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	<title>hábitos saudáveis | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Cozinha interativa e inclusiva contribui no desenvolvimento de hábitos saudáveis na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a relação da cozinha com os hábitos alimentares na infância? A construção dos hábitos alimentares, da infância até a adolescência, é resultado de diferentes fatores físicos, sociais e emocionais que envolvem o ambiente familiar e social. Estudos têm reforçado que a inclusão dos filhos nas práticas culinárias da família tem levado à formação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>Qual a relação da cozinha com os hábitos alimentares na infância?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">A construção dos hábitos alimentares, da infância até a adolescência, é resultado de diferentes fatores físicos, sociais e emocionais que envolvem o ambiente familiar e social. Estudos têm reforçado que a inclusão dos filhos nas práticas culinárias da família tem levado à formação de hábitos saudáveis, como escolhas alimentares, realização de atividade física e menor risco de desenvolver obesidade, pois fornecem as informações adequadas que os aproxima de escolhas mais saudáveis.  Com isso, a criança passa a ter contato com novos alimentos, sabores e texturas, tornando a sua alimentação ainda mais diversificada e melhorando seu aporte nutricional.</p>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>A cozinha em tempos de pandemia.</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">O isolamento social, decorrente da atual pandemia do Coronavírus, e os inúmeros <strong>reality</strong> <strong>shows</strong> culinários, como o famoso <strong>Masterchef</strong>, tem despertado cada vez mais nas pessoas a curiosidade de desenvolver e aprimorar suas habilidades culinárias, em meio ao tempo ocioso. É fato que a cozinha tem se tornado uma válvula de escape para uns, mas cozinhar tem se tornado mais frequente na rotina da maior parte das famílias, diante do maior tempo em casa e dos riscos de higiene relacionados ao <strong>delivery</strong>. Junto a isso, a alimentação saudável tem ganhado mais espaço e se tornado tema constante nas mídias, destacando sua relação com a imunidade, o que tem levado muitas famílias a se preocuparem mais com o que é levado à suas mesas, especialmente o que seus filhos comem.</p>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>Mas o que os estudos trazem sobre os métodos inclusivos e interativos?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">Em meio a alta visibilidade que a cozinha tem recebido, trouxemos a proposta de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Augusta, na Georgia. A pesquisa envolveu pais e filhos e propôs uma abordagem inclusiva e interativa de promoção da educação alimentar e nutricional. No estudo foi utilizado o método <strong>TEACH Kitchen</strong>, do inglês “<strong>The Eating and Cooking Healthy Kitchen</strong>”, no português essa expressão pode ser traduzida como “O comer e cozinhar saudável na cozinha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa proposta, durante 4 sessões de 2 horas cada, os participantes receberam orientações nutricionais diversas, mas também puderam interagir através da preparação de receitas saudáveis na cozinha e conversar após a refeição. Os pais e filhos que participaram da pesquisa passaram a entender melhor a importância da alimentação na promoção da saúde, especialmente seu papel no combate a obesidade e outras complicações de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro estudo publicado também por pesquisadores norte-americanos, mas da Universidade de Minnesota, reuniu resultados interessantes e que reforçam a importância do ensino da culinária no ambiente escolar, através de diferentes metodologias. De maneira geral, os pais das crianças envolvidas nos estudos relataram que as intervenções ajudaram seus filhos a experimentar novos alimentos, aumentar o consumo de vegetais e frutas, melhorar a ingestão de fibras e participar na preparação das refeições em família.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo brasileiro publicado em 2020, realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), investigou a influência da transmissão de conhecimentos e práticas culinários maternas na trajetória e relação de suas filhas com a cozinha. Os resultados desse estudo apontam que a cozinha também é um ambiente que fortalece a memória afetiva e proporciona a aproximação entre mãe e filha. Esse laço criado entre mães e filhas, inclusive, permite que algumas das entrevistadas relatem em detalhes a forma como as receitas eram preparadas, desde o uso de temperos, aplicação de técnicas culinárias e ingredientes. A preservação dessa memória e afeto com a cozinha materna acontece mesmo em meio ao contexto atual, na qual nova geração (as filhas) de mulheres tem alcançado cada vez mais visibilidade e espaço na sociedade, o que naturalmente provoca o afastamento da cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a adesão à métodos inclusivos ainda é baixa, mas algumas escolas e organizações de saúde tem discutido a necessidade de incluir a alimentação e nutrição na grade curricular. No intuito de buscar a aproximação da criança com a alimentação saudável e adequada, as escolas vêm, aos poucos, incluindo nutricionistas no seu quadro de colaboradores e propondo oficinas culinárias, visitas a fazendas e agricultores, criação de hortas escolares, entre outras ações educativas e inclusivas que incentivam a formação de hábitos alimentares saudáveis. Com isso, é possível observar, além dos benefícios no desenvolvimento cognitivo (aprendizado), sensorial e motor, o despertar da consciência ambiental nas crianças.</p>
