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	<title>SARS-CoV-2 | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Vitamina D, aterosclerose e COVID-19: qual a relação?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 15:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador da síndrome respiratória aguda grave, o SARS-COV-2. Logo nos primeiros relatos da doença, verificou-se a maior letalidade em indivíduos idosos e com comorbidades (doenças preexistentes).</p>
<p style="text-align: justify;"> No entanto, além da elevada transmissibilidade, esta infecção respiratória também atraiu a atenção de especialistas, devido aos seus efeitos inflamatórios sistêmicos, manifestados principalmente naquele grupo de indivíduos hospitalizados com sintomas graves da doença. Em outras palavras, naquela oportunidade iniciava o entendimento de que a resposta inflamatória à COVID-19, estaria associada a efeitos multifatoriais, ou seja, efeitos dependentes de características genéticas e ambientais complexas, os quais poderiam influenciar na intensificação dos sintomas e danos provocadas pela doença. Esta nova premissa permitiu observar mais atentamente que o dano causado pelo SARS-COV-2 não se restringiria apenas ao sistema respiratório, mas a diferentes tipos celulares, oriundos de diversos sistemas responsáveis pelas funções vitais do corpo humano, a exemplo os sistemas: cardiovascular, nervoso, hematológico e renal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evidências científicas a partir de material biológico coletado de indivíduos infectados, mostraram que a COVID-19 pode manifestar um tipo particular de inflamação, caracterizada pelo aumento da quantidade de citocinas (moléculas inflamatórias) circulantes.</strong> E, são estas citocinas, dotadas de grande capacidade de sinalização (deslocamento), as quais realizam a comunicação entre células distintas, desta forma, imprimindo um processo patológico com alcance em diversos sistemas do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em doenças cardiovasculares (CVCs) e cerebrovasculares (CBVs), as citocinas também propiciam um importante papel na progressão de seus efeitos deletérios.</strong> A aterosclerose, manifestação comum às doenças CVCs e CBVs, corresponde ao processo de inflamação crônica com perda da capacidade de dilatação dos vasos, formação de placas gordurosas e lesões vasculares, responsáveis por acometimentos que resultam no infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) (1, 2).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, muitos pesquisadores defendem que a redução destas citocinas inflamatórias, resultaria em melhora significativa do quadro clínico de indivíduos em estágio avançado da aterosclerose, assim como, nos casos de sintomas severos da COVID-19 (3). Portanto, o controle do processo inflamatório tem sido o ponto crucial na proposição de tratamentos para ambas as doenças. Em um possível quadro clínico, o qual pacientes com estágio avançado de aterosclerose sejam contaminados com SARS-COV-2, os sintomas manifestados pela COVID-19 poderiam ser agravados devido a sobrecarga ao sistema de defesa imune dos indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a última década, vem ocorrendo um aumento do número de estudos que associam a deficiência de vitamina D a manifestação da aterosclerose, a partir de efeitos associados a inflamação (1). Mais recentemente, surgiu uma nova vertente de estudos que verificaram a relação (correlação) entre a deficiência de vitamina D e severidade dos casos de COVID-19 (4). Estes efeitos poderiam ser ainda mais expressivos na população idosa, a qual possui menor capacidade de obter a vitamina D a partir da exposição solar. Assim como, no grupo de pessoas obesas que tendem a possuir menor quantidade sérica de vitamina D, mesmo com a suplementação, no caso de indivíduos adultos (4, 5).</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D pertence ao grupo de secosteróides, produzida (sintetizada) na pele a partir do colesterol, durante a exposição solar ou obtido pela alimentação. Frequentemente relacionada ao seu papel hormonal, a vitamina D possui diversas propriedades de regulação da atividade celular, através de receptores específicos, os quais são muito conhecidos por promoverem o aumento da absorção de cálcio e fósforo no epitélio intestinal. Todavia, apesar dos mecanismos celulares não estarem totalmente esclarecidos, a presença de receptores de vitamina D em células do endotélio vascular, pode estar relacionado com a modulação do processo inflamatório, por meio da redução de citocinas inflamatórias (6). A deficiência de vitamina D também está relacionada a doenças, como: diabetes mellitus, hipertensão e câncer, as quais elevam a gravidade da COVID-19 para a população identificada como grupo de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, devemos estar atentos! Estes estudos ainda não comprovaram que a suplementação com vitamina D possa ter impacto significativo na prevenção ou tratamento, tanto para a aterosclerose quanto para a COVID-19. Isso pois, a ciência ainda não conseguiu explicar todos os efeitos da vitamina D. Os estudos apenas evidenciaram a deficiência da vitamina em indivíduos com essas enfermidades, portanto, não está claro se existe alguma relação de causa e efeito. Neste contexto, a possível modulação do efeito inflamatório provocado pela vitamina D, em favor da redução de citocinas inflamatórias circulantes, pode ser um mecanismo importante para essas doenças. Contudo, devemos ser cautelosos e aguardar mais evidenciais surgirem vindas de estudos clínicos, os quais possam trazer mais dados que comprovem o efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nitsa A, Toutouza M, Machairas N, Mariolis A, Philippou A, Koutsilieris M. Vitamin D in Cardiovascular Disease. In Vivo. 2018;32(5):977-81.</p>
