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	<title>Aterosclerose | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Falando SobrePeso &#8211; &#8220;Hipertensão: a vilã silenciosa do coração saudável&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 19:04:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Frequentemente ouvimos os termos pressão alta, pressão baixa, hipertensão e diversas outras nomenclaturas ligadas à pressão sanguínea&#8230; Mas você sabe realmente como esse mecanismo funciona no nosso organismo e quais as consequências que uma pessoa com obesidade pode enfrentar quando o assunto é hipertensão arterial? Neste vídeo da série &#8220;Falando Sobre Peso&#8221;, vamos ter as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Frequentemente ouvimos os termos pressão alta, pressão baixa, hipertensão e diversas outras nomenclaturas ligadas à pressão sanguínea&#8230; Mas você sabe realmente como esse mecanismo funciona no nosso organismo e quais as consequências que uma pessoa com obesidade pode enfrentar quando o assunto é hipertensão arterial? Neste vídeo da série <strong>&#8220;Falando Sobre Peso&#8221;</strong>, vamos ter as respostas para essas perguntas e saberemos mais sobre <strong>&#8220;Hipertensão: a vilã silenciosa do coração saudável&#8221;</strong></p>
<p>Confira e compartilhe:<strong> <a href="https://youtu.be/KkNZN8cqSgw">https://youtu.be/KkNZN8cqSgw</a></strong></p>
<p>Os vídeos da série <strong>&#8220;Falando SobrePeso&#8221;</strong>, desenvolvidos por <strong>Lucas Barros</strong>, graduando de Midialogia da UNICAMP e bolsista do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC), traz informações científicas de forma dinâmica, no formato de animação.</p>
<p>O objetivo da série é trazer os textos de especialistas, já publicados em nosso site, de maneira didática, interessante e mais visual. Os vídeos serão divulgados no<a href="https://www.youtube.com/channel/UCFJ0ptY2I2Pi6KGFosQkK4A"> canal do OCRC no YouTube.</a></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/falando-sobrepeso-hipertensao-a-vila-silenciosa-do-coracao-saudavel/">Falando SobrePeso – “Hipertensão: a vilã silenciosa do coração saudável”</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Desvendando a Obesidade &#8211; &#8220;Qual é a relação entre obesidade e pressão alta?&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 20:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os cientistas da UNICAMP irão responder, neste vídeo, a pergunta: “Qual é a relação entre obesidade e pressão alta?” e ainda irão explicar a importância do monitoramento da pressão arterial e o tratamento adequado. A obesidade é um grande fator de risco para a hipertensão. O aumento da pressão arterial, na maioria das vezes ocorre de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cientistas da UNICAMP irão responder, neste vídeo, a pergunta: <strong>“Qual é a relação entre obesidade e pressão alta?”</strong> e ainda irão explicar a importância do monitoramento da pressão arterial e o tratamento adequado.</p>
<p>A obesidade é um grande fator de risco para a hipertensão. O aumento da pressão arterial, na maioria das vezes ocorre de maneira silenciosa, podendo levar a outras doenças do coração e complicações ou alterações em outros órgãos, quando não acompanhada ou tratada corretamente. Nesse vídeo iremos entender a relação entre obesidade e problemas de circulação sanguínea. Venha assistir!</p>
<p>Confira e compartilhe:<strong> <a href="https://youtu.be/AFBktIREfic">https://youtu.be/AFBktIREfic<br />
</a></strong></p>
<p>Para o desenvolvimento dos vídeos, contamos com os seguintes pesquisadores e colaboradores:</p>
<p>Ana Carolina Vasquez<br />
Andrei Carvalho Sposito<br />
Celso Garcia Júnior<br />
Dennys Ésper Corrêa Cintra<br />
Eduardo Rochete Ropelle<br />
Fernanda Garanhani de Castro Surita<br />
Licio Augusto Velloso<br />
Maria Laura Costa do Nascimento<br />
Wilson Nadruz Junior</p>
<p>Produção:<br />
Francieli Barreiro Ribeiro<br />
Fernando Ramos Geloneze</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-qual-e-a-relacao-entre-obesidade-e-pressao-alta/">Desvendando a Obesidade – “Qual é a relação entre obesidade e pressão alta?”</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Desvendando a Obesidade &#8211; &#8220;A relação entre a obesidade e as doenças do coração&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 18:06:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo, os cientistas da UNICAMP irão abordar “A relação entre a obesidade e as doenças do coração”. Pressão alta, infarto, derrame, entre outros problemas cardiovasculares têm aumentado muito e causado várias mortes em todo o mundo. O excesso de peso pode aumentar o risco dessas doenças. Mas como podemos cuidar melhor do nosso coração? Essa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-relacao-entre-a-obesidade-e-as-doencas-do-coracao/">Desvendando a Obesidade – “A relação entre a obesidade e as doenças do coração”</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse vídeo, os cientistas da UNICAMP irão abordar <strong>“A relação entre a obesidade e as doenças do coração”</strong>.</p>