<figure id="attachment_2341" aria-describedby="caption-attachment-2341" style="width: 451px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2341" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-300x200.jpg" alt="" width="451" height="300" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-300x200.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-768x511.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4.jpg 772w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2341" class="wp-caption-text">Imagem: Felipe Barros/ExLibris/Secom-PMI &#8211; https://www.flickr.com/photos/prefeituradeitapevi/41236200404/in/photostream/</figcaption></figure>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>O que o guia alimentar traz sobre essas estratégias?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">Segundo a última atualização do <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Alimentar para População Brasileira</a>, que traz recomendações sobre a alimentação saudável e adequada, as práticas culinárias fazem parte da identidade cultural de uma determinada população. No Brasil, em especial, apresentamos uma grande diversidade de influências culturais, como africanas, indígenas, portuguesas, dentre outras, que contribuem na formação da nossa base alimentar, que na grande maioria deve ser composta de alimentos <strong>in natura</strong> ou minimamente processados. O Guia Alimentar destaca ainda que as práticas culinárias inclusivas podem fortalecer o elo cultural da criança com a comida. Além disso, contribui para redução no consumo de produtos processados e as afasta cada vez mais dos ultraprocessados, que são produtos considerados prejudiciais à saúde (<a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentos-ultraprocessados-ruins-para-as-pessoas-e-para-o-meio-ambiente/">Matéria sobre ultraprocessados</a>). Outro ponto importante é que a criança tem maior aproximação com os alimentos, desde a seleção dos ingredientes até o desenvolvimento da receita, conhecendo não só seu aroma, textura e sabor, mas também a importância da higiene dos alimentos, entre outras habilidades.</p>
<figure id="attachment_2338" aria-describedby="caption-attachment-2338" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_guia.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2338" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_guia-231x300.png" alt="" width="307" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2338" class="wp-caption-text"><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Alimentar para a População Brasileira</a></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Abaixo nós disponibilizamos uma cartilha com sugestões de receitas saudáveis, as quais os pais podem desenvolver com seus filhos, contando com dicas nutricionais que podem enriquecer ainda mais essa experiência. Essa cartilha foi elaborada por nutricionistas e docentes do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<figure id="attachment_2339" aria-describedby="caption-attachment-2339" style="width: 302px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_cartilha.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2339" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_cartilha-227x300.png" alt="" width="302" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2339" class="wp-caption-text"><a href="https://drive.google.com/file/d/1aS-yaN5prQE_12cSKALA2sytITjwxYcG/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vamos brincar de cozinhar?</a></figcaption></figure>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">White S, Alva-Ruiz R, Chen L, et al. The Eating and Cooking Healthy (TEACH) Kitchen: A Research Protocol. J Ga Public Health Assoc. 2016;6(2):331-336. doi:10.21633/jgpha.6.2s20</p>
<p style="text-align: justify;">Scaglioni S, De Cosmi V, Ciappolino V, Parazzini F, Brambilla P, Agostoni C. Factors Influencing Children&#8217;s Eating Behaviours. Nutrients. 2018;10(6):706. doi:10.3390/nu10060706</p>
<p style="text-align: justify;">Arpe-Ratner, Elizabeth; Folkens, Stephanie; Sharma, Sonika; Daro, Deborah; Edens, Neilé K.. An Experiential Cooking and Nutrition Education Program Increases Cooking Self-Efficacy and Vegetable Consumption in Children in Grades 3–8. Journal of Nutrition Education And Behavior. 2016; 48(10):697-705, <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2016.07.021">http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2016.07.021</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Hersch D, Perdue L, Ambroz T, Boucher JL. The Impact of Cooking Classes on Food-Related Preferences, Attitudes, and Behaviors of School-Aged Children: A Systematic Review of the Evidence, 2003–2014. Prev Chronic Dis. 2014;11:140267. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5888/pcd11.140267">http://dx.doi.org/10.5888/pcd11.140267</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mazzoneto AN, Le Bourlegat IS, dos Santos JLG, Spence M, Dean M, Fiates GMR. Finding my own way in the kitchen from maternal influence and beyond – a grounded theory study based on Brazilian women’s life stories. Appetite, 2020; 150:104677. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.appet.2020.104677">https://doi.org/10.1016/j.appet.2020.104677</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;">
<p style="text-align: justify;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/4150327687313783" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2342" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios.jpg 622w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Wenicios Ferreira Chaves</strong><br />
