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	<title>Brasil | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Dec 2014 17:38:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 18:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[dropcap]Quase metade dos brasileiros são sedentários. Mais de um quarto assiste pelo menos três horas de televisão todos os dias. Uma em cada cinco pessoas sofre de hipertensão e mais de 18 milhões tem o colesterol alto. Esses foram alguns dos resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em convênio com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[[dropcap]Quase metade dos brasileiros são <a title="Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?" href="http://www.sobrepeso.com.br/quantos-anos-de-vida-menos-uma-pessoa-obesa-tem/">sedentários</a>. Mais de um quarto assiste pelo menos três horas de televisão todos os dias. Uma em cada cinco pessoas sofre de hipertensão e mais de 18 milhões tem o colesterol alto.</p>
<p>Esses foram alguns dos resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em convênio com o Ministério da Saúde. A pesquisa avaliou, entre outros aspectos, o sedentarismo, o <a title="Abuso de álcool pode causar hipertensão mais tarde" href="http://www.sobrepeso.com.br/abuso-de-alcool-pode-causar-hipertensao-mais-tarde/">consumo de álcool</a> e cigarro e as principais doenças crônicas não transmissíveis na população brasileira.</p>
<p>Para isso, foram visitadas cerca de 80 mil casas em 1600 cidades do país ao longo do segundo semestre de 2013. Foram consultados apenas adultos, ou seja, quem tem 18 anos ou mais de idade – para se ter uma noção, estima-se que o Brasil tenha 146,3 milhões de adultos.</p>
<p>Veja, abaixo, os principais resultados.<br />
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<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;SedentarismoPesquisa avaliou quantos brasileiros são pouco ativos e quantos passam pelo menos três horas todos os dias em frente da televisão &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;Sa&amp;#47;Sade3&amp;#47;Story1&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Sade3/Story1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/Sa/Sade3/Story1/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/Sade3/Story1" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
<p>&nbsp;
</p></div>
<p>Um dos destaques da pesquisa foi o resultado relacionado ao sedentarismo. De acordo com o IBGE, 46% dos brasileiros, quase metade da população adulta, são insuficientemente ativos. Esse número é maior entre as mulheres – mais da metade delas é sedentária (51,5%). Entre os homens, o índice ficou em 39,8%. Por estado, Rondônia apresentou o maior número de pessoas pouco ativas, com 57,3%, e Minas Gerais o menor, com 41%. Outro fator interessante analisado e que pode contribuir para o sedentarismo foi a quantidade de pessoas que passam pelo menos 3 horas por dia vendo televisão: 28,9%. Novamente, as mulheres tiveram o maior índice: 31,9% contra 25,5% dos homens. Entre os estados, o Rio de Janeiro liderou o ranking, com 40,4%. Maranhão e Mato Grosso tiveram apenas 20%.    </p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;Guloseimas e refrigerantesPesquisa também analisou quantos de nós tem o hábito de consumir guloseimas e refrigerantes  &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;Sa&amp;#47;Sade3&amp;#47;Story2&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="Sade3/Story2" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/Sa/Sade3/Story2/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/Sade3/Story2" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
<p>&nbsp;
</p></div>
<p>Os hábitos alimentares dos brasileiros também foram levados em consideração pela pesquisa. As guloseimas, alimentos doces, são consumidos de maneira regular por 21,7% da população. Entre os estados, houve uma grande diferença entre o primeiro e o último colocado: Santa Catarina teve um índice de 31%, enquanto o Pará de apenas 8,5%. Além disso, quase um em cada quatro adultos bebe refrigerantes com frequência – o número é de 23,4%. Os homens bebem mais que as mulheres, com 26,6% contra 20,5%. O estado que teve o menor número para esse índice foi o Rio Grande do Norte, com 10,9%. Já o Amapá teve o maior, com 31,3%.   <script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1020px; height: 1034px;"><noscript>&lt;a href=&#8217;#&#8217;&gt;&lt;img alt=&#8217;Álcool e cigarroOutro resultado mostrou quantas pessoas consomem bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por semana e quantos são fumantes &#8216; src=&#8217;https:&amp;#47;&amp;#47;publicrevizit.tableausoftware.com&amp;#47;static&amp;#47;images&amp;#47;al&amp;#47;alcool&amp;#47;Story1&amp;#47;1_rss.png&#8217; style=&#8217;border: none&#8217; /&gt;&lt;/a&gt;</noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1020" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="site_root" value="" /><param name="name" value="alcool/Story1" /><param name="tabs" value="no" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://publicrevizit.tableausoftware.com/static/images/al/alcool/Story1/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /></object></div>
