problemas cardíacos. Pois é de um estudo científico da República Checa que vem uma má notícia aos apreciadores da bebida — ou, pelo menos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #393939;">Considerado fonte de saúde por antigas civilizações, o vinho teve suas propriedades reforçadas nos últimos anos por pesquisas que apontavam o consumo moderado da bebida como aliado no combate ao câncer e a problemas cardíacos. Pois é de um estudo científico da <strong>República Checa</strong> que vem uma má notícia aos apreciadores da bebida — ou, pelo menos, aos que são sedentários.</p>
<p style="color: #393939;">Apresentada durante o <strong>Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia</strong>, que se encerra hoje, em <strong>Barcelona</strong>, na Espanha, a pesquisa sustenta que beber quantidades moderadas de vinho não traz benefícios para a saúde do coração, a não ser que o hábito esteja associado a uma rotina de exercícios físicos.</p>
<p>Ao longo de um ano, pesquisadores do <strong>Hospital Universitário de Olomouc</strong> estudaram os efeitos de beber tanto vinho tinto quanto branco em 146 pessoas que apresentavam risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Cada indivíduo tinha de manter um diário de seus hábitos de consumo, uso de medicamentos e quantidade e tipo de exercício que realizava. Os cientistas compararam os níveis de colesterol HDL (considerado o colesterol bom, que age eliminando depósitos de gordura no interior das artérias) nos participantes. O aumento do índice é um forte sinal de maior proteção contra doenças cardíacas.</p>
<p style="color: #393939;">— O vinho não teve qualquer impacto sobre os participantes como um todo, já que os níveis de HDL permaneceram os mesmos. O único resultado positivo e contínuo foi no subgrupo de pacientes que se exercitaram durante o período — explicou o cardiologista <strong>Milos Taborsky</strong>, autor do estudo.</p>
<p style="color: #393939;">O grupo que realizou atividades físicas apresentou aumento no colesterol HDL e queda no colesterol LDL. Quando este último está alto, pode gerar o acúmulo de placas de gordura no interior das artérias e, consequentemente, aumenta o risco de doenças cardiovasculares.</p>
<p style="color: #393939;">Este é o primeiro estudo a longo prazo que comparou os efeitos do consumo moderado –segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), consumo moderado de vinho equivale a 200 ml para mulheres, 300 ml para homens, 5 vezes por semana, no máximo – de vinho tinto e branco sobre o colesterol e outros marcadores de aterosclerose, doença caracterizada pelo acúmulo de material gorduroso nas paredes das artérias.</p>
<p style="color: #393939;">— Combinar consumo moderado de vinho e exercício regular melhora marcadores de aterosclerose, sugerindo que somente esta combinação é protetora contra doenças cardiovasculares — concluiu Taborsky.</p>
<p style="color: #393939;">Chefe do serviço de Cardiologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Luis Eduardo Rohde explica que a crença de que o vinho traria benefícios vem de pesquisas metodologicamente limitadas. O especialista alerta ser preciso levar em consideração todos os riscos relacionados à ingestão de álcool:</p>
<p style="color: #393939;">— Esse estudo sugere que tomar vinho não aumenta o colesterol HDL e que não necessariamente a combinação entre exercício e vinho tem esse efeito. Pode ser reflexo apenas do exercício. Seria preciso presquisas posteriores.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Alerta a jovens acima do peso</strong></p>
<p style="color: #393939;">O congresso também apresentou um alerta a jovens acima do peso. Uma equipe de pesquisadores alemães descobriu que crianças obesas enfrentam risco até seis vezes maior de desenvolver hipertensão do que aquelas com peso saudável. A pesquisa acompanhou 22 mil crianças e adolescentes por meio de medições de pressão, índice de massa corporal (IMC) e circunferência abdominal.</p>
<p style="color: #393939;">Peter Schwandt, professor da Ludwig Maximilians University e líder da pesquisa, explicou que a prevalência de hipertensão arterial e obesidade em jovens continua a aumentar na maioria dos países de renda alta e média. Ele destacou a importância de exames simples e baratos que podem indicar os índices de gordura abdominal e alertar sobre os riscos de doenças.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Outras pesquisas sobre os benefícios (ou não) do vinho</strong></p>
<p style="color: #393939;"><strong>Em 2006</strong><br />
Foi publicado o livro The Red Wine Diet (A Dieta do Vinho Tinto, em tradução livre), que indicava os benefícios de antioxidantes presentes na bebida para combater o envelhecimento das células.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Em 2012<br />
</strong>Uma pesquisa da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos, apontou que beber uma ou duas taças de vinho por dia torna a mulher menos propensa a desenvolver osteoporose.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Em 2014<br />
</strong>Estudo da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins (EUA) não encontrou provas de que o resveratrol, antioxidante polifenol presente no vinho tinto, faz bem ao coração.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/consumo-de-um-calice-de-vinho-por-dia-so-e-benefico-acompanhado-de-exercicios/">Consumo de um cálice de vinho por dia só é benéfico acompanhado de exercícios</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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