<em><span style="font-size: 11pt;">Graduado em Nutrição (2013-2017) e Mestre em Nutrição pelo PPGN (2018-2020) ambos na Universidade Federal de Pernambuco (2020). Atualmente é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (PPGCNEM) da Universidade Estadual de Campinas. Desenvolve pesquisa no Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (LabDiMe), onde estuda o papel hipotalâmico do receptor colinérgico nicotínico alfa 7 na manutenção da homeostase energética. É bolsista FAPESP vinculado ao CEPID OCRC da UNICAMP.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lattes.cnpq.br/0575083785858546"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2343" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely.jpg 768w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Franciely da Silva Alves</strong><br />
<em>Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário do Vale do Araguaia (2013-2017). Mestra em Nutrição, Alimentos e Metabolismo pela Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso (2017-2019) na área de Nutrição. Atualmente é doutoranda em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo pela Universidade Estadual de Campinas (2019-2023) na área de Ciências da Nutrição e Metabolismo.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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			</item>
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		<title>Ser saudável diminui em 50% chances de diabetes gestacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 17:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos saudáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mantra de manter hábitos saudáveis antes mesmo da gravidez ganhou um reforço esta semana. Um novo estudo mostrou que atitudes saudáveis podem reduzir quase 50% dos casos de diabetes gestacional, complicação comum e que tem implicações para a saúde de mães e bebês no longo prazo. Ao longo das últimas décadas foram identificados vários [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mantra de manter hábitos saudáveis antes mesmo da gravidez ganhou um reforço esta semana. Um novo estudo mostrou que atitudes saudáveis podem reduzir quase 50% dos casos de <a title="Diabetes gestacional: exercícios impedem que o problema evolua para o diabetes tipo 2" href="http://www.sobrepeso.com.br/diabetes-gestacional-exercicios-impedem-que-o-problema-evolua-para-o-diabetes-tipo-2/">diabetes gestacional</a>, complicação comum e que tem implicações para a saúde de mães e bebês no longo prazo.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas foram identificados vários fatores de risco para a diabetes gestacionais que seriam facilmente modificáveis antes da gravidez. Entre os fatores estão a manutenção de um peso saudável, uma dieta saudável, atividade física regular, e o não tabagismo.</p>
<p>A equipe de pesquisadores baseada nos Estados Unidos examinou os efeitos de quatro fatores de estilo de vida &#8211; manutenção de um peso saudável, uma dieta saudável, atividade física regular, e o não tabagismo.</p>
<p>Além de concluir que <a title="Crianças formam hábitos alimentares nos primeiros anos de vida" href="http://www.sobrepeso.com.br/criancas-formam-habitos-alimentares-nos-primeiros-anos-de-vida/">hábitos saudáveis</a> poderias reduzir quase que pela metade os casos de diabetes gestacional, eles também calcularam quanto cada fator poderia ser considerado preventivo para a diabetes gestacional.</p>
<p>Os resultados são consideráveis e a equipe coordenada por Cuilin Zhang , pesquisadora sênior dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, da sigla em Inglês),  inclusive afirmou que todas as mulheres que planejam engravidar devem ser encorajadas a adotar um estilo de vida saudável.</p>
<p>“Embora seja sempre difícil mudar o comportamento, o período antes e durante a gravidez pode representar uma oportunidade para mudar o estilo de vida. Afinal de contas, estas mulheres podem estar particularmente motivadas para aderir ao conselho e melhorar a gestação e o nascimento dos bebês”, afirmaram os pesquisadores em estudo publicado no periódico científico British Medical Journal.</p>
<p>Os resultados foram baseados no monitoramento de mais de 14 mil mulheres saudáveis que participaram de um estudo chamado Nurses&#8217; Health Study II, realizado entre 1989 e 2001.</p>
<p>Na base de dados deste estudo os pesquisadores puderam comparar índices como peso, dieta, nível de atividade física e tabagismo. Diabetes gestacional foi reportada em 823 gestações.</p>
<p>De acordo com a equipe de pesquisadores, o fator de risco mais forte para a diabetes gestacional foi o sobrepeso ou obesidade.</p>
<p>As mulheres com <a title="Números da Obesidade no Brasil" href="http://www.sobrepeso.com.br/numeros-da-obesidade-no-brasil/">IMC</a> acima de 33 estavam mais de quatro vezes mais propensas a desenvolver diabetes gestacional em comparação às mulheres que tinham um IMC normal antes da gravidez.</p>
<p>As mulheres que tinham uma combinação de três fatores de baixo risco (não fumar , praticar atividade física regularmente e ter um peso saudável ) eram 41% menos propensas a desenvolver diabetes gestacional em comparação com outras mulheres grávidas.</p>
<p>Este número subiu para 52 % &#8212; ou seja, o risco de ter diabetes gestacional diminuiu &#8212; no caso das mulheres que começaram a gravidez com peso normal.</p>
<p>Em comparação com as mulheres que não cumprem nenhum dos fatores, aqueles que preenchem os quatro critérios tiveram um risco 83% menor de desenvolver diabetes gestacional.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/ser-saudavel-diminui-em-50-chances-de-diabetes-gestacional/">Ser saudável diminui em 50% chances de diabetes gestacional</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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