<p>Pressão alta, infarto, derrame, entre outros problemas cardiovasculares têm aumentado muito e causado várias mortes em todo o mundo. O excesso de peso pode aumentar o risco dessas doenças. Mas como podemos cuidar melhor do nosso coração? Essa pergunta e a relação entre obesidade e doenças do coração serão discutidas nesse vídeo.</p>
<p>Confira e compartilhe: <strong><a href="https://youtu.be/e3_pXTR-dzY">https://youtu.be/e3_pXTR-dzY<br />
</a></strong></p>
<p>Para o desenvolvimento dos vídeos, contamos com os seguintes pesquisadores e colaboradores:</p>
<p>Ana Carolina Vasquez<br />
Andrei Carvalho Sposito<br />
Celso Garcia Júnior<br />
Dennys Ésper Corrêa Cintra<br />
Eduardo Rochete Ropelle<br />
Fernanda Garanhani de Castro Surita<br />
Licio Augusto Velloso<br />
Maria Laura Costa do Nascimento<br />
Wilson Nadruz Junior</p>
<p>Produção:<br />
Francieli Barreiro Ribeiro<br />
Fernando Ramos Geloneze</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-relacao-entre-a-obesidade-e-as-doencas-do-coracao/">Desvendando a Obesidade – “A relação entre a obesidade e as doenças do coração”</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Colesterol bom: por que se preocupar se estiver baixo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 17:52:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partícula de HDL-c (High-Density Lipoprotein), popularmente conhecida como “colesterol bom”, foi descoberta em 1921 e ainda hoje intriga a ciência. Trata-se de uma partícula com capacidade de reduzir os processos de oxidação, inflamação e de formação de placas de gordura nos nossos vasos sanguíneos. Ela é composta principalmente pela Apolipoproteina A1 (ApoA1), que corresponde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partícula de HDL-c (<em>High-Density Lipoprotein</em>), popularmente conhecida como “colesterol bom”, foi descoberta em 1921 e ainda hoje intriga a ciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma partícula com capacidade de reduzir os processos de oxidação, inflamação e de formação de placas de gordura nos nossos vasos sanguíneos. Ela é composta principalmente pela Apolipoproteina A1 (ApoA1), que corresponde a cerca de 70% da HDL; apresenta também diversas outras apolipoproteínas, como a PON-1, também com ações semelhantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estudos envolvendo seres humanos confirmaram que os níveis de HDL mais elevados, em geral, se relacionam a menor risco de doença cardiovascular</strong> (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral), diabetes tipo 2 e esteatose-hepática, a chamada “gordura no fígado”. Mais recentemente, também tem sido demonstrado que níveis mais altos de HDL se relacionam a menor chance de desenvolvimento de demência cerebral, doença de Parkinson e outras doenças cerebrais.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Se o meu HDL-c for baixo, há algum remédio para torná-lo mais alto? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. No entanto, todos as medicações até agora desenvolvidas para aumentar o HDL-colesterol ou trouxeram muito efeitos colaterais ou falharam em reduzir a incidência de doenças cardiovasculares e a mortalidade. Em outras palavras: apesar de ser possível aumentar farmacologicamente os níveis de HDL-c, não se obtém os mesmos resultados esperados.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Por que tornar o HDL-c mais alto, artificialmente, não traz a repercussão esperada? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como mencionado acima, a HDL é uma partícula extremamente complexa, capaz de realizar ação antioxidante, anti-inflamatória e redutora da formação de placas de gordura. No entanto, em condições como obesidade, diabetes e doença cardiovascular, o indivíduo apresenta um grau baixo de inflamação, que induz redução de tamanho e perda de função da HDL. Portanto, ainda que aumente a concentração sanguínea, artificialmente, a HDL não trará os benefícios desejados.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>E qual é o melhor modo de melhorar os níveis de HDL-c e ter os benefícios? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para se alcançar estes resultados, é necessário que haja redução da resistência à ação da insulina e dos níveis de triglicérides. <strong>Para tal, a melhor forma é a realização de atividade física e a perda de gordura corporal.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;"><strong>O que fazer se meus níveis de HDL-c forem baixos? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sabendo que uma pessoa com níveis de HDL-c baixos tem maior risco de diabetes, doenças cardíacas e esteatose hepática, o indivíduo que sofre com esta condição deve estar atento ao seu peso, índice de massa corporal (IMC), bem como reduzir o risco destas mesmas patologias através da adequação da sua glicemia, LDL (“colesterol ruim”), pressão arterial e nível de atividade física.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão, apesar da partícula de HDL-c ser essencial para a prevenção das principais doenças que afligem a humanidade, não há um modo farmacológico, medicamentoso, eficiente para aumentar seus níveis e ter bons resultados na saúde. Pessoas com baixos níveis de HDL-c devem atentar a outros fatores de risco cardiovasculares e atuar sobre eles para a melhora da sua saúde global.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>Hamer M, O&#8217;Donovan G, Stamatakis E. High-Density Lipoprotein Cholesterol and Mortality: Too Much of a Good Thing? Arterioscler Thromb Vasc Biol. 2018 Mar;38(3):669-672. doi: 10.1161/ATVBAHA.117.310587. Epub 2018 Jan 11. PMID: 29326314.</p>