<p style="text-align: justify;">Wolf D, Ley K. Immunity and Inflammation in Atherosclerosis. Circulation research. 2019;124(2):315-27.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhang C, Wu Z, Li JW, Zhao H, Wang GQ. Cytokine release syndrome in severe COVID-19: interleukin-6 receptor antagonist tocilizumab may be the key to reduce mortality. Int J Antimicrob Agents. 2020;55(5):105954.</p>
<p style="text-align: justify;">Pereira M, Dantas Damascena A, Galvao Azevedo LM, de Almeida Oliveira T, da Mota Santana J. Vitamin D deficiency aggravates COVID-19: systematic review and meta-analysis. Crit Rev Food Sci Nutr. 2020:1-9.</p>
<p style="text-align: justify;">de Oliveira LF, de Azevedo LG, da Mota Santana J, de Sales LPC, Pereira-Santos M. Obesity and overweight decreases the effect of vitamin D supplementation in adults: systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Rev Endocr Metab Disord. 2020;21(1):67-76.</p>
<p style="text-align: justify;">Cardoso FEL, Santos LdCMd, Tenório APdO, Lopes MR, Barbosa RHdA. Suplementação de vitamina D e seus análogos para tratamento de disfunção endotelial e doenças cardiovasculares. Jornal Vascular Brasileiro. 2020;19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0887170861657109" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2395" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg" alt="" width="190" height="188" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2.jpg 488w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Helison R. P. do Carmo</strong><br />
<em>Farmacêutico-bioquímico. Doutor em Ciências pela Faculdade de Ciências Médicas (UNICAMP), com período no Hatter Cardiovascular Institute – UCL (Londres). Atua na área de pesquisa cardiovascular, pós-doutoramento no Laboratório de Aterosclerose e Biologia Vascular, AteroLab (UNICAMP) &#8211; CEPID OCRC.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: por que pessoas idosas têm um quadro mais grave?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 15:30:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A COVID-19, doença respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2, é a maior pandemia dos últimos 100 anos. Apesar de acometer indivíduos de todas as idades, o quadro provocado pelo vírus não é igual em todas as pessoas e você certamente já ouviu, leu ou assistiu que a gravidade da doença aumenta proporcionalmente à idade. Mas por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A COVID-19, doença respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2, é a maior pandemia dos últimos 100 anos. Apesar de acometer indivíduos de todas as idades, o quadro provocado pelo vírus não é igual em todas as pessoas e você certamente já ouviu, leu ou assistiu que a gravidade da doença aumenta proporcionalmente à idade.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Mas por que razão pessoas idosas têm um quadro mais severo da doença?
A ciência tem uma explicação para isso?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é fundamental entender que o <strong>conhecimento científico é fruto de uma construção coletiva</strong> na qual diversos cientistas produzem informações que vão se somando umas às outras. Essas informações devem ser <strong>reproduzidas</strong> (ou seja, resultados semelhantes precisam ser obtidos) por outros cientistas para que sejam <strong>amplamente aceitas</strong> pela comunidade científica. Então, quanto mais tempo passa, mais sabemos sobre um determinado tópico. Como a COVID-19 é uma enfermidade nova, nossa compreensão sobre ela ainda é relativamente limitada. Apesar disso, milhares de <strong>cientistas ao redor do mundo têm se dedicado incansavelmente a produzir conhecimento</strong> tanto sobre a <strong>doença</strong> quanto sobre o <strong>vírus</strong> que a causa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, já são conhecidos <strong>alguns fatores</strong> que contribuem para que o novo coronavírus provoque um <strong>quadro mais preocupante em idosos</strong>. Dado que muitas mudanças fisiológicas acontecem ao mesmo tempo conforme envelhecemos, é provável que <strong>não exista um “único culpado”</strong>, sendo na realidade um fenômeno de <strong>múltiplas causas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se, por exemplo, que algumas <strong>comorbidades</strong> (como diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, doenças respiratórias crônicas e doença renal crônica, entre outras) estão associadas a uma manifestação mais agressiva da COVID-19 e <strong>pessoas idosas em geral têm mais comorbidades</strong>. Essas patologias em geral são acompanhadas por <strong>alterações danosas no funcionamento do sistema imune</strong> e podem fazer com que o indivíduo tenha uma <strong>resposta imune inadequada</strong>. Além disso, algumas dessas doenças, como a hipertensão e a obesidade, provocam um <strong>constante estado de inflamação elevada</strong>, o que pode resultar em ainda mais <strong>dano ao organismo</strong> quando ocorre uma infecção.</p>
