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	<title>Material Didático | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 18:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca quis perder alguns quilinhos e buscou na internet a melhor dieta para esse fim que atire a primeira pedra! É muito comum nos depararmos com esse tipo de informação na web, onde várias dietas já foram apontadas como a salvadora da pátria. Nos últimos anos, foi evidenciado pela mídia os diversos efeitos positivos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca quis perder alguns quilinhos e buscou na internet a melhor dieta para esse fim que atire a primeira pedra! É muito comum nos depararmos com esse tipo de informação na web, onde várias dietas já foram apontadas como a salvadora da pátria. Nos últimos anos, foi evidenciado pela mídia os diversos efeitos positivos do jejum intermitente não só para o emagrecimento, mas também para melhora de alguns parâmetros metabólicos, como níveis de colesterol e pressão, por exemplo. Mas será que o jejum intermitente é mesmo melhor para perda de peso do que uma redução de calorias comum? Nesse vídeo da série <strong>“Falando Sobre Peso”</strong> vamos entender mais sobre <strong>“Jejum intermitente”</strong>!</p>
<p>Confira e compartilhe: <a href="https://youtu.be/fUROo6knpA8"><strong>https://youtu.be/WGc7LWp0NJI</strong></a></p>
<p>Os vídeos da série <strong>“Falando SobrePeso”</strong>, desenvolvidos por <strong>Lucas Barros</strong>, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação.</p>
<p>O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante e mais visual. Os vídeos serão divulgados no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCFJ0ptY2I2Pi6KGFosQkK4A"> <strong>canal do OCRC no YouTube.</strong></a></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/2830-2/"></a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 19:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando vamos à farmácia e compramos um medicamento, nem nos damos conta de toda a pesquisa e conhecimento que aquela caixinha contém Antes de chegar em qualquer prateleira, os remédios têm que percorrer e vencer uma corrida de obstáculos que pode durar mais de 10 anos! Nesse vídeo da série “Falando Sobre Peso” vamos entender mais sobre “Como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vamos à farmácia e compramos um medicamento, nem nos damos conta de toda a pesquisa e conhecimento que aquela caixinha contém  Antes de chegar em qualquer prateleira, os remédios têm que percorrer e vencer uma corrida de obstáculos que pode durar mais de 10 anos!   Nesse vídeo da série <strong>“Falando Sobre Peso”</strong> vamos entender mais sobre <strong>“Como são feitos os medicamentos?”</strong>!</p>
<p>Confira e compartilhe: <strong><a href="https://youtu.be/WGc7LWp0NJI">https://youtu.be/WGc7LWp0NJI</a></strong></p>
<p>Os vídeos da série <strong>“Falando SobrePeso”</strong>, desenvolvidos por <strong>Lucas Barros</strong>, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação.</p>
<p>O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante e mais visual. Os vídeos serão divulgados no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCFJ0ptY2I2Pi6KGFosQkK4A"> <strong>canal do OCRC no YouTube.</strong></a></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/2821-2/"></a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Falando SobrePeso &#8211; &#8220;Obesidade: A doença do século XXI&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 18:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que a obesidade é um assunto que repercute nas redes sociais, blogs e outros veículos de comunicação. Essa doença vem tendo um crescimento exponencial em nossa sociedade, afetando a vida das pessoas em diversos âmbitos. Nesse vídeo da série &#8220;Falando Sobre Peso&#8221; vamos entender mais sobre &#8220;Obesidade, a doença do século [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que a obesidade é um assunto que repercute nas redes sociais, blogs e outros veículos de comunicação. Essa doença vem tendo um crescimento exponencial em nossa sociedade, afetando a vida das pessoas em diversos âmbitos. Nesse vídeo da série <strong>&#8220;Falando Sobre Peso&#8221;</strong> vamos entender mais sobre <strong>&#8220;Obesidade, a doença do século XXI&#8221;</strong>!</p>
<p>Confira e compartilhe:<a href="https://youtu.be/6KXOWAJv9CQ"><strong> https://youtu.be/6KXOWAJv9CQ</strong></a></p>
<p>Os vídeos da série <strong>&#8220;Falando SobrePeso&#8221;</strong>, desenvolvidos por <strong>Lucas Barros</strong>, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação.</p>
<p>O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante e mais visual. Os vídeos serão divulgados no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCFJ0ptY2I2Pi6KGFosQkK4A"> canal do OCRC no YouTube.</a></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/falando-sobrepeso-obesidade-a-doenca-do-seculo-xxi/">Falando SobrePeso – “Obesidade: A doença do século XXI”</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Falando SobrePeso &#8211; &#8220;Hipertensão: a vilã silenciosa do coração saudável&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 19:04:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Frequentemente ouvimos os termos pressão alta, pressão baixa, hipertensão e diversas outras nomenclaturas ligadas à pressão sanguínea&#8230; Mas você sabe realmente como esse mecanismo funciona no nosso organismo e quais as consequências que uma pessoa com obesidade pode enfrentar quando o assunto é hipertensão arterial? Neste vídeo da série &#8220;Falando Sobre Peso&#8221;, vamos ter as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Frequentemente ouvimos os termos pressão alta, pressão baixa, hipertensão e diversas outras nomenclaturas ligadas à pressão sanguínea&#8230; Mas você sabe realmente como esse mecanismo funciona no nosso organismo e quais as consequências que uma pessoa com obesidade pode enfrentar quando o assunto é hipertensão arterial? Neste vídeo da série <strong>&#8220;Falando Sobre Peso&#8221;</strong>, vamos ter as respostas para essas perguntas e saberemos mais sobre <strong>&#8220;Hipertensão: a vilã silenciosa do coração saudável&#8221;</strong></p>
<p>Confira e compartilhe:<strong> <a href="https://youtu.be/KkNZN8cqSgw">https://youtu.be/KkNZN8cqSgw</a></strong></p>
<p>Os vídeos da série <strong>&#8220;Falando SobrePeso&#8221;</strong>, desenvolvidos por <strong>Lucas Barros</strong>, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação.</p>
<p>O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante e mais visual. Os vídeos serão divulgados no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCFJ0ptY2I2Pi6KGFosQkK4A"> canal do OCRC no YouTube.</a></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/falando-sobrepeso-hipertensao-a-vila-silenciosa-do-coracao-saudavel/">Falando SobrePeso – “Hipertensão: a vilã silenciosa do coração saudável”</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Falando SobrePeso: a série de vídeos com informação de qualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 17:49:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vídeos da série &#8220;Falando SobrePeso&#8221;, desenvolvidos por Lucas Barros, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação. O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os vídeos da série <strong>&#8220;Falando SobrePeso&#8221;</strong>, desenvolvidos por <strong>Lucas Barros</strong>, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação.</p>
<p>O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante e mais visual. Os vídeos serão divulgados no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCFJ0ptY2I2Pi6KGFosQkK4A"> canal do OCRC no YouTube.</a></p>
<p>O primeiro vídeo <strong>&#8220;Os filhos da fome&#8221;</strong> já está disponível e traz a relação entre condições adversas durante a gestação e a saúde futura dos bebês. Confira e compartilhe: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CtJEjLzqcn0&amp;list=PLUMQsFXmQNmcrwQTP8lm7rarfRciRqoRu">https://www.youtube.com/watch?v=CtJEjLzqcn0&amp;list=PLUMQsFXmQNmcrwQTP8lm7rarfRciRqoRu</a></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/falando-sobrepeso-a-serie-de-videos-com-informacao-de-qualidade/">Falando SobrePeso: a série de vídeos com informação de qualidade</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes e exercício físico</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/diabetes-e-exercicio-fisico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caracterizada pelo aumento da glicemia (glicose circulante no sangue), o diabetes mellitus é, hoje, uma das principais doenças que afetam nossa sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 422 milhões de pessoas são afetadas pela diabetes, sendo o Brasil o 5º país mais incidente. Como o diabetes se desenvolve? A glicose [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Caracterizada pelo aumento da glicemia (glicose circulante no sangue), o diabetes </span><i><span style="font-weight: 400;">mellitus</span></i><span style="font-weight: 400;"> é, hoje, uma das principais doenças que afetam nossa sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 422 milhões de pessoas são afetadas pela diabetes, sendo o Brasil o 5º país mais incidente.</span></p>
<p><b>Como o diabetes se desenvolve?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A glicose é o principal nutriente utilizado pelo nosso organismo para a produção de energia. Entretanto, em nosso organismo, a entrada de glicose nas células é regulada pela ação do hormônio insulina. Após nos alimentarmos, os níveis de glicose no sangue se elevam naturalmente e, com isso, o pâncreas responde com liberação de insulina para que a glicose possa entrar nas células. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao se comunicar com seus receptores nas células, a insulina desencadeia uma série de reações que termina com a disponibilidade de GLUT4 (proteína responsável por captar a glicose) na superfície da célula, diminuindo assim a quantidade de glicose circulante. Além disso, a insulina atua no fígado (o principal regulador do nosso metabolismo) impedindo que ele libere mais glicose na corrente sanguínea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No diabetes, podemos ter problemas na produção e/ou liberação da insulina, ou, ainda, na ação do hormônio. Seja qual for o problema, o que se observa é o aumento de glicose na corrente sanguínea (glicemia). Assim, a glicose em excesso pode ser transformada em Produtos Finais de Glicosilação (AGE’s, do inglês </span><i><span style="font-weight: 400;">Advanced Glycation End-products</span></i><span style="font-weight: 400;">), que promovem um estado de inflamação crônico responsável pelas principais complicações da doença (como alterações da visão, perda de sensibilidade, problemas cardiovasculares, etc).</span></p>
<p><b>O exercício como tratamento para diabetes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nossos músculos estão entre os principais tecidos que utilizam a glicose como fonte de energia. Em indivíduos saudáveis, quando há excesso de glicose, os músculos armazenam a glicose na forma de glicogênio. Durante atividades físicas de alta intensidade e curta duração (como corridas de 100m, por exemplo), os músculos utilizam esse glicogênio armazenado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, em atividades de média intensidade e média duração, os músculos começam a utilizar a glicose da corrente sanguínea como fonte de energia. Estudos publicados nos jornais de Medicina do Esporte têm demonstrado que, durante os exercícios físicos, nossos músculos ativam outras vias para a captação de glicose, sendo a principal delas a via da AMPK. Além disso, os exercícios também são responsáveis por diminuir, temporariamente, a resistência dos órgãos à ação da insulina. Dessa forma, além de aumentar a captação de glicose, os exercícios são responsáveis por inibirem a ação do fígado em liberar mais glicose para o sangue.</span></p>
<p><b>Qual exercício é melhor para o controle do diabetes?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos atuais e a </span><i><span style="font-weight: 400;">American Diabetes Association </span></i><span style="font-weight: 400;">(ADA) recomendam uma combinação entre exercícios aeróbicos (como caminhada, ciclismo, etc) e musculação. Os exercícios aeróbios, quando realizados por pelo menos 30 minutos por dia, melhoram a capacidade do coração em captar oxigênio, reduzindo os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por outro lado, os exercícios de musculação são responsáveis por aumentar a massa muscular e, consequentemente, melhoram a captação de glicose e auxiliam na redução da resistência à insulina. Quando estão associadas, as duas formas de exercícios melhoram os resultados uma da outra e, portanto, atualmente recomenda-se a combinação entre os métodos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos exercícios físicos, uma mudança na dieta é indicada para pacientes com diabetes para melhorar o controle glicêmico e prevenir as possíveis complicações da doença. Entretanto, apesar de serem aspectos elementares no tratamento, essas medidas devem ser auxiliares ao tratamento medicamentoso discutido com o médico. O tratamento adequado do diabetes é fundamental para garantir que sua qualidade de vida seja mantida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referências:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kirwan JP, Sacks J, Nieuwoudt S. </span><b>The essential role of exercise in the management of type 2 diabetes</b><span style="font-weight: 400;">. Cleve Clin J Med. 2017 Jul;84(7 Suppl 1):S15-S21. doi: 10.3949/ccjm.84.s1.03. PMID: 28708479; PMCID: PMC5846677.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sampath Kumar A, Maiya AG, Shastry BA, Vaishali K, Ravishankar N, Hazari A, Gundmi S, Jadhav R. </span><b>Exercise and insulin resistance in type 2 diabetes mellitus: A systematic review and meta-analysis</b><span style="font-weight: 400;">. Ann Phys Rehabil Med. 2019 Mar;62(2):98-103. doi: 10.1016/j.rehab.2018.11.001. Epub 2018 Dec 13. PMID: 30553010.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pan B, Ge L, Xun YQ, Chen YJ, Gao CY, Han X, Zuo LQ, Shan HQ, Yang KH, Ding GW, Tian JH. </span><b>Exercise training modalities in patients with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and network meta-analysis.</b><span style="font-weight: 400;"> Int J Behav Nutr Phys Act. 2018 Jul 25;15(1):72. doi: 10.1186/s12966-018-0703-3. PMID: 30045740; PMCID: PMC6060544.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Yang Z, Scott CA, Mao C, Tang J, Farmer AJ. </span><b>Resistance exercise versus aerobic exercise for type 2 diabetes: a systematic review and meta-analysis</b><span style="font-weight: 400;">. Sports Med. 2014 Apr;44(4):487-99. doi: 10.1007/s40279-013-0128-8. PMID: 24297743.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2748 alignleft" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n-300x296.jpg" alt="" width="193" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n-300x296.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n.jpg 512w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></a></p>
<p class="medium-title bv_h1" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Wesley Fernando Sales</span></strong></span></span><br />
<em>Graduando em Medicina na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua na área de Educação e Difusão do Conhecimento (EDC) do CEPID OCRC através do Programa de Bolsa Auxílio do Serviço de Apoio ao Estudante (SAE).</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/diabetes-e-exercicio-fisico/">Diabetes e exercício físico</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cozinha interativa e inclusiva contribui no desenvolvimento de hábitos saudáveis na infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[hábitos saudáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a relação da cozinha com os hábitos alimentares na infância? A construção dos hábitos alimentares, da infância até a adolescência, é resultado de diferentes fatores físicos, sociais e emocionais que envolvem o ambiente familiar e social. Estudos têm reforçado que a inclusão dos filhos nas práticas culinárias da família tem levado à formação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>Qual a relação da cozinha com os hábitos alimentares na infância?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">A construção dos hábitos alimentares, da infância até a adolescência, é resultado de diferentes fatores físicos, sociais e emocionais que envolvem o ambiente familiar e social. Estudos têm reforçado que a inclusão dos filhos nas práticas culinárias da família tem levado à formação de hábitos saudáveis, como escolhas alimentares, realização de atividade física e menor risco de desenvolver obesidade, pois fornecem as informações adequadas que os aproxima de escolhas mais saudáveis.  Com isso, a criança passa a ter contato com novos alimentos, sabores e texturas, tornando a sua alimentação ainda mais diversificada e melhorando seu aporte nutricional.</p>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>A cozinha em tempos de pandemia.</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">O isolamento social, decorrente da atual pandemia do Coronavírus, e os inúmeros <strong>reality</strong> <strong>shows</strong> culinários, como o famoso <strong>Masterchef</strong>, tem despertado cada vez mais nas pessoas a curiosidade de desenvolver e aprimorar suas habilidades culinárias, em meio ao tempo ocioso. É fato que a cozinha tem se tornado uma válvula de escape para uns, mas cozinhar tem se tornado mais frequente na rotina da maior parte das famílias, diante do maior tempo em casa e dos riscos de higiene relacionados ao <strong>delivery</strong>. Junto a isso, a alimentação saudável tem ganhado mais espaço e se tornado tema constante nas mídias, destacando sua relação com a imunidade, o que tem levado muitas famílias a se preocuparem mais com o que é levado à suas mesas, especialmente o que seus filhos comem.</p>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>Mas o que os estudos trazem sobre os métodos inclusivos e interativos?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">Em meio a alta visibilidade que a cozinha tem recebido, trouxemos a proposta de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Augusta, na Georgia. A pesquisa envolveu pais e filhos e propôs uma abordagem inclusiva e interativa de promoção da educação alimentar e nutricional. No estudo foi utilizado o método <strong>TEACH Kitchen</strong>, do inglês “<strong>The Eating and Cooking Healthy Kitchen</strong>”, no português essa expressão pode ser traduzida como “O comer e cozinhar saudável na cozinha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa proposta, durante 4 sessões de 2 horas cada, os participantes receberam orientações nutricionais diversas, mas também puderam interagir através da preparação de receitas saudáveis na cozinha e conversar após a refeição. Os pais e filhos que participaram da pesquisa passaram a entender melhor a importância da alimentação na promoção da saúde, especialmente seu papel no combate a obesidade e outras complicações de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro estudo publicado também por pesquisadores norte-americanos, mas da Universidade de Minnesota, reuniu resultados interessantes e que reforçam a importância do ensino da culinária no ambiente escolar, através de diferentes metodologias. De maneira geral, os pais das crianças envolvidas nos estudos relataram que as intervenções ajudaram seus filhos a experimentar novos alimentos, aumentar o consumo de vegetais e frutas, melhorar a ingestão de fibras e participar na preparação das refeições em família.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo brasileiro publicado em 2020, realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), investigou a influência da transmissão de conhecimentos e práticas culinários maternas na trajetória e relação de suas filhas com a cozinha. Os resultados desse estudo apontam que a cozinha também é um ambiente que fortalece a memória afetiva e proporciona a aproximação entre mãe e filha. Esse laço criado entre mães e filhas, inclusive, permite que algumas das entrevistadas relatem em detalhes a forma como as receitas eram preparadas, desde o uso de temperos, aplicação de técnicas culinárias e ingredientes. A preservação dessa memória e afeto com a cozinha materna acontece mesmo em meio ao contexto atual, na qual nova geração (as filhas) de mulheres tem alcançado cada vez mais visibilidade e espaço na sociedade, o que naturalmente provoca o afastamento da cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a adesão à métodos inclusivos ainda é baixa, mas algumas escolas e organizações de saúde tem discutido a necessidade de incluir a alimentação e nutrição na grade curricular. No intuito de buscar a aproximação da criança com a alimentação saudável e adequada, as escolas vêm, aos poucos, incluindo nutricionistas no seu quadro de colaboradores e propondo oficinas culinárias, visitas a fazendas e agricultores, criação de hortas escolares, entre outras ações educativas e inclusivas que incentivam a formação de hábitos alimentares saudáveis. Com isso, é possível observar, além dos benefícios no desenvolvimento cognitivo (aprendizado), sensorial e motor, o despertar da consciência ambiental nas crianças.</p>
<figure id="attachment_2341" aria-describedby="caption-attachment-2341" style="width: 451px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2341" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-300x200.jpg" alt="" width="451" height="300" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-300x200.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-768x511.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4.jpg 772w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2341" class="wp-caption-text">Imagem: Felipe Barros/ExLibris/Secom-PMI &#8211; https://www.flickr.com/photos/prefeituradeitapevi/41236200404/in/photostream/</figcaption></figure>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>O que o guia alimentar traz sobre essas estratégias?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">Segundo a última atualização do <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Alimentar para População Brasileira</a>, que traz recomendações sobre a alimentação saudável e adequada, as práticas culinárias fazem parte da identidade cultural de uma determinada população. No Brasil, em especial, apresentamos uma grande diversidade de influências culturais, como africanas, indígenas, portuguesas, dentre outras, que contribuem na formação da nossa base alimentar, que na grande maioria deve ser composta de alimentos <strong>in natura</strong> ou minimamente processados. O Guia Alimentar destaca ainda que as práticas culinárias inclusivas podem fortalecer o elo cultural da criança com a comida. Além disso, contribui para redução no consumo de produtos processados e as afasta cada vez mais dos ultraprocessados, que são produtos considerados prejudiciais à saúde (<a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentos-ultraprocessados-ruins-para-as-pessoas-e-para-o-meio-ambiente/">Matéria sobre ultraprocessados</a>). Outro ponto importante é que a criança tem maior aproximação com os alimentos, desde a seleção dos ingredientes até o desenvolvimento da receita, conhecendo não só seu aroma, textura e sabor, mas também a importância da higiene dos alimentos, entre outras habilidades.</p>
<figure id="attachment_2338" aria-describedby="caption-attachment-2338" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_guia.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2338" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_guia-231x300.png" alt="" width="307" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2338" class="wp-caption-text"><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Alimentar para a População Brasileira</a></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Abaixo nós disponibilizamos uma cartilha com sugestões de receitas saudáveis, as quais os pais podem desenvolver com seus filhos, contando com dicas nutricionais que podem enriquecer ainda mais essa experiência. Essa cartilha foi elaborada por nutricionistas e docentes do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<figure id="attachment_2339" aria-describedby="caption-attachment-2339" style="width: 302px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_cartilha.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2339" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_cartilha-227x300.png" alt="" width="302" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2339" class="wp-caption-text"><a href="https://drive.google.com/file/d/1aS-yaN5prQE_12cSKALA2sytITjwxYcG/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vamos brincar de cozinhar?</a></figcaption></figure>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">White S, Alva-Ruiz R, Chen L, et al. The Eating and Cooking Healthy (TEACH) Kitchen: A Research Protocol. J Ga Public Health Assoc. 2016;6(2):331-336. doi:10.21633/jgpha.6.2s20</p>
<p style="text-align: justify;">Scaglioni S, De Cosmi V, Ciappolino V, Parazzini F, Brambilla P, Agostoni C. Factors Influencing Children&#8217;s Eating Behaviours. Nutrients. 2018;10(6):706. doi:10.3390/nu10060706</p>
<p style="text-align: justify;">Arpe-Ratner, Elizabeth; Folkens, Stephanie; Sharma, Sonika; Daro, Deborah; Edens, Neilé K.. An Experiential Cooking and Nutrition Education Program Increases Cooking Self-Efficacy and Vegetable Consumption in Children in Grades 3–8. Journal of Nutrition Education And Behavior. 2016; 48(10):697-705, <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2016.07.021">http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2016.07.021</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Hersch D, Perdue L, Ambroz T, Boucher JL. The Impact of Cooking Classes on Food-Related Preferences, Attitudes, and Behaviors of School-Aged Children: A Systematic Review of the Evidence, 2003–2014. Prev Chronic Dis. 2014;11:140267. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5888/pcd11.140267">http://dx.doi.org/10.5888/pcd11.140267</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mazzoneto AN, Le Bourlegat IS, dos Santos JLG, Spence M, Dean M, Fiates GMR. Finding my own way in the kitchen from maternal influence and beyond – a grounded theory study based on Brazilian women’s life stories. Appetite, 2020; 150:104677. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.appet.2020.104677">https://doi.org/10.1016/j.appet.2020.104677</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;">
<p style="text-align: justify;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/4150327687313783" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2342" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios.jpg 622w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Wenicios Ferreira Chaves</strong><br />
<em><span style="font-size: 11pt;">Graduado em Nutrição (2013-2017) e Mestre em Nutrição pelo PPGN (2018-2020) ambos na Universidade Federal de Pernambuco (2020). Atualmente é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (PPGCNEM) da Universidade Estadual de Campinas. Desenvolve pesquisa no Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (LabDiMe), onde estuda o papel hipotalâmico do receptor colinérgico nicotínico alfa 7 na manutenção da homeostase energética. É bolsista FAPESP vinculado ao CEPID OCRC da UNICAMP.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lattes.cnpq.br/0575083785858546"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2343" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely.jpg 768w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Franciely da Silva Alves</strong><br />
<em>Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário do Vale do Araguaia (2013-2017). Mestra em Nutrição, Alimentos e Metabolismo pela Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso (2017-2019) na área de Nutrição. Atualmente é doutoranda em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo pela Universidade Estadual de Campinas (2019-2023) na área de Ciências da Nutrição e Metabolismo.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 18:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[dropcap]Quase metade dos brasileiros são sedentários. Mais de um quarto assiste pelo menos três horas de televisão todos os dias. Uma em cada cinco pessoas sofre de hipertensão e mais de 18 milhões tem o colesterol alto. Esses foram alguns dos resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em convênio com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[[dropcap]Quase metade dos brasileiros são <a title="Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?" href="http://www.sobrepeso.com.br/quantos-anos-de-vida-menos-uma-pessoa-obesa-tem/">sedentários</a>. Mais de um quarto assiste pelo menos três horas de televisão todos os dias. Uma em cada cinco pessoas sofre de hipertensão e mais de 18 milhões tem o colesterol alto.</p>
<p>Esses foram alguns dos resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde. A pesquisa avaliou, entre outros aspectos, o sedentarismo, o <a title="Abuso de álcool pode causar hipertensão mais tarde" href="http://www.sobrepeso.com.br/abuso-de-alcool-pode-causar-hipertensao-mais-tarde/">consumo de álcool</a> e cigarro e as principais doenças crônicas não transmissíveis na população brasileira.</p>
<p>Para isso, foram visitadas cerca de 80 mil casas em 1600 cidades do país ao longo do segundo semestre de 2013. Foram consultados apenas adultos, ou seja, quem tem 18 anos ou mais de idade – para se ter uma noção, estima-se que o Brasil tenha 146,3 milhões de adultos.</p>
<p>Veja, abaixo, os principais resultados.<br />
<script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;SedentarismoPesquisa avaliou quantos brasileiros são pouco ativos e quantos passam pelo menos três horas todos os dias em frente da televisão &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;Sa&amp;#47;Sade3&amp;#47;Story1&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Sade3/Story1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/Sa/Sade3/Story1/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/Sade3/Story1" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
<p>&nbsp;
</p></div>
<p>Um dos destaques da pesquisa foi o resultado relacionado ao sedentarismo. De acordo com o IBGE, 46% dos brasileiros, quase metade da população adulta, são insuficientemente ativos. Esse número é maior entre as mulheres – mais da metade delas é sedentária (51,5%). Entre os homens, o índice ficou em 39,8%. Por estado, Rondônia apresentou o maior número de pessoas pouco ativas, com 57,3%, e Minas Gerais o menor, com 41%. Outro fator interessante analisado e que pode contribuir para o sedentarismo foi a quantidade de pessoas que passam pelo menos 3 horas por dia vendo televisão: 28,9%. Novamente, as mulheres tiveram o maior índice: 31,9% contra 25,5% dos homens. Entre os estados, o Rio de Janeiro liderou o ranking, com 40,4%. Maranhão e Mato Grosso tiveram apenas 20%.    </p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;Guloseimas e refrigerantesPesquisa também analisou quantos de nós tem o hábito de consumir guloseimas e refrigerantes  &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;Sa&amp;#47;Sade3&amp;#47;Story2&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Sade3/Story2" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/Sa/Sade3/Story2/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/Sade3/Story2" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
<p>&nbsp;
</p></div>
<p>Os hábitos alimentares dos brasileiros também foram levados em consideração pela pesquisa. As guloseimas, alimentos doces, são consumidos de maneira regular por 21,7% da população. Entre os estados, houve uma grande diferença entre o primeiro e o último colocado: Santa Catarina teve um índice de 31%, enquanto o Pará de apenas 8,5%. Além disso, quase um em cada quatro adultos bebe refrigerantes com frequência – o número é de 23,4%. Os homens bebem mais que as mulheres, com 26,6% contra 20,5%. O estado que teve o menor número para esse índice foi o Rio Grande do Norte, com 10,9%. Já o Amapá teve o maior, com 31,3%.   <script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;Álcool e cigarroOutro resultado mostrou quantas pessoas consomem bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por semana e quantos são fumantes &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;al&amp;#47;alcool&amp;#47;Story1&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="alcool/Story1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/al/alcool/Story1/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/alcool/Story1" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
</div>
<p>A pesquisa também estimou o consumo de álcool e de cigarro pelos brasileiros.</p>
<p>Aproximadamente 24% dos adultos ingere bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por semana, e 26,5% uma vez por mês. Entre os homens, a frequência desse hábito foi quase três vezes maior do que entre as mulheres: 36,3% para os homens e 13% para as mulheres.</p>
<p>A idade em que as pessoas começam a consumir álcool também foi alvo da pesquisa. Os homens começam a beber mais cedo, em média aos 17,9 anos. Já as mulheres começam, em média, aos 20,6 anos.</p>
<p>Quanto aos cigarros, a pesquisa verificou que 14,5% dos adultos são fumantes, sendo 18,7% dos homens e 10,8% das mulheres. O estado com a menor quantidade de fumantes foi o Distrito Federal, com 10,6%. O estado com maior quantidade de fumantes foi o Acre, com 18,6%.<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>DOENÇAS</strong></p>
<p>Por último, a pesquisa verificou quantas pessoas no país são afetadas pelas principais doenças crônicas que não podem ser transmitidas. Essas doenças, que incluem condições cardiovasculares, câncer e diabetes, são responsáveis por mais de 70% das mortes no país. Veja abaixo alguns dos números:</p>
<p>&nbsp;</p>
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</style><div class="wpb_wrapper"><strong>DIABETES</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 6,2% &#8211; 9,1 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 5,4%</li>
<li>Mulheres: 7%</li>
</ul>
<p>A pesquisa ainda constatou que quanto maior a idade, maior a prevalência do diabetes: 0,6% das pessoas entre 18 e 29 anos sofrem da doença; esse número cresce para cerca de 20% em quem tem 75 anos ou mais.</p>
<p>Se interessou pelos dados sobre diabetes? Acompanhe <a href="http://www.diabeticool.com/explicamos-os-dados-da-nova-pesquisa-nacional-de-saude/">a análise completa dos resultados da pesquisa no portal Diabeticool</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HIPERTENSÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 21,4% &#8211; 31,3 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 18,3%</li>
<li>Mulheres: 24,2%</li>
</ul>
<p>Assim como o diabetes, a prevalência de hipertensão aumenta com a idade: ela foi de 2,8% em pessoas entre 18 e 29 anos de idade e 55% em quem tinha 75 anos ou mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COLESTEROL ALTO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 12,5% &#8211; 18,4 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 9,7%</li>
<li>Mulheres: 15,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOENÇAS DO CORAÇÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 4,2% &#8211; 6,1 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,9%</li>
<li>Mulheres: 4,4%</li>
</ul>
</div></div><div class="vc_column tdi_6  wpb_column vc_column_container tdc-column td-pb-span6">
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</style><div class="wpb_wrapper">
<strong>ASMA OU BRONQUITE ASMÁTICA</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 4,4% &#8211; 6,4 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,6%</li>
<li>Mulheres:5,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) OU DERRAME</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 1,5% &#8211; 2,2 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 1,6%</li>
<li>Mulheres: 1,4%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROBLEMA CRÔNICO NA COLUNA</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 18,5% &#8211; 27 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 15,5%</li>
<li>Mulheres: 21,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPRESSÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 7,6% &#8211; 11,2 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,9%</li>
<li>Mulheres: 10,9%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CÂNCER</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 1,8% &#8211; 2,7 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 1,6%</li>
<li>Mulheres: 2%</li>
</ul>
<p>Os quatro tipos mais frequentes de câncer foram o de mama (39,1% das mulheres), o de pele (16,2% dos adultos), o de próstata (36,9% dos homens) e o de colo de útero (11,8% das mulheres).<br />
</div></div></div></div><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/">Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>As 5 dicas fundamentais para grávidas com sobrepeso</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/5-dicas-fundamentais-para-gravidas-com-sobrepeso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 17:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[grávidas]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que uma futura mamãe que está acima do peso deve fazer para dar à luz filhos saudáveis e com saúde de ferro? A pergunta é importantíssima, pois já se sabe que mulheres obesas ou com sobrepeso que engravidam têm chances maiores de dar à luz filhos também acima do peso. Além disso, estes bebês [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/5-dicas-fundamentais-para-gravidas-com-sobrepeso/">As 5 dicas fundamentais para grávidas com sobrepeso</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que uma futura mamãe que está acima do peso deve fazer para dar à luz filhos saudáveis e com saúde de ferro?</p>
<p>A pergunta é importantíssima, pois já se sabe que mulheres obesas ou com sobrepeso que engravidam têm chances maiores de dar à luz filhos também acima do peso. Além disso, estes bebês são muito mais propensos a desenvolver doenças como diabetes e obesidade no futuro.</p>
<p>Então o que as grávidas podem fazer para minimizar estes riscos? Existem hábitos específicos que ajudam a melhorar a saúde durante a gestação? Estas perguntas foram respondidas pelo maior estudo já feito sobre a influência dos hábitos de vida maternos na saúde dos filhos.</p>
[quote_right]Perder peso não é, necessariamente, a maneira mais adequada de melhorar a saúde dos bebês. Vale muito mais a pena caprichar na alimentação e não descuidar na hora de praticar atividades físicas.[/quote_right]
<p>Os dados foram publicados em dois artigos na mais recente edição do respeitado periódico científico BMC Medicine.</p>
<p>Os artigos, escritos por pesquisadores da Universidade de Adelaide, na Austrália, relatam que há uma correlação clara entre bons hábitos durante a gravidez e filhos mais saudáveis ao nascer.</p>
<p>Estes bons hábitos que as mães devem seguir durante a gravidez são:</p>
<ul>
<li><a title="Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!" href="http://www.sobrepeso.com.br/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">alimentar-se bem</a> sempre, de maneira nutritiva e equilibrada;</li>
<li>seguir orientação alimentar recebida de um profissional;</li>
<li>incluir mais porções de frutas e vegetais nas refeições;</li>
<li>reduzir a quantidade de <a title="Qual a melhor dieta: comer menos gorduras ou menos açúcares?" href="http://www.sobrepeso.com.br/qual-melhor-dieta-comer-menos-gorduras-ou-menos-acucares/">gorduras saturadas</a> ingeridas;</li>
<li>praticar exercícios físicos, como caminhadas rápidas de 15-20 minutos quase todos os dias da semana.</li>
</ul>
<p>Ou seja, perder peso não é, necessariamente, a maneira mais adequada de melhorar a saúde dos bebês, segundo os pesquisadores. Vale muito mais a pena caprichar na alimentação e não descuidar na hora de praticar atividades físicas.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, grávidas que seguem estas dicas têm filhos mais saudáveis, nascidos com peso normal (menos de 4kg), que ficam menos tempo no hospital após o parto e que correm riscos menores de desenvolver problemas respiratórios.</p>
<figure id="attachment_611" aria-describedby="caption-attachment-611" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-611" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/gravidez-caminhada.jpg" alt="gravidez caminhada" width="620" height="338" /><figcaption id="caption-attachment-611" class="wp-caption-text">Um estudo do ano passado mostrou que grávidas que praticam atividades físicas fortalecem o sistema cardiovascular dos filhos, o que pode evitar uma série de doenças cardíacas no futuro.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Aproximadamente 50% das mulheres estão obesas ou acima do peso durante a gravidez&#8221;, afirmou a dra. Rosalie Grivell, co-autora do trabalho.</p>
<p>&#8220;Nossa esperança é que, ao seguirem alguns conselhos simples, práticos e alcançáveis, mulheres grávidas possam melhorar sua saúde e os prognósticos de seus bebês. Nós recomendamos, é claro, que estas mudanças no estilo de vida sejam adotadas, ao máximo possível, antes da gravidez&#8221;, explicou Rosalie.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/5-dicas-fundamentais-para-gravidas-com-sobrepeso/">As 5 dicas fundamentais para grávidas com sobrepeso</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Números da Obesidade no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 01:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EdE]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[VIGITEL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obesidade é uma epidemia global. Estimativas indicam que, hoje, dois bilhões de adultos estão com sobrepeso no mundo. Cerca de 670 milhões deles convivem com a obesidade. Avalia-se que 100 milhões de brasileiros tenham excesso de peso e 36 milhões sejam obesos. Em 2006, o Brasil passou a contar com um sistema nacional de monitoramento de excesso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é uma <a title="Refrigerantes mudam para enfrentar epidemia de obesidade" href="http://www.sobrepeso.com.br/refrigerantes-mudam-para-enfrentar-epidemia-de-obesidade/">epidemia global</a>. Estimativas indicam que, hoje, dois bilhões de adultos estão com sobrepeso no mundo. Cerca de 670 milhões deles convivem com a obesidade. Avalia-se que 100 milhões de brasileiros tenham excesso de peso e 36 milhões sejam obesos.</p>
<p>Em 2006, o Brasil passou a contar com um sistema nacional de monitoramento de excesso de peso e obesidade, chamado de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (<a title="Número de obesos no país estaciona, mas ainda é alarmante, diz pesquisa" href="http://www.sobrepeso.com.br/numero-de-obesos-no-pais-estaciona-mas-ainda-e-alarmante-diz-pesquisa/">VIGITEL</a>). Feito, como o nome diz, através de entrevistas por telefone, o VIGITEL reúne dados de adultos das capitais de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.</p>
<p>Os índices de obesidade (definida como um IMC acima de 30) aumentaram em todas as cidades estudadas pelo VIGITEL no período entre 2006 e 2012. No total, a prevalência de obesidade passou de 11,6% para 17,4%. Isso equivale a um aumento médio de 0,89% ao ano.</p>
<p>As pesquisas também mostraram que a obesidade aumentou em homens e mulheres, em todas as faixas etárias e em todos os níveis de escolaridade.</p>
<p>Confira, abaixo, o mapa da obesidade no Brasil entre 2006 e 2012, criado com base nas informações do sistema VIGITEL para as capitais brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1080px; height: 1034px;"><noscript><a href='#'><img alt='A evolução da obesidade no Brasil-Percentual de adultos obesos cresceu em todas as capitais do país entre 2006 e 2012 ' src='https:&#47;&#47;public.tableausoftware.com&#47;static&#47;images&#47;BN&#47;BNZP7WFCH&#47;1_rss.png' style='border: none' /></a></noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1080" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="path" value="shared/BNZP7WFCH" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://public.tableausoftware.com/static/images/BN/BNZP7WFCH/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /><param name="showVizHome" value="no" /><param name="showTabs" value="y" /></object></div>
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<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/shared/BNZP7WFCH" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/numeros-da-obesidade-no-brasil/">Números da Obesidade no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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