<p>Khanna S, Wilkins JT, Ning H, et al. Lipoprotein Levels in Early Adulthood and NAFLD in Midlife: The Coronary Artery Risk Development in Young Adults (CARDIA) Study. J Nutr Metab. 2022 Apr 14;2022:1727711. doi: 10.1155/2022/1727711. PMID: 35462864; PMCID: PMC9023214.</p>
<p>Turri M, Marchi C, Adorni MP, et al. Emerging role of HDL in brain cholesterol metabolism and neurodegenerative disorders. Biochim Biophys Acta Mol Cell Biol Lipids. 2022 May;1867(5):159123. doi: 10.1016/j.bbalip.2022.159123. Epub 2022 Feb 11. PMID: 35151900.</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-scaled.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2693" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-261x300.jpg" alt="" width="165" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-261x300.jpg 261w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-891x1024.jpg 891w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-768x883.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-1336x1536.jpg 1336w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-1782x2048.jpg 1782w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ikaro3-1068x1228.jpg 1068w" sizes="(max-width: 165px) 100vw, 165px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ikaro Breder</strong><br />
<em>Médico clínico e endocrinologista, doutorando em Fisiopatologia Médica (FCM/UNICAMP), aluno do Laboratório de Biologia Vascular e Aterosclerose (FCM/UNICAMP), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisa clínica e assistência ambulatorial de pacientes com diabetes, obesidade, dislipidemia, hipertensão, osteoporose e doenças tireoidianas.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/colesterol-bom-por-que-se-preocupar-se-estiver-baixo/">Colesterol bom: por que se preocupar se estiver baixo?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Vitamina D, aterosclerose e COVID-19: qual a relação?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/vitamina-d-aterosclerose-e-covid-19-qual-a-relacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 15:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador da síndrome respiratória aguda grave, o SARS-COV-2. Logo nos primeiros relatos da doença, verificou-se a maior letalidade em indivíduos idosos e com comorbidades (doenças preexistentes).</p>
<p style="text-align: justify;"> No entanto, além da elevada transmissibilidade, esta infecção respiratória também atraiu a atenção de especialistas, devido aos seus efeitos inflamatórios sistêmicos, manifestados principalmente naquele grupo de indivíduos hospitalizados com sintomas graves da doença. Em outras palavras, naquela oportunidade iniciava o entendimento de que a resposta inflamatória à COVID-19, estaria associada a efeitos multifatoriais, ou seja, efeitos dependentes de características genéticas e ambientais complexas, os quais poderiam influenciar na intensificação dos sintomas e danos provocadas pela doença. Esta nova premissa permitiu observar mais atentamente que o dano causado pelo SARS-COV-2 não se restringiria apenas ao sistema respiratório, mas a diferentes tipos celulares, oriundos de diversos sistemas responsáveis pelas funções vitais do corpo humano, a exemplo os sistemas: cardiovascular, nervoso, hematológico e renal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evidências científicas a partir de material biológico coletado de indivíduos infectados, mostraram que a COVID-19 pode manifestar um tipo particular de inflamação, caracterizada pelo aumento da quantidade de citocinas (moléculas inflamatórias) circulantes.</strong> E, são estas citocinas, dotadas de grande capacidade de sinalização (deslocamento), as quais realizam a comunicação entre células distintas, desta forma, imprimindo um processo patológico com alcance em diversos sistemas do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em doenças cardiovasculares (CVCs) e cerebrovasculares (CBVs), as citocinas também propiciam um importante papel na progressão de seus efeitos deletérios.</strong> A aterosclerose, manifestação comum às doenças CVCs e CBVs, corresponde ao processo de inflamação crônica com perda da capacidade de dilatação dos vasos, formação de placas gordurosas e lesões vasculares, responsáveis por acometimentos que resultam no infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) (1, 2).