<p style="text-align: justify;">Somada a isso, uma outra condição que ocorre durante o envelhecimento é a chamada “<strong>imunossenescência</strong>”, palavra que descreve um <strong>declínio nas funções do sistema imune</strong> relacionado ao <strong>envelhecimento</strong>, incluindo a <strong>perda de competência</strong> para reconhecer patógenos e combater infecções no geral, principalmente <strong>patógenos com os quais ele não teve contato anteriormente</strong>, como é o caso do novo coronavírus. Na COVID-19 (bem como em outras doenças), esse processo <strong>favorece a replicação do agente invasor</strong> (o vírus SARS-CoV-2, neste caso), aumentando a <strong>carga viral</strong> e intensificando sua <strong>virulência</strong>. Em consequência do maior número de partículas virais no organismo, ocorre um profundo aumento de moléculas que promovem <strong>inflamação </strong>(as “citocinas”), como uma <strong>tentativa do corpo de destruir o patógeno</strong>.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>O papel da inflamação no quadro grave da COVID-19</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">A inflamação é um processo fisiológico importante que nosso corpo utiliza para combater micro-organismos invasores. Entretanto, quando ocorre <strong>em excesso, torna-se prejudicial e patológico</strong>. Uma das complicações do <strong>envelhecimento</strong> é a ocorrência de um <strong>aumento de citocinas</strong>, que promove um <strong>estado constante de inflamação</strong> (chamado em inglês de <strong>“<em>inflammaging</em>”)</strong>. Desse modo, a <strong>inflamação</strong> causada por <strong>imunossenescência</strong>, <strong>alta carga viral</strong> e <strong>comorbidades</strong> se <strong>soma</strong> a esse constante estado pró-inflamatório, levando a um fenômeno chamado <strong>“tempestade de citocinas”</strong>, que em última instância pode causar <strong>grave dano aos tecidos</strong>. Contraditoriamente, uma resposta que deveria ser adequada para proteger o organismo de agentes externos é <strong>desregulada durante o envelhecimento</strong> e acaba resultando em <strong>danos ao próprio organismo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com efeito, um número crescente de estudos tem demonstrado recentemente que parte da <strong>maior letalidade do novo coronavírus em idosos é consequência do dano celular causado pela “tempestade de citocinas”</strong>. Essa descoberta pode fomentar o <strong>desenvolvimento de fármacos</strong> que <strong>inibam citocinas</strong> específicas envolvidas nesse processo na tentativa de <strong>amenizar o quadro crítico de COVID-19</strong> em idosos e pessoas com comorbidades anteriores, dessa forma <strong>diminuindo a mortalidade</strong> da doença nesses grupos.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Então o que eu posso fazer?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Apesar da ideia de <strong>remédios ou prevenções milagrosas</strong> para a COVID-19 ser tentadora, <strong>o melhor a se fazer para proteger os idosos</strong>, as pessoas com comorbidades e a população em geral é<strong> defender os investimentos na ciência </strong>e<strong> reduzir o risco de contrair COVID-19</strong>. Para isso, é importante <strong>seguir as orientações</strong> que já foram comprovadas <strong>diminuir o contágio</strong>. Algumas delas são:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">evitar aglomerações</li>
<li style="text-align: justify;">sempre usar máscara quando em contato com outras pessoas e/ou quando fora de casa</li>
<li style="text-align: justify;">lavar constantemente as mãos com água corrente e sabão (ou higienizá-las com álcool 70%)</li>
<li style="text-align: justify;">caso identifique sintomas de COVID-19, procurar se isolar e buscar ajuda médica o mais rapidamente possível</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É oportuno ressaltar que o isolamento social favorece a<strong> inatividade física</strong> e uma <strong>piora nos hábitos</strong>, o que pode levar a um <strong>comprometimento da saúde</strong>, principalmente do sistema imune. Diante disso, é importante estar atento e se educar para <strong>manter hábitos saudáveis</strong> como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Praticar exercícios físicos de intensidade moderada (com acompanhamento médico no caso de indivíduos que não praticavam antes)</li>
<li style="text-align: justify;">Ter sono adequado e suficiente</li>
<li style="text-align: justify;">Alimentar-se de forma saudável e balanceada</li>