<div style="width: 1020px; height: 22px; padding: 0px 10px 0px 0px; color: black; font: normal 8pt verdana,helvetica,arial,sans-serif;">
<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/views/alcool/Story1" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
</div>
<p>A pesquisa também estimou o consumo de álcool e de cigarro pelos brasileiros.</p>
<p>Aproximadamente 24% dos adultos ingere bebidas alcoólicas pelo menos uma vez por semana, e 26,5% uma vez por mês. Entre os homens, a frequência desse hábito foi quase três vezes maior do que entre as mulheres: 36,3% para os homens e 13% para as mulheres.</p>
<p>A idade em que as pessoas começam a consumir álcool também foi alvo da pesquisa. Os homens começam a beber mais cedo, em média aos 17,9 anos. Já as mulheres começam, em média, aos 20,6 anos.</p>
<p>Quanto aos cigarros, a pesquisa verificou que 14,5% dos adultos são fumantes, sendo 18,7% dos homens e 10,8% das mulheres. O estado com a menor quantidade de fumantes foi o Distrito Federal, com 10,6%. O estado com maior quantidade de fumantes foi o Acre, com 18,6%.<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>DOENÇAS</strong></p>
<p>Por último, a pesquisa verificou quantas pessoas no país são afetadas pelas principais doenças crônicas que não podem ser transmitidas. Essas doenças, que incluem condições cardiovasculares, câncer e diabetes, são responsáveis por mais de 70% das mortes no país. Veja abaixo alguns dos números:</p>
<p>&nbsp;</p>
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</style><div class="wpb_wrapper"><strong>DIABETES</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 6,2% &#8211; 9,1 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 5,4%</li>
<li>Mulheres: 7%</li>
</ul>
<p>A pesquisa ainda constatou que quanto maior a idade, maior a prevalência do diabetes: 0,6% das pessoas entre 18 e 29 anos sofrem da doença; esse número cresce para cerca de 20% em quem tem 75 anos ou mais.</p>
<p>Se interessou pelos dados sobre diabetes? Acompanhe <a href="http://www.diabeticool.com/explicamos-os-dados-da-nova-pesquisa-nacional-de-saude/">a análise completa dos resultados da pesquisa no portal Diabeticool</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HIPERTENSÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 21,4% &#8211; 31,3 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 18,3%</li>
<li>Mulheres: 24,2%</li>
</ul>
<p>Assim como o diabetes, a prevalência de hipertensão aumenta com a idade: ela foi de 2,8% em pessoas entre 18 e 29 anos de idade e 55% em quem tinha 75 anos ou mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COLESTEROL ALTO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 12,5% &#8211; 18,4 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 9,7%</li>
<li>Mulheres: 15,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOENÇAS DO CORAÇÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 4,2% &#8211; 6,1 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,9%</li>
<li>Mulheres: 4,4%</li>
</ul>
</div></div><div class="vc_column tdi_6  wpb_column vc_column_container tdc-column td-pb-span6">
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				}
</style><div class="wpb_wrapper">
<strong>ASMA OU BRONQUITE ASMÁTICA</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 4,4% &#8211; 6,4 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,6%</li>
<li>Mulheres:5,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) OU DERRAME</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 1,5% &#8211; 2,2 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 1,6%</li>
<li>Mulheres: 1,4%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROBLEMA CRÔNICO NA COLUNA</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 18,5% &#8211; 27 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 15,5%</li>
<li>Mulheres: 21,1%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPRESSÃO</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 7,6% &#8211; 11,2 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 3,9%</li>
<li>Mulheres: 10,9%</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CÂNCER</strong></p>