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, muitos pesquisadores defendem que a redução destas citocinas inflamatórias, resultaria em melhora significativa do quadro clínico de indivíduos em estágio avançado da aterosclerose, assim como, nos casos de sintomas severos da COVID-19 (3). Portanto, o controle do processo inflamatório tem sido o ponto crucial na proposição de tratamentos para ambas as doenças. Em um possível quadro clínico, o qual pacientes com estágio avançado de aterosclerose sejam contaminados com SARS-COV-2, os sintomas manifestados pela COVID-19 poderiam ser agravados devido a sobrecarga ao sistema de defesa imune dos indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a última década, vem ocorrendo um aumento do número de estudos que associam a deficiência de vitamina D a manifestação da aterosclerose, a partir de efeitos associados a inflamação (1). Mais recentemente, surgiu uma nova vertente de estudos que verificaram a relação (correlação) entre a deficiência de vitamina D e severidade dos casos de COVID-19 (4). Estes efeitos poderiam ser ainda mais expressivos na população idosa, a qual possui menor capacidade de obter a vitamina D a partir da exposição solar. Assim como, no grupo de pessoas obesas que tendem a possuir menor quantidade sérica de vitamina D, mesmo com a suplementação, no caso de indivíduos adultos (4, 5).</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D pertence ao grupo de secosteróides, produzida (sintetizada) na pele a partir do colesterol, durante a exposição solar ou obtido pela alimentação. Frequentemente relacionada ao seu papel hormonal, a vitamina D possui diversas propriedades de regulação da atividade celular, através de receptores específicos, os quais são muito conhecidos por promoverem o aumento da absorção de cálcio e fósforo no epitélio intestinal. Todavia, apesar dos mecanismos celulares não estarem totalmente esclarecidos, a presença de receptores de vitamina D em células do endotélio vascular, pode estar relacionado com a modulação do processo inflamatório, por meio da redução de citocinas inflamatórias (6). A deficiência de vitamina D também está relacionada a doenças, como: diabetes mellitus, hipertensão e câncer, as quais elevam a gravidade da COVID-19 para a população identificada como grupo de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, devemos estar atentos! Estes estudos ainda não comprovaram que a suplementação com vitamina D possa ter impacto significativo na prevenção ou tratamento, tanto para a aterosclerose quanto para a COVID-19. Isso pois, a ciência ainda não conseguiu explicar todos os efeitos da vitamina D. Os estudos apenas evidenciaram a deficiência da vitamina em indivíduos com essas enfermidades, portanto, não está claro se existe alguma relação de causa e efeito. Neste contexto, a possível modulação do efeito inflamatório provocado pela vitamina D, em favor da redução de citocinas inflamatórias circulantes, pode ser um mecanismo importante para essas doenças. Contudo, devemos ser cautelosos e aguardar mais evidenciais surgirem vindas de estudos clínicos, os quais possam trazer mais dados que comprovem o efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nitsa A, Toutouza M, Machairas N, Mariolis A, Philippou A, Koutsilieris M. Vitamin D in Cardiovascular Disease. In Vivo. 2018;32(5):977-81.</p>
<p style="text-align: justify;">Wolf D, Ley K. Immunity and Inflammation in Atherosclerosis. Circulation research. 2019;124(2):315-27.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhang C, Wu Z, Li JW, Zhao H, Wang GQ. Cytokine release syndrome in severe COVID-19: interleukin-6 receptor antagonist tocilizumab may be the key to reduce mortality. Int J Antimicrob Agents. 2020;55(5):105954.</p>
<p style="text-align: justify;">Pereira M, Dantas Damascena A, Galvao Azevedo LM, de Almeida Oliveira T, da Mota Santana J. Vitamin D deficiency aggravates COVID-19: systematic review and meta-analysis. Crit Rev Food Sci Nutr. 2020:1-9.</p>
<p style="text-align: justify;">de Oliveira LF, de Azevedo LG, da Mota Santana J, de Sales LPC, Pereira-Santos M. Obesity and overweight decreases the effect of vitamin D supplementation in adults: systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Rev Endocr Metab Disord. 2020;21(1):67-76.</p>
<p style="text-align: justify;">Cardoso FEL, Santos LdCMd, Tenório APdO, Lopes MR, Barbosa RHdA. Suplementação de vitamina D e seus análogos para tratamento de disfunção endotelial e doenças cardiovasculares. Jornal Vascular Brasileiro. 2020;19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0887170861657109" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2395" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg" alt="" width="190" height="188" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2.jpg 488w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Helison R. P. do Carmo</strong><br />