<li style="text-align: justify;">Ingerir água suficiente todos os dias</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Seguindo esses <strong>hábitos</strong> e tomando as <strong>precauções para reduzir o contágio</strong>, é possível <strong>manter o número de casos sob controle até que uma vacina eficaz esteja disponível</strong> e toda a população seja imunizada e protegida.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">CDC. <strong>Center for Disease Control and Prevention</strong>, 2020. Older Adults. Disponível em: &lt;<a href="https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/older-adults.html">https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/need-extra-precautions/older-adults.html</a>&gt;. Acesso em: 31 de out. de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Fulop T, Larbi A, Dupuis G, et al. Immunosenescence and Inflamm-Aging As Two Sides of the Same Coin: Friends or Foes?. <em>Front Immunol</em>. 2018;8:1960. Published 2018 Jan 10. doi:10.3389/fimmu.2017.01960</p>
<p style="text-align: justify;">Mueller AL, McNamara MS, Sinclair DA. Why does COVID-19 disproportionately affect older people?. <em>Aging (Albany NY)</em>. 2020;12(10):9959-9981. doi:10.18632/aging.103344</p>
<p style="text-align: justify;">Shahid Z, Kalayanamitra R, McClafferty B, et al. COVID-19 and Older Adults: What We Know. <em>J Am Geriatr Soc</em>. 2020;68(5):926-929. doi:10.1111/jgs.16472</p>
<p style="text-align: justify;">WHO. <strong>World Health Organization — Europe</strong>, 2020. Statement – Older people are at highest risk from COVID-19, but all must act to prevent community spread. Disponível em: &lt; <a href="https://www.euro.who.int/en/health-topics/health-emergencies/coronavirus-covid-19/statements/statement-older-people-are-at-highest-risk-from-covid-19,-but-all-must-act-to-prevent-community-spread">https://www.euro.who.int/en/health-topics/health-emergencies/coronavirus-covid-19/statements/statement-older-people-are-at-highest-risk-from-covid-19,-but-all-must-act-to-prevent-community-spread</a>&gt;. Acesso em: 31 de out. de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhou Y, Yang Q, Chi J, et al. Comorbidities and the risk of severe or fatal outcomes associated with coronavirus disease 2019: A systematic review and meta-analysis. <em>Int J Infect Dis</em>. 2020;99:47-56. doi:10.1016/j.ijid.2020.07.029</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/4457010149957792" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2380" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Guilherme-270x300.jpg" alt="" width="190" height="211" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Guilherme-270x300.jpg 270w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Guilherme.jpg 319w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Guilherme Tonon-da-Silva </strong><br />
<em>Biomédico e Mestre em Genética e Biologia Molecular (IB/UNICAMP), Doutorando em Genética e Biologia Molecular (IB/UNICAMP) e aluno do Laboratório de Biologia do Envelhecimento (LaBE) da mesma Universidade. Estuda como a restrição calórica melhora a saúde durante o envelhecimento e qual é a participação dos miRNAs (pequenas moléculas de RNA não-codificante com função regulatória) nesse processo.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/covid-19-por-que-pessoas-idosas-tem-um-quadro-mais-grave/">COVID-19: por que pessoas idosas têm um quadro mais grave?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentação e suplementação durante a gestação: o que precisamos saber em tempos de COVID-19</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-suplementacao-durante-a-gestacao-o-que-precisamos-saber-em-tempos-de-covid-19/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 15:30:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gestação é um momento muito especial no âmbito nutricional. Durante a gravidez, o organismo da gestante sofre muitas alterações para que possa promover uma gestação saudável, além disso, nesse período ocorre a formação, crescimento e desenvolvimento do feto e da placenta. Para que todas essas adaptações aconteçam de forma natural e adequada é necessário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A gestação é um momento muito especial no âmbito nutricional. Durante a gravidez, o organismo da gestante sofre muitas alterações para que possa promover uma gestação saudável, além disso, nesse período ocorre a formação, crescimento e desenvolvimento do feto e da placenta. Para que todas essas adaptações aconteçam de forma natural e adequada<strong> é necessário quantidade maiores de alguns nutrientes e um consumo adequado de calorias</strong>. Durante a gestação as mulheres têm um aumento da necessidade energética e essas calorias extras são necessárias para que ocorra a formação dos novos tecidos e permita assim, uma gravidez adequada tanto para a mãe, quanto para o feto</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha de quais alimentos serão consumidos, com maior frequência no dia a dia dependem de diversos fatores: sociais, econômicos, culturais, regionais, religiosos entre outros, portanto, para se garantir uma alimentação de qualidade, todos esses aspectos devem ser levados em consideração. Entretanto, dentro de todos esses parâmetros individuais, há uma regra básica de orientação extremamente importante: <strong>faça como base alimentar o consumo de alimentos naturais</strong> como cereais, tubérculos, leguminosas, vegetais, frutas, carnes e ovos e <strong>evite ao máximo o consumo de alimentos industrializados</strong>, que são mais processados, normalmente ricos em açúcares, gorduras, sal, corantes e conservantes. Alguns exemplos desses produtos são: macarrão instantâneo, carnes processadas (salsicha, presunto, mortadela, peito de peru), produtos lácteos ricos em açúcares e corantes, biscoitos e salgadinhos de pacote.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes acredita-se que os alimentos <em>diet</em> e <em>light </em>são alimentos saudáveis por não conterem determinados componentes (calorias, açúcares ou gorduras) ou por terem suas quantidades reduzidas, no entanto o uso destes devem ser evitados pelas gestantes, uma vez que podem conter adoçantes artificiais e acréscimo de outras substâncias que são prejudiciais. Os<strong> produtos ultraprocessados podem conter ingredientes nocivos à saúde da gestante e ao desenvolvimento adequado do feto</strong>, assim, a ingestão desse grupo de alimentos deve ser evitada. Portanto, <strong>manter uma alimentação diversificada, equilibrada, rica em nutrientes provindos de comida de verdade é fundamental para uma gestação saudável.</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-2372 alignnone" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-300x198.jpg" alt="" width="327" height="215" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-300x198.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-1024x677.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-768x508.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-1536x1016.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-2048x1354.jpg 2048w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-741x486.jpg 741w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-James-Gathany-USCDCP-en-Pixnio-1068x706.jpg 1068w" sizes="(max-width: 327px) 100vw, 327px" /><img loading="lazy" class="wp-image-2371 alignnone" style="text-align: justify;" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-300x225.jpg" alt="" width="287" height="215" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-300x225.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-1024x768.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-768x576.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-80x60.jpg 80w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-265x198.jpg 265w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio-1068x801.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Foto-por-PPD-en-Pixnio.jpg 1216w" sizes="(max-width: 287px) 100vw, 287px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Existem orientações de uso de suplementos durante a gestação, porém não devemos esquecer que <strong>a alimentação saudável e balanceada sempre será a principal e mais importante fonte de nutrientes</strong>. A indicação de suplementos é apenas para complementar algum componente essencial que é importante para o seguimento adequado da gestação, mas é uma condição muito individual e deve ser feita sob orientação de um profissional de saúde. Os suplementos mais comumente utilizados são o ferro e o ácido fólico.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>O que mudou com o COVID-19?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Com a aparição do novo CORONAVÍRUS configurou-se uma pandemia e, com isso, foram necessárias diversas mudanças habituais em pontos do cotidiano com o propósito de minimizar a disseminação do vírus e os problemas trazidos por ele. Os atendimentos médicos foram modificados de uma maneira geral, mas as gestantes continuam com seu pré-natal garantido.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa situação originou novas pesquisas buscando avaliar se a pandemia poderia mudar as necessidades de suplementação durante a gestação para proteger as gestantes da COVID-19. Mas <strong>não há evidências científicas de que um suplemento ou um alimento específico reduza as chances de contaminação ou transmissão do SARS-CoV-2 em gestantes </strong>ou em outros grupos populacionais. Além disso, também não há dados significativos sobre mulheres grávidas serem mais suscetíveis à infecção por COVID-19 ou a desenvolverem a doença de forma mais grave que a população geral. O que a ciência demonstrou até o momento é que a amamentação fornece baixo risco de transmissão do vírus.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto importante é que estudos prévios à COVID-19 demonstram que o uso excessivo de medicamentos durante a gestação podem envolver complicações metabólicas tanto no feto quanto no desenvolvimento após o nascimento, portanto, a recomendação é que gestantes cumpram todas as medidas possíveis para evitar o contato com o vírus: ficar em casa sempre que possível; quando for necessário sair que use máscara, higienize as mãos com frequência e não levem as mãos ou qualquer objeto à boca, nariz ou olhos; não participar de aglomerações; é necessário que toda a família se envolva nesse processo de proteção à gestante, evitando que ela se contamine e seja indicado o uso de diversos medicamentos, necessários para o tratamento da COVID-19, durante o período gestacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que a gravidez é um período em que está ocorrendo modificações importantes no organismo é essencial que nesse momento a gestante faça o consumo de alimentos mais naturais e variados. Com a aparição do novo CORONAVÍRUS é importante lembrar de <strong>higienizar</strong> corretamente todos os alimentos antes de serem armazenados e consumidos: lavar com sabão ou deixar de molho em solução de água sanitária (de acordo com as normas descritas na embalagem) e enxaguar em água corrente, ou utilizar álcool 70%. Após a secagem dos alimentos eles podem ser guardados na geladeira ou armário e estão seguros para o consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, uma importante orientação para gestantes durante a pandemia é que tanto as afetadas pela COVID-19 quanto as não afetadas,<strong> continuem seguindo as rotinas de acompanhamento médico</strong>, assim, caso seja necessária alguma modificação específica será observado pelo profissional que a atende e serão feitas as <strong>orientações/alterações individuais</strong> de acordo com as necessidades de cada gestante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">ANDRADE, A. C. dos S. P. <em>et al.</em> Pandemia do Coronavírus Recomendações para Gestantes e Puérperas. n. 1, p. 74, 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">BOTELHO, V. C. S. F. GUIA COM ORIENTAÇÕES NUTRICIONAIS PARA GESTANTES E PUÉRPERAS SOBRE COVID-19: SEGURANÇA ALIMENTAR EM TEMPOS DE PANDEMIA POR CORONAVÍRUS. Disponível em &lt;<a href="http://www.unirio.br/ccbs/nutricao/niden/niden-old/arquivo/guia-orientacao-nutriconal-gestante-e-puerpera-sobre-covid-19_prof-valeria-c-s-furtado-botelho">http://www.unirio.br/ccbs/nutricao/niden/niden-old/arquivo/guia-orientacao-nutriconal-gestante-e-puerpera-sobre-covid-19_prof-valeria-c-s-furtado-botelho</a>&gt; Acesso em 13/10/2020.</p>
<p style="text-align: justify;">CASTRO, P. <em>et al.</em> COVID-19 and Pregnancy: An Overview. <strong>Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia / RBGO Gynecology and Obstetrics</strong>, v. 42, n. 07, p. 420–426, 2020. DOI:10.1055/s-0040-1713408</p>
<p style="text-align: justify;">DASHRAATH, P. <em>et al.</em> Coronavirus disease 2019 (COVID-19) pandemic and pregnancy. <strong>American Journal of Obstetrics and Gynecology</strong>, v. 222, n. 6, p. 521–531, 2020. DOI:10.1016/j.ajog.2020.03.021</p>
<p style="text-align: justify;">ESTRELA, F. M. <em>et al.</em> Gestantes no contexto da pandemia da COVID-19: reflexões e desafios. <strong>Physis: Revista de Saúde Coletiva</strong>, v. 30, n. 2, 2020. DOI:10.1590/s0103-73312020300215</p>
<p style="text-align: justify;">GAO, X. <em>et al.</em> Clinical and immunologic features among COVID-19–affected mother–infant pairs: antibodies to SARS-CoV-2 detected in breast milk. <strong>New Microbes and New Infections</strong>, v. 37, p. 100752, 2020. DOI:10.1016/j.nmni.2020.100752</p>
<p style="text-align: justify;">JUAN, J. <em>et al.</em> Effect of coronavirus disease 2019 (COVID‐19) on maternal, perinatal and neonatal outcome: systematic review. <strong>Ultrasound in Obstetrics &amp; Gynecology</strong>, v. 56, n. 1, p. 15–27, 2020. DOI:10.1002/uog.22088</p>
<p style="text-align: justify;">RAJEWSKA, A. <em>et al.</em> COVID-19 and pregnancy – where are we now? A review. <strong>Journal of Perinatal Medicine</strong>, v. 48, n. 5, p. 428–434, 2020. DOI:10.1515/jpm-2020-0132</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE AS AUTORAS:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/6589568123756951" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2376" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maira-Schuchter-2-300x293.jpeg" alt="" width="190" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maira-Schuchter-2-300x293.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Maira-Schuchter-2.jpeg 734w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maíra Schuchter Ferreira</strong><br />
<em>Nutricionista (UFJF), Mestra em Saúde e Nutrição (UFOP), atualmente é aluna de doutorado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA-Unicamp), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisas de Programação Metabólica com modelos experimentais e estuda os efeitos da obesidade na expressão gênica placentária e nos desfechos fetais.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/3661803174294819" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2375" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Josilene-Oliveira-2-300x295.jpeg" alt="" width="190" height="187" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Josilene-Oliveira-2-300x295.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Josilene-Oliveira-2.jpeg 649w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a><strong>Josilene Lopes de Oliveira</strong><br />
<em>Nutricionista </em><em>(UFV), Mestra em Saúde e Nutrição, com ênfase na área de Bioquímica e Fisiopatologia da Nutrição (UFOP), atualmente é aluna de doutorado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA-Unicamp), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e C</em><em>omorbidades).  Atua principalmente na área de programação metabólica, doenças crônicas não transmissíveis e distúrbios do metabolismo.</em></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/0304015597536804" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2374" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ana-Paula-Sanches-2-294x300.jpeg" alt="" width="190" height="194" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ana-Paula-Sanches-2-294x300.jpeg 294w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ana-Paula-Sanches-2.jpeg 405w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Paula Varela Sanches</strong><br />
N<em>utricionista (PUC &#8211; Campinas), atualmente é aluna de mestrado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA-Unicamp), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Tem experiência na área de programação metabólica e estuda a relação entre a obesidade materna com o desenvolvimento placentário e desfecho fetal.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-suplementacao-durante-a-gestacao-o-que-precisamos-saber-em-tempos-de-covid-19/">Alimentação e suplementação durante a gestação: o que precisamos saber em tempos de COVID-19</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>COVID-19 e hipertensão: o risco é maior?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 16:00:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos meses, temos vivido com muita apreensão a nova rotina trazida pela pandemia de COVID-19, causada pelo vírus SARS-Cov-2. Em todo o mundo, milhões de pessoas já foram contaminadas e outras milhares perderam suas vidas na guerra contra esse adversário invisível. Curiosamente, algumas pessoas parecem ser mais suscetíveis aos danos causados pelo vírus e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos meses, temos vivido com muita apreensão a nova rotina trazida pela pandemia de COVID-19, causada pelo vírus SARS-Cov-2. Em todo o mundo, milhões de pessoas já foram contaminadas e outras milhares perderam suas vidas na guerra contra esse adversário invisível. Curiosamente, algumas pessoas parecem ser mais suscetíveis aos danos causados pelo vírus e pesquisadores têm procurado saber por qual motivo isso acontece. Nesse sentido, algumas doenças têm aparecido com maior frequência entre os indivíduos internados com COVID-19, entre elas a hipertensão.</p>
<p style="text-align: justify;">A hipertensão, também conhecida como “pressão alta”, é uma doença crônica que afeta cada vez mais pessoas em todo o mundo. É caracterizada pela elevação sustentada (por longo período) dos níveis de pressão arterial. De acordo com informações do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ministério da Saúde</a>, no Brasil, a hipertensão acomete cerca de 25% dos indivíduos adultos e mais de 60% dos idosos. Além disso, segundo a <a href="https://www.who.int/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS), a cada 5 hipertensos, menos de 1 tem a doença sob controle (com a pressão arterial dentro do normal).</p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja uma enfermidade silenciosa (progride sem sintomas muito aparentes), a hipertensão é uma das doenças que mais causa mortes diariamente no Brasil. Além disso, é possível que ela possa piorar os desfechos clínicos dos pacientes infectados pelo SARS-Cov-2. De fato, a hipertensão tem sido<strong> a enfermidade mais encontrada</strong> em pacientes hospitalizados com COVID-19. Em estudo realizado na Lombardia, Itália, 49% dos pacientes internados apresentavam hipertensão. Esse número foi ainda maior em uma pesquisa realizada em Nova York, nos Estados Unidos, alcançando 56%. Além disso, um estudo realizado em Wuhan, na China, mostrou que pacientes com pressão alta tiveram risco de óbito por COVID-19 duas vezes maior, em comparação com pacientes sem pressão alta.</p>
<h5><strong><span style="color: #0000ff;">Mas, o que poderia explicar a piora do quadro de saúde dos hipertensos com COVID-19?</span> </strong></h5>
<p style="text-align: justify;">Existem duas principais hipóteses. A primeira deles é a <strong>produção exacerbada de moléculas chamadas de citocinas.</strong> Quando as células do pulmão são infectadas, por exemplo, células do sistema imune localizadas nas proximidades percebem a presença do invasor e liberam moléculas chamadas de citocinas. As citocinas são responsáveis por atrair mais células do sistema imune e induzir a inflamação, mecanismos importantes no combate ao invasor. Se a liberação de citocinas for controlada, o sistema imune e a inflamação são estimulados na medida certa e as células infectadas são eliminadas. O problema é que a pressão alta por si só também estimula a produção de citocinas, ou seja, os hipertensos possuem maior quantidade dessas moléculas no organismo do que o normal. Agora, imagine se duas condições que geram muitas citocinas estiverem acontecendo ao mesmo tempo. Neste caso, pode ocorrer um fenômeno chamado de <strong>“tempestade de citocinas”</strong>, em que os níveis dessas moléculas em todo o organismo são altíssimos, ativando o sistema imune e induzindo a inflamação de forma exacerbada. Como resultado, não apenas as células do local da infecção são prejudicadas, mas também células saudáveis de outros órgãos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 1</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1a.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-2357" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1a-300x201.jpg" alt="" width="601" height="403" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1a-300x201.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem1a.jpg 866w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A segunda hipótese se refere a <strong>alterações na proteína ECA-2</strong>. A proteína ECA-2 desempenha funções importantes no nosso organismo. Ela converte uma molécula chamada angiotensina II em outra molécula chamada de angiotensina 1-7. A angiotensina 1-7 atua como vasodilador (relaxa a parede dos vasos sanguíneos, diminuindo a pressão arterial), antiinflamatório e antitrombótico. Entretanto, a ECA-2 também é utilizada pelo vírus SARS-Cov-2 para entrar nas células e isso pode torná-la inviável para desempenhar suas funções no organismo. Se isso for verdadeiro, a perda de função da ECA-2 causada pela COVID-19, em indivíduos com pressão alta, pode agravar ainda mais o quadro de hipertensão, além de aumentar o risco de trombose. Existe também a possibilidade de que a quantidade de ECA-2 possa estar aumentada em pacientes hipertensos, o que facilitaria a entrada do vírus nas células. Ou ainda, de que o vírus possa infectar as células do coração por meio da ECA-2, comprometendo ainda mais o funcionamento de um órgão que vive sob “muita pressão”.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 2</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem2a-1.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-2360" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem2a-1-300x217.jpg" alt="" width="555" height="402" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem2a-1-300x217.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem2a-1-768x555.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem2a-1-324x235.jpg 324w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem2a-1.jpg 916w" sizes="(max-width: 555px) 100vw, 555px" /></a></p>
<h5><span style="color: #0000ff;"><strong>Então, isso significa que os hipertensos são, de fato, mais suscetíveis aos danos causados pela COVID-19?</strong></span></h5>
<p style="text-align: justify;">Ainda é cedo para dizer que a hipertensão por si só é um fator de risco para a COVID-19. O número de hipertensos é grande em todo o mundo, especialmente entre os idosos, o grupo mais vulnerável à COVID-19. Por isso, a quantidade de pessoas diagnosticadas com COVID-19 que possuem hipertensão tende a ser elevado. Dessa forma, <strong>mais estudos são necessários</strong> para esclarecer o efeito de uma doença sobre a outra e tais estudos ainda estão em desenvolvimento.</p>
<h5><span style="color: #0000ff;"><strong>“Sou hipertenso, o que devo fazer para diminuir o risco de complicações por COVID-19?”</strong></span></h5>
<p style="text-align: justify;">A dica mais importante é <strong>controlar sua pressão arterial</strong>, seguindo corretamente o tratamento indicado pelo seu médico. Manter hábitos de vida saudável também ajudam a proteger contra os graves problemas de saúde que a pressão alta pode causar e que devem ser ainda mais evitados durante a pandemia. Por fim, recomendações básicas como lavar bem as mãos, utilizar máscara e evitar aglomerações também são muito importantes, pois a prevenção ainda é o melhor remédio.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 3</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem3a.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-2359" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem3a-300x222.jpg" alt="" width="602" height="446" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem3a-300x222.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem3a-80x60.jpg 80w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem3a-485x360.jpg 485w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem3a.jpg 587w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Referências</strong></p>
<p>Hypertension. Organização mundial da saúde (OMS). <a href="https://www.who.int/health-topics/hypertension/#tab=tab_1">https://www.who.int/health-topics/hypertension/#tab=tab_1</a></p>
<p>7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. Ministério da saúde <a href="http://departamentos.cardiol.br/sbc-dha/profissional/revista/24-1.pdf">http://departamentos.cardiol.br/sbc-dha/profissional/revista/24-1.pdf</a></p>
<p>Clinical features of patients infected with 2019 novel coronavirus in Wuhan, China. <em>Lancet</em>. 2020</p>
<p>Baseline characteristics and outcomes of 1591 patients infected with SARS-CoV-2 admitted to ICUs of the Lombardy Region, Italy. <em>JAMA.</em> 2020</p>
<p>Presenting characteristics, comorbidities, and outcomes among 5700 patients hospitalized with COVID-19 in the New York City Area. <em>JAMA.</em> 2020</p>
<p>COVID-19 patients with hypertension have more severe disease: a multicenter retrospective observational study. <em>Hypertension research. </em>2020</p>
<p>The COVID-19 Cytokine Storm; What We Know So Far. <em>Front. </em><em>Immunol</em>. 2020</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE A AUTORA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carine Marmentini<a href="http://lattes.cnpq.br/3325367387474969" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2367" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Carine-300x296.jpg" alt="" width="190" height="187" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Carine-300x296.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Carine.jpg 449w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></strong><br />
<em>Farmacêutica e Mestre em Biociências e Saúde pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Atualmente é doutoranda do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC) da UNICAMP e estuda mecanismos de proteção contra a disfunção e morte das células beta pancreáticas.</em></p>
<p>&nbsp;</td>
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