<ul>
<li>No Brasil: 1,8% &#8211; 2,7 milhões de pessoas</li>
<li>Homens: 1,6%</li>
<li>Mulheres: 2%</li>
</ul>
<p>Os quatro tipos mais frequentes de câncer foram o de mama (39,1% das mulheres), o de pele (16,2% dos adultos), o de próstata (36,9% dos homens) e o de colo de útero (11,8% das mulheres).<br />
</div></div></div></div><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/">Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cai mortalidade por câncer no Brasil</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/cai-mortalidade-por-cancer-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 13:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de mortalidade por câncer teve uma pequena queda no Brasil na última década. De 2003 a 2012, a variação anual das mortes relacionadas ao câncer entre os homens caiu 0,53% e entre as mulheres, 0,37%. Os números, divulgados nesta sexta-feira, fazem parte do Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, documento elaborado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A taxa de mortalidade por <a title="Caminhada para financiar pesquisas sobre câncer ilumina Paris" href="http://www.sobrepeso.com.br/caminhada-para-financiar-pesquisas-sobre-cancer-ilumina-paris/">câncer</a> teve uma pequena queda no Brasil na última década. De 2003 a 2012, a variação anual das mortes relacionadas ao câncer entre os homens caiu 0,53% e entre as mulheres, 0,37%. Os números, divulgados nesta sexta-feira, fazem parte do Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, documento elaborado pelo Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca), ligado ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados mostram um pequeno aumento no último ano incluído no documento. De 2011 a 2012, o índice de óbitos a cada 100 000 homens aumentou de 100,47 para 103,2. Entre as mulheres, a alta foi de 83,99 para 86,92. Nesse período, a quantidade de homens que morreu em decorrência da doença elevou-se de 94 649 para 98 033, e a de mulheres subiu de 82 455 para 86 040.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse crescimento, entretanto, está relacionado à melhora da qualidade da informação estatística. &#8220;O aumento discreto não significa uma elevação real. Ele se deve a mais notificações, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, que melhoraram o diagnóstico e atualmente têm mais precisão em informações médicas&#8221;, explica o cirurgião oncologista Thiago Celestino Chulam, coordenador do Programa de Prevenção do Câncer do Hospital A. C. Camargo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tumores</strong> — O câncer de <a title="5 maneiras de ficar saciado sem comer demais" href="http://www.sobrepeso.com.br/5-maneiras-de-ficar-saciado-sem-comer-demais/">estômago</a> foi o que apresentou a maior diminuição de mortalidade na década. A queda foi de 2,95% entre os homens e 2,49% entre as mulheres. De acordo com o Inca, esta redução se deve à melhoria do saneamento básico e conservação de alimentos no Brasil, que diminuiu a incidência da bactéria Helicobacter pylori, o maior fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo período, as taxas de mortalidade por câncer de próstata caíram 0,39% e de colo de útero, 1,62%, enquanto os dados de câncer de mama se mantiveram praticamente estáveis. Segundo o Inca, os casos de câncer de mama, próstata e colo de útero no Brasil estão aumentando. As taxas de mortalidade estáveis ou em queda demonstram o maior acesso ao diagnóstico precoce e tratamentos no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os tipos de câncer mais letais, o índice ligado aos tumores de intestino apresentou crescimento. Subiu 1,65% entre os homens e 0,37% entre as mulheres. O Inca explica esse aumento pela elevação da taxa de obesidade no país. Já o câncer de pulmão apresentou uma diminuição de mortalidade de 1,65% na população masculina e aumento de 1,47% entre as mulheres. A tendência é que a mortalidade feminina e masculina se tornem semelhantes e, de acordo com o Inca, reflete o padrão de tabagismo das duas últimas duas ou três décadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Letalidade</strong> — Entre 2011 e 2012, a taxa de letalidade aumentou nos cinco tipos de cânceres mais incidentes no sexo feminino: mama, brônquios e pulmões, colo de útero, estômago e cólon. Para cada 100 000 mulheres, o índice de mortes subiu 11,88 para 12,10 no caso do câncer de mama e de 7,81 para 8,18 no de carcinoma de brônquios e pulmões.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre o sexo masculino, dos cinco dos carcinomas mais letais, o índice de óbitos do período teve uma leve queda apenas no caso do tumor de esôfago: de 6,54 para 6,53. No caso do câncer de pulmão, o mais fatal entre eles, subiu de 15,01 para 15,54. A taxa elevou-se de 13,50 para 13,65 no tumor de próstata, o segundo mais letal. Já os números de câncer de estômago subiram de 9,36 para 9,39 e os de fígado, de 4,98 para 5,46.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobrevida — Na terça-feira, um grande estudo publicado no periódico The Lancet constatou que as pessoas estão vivendo mais depois de serem diagnosticadas com câncer no mundo. De acordo com os pesquisadores, porém, a sobrevida varia muito de país para país, e é menor na América do Sul, América Central, África e Ásia do que na Europa, América do Norte e Oceania.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa revelou que em 18 países mais de 85% das mulheres sobrevivem pelo menos cinco anos após a descoberta do câncer de mama. É o caso do Brasil: de 1995 a 1999, 78,2% das pacientes tinham esse tempo de sobrevida; entre 2005 e 2009, 87,4% delas viviam mais de cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil também é referência no caso do tumor de próstata, ao lado dos Estados Unidos. Nos dois países, 95% dos pacientes vivem cinco anos ou mais depois do diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números brasileiros pioraram, no entanto, no caso do câncer de estômago. O índice de pacientes que sobrevivem cinco anos ou mais após o diagnóstico da enfermidade caiu de 33,1% entre 1995 e 1999 para 24,9% de 2005 a 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">O país também está mal avaliado no caso do câncer de ovário: apenas 31,8% das mulheres sobrevivem cinco anos ou mais. Nesse tipo de tumor, o país que apresenta o melhor índice na América do Sul é o Equador, onde 40% das mulheres com a doença vivem pelo menos cinco anos.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/cai-mortalidade-por-cancer-brasil/">Cai mortalidade por câncer no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais de 3,2 milhões de brasileiros têm diabetes e não sabem</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/mais-de-32-milhoes-de-brasileiros-tem-diabetes-e-nao-sabem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 17:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de pessoas que têm diabetes e não sabem cresceu no Brasil. São mais de 3,2 milhões casos sem diagnóstico. É o que aponta um estudo internacional obtido com exclusividade pelo Bom Dia Brasil. O país ocupa a quarta posição no ranking mundial de casos. Ele nunca poderia imaginar que uma dor nas pernas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/mais-de-32-milhoes-de-brasileiros-tem-diabetes-e-nao-sabem/">Mais de 3,2 milhões de brasileiros têm diabetes e não sabem</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Número de obesos no país estaciona, mas ainda é alarmante, diz pesquisa" href="http://www.sobrepeso.com.br/numero-de-obesos-no-pais-estaciona-mas-ainda-e-alarmante-diz-pesquisa/">número de pessoas que têm diabetes</a> e não sabem cresceu no Brasil. São mais de 3,2 milhões casos <strong>sem diagnóstico</strong>. É o que aponta um estudo internacional obtido com exclusividade pelo Bom Dia Brasil. O país ocupa a quarta posição no ranking mundial de casos.</p>
<p>Ele nunca poderia imaginar que uma dor nas pernas seria algo tão sério. O aposentado Ivaldo Correia estava com diabetes em grau tão avançado que tinha atingido o sistema vascular. “Tinha feito diversos exames de sangue, dava alto e ninguém fazia nada, não tomava atitude, até que quando eu fui para o geriatra, ele começou a dizer: &#8216;Olha você tem que cuidar dessa diabete&#8217;”, conta.</p>
<p>Ele fez três pontes de safena, complicações que poderiam ter sido evitadas. “O paciente, quando tem diabetes e não sabe, ele não controla a glicemia que é (<em>sic</em>) a taxa de açúcar no sangue, então ele fica por muito tempo com essa taxa descontrolada, e quanto mais descontrolada está a taxa, maior é a agressão para as artérias”, afirma Eduardo Favero, angiologista e cirurgião vascular.</p>
<p>No Brasil, cresceu o número de pessoas que tem diabetes, mas não sabem. São 3,2 milhões casos não diagnosticados da doença, um aumento de 14% em relação a 2013. O estudo foi feito pela <a title="Diabetes já atinge um milhão de crianças no Brasil" href="http://www.sobrepeso.com.br/diabetes-ja-atinge-um-milhao-de-criancas-no-brasil/">Federação Internacional de Diabetes</a>, que divulgou o mapa mundial da doença.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o Brasil tem mais de 11,6 milhões diabéticos, 8,7% da população de 20 a 79 anos. No número estimado de doentes, o país ocupa o quarto lugar no ranking, atrás da China, Índia e Estados Unidos.</p>
<p>O poder público precisa investir mais na prevenção da doença, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. “Se fizesse campanhas como esta que estamos fazendo nesse mês azul, ou mês do diabetes, no sentido de alertar a população e fazer detecção da doença, você vai ter menos pessoas deixadas à margem do conhecimento da sua doença”, analisa Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.</p>
<p>Além dos problemas da falta de diagnóstico e do diagnóstico tardio, existe um fator que tem contribuído muito para o aumento do número de diabéticos no país: a mudança, para pior, dos hábitos alimentares do brasileiro. Comida industrializada com muito sal, muito açúcar e pouco exercício físico é uma péssima combinação.</p>
<p>“Pela praticidade mesmo, tem muito <em>fast food,</em> coisa rápida, então acaba se alimentando pior mesmo”, diz uma mulher.</p>
<p><strong>Bom Dia Brasil: </strong>O que você mais gosta de comer?<br />
<strong>Anne Gabrielli Covre: </strong>Eu escolheria hambúrguer e batata frita, com certeza.<br />
<strong>Bom Dia Brasil: </strong>E uma saladinha, arroz e feijão?<br />
<strong>Anne Gabrielli Covre: </strong>Eu gosto mas eu acho que mais gostoso mesmo é o fast food.</p>
<p>“Deveria ser só de vez em quando, mas acaba sendo uma regra por causa da vida agitada, a gente não tem tempo, acaba comendo na rua sempre”, diz Rosemeri Covre, professora.</p>
<p>Para os pesquisadores, a doença deve continuar avançando no Brasil. Daqui a 20 anos, serão mais de 19 milhões de diabéticos. “Mudar os hábitos urgentemente, perdendo peso, comendo melhor, fazendo atividade física e, se possível, diminuindo o nível de estresse e jogando o cigarro fora pisando em cima dele nunca mais olhando para o maço de cigarro”, recomenda Walter Minicucci.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou que criou políticas para reforçar o atendimento na atenção básica da saúde. E que os pacientes têm acesso a tratamento e a remédios de graça no SUS.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/mais-de-32-milhoes-de-brasileiros-tem-diabetes-e-nao-sabem/">Mais de 3,2 milhões de brasileiros têm diabetes e não sabem</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Números da Obesidade no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 01:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EdE]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[VIGITEL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obesidade é uma epidemia global. Estimativas indicam que, hoje, dois bilhões de adultos estão com sobrepeso no mundo. Cerca de 670 milhões deles convivem com a obesidade. Avalia-se que 100 milhões de brasileiros tenham excesso de peso e 36 milhões sejam obesos. Em 2006, o Brasil passou a contar com um sistema nacional de monitoramento de excesso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é uma <a title="Refrigerantes mudam para enfrentar epidemia de obesidade" href="http://www.sobrepeso.com.br/refrigerantes-mudam-para-enfrentar-epidemia-de-obesidade/">epidemia global</a>. Estimativas indicam que, hoje, dois bilhões de adultos estão com sobrepeso no mundo. Cerca de 670 milhões deles convivem com a obesidade. Avalia-se que 100 milhões de brasileiros tenham excesso de peso e 36 milhões sejam obesos.</p>
<p>Em 2006, o Brasil passou a contar com um sistema nacional de monitoramento de excesso de peso e obesidade, chamado de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (<a title="Número de obesos no país estaciona, mas ainda é alarmante, diz pesquisa" href="http://www.sobrepeso.com.br/numero-de-obesos-no-pais-estaciona-mas-ainda-e-alarmante-diz-pesquisa/">VIGITEL</a>). Feito, como o nome diz, através de entrevistas por telefone, o VIGITEL reúne dados de adultos das capitais de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.</p>
<p>Os índices de obesidade (definida como um IMC acima de 30) aumentaram em todas as cidades estudadas pelo VIGITEL no período entre 2006 e 2012. No total, a prevalência de obesidade passou de 11,6% para 17,4%. Isso equivale a um aumento médio de 0,89% ao ano.</p>
<p>As pesquisas também mostraram que a obesidade aumentou em homens e mulheres, em todas as faixas etárias e em todos os níveis de escolaridade.</p>
<p>Confira, abaixo, o mapa da obesidade no Brasil entre 2006 e 2012, criado com base nas informações do sistema VIGITEL para as capitais brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><script src="https://public.tableausoftware.com/javascripts/api/viz_v1.js" type="text/javascript"></script></p>
<div class="tableauPlaceholder" style="width: 1080px; height: 1034px;"><noscript><a href='#'><img alt='A evolução da obesidade no Brasil-Percentual de adultos obesos cresceu em todas as capitais do país entre 2006 e 2012 ' src='https:&#47;&#47;public.tableausoftware.com&#47;static&#47;images&#47;BN&#47;BNZP7WFCH&#47;1_rss.png' style='border: none' /></a></noscript><object class="tableauViz" style="display: none;" width="1080" height="1034"><param name="host_url" value="https%3A%2F%2Fpublic.tableausoftware.com%2F" /><param name="path" value="shared/BNZP7WFCH" /><param name="toolbar" value="yes" /><param name="static_image" value="https://public.tableausoftware.com/static/images/BN/BNZP7WFCH/1.png" /><param name="animate_transition" value="yes" /><param name="display_static_image" value="yes" /><param name="display_spinner" value="yes" /><param name="display_overlay" value="yes" /><param name="display_count" value="yes" /><param name="showVizHome" value="no" /><param name="showTabs" value="y" /></object></div>
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<div style="float: right; padding-right: 8px;"><a href="http://www.tableausoftware.com/public/about-tableau-products?ref=https://public.tableausoftware.com/shared/BNZP7WFCH" target="_blank">Learn About Tableau</a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/numeros-da-obesidade-no-brasil/">Números da Obesidade no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Um em cada três brasileiros sofre de hipertensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 19:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Coração, comemorado nesta segunda-feira (29), a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) lembra que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no mundo moderno. O diretor da Socerj, Serafim Borges, informou à Agência Brasil que entre 300 mil e 400 mil mortes ocorrem por ano no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Coração, comemorado nesta segunda-feira (29), a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) lembra que as <a title="Como o estresse pode entupir as artérias " href="http://www.sobrepeso.com.br/como-o-estresse-pode-entupir-as-arterias/">doenças cardiovasculares</a> são as que mais matam no mundo moderno.</p>
<p>O diretor da Socerj, Serafim Borges, informou à Agência Brasil que entre 300 mil e 400 mil mortes ocorrem por ano no Brasil devido a doenças cardiovasculares. Elas incluem a doença isquêmica do coração, que é o infarto agudo do miocárdio, e as doenças cerebrovasculares, os chamados acidentes vasculares cerebrais (AVC).</p>
<p>Para reduzir esse risco, Borges disse que o mais importante é que as pessoas tenham vida saudável, com atividade física e alimentação adequada. “E aqueles que já tenham doenças em desenvolvimento, como hipertensão e diabetes, deverão controlá-las melhor”. Acrescentou que outros fatores de risco controláveis são o fumo e o excesso de bebida alcoólica.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, um em cada três brasileiros em idade adulta sofre com a pressão arterial elevada. No Brasil, a mortalidade relacionada à doença arterial coronariana oscila entre 11,3 e 2,5 óbitos por 100 mil habitantes.</p>
<p>O cardiologista Serafim Borges informou que a atividade física reduz em até 45% a mortalidade cardiovascular. “Ela dá, realmente, uma proteção grande”. Por isso, reiterou que é importante que as pessoas saiam do sedentarismo e tenham, dentro do possível, uma alimentação adequada, com corte  de gorduras animais saturadas, evitando o que possa trazer problemas ao sistema cardiovascular.</p>
<p>Acrescentou que um ritmo de vida saudável pressupõe também descanso adequado, “principalmente a hora do sono, que é uma hora sagrada”. Mesmo com a vida moderna agitada, é preciso tentar arrumar um espaço para fazer essas coisas, completou. “Não pode haver desculpas do tipo estou trabalhando muito, não tenho tempo. Você tem que arrumar um tempo para o seu coração”.</p>
<p>Ele reconheceu que as doenças genéticas ligadas ao coração são mais complicadas e difíceis de prevenir e requerem acompanhamento especializado. Acrescentou que a atividade física dessas pessoas deve ser sempre supervisionada.</p>
<p>A Socerj está participando da campanha do Dia Mundial do Coração, em parceria com a Sociedade  Brasileira de Cardiologia.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/um-em-cada-tres-brasileiros-sofre-de-hipertensao/">Um em cada três brasileiros sofre de hipertensão</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Número de obesos no país estaciona, mas ainda é alarmante, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 18:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com Ministério da Saúde, 50,8% dos brasileiros estavam acima do peso em 2013. Quanto maior a escolaridade, menor é o excesso de quilos. Há 8 anos (desde 2006), o Ministério da Saúde realiza a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). No período de fevereiro à dezembro de 2013, foram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/numero-de-obesos-no-pais-estaciona-mas-ainda-e-alarmante-diz-pesquisa/">Número de obesos no país estaciona, mas ainda é alarmante, diz pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>De acordo com Ministério da Saúde, 50,8% dos brasileiros estavam acima do peso em 2013. Quanto maior a escolaridade, menor é o excesso de quilos.<br />
</em><span id="more-86"></span></p>
<p>Há 8 anos (desde 2006), o Ministério da Saúde realiza a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). No período de fevereiro à dezembro de 2013, foram entrevistadas cerca de 53 mil pessoas acima de 18 anos, demonstrando os hábitos da população brasileira.</p>
<p><strong>De acordo com a avaliação de 2013, a obesidade e o excesso de peso pararam de crescer no Brasil. Entretanto, constatou-se que 50,8% dos brasileiros estão acima do peso. </strong></p>
<p>O último estudo mostrou que a proporção de obesos é a mesma para mulheres e homens, 17,5%. O sobrepeso é maior em homens (54,7%) em comparação com as mulheres (47,4%).</p>
<p>Hábitos observados:</p>
<ul>
<li>Aumento significativo do consumo de frutas e hortaliças, maior ou igual a cinco porções diárias;</li>
<li>Aumento da frequência da atividade física em tempo livre em ambos os sexos, pelo menos 150 minutos semanais de atividade física de intensidade leve ou moderada, ou pelo menos 75 minutos semanais de atividade física de intensidade vigorosa;</li>
<li>Diminuição da prevalência de fumantes em ambos os sexos;</li>
<li>Quanto maior o número de anos de escolaridade, menor é o percentual de excesso de peso;</li>
<li>A frequência de adultos que substituem almoço ou jantar por lanches sete ou mais vezes por semana foi de 16,5%, sendo maior entre mulheres (19,7%) do que entre homens (12,6%). Comportamento mais comum em pessoas acima de 65 anos e tendeu aumentar com o nível de escolaridade;</li>
<li>A frequência de consumo de refrigerantes em cinco ou mais dias da semana foi de 23,3%, sendo mais alta entre homens (26,7%) do que entre mulheres (20,4%). Mais comum na faixa etária de 18 a 24 anos, diminuindo o consumo com a idade.</li>
<li>A frequência do consumo de alimentos doces em cinco ou mais dias da semana foi de 19,5%, sendo maior entre mulheres (21,6%) do que entre homens (16,9%). O consumo é maior na faixa mais jovem (18 a 24 anos) em ambos os sexos.</li>
<li>Trinta e um por cento dos adultos assumiu ter hábito de consumir carnes com excesso de gordura, sendo quase duas vezes mais frequente em homens (41,2%) do que em mulheres (22,2%). O excesso de ingestão de carne com gordura tende a diminuir com o aumento da faixa etária.</li>
</ul>
<figure id="attachment_87" aria-describedby="caption-attachment-87" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://unicamp.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/grafico-obesidade-no-brasil.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-87" src="http://unicamp.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/grafico-obesidade-no-brasil.jpg" alt="grafico obesidade no brasil" width="620" height="349" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/07/grafico-obesidade-no-brasil.jpg 620w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/07/grafico-obesidade-no-brasil-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><figcaption id="caption-attachment-87" class="wp-caption-text">Gráfico mostra evolução do percentual do número de obesos no Brasil ao longo de 8 anos (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>
<p>A obesidade está correlacionada ao aparecimento de doenças como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, apneia do sono, esteatose hepática, doenças ortopédicas e articulares e alguns tipos de cânceres (mama, e intestino).</p>
<p>Quando aumentamos o acesso à informação, mais saudável é a dieta. Temos mais recursos para utilizar na “negociação” e planejamento da nossa alimentação e incentivo à prática esportiva.</p>
<p>Precisamos ser agentes multiplicadores de informações. Lembrando que as doenças crônicas (diabetes, obesidade, doenças cardíacas, hipertensão, entre outras) são responsáveis por mais de 70% das mortes no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/numero-de-obesos-no-pais-estaciona-mas-ainda-e-alarmante-diz-pesquisa/">Número de obesos no país estaciona, mas ainda é alarmante, diz pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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