<em>Farmacêutico-bioquímico. Doutor em Ciências pela Faculdade de Ciências Médicas (UNICAMP), com período no Hatter Cardiovascular Institute – UCL (Londres). Atua na área de pesquisa cardiovascular, pós-doutoramento no Laboratório de Aterosclerose e Biologia Vascular, AteroLab (UNICAMP) &#8211; CEPID OCRC.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/vitamina-d-aterosclerose-e-covid-19-qual-a-relacao/">Vitamina D, aterosclerose e COVID-19: qual a relação?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Produtores de carne vermelha em guerra pela freguesia</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 21:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[carne vermelha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se tem falado em “alimentação saudável” nos últimos anos. No geral, quando o termo é utilizado, a carne vermelha é vista como grande vilã da boa saúde. Afinal de contas, diversos estudos científicos mostram que o consumo constante deste tipo de alimento aumenta os riscos para uma série de doenças, como o diabetes, problemas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado em “alimentação saudável” nos últimos anos. No geral, quando o termo é utilizado, a carne vermelha é vista como <strong>grande vilã da boa saúde</strong>. Afinal de contas, diversos estudos científicos mostram que o consumo constante deste tipo de alimento aumenta os riscos para uma série de doenças, como o diabetes, problemas cardiovasculares, <a title="Açaí diminui colesterol ruim e aumenta o bom, diz pesquisa" href="http://www.sobrepeso.com.br/acai-diminui-colesterol-ruim-e-aumenta-o-bom-diz-pesquisa/">aterosclerose</a> e até mesmo alguns tipos de câncer, como o coloretal.</p>
<p>O governo norte-americano vem preparando diretrizes alimentares nos últimos meses que praticamente abolem o consumo da carne vermelha e processada. E foram estas diretrizes, as quais podem influenciar as compras de alimentos pelo Exército e para as merendas escolares, que gerou a ira da indústria da carne vermelha.</p>
<p>“<strong>Nós fomos colocados em uma posição ao longo dos anos em que temos quase que pedir desculpas pelo nosso produto. Nós não vamos mais fazer isso</strong>”, disse Barry Carpenter, presidente do Instituto Norte-americano da Carne.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EM DEFESA DA CARNE VERMELHA</strong></p>
[quote_right]&#8221;Parece que o comitê está mais interessado em publicar o que é modinha entre os “gourmets” do que fornecer bons conselhos à população&#8221;, disse um representante dos produtores[/quote_right]
<p>Os produtores de carne vermelha se reuniram em associações e estão lutando em Washington, capital dos EUA, por uma mudança na maneira como os legisladores encaram este tipo de alimento. A idéia é barrar o avanço de leis que restrinjam o consumo de carne e mostrar ao público que, no final das contas, ela não faz tão mal assim.</p>
<p>O argumento utilizado pela indústria é o de que carne vermelha magra é parte fundamental de uma dieta rica e equilibrada. A carne é fonte de diversos nutrientes e proteínas essenciais ao bom funcionamento do organismo.</p>
<p>Os comitês governamentais que estão criando as novas diretrizes alimentares escrevem, porém, que tais nutrientes e proteínas podem ser ingeridos através de alimentos como<strong> frutos do mar</strong> e <strong>legumes</strong>. A informação de que carne vermelha magra é uma opção viável aparece apenas no <strong>rodapé</strong> do documento.</p>
<figure id="attachment_1049" aria-describedby="caption-attachment-1049" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1049" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/03/michelle-obama-comida.jpg" alt="michelle obama comida" width="700" height="491" /><figcaption id="caption-attachment-1049" class="wp-caption-text">A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, é defensora da alimentação saudável para a população &#8211; mas os jantares de gala na Casa Branca continuam sendo repletos de boas carnes vermelhas e muitos doces açucarados.</figcaption></figure>
<p>“Parece que o comitê está mais interessado em publicar o que é modinha entre os “gourmets” do que fornecer conselhos cientificamente embasados para a dieta da população”, atacou Howard Hill, presidente do Conselho Nacional de Produtores de Suínos.</p>
<p>Enquanto o bate-boca persiste, uma vitória o lobby da carne vermelha já conseguiu. Nas primeiras versões das novas diretrizes alimentares, havia menções de que a população deveria basear sua alimentação mais em plantas do que em derivados animais (como carnes), uma vez que isto ajuda a manter o meio-ambiente conservado (plantações de hortaliças e leguminosas ocupam muito menos espaço físico do que rebanhos, além de gerar impacto ambiental menor). Após reclamações severas dos produtores de carnes, tais conselhos já foram completamente retirados da documentação oficial e não aparecerão mais nas próximas versões.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/produtores-de-carne-vermelha-em-guerra-pela-freguesia/">Produtores de carne vermelha em guerra pela freguesia</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Açaí diminui colesterol ruim e aumenta o bom, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2015 16:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja no Norte do país, onde a pasta roxa acompanha um filé de peixe, ou mais ao Sul, com o creme gelado servido com frutas em um dia quente, os brasileiros já se renderam ao açaí e o incorporaram no cardápio. Agora, uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) descobriu que, além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seja no Norte do país, onde a pasta roxa acompanha um filé de peixe, ou mais ao Sul, com o creme gelado servido com frutas em um dia quente, os brasileiros já se renderam ao açaí e o incorporaram no cardápio. Agora, uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) descobriu que, além de boa opção de refeição ou de sobremesa, o alimento pode trazer benefícios para a saúde.</p>
<p>A professora da Escola de Nutrição da Ufop (Enut) Renata Nascimento explica que o estudo foi realizado com 42 mulheres saudáveis entre 18 e 32 anos (idade média de 24 anos) orientadas a consumir 200 g da polpa da fruta por dia, durante quatro semanas. Na análise do sangue das voluntárias foi observada a ação da fruta na prevenção da aterosclerose (acúmulo de gordura nas artérias), reduzindo o <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/">colesterol ruim</a> (LDL) e aumentando o bom (HDL).</p>
<p>“Em relação ao metabolismo do colesterol, observamos aumento da atividade da enzima paraoxonase, que previne a oxidação de LDL e a redução da concentração de LDL oxidada. Assim, podemos sugerir que o açaí pode auxiliar na redução da oxidação de LDL e prevenir a formação da placa ateromatosa”, afirma Renata.</p>
<p>Consumo. Com um histórico de problemas de colesterol na família e a indicação da nutricionista, a advogada Fernanda Aganetti, 34, diz que passou a consumir o creme cerca de quatro vezes por semana. “Sempre gostei de tomar coisas geladas por causa do calor, então resolvi substituir o sorvete pelo açaí, porque é mais saudável. Eu gosto de praticar esporte e me dá energia”, afirma.</p>
<p>Fernanda conta que o sobrinho Lucca Mendes, de apenas 9 meses, também já aprendeu a gostar de açaí. “Ele experimentou aos 4 meses de idade, e o pediatra não restringiu o consumo. Ele come com outras frutas, mais ralo, e adora”, diz.</p>
<h4>SEM Açúcar</h4>
<p>Segundo a pesquisadora, o consumo in natura, como ocorre nos Estados do Norte do Brasil, pode ser considerado como um importante componente de prevenção a doenças, mas, se associado a alimentos calóricos e ricos em açúcar, como xaropes, leite condensado e chocolate, o alimento pode ter seus efeitos benéficos neutralizados.</p>
<p>Renata explica que, na verdade, o alimento não é muito calórico. “A polpa congelada contém aproximadamente 90% de água. Considerando isso, o valor calórico de 100 g de polpa congelada tem aproximadamente 70 calorias, o que é equivalente a uma maçã grande ou uma banana média”, afirma.</p>
<p>“Apesar do interesse no açaí, esse é o primeiro estudo feito no Brasil com humanos. Na literatura internacional encontramos dois estudos.”</p>
<h4>Próxima fase</h4>
<p>Em 2015, outros grupos da Ufop farão estudos com animais para testar os efeitos do açaí contra uma doença inflamatória, e nova pesquisa irá trabalhar com artrite reumatoide.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Opção saudável: Suco energizante e desintoxicante</h4>
<p>Ingredientes:<br />
100 ml de água de coco, oito a dez morangos, duas colheres de sopa de açaí puro ou em polpa, uma fatia pequena de beterraba, uma fatia fina de gengibre, uma colher de chá de guaraná em pó, uma colher de sopa de mel ou agave, meia folha de couve sem o talo.</p>
<p>Modo de preparo:<br />
Bater tudo no liquidificador, não coar e consumir na hora.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/acai-diminui-colesterol-ruim-e-aumenta-o-bom-diz-pesquisa/">Açaí diminui colesterol ruim e aumenta o bom, diz pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Efeitos da má alimentação persistem por bom tempo no corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 19:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[epigenética]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é difícil acreditar que melhorar os hábitos alimentares traz consequências positivas para a saúde. O que cientistas descobriram recentemente, porém, é que os efeitos da má alimentação persistem por muito tempo após a melhora da qualidade nas refeições. E isto tem tudo a ver com um problema de saúde muito comum no Brasil: a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é difícil acreditar que melhorar os hábitos alimentares traz consequências positivas para a saúde. O que cientistas descobriram recentemente, porém, é que os efeitos da má alimentação persistem por muito tempo após a melhora da qualidade nas refeições. E isto tem tudo a ver com um problema de saúde muito comum no Brasil: a aterosclerose.</p>
<p>Em um novo estudo publicado na edição novembro no <em>Journal of Leukocyte Biology</em>, pesquisadores utilizaram ratos para mostrar que, mesmo após o sucesso do tratamento para a <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/"><strong>aterosclerose</strong></a> — com a redução de colesterol no sangue e uma mudança nos hábitos alimentares —, os efeitos de um estilo de vida saudável demoram a afetar as funções do sistema imunológico.</p>
<p>Na pesquisa, foram separados dois grupos de ratos que tinham genes alterados, o que os deixavam mais suscetíveis ao desenvolvimento de níveis altos de colesterol e aterosclerose. Um dos grupos recebeu uma dieta com alto teor de gordura e rica em <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/">colesterol</a>. Os outros animais comeram ração.</p>
<p>Depois de um longo período de alimentação — não explicitado no comunicado à imprensa —, o grupo alimentado com gordura passou a receber ração e, mesmo assim, demorou para ter os efeitos da refeição adequada no organismo.</p>
<p>— Estes estudos são importantes para investigarmos mais sobre medicamentos que possam modificar a epigenética — disse John Wherry, um dos pesquisadores.</p>
<p>A epigenética, segundo a pesquisa, é a parte dos genes que pode ser alterada com a mudança dos hábitos alimentares. Ela tem influência direta no sistema imunológico.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/efeitos-da-ma-alimentacao-persistem-por-bom-tempo-corpo/">Efeitos da má alimentação persistem por bom tempo no corpo</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/por-que-carne-vermelha-aumenta-o-risco-de-doencas-cardiacas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 18:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[carne vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de carne vermelha está ligado ao maior risco de doenças cardíacas. No ano passado, pesquisadores do Instituto Lerner de Pesquisa descobriram que, além da relação de gordura e colesterol, há ainda mais uma razão para o risco de aterosclerose e a culpa é toda do intestino. Por meio de bactérias, o intestino transforma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de carne vermelha está ligado ao maior risco de doenças cardíacas. No ano passado, pesquisadores do Instituto Lerner de Pesquisa descobriram que, além da relação de gordura e colesterol, há ainda mais uma razão para o risco de <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/">aterosclerose</a> e a culpa é toda do intestino.</p>
<p>Por meio de bactérias, o intestino transforma nutrientes encontrados na carne vermelha em metabólitos – produtos do metabolismo –, o que aumenta o risco de doenças cardíacas.</p>
<p>Agora, a equipe de pesquisadores conseguiu descobrir os mecanismos por trás do consumo de carne vermelha e a elevação do risco de aterosclerose (o endurecimento das artérias). Os resultados podem levar a novas estratégias para proteger a saúde cardiovascular.</p>
<p>&#8220;Identificamos os mecanismos e os envolvidos no processo. Com isto será possível identificar novas terapias para o bloqueio ou prevenção do desenvolvimento de doenças cardíacas”, disse Stanley Hazen, que liderou o estudo publicado no periódico científico Cell Metabolism.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA PERIGOSA RECEITA BACTERIANA</strong></p>
<p>Basicamente,os pesquisadores descobriram que as bactérias no intestino convertem um nutriente abundante na carne vermelha, a L-carnitina, para os metabólitos N-óxido de trimetilamina (TMAO) e gama-butyrobetaine, que promovem a aterosclerose.</p>
<p>O entendimento de todo o processo pode permitir no futuro que a produção de carne se altere.</p>
<p>“Ainda vai levar um tempo, mas os estudos presentes podem nos ajudar a desenvolver algo que permita que se possa comer um bife com menos preocupação”, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SAIBA MAIS SOBRE ATEROSCLEROSE!</strong></p>
<p>Aterosclerose é uma condição na qual há o acúmulo de material gorduroso nas paredes das artérias. Esse material gorduroso engrossa, endurece (forma depósitos de cálcio) e eventualmente pode bloquear estes vasos sangüíenos. A aterosclerose é um tipo de arteriosclerose. Os dois termos frequentemente são usados com o mesmo significado.</p>
<p>Os fatores de risco da aterosclerose incluem:</p>
<ul>
<li><a title="Luz do sol ajuda a perder peso e controlar o diabetes" href="http://www.sobrepeso.com.br/luz-sol-ajuda-perder-peso-e-controlar-o-diabetes/">Diabetes</a></li>
<li>Uso pesado de álcool</li>
<li>Pressão arterial alta</li>
<li>Níveis altos de colesterol no sangue</li>
<li>Dieta com alto teor de gordura</li>
<li>Idade avançada</li>
<li>Obesidade</li>
<li>Histórico pessoal ou familiar de doença cardíaca</li>
<li>Fumo</li>
</ul><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/por-que-carne-vermelha-aumenta-o-risco-de-doencas-cardiacas/">Por que carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Entenda por que a má circulação se agrava com a idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2014 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[má circulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A má circulação nas pernas é um problema bastante comum entre homens e mulheres e costuma piorar com o passar dos anos. De acordo com o cirurgião cardiovascular Ronaldo Lopes, do Instituto do Coração (InCor), de Rio Preto, a má circulação das artérias é causada pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Quando isso ocorre, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/entenda-por-que-ma-circulacao-se-agrava-com-idade/">Entenda por que a má circulação se agrava com a idade</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A má circulação nas pernas é um problema bastante comum entre homens e mulheres e costuma piorar com o passar dos anos. De acordo com o cirurgião cardiovascular Ronaldo Lopes, do Instituto do Coração (InCor), de Rio Preto, a má circulação das artérias é causada pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Quando isso ocorre, elas ficam endurecidas e estreitas, tornando a circulação do sangue bem mais lenta.</p>
<p>Existe também a má circulação das veias causada por um defeito nas válvulas venosas. &#8220;A má circulação arterial está relacionada à gordura na parede das artérias, formando a placa de <a title="A relação entre o coração, o diabetes…e a testosterona!" href="http://www.sobrepeso.com.br/relacao-entre-o-coracao-o-diabetes-e-testosterona/">aterosclerose</a>. Essa placa leva ao estreitamento e até à obstrução das artérias, que compromete a oxigenação dos tecidos. As principais causas são colesterol alto, hipertensão arterial, tabagismo, diabetes, obesidade e sedentarismo.</p>
<p>Os sintomas mais frequentes são cãibras, dores nas pernas ao andar, principalmente em panturrilhas, e sensação de formigamento. Essas dores cessam com o repouso e se repetem quando o paciente volta a caminhar&#8221;, explica. Ainda de acordo com Lopes, existe também a má circulação venosa, que leva ao surgimento das conhecidas varizes.</p>
<p>E ocorre quando as válvulas que coordenam a passagem de sangue das pernas para o coração não funcionam como deveriam, fazendo com que o sangue seja acumulado nas veias, provocando deformação. &#8220;As veias ficam inchadas e arroxeadas. Geralmente, as pessoas que passam muito tempo em pé ou que têm antecedentes na família estão predispostas a desenvolver o problema. Os sintomas são dores nas pernas, cansaço, peso, inchaço, formigamento, coceira e cãibras&#8221;, esclarece.</p>
<p><b>Tive de mudar</b></p>
<p>O aposentado Reinaldo Fernandes Mouron, 63 anos, conta que, há 4 anos, começou a sentir dores nas pernas ao caminhar, mas nunca imaginou que pudesse estar com qualquer problema de circulação. &#8220;Em 2011, depois de sentir muitas dores nas pernas, procurei um médico e descobri que tenho um problema de circulação crônica, e também apareceu uma aneurisma de 45 milímetros, quando o normal, dizem, é de até 30 milímetros.</p>
<p>De lá pra cá, já fiz algumas cirurgias. Foi preciso colocar alguns stents. Hoje, tenho uma vida normal. Tomo medicamento para afinar o sangue, faço acompanhamentos anuais e sei que preciso manter uma dieta e fazer exercício para não ficar acima do peso. Alguns hábitos eu tive de mudar&#8221;, diz</p>
<p><b>Alimentação e condição física interferem</b></p>
<p>José Dalmo de Araújo Filho, chefe do serviço de Cirurgia Endovascular e Vascular do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), de Rio Preto, explica que o quadro de má circulação nos membros inferiores pode se agravar com a idade, pois o risco de doença arterial obstrutiva aumenta de 2 a 3 vezes a cada acréscimo de 10 anos na idade, principalmente se não tratada adequadamente.</p>
<p>&#8220;O principal sintoma é a claudicação intermitente, ou seja, dor nas pernas quando o indivíduo vai caminhar. Esse sintoma varia de intensidade conforme a gravidade da obstrução das artérias nos membros inferiores. Quanto mais obstruídas as artérias, menos o indivíduo consegue caminhar e maior a intensidade das dores. Em casos mais avançados, o paciente pode apresentar dor em repouso, ulceras isquêmicas e até evoluir para amputação do membro&#8221;, diz.</p>
<p>De acordo com o especialista, ao longo da vida, o ideal é sempre prevenir, em qualquer situação, sempre visando a ter saúde e qualidade de vida. O cardiologista Nilton Carlos Spinola Machado explica que, para isso, algumas medidas podem ser adotadas. &#8220;Ao adotar algumas medidas e fazer mudanças de hábitos, é possível prevenir e contribuir para a circulação.</p>
<p>Elabore um cardápio rico em fibras: contribui para a digestão, evita o aumento de pressão abdominal, a debilitação das paredes das veias e, assim, reduz-se o risco de sofrer de prisão de ventre, varizes e hemorroidas&#8221;, diz. O especialista ainda reforça que o ideal é optar por alimentos com gorduras polissaturadas, que regulam a pressão arterial, a vasodilatação e a coagulação.</p>
<p>&#8220;É fundamental utilizar roupas confortáveis e evitar as peças que apertam os músculos das pernas, comprimem a cintura ou mesmo os sapatos ou tênis apertados, já que dificultam a circulação do sangue. Sempre se atentar em levantar um pouco as pernas enquanto se está sentado, ou mantê-las elevadas por alguns minutos quando se deita na cama. Isso ajuda a dar um bom retorno do sangue às veias.</p>
<p><b>Exercite-se</b></p>
<p>Outra recomendação é praticar exercícios regularmente para prevenir a má circulação do sangue. Os músculos, ao serem exercitados, atuam como corações secundários, que comprimem as veias e empurram o sangue para a parte superior do corpo. &#8220;Ingerir entre dois e três litros de água por dia ajuda a aumentar a eliminação de toxinas e melhorar a circulação.</p>
<p>Fazer massagens relaxantes favorece a circulação sanguínea e também melhora a irrigação dos tecidos. O cigarro é um vilão, que provoca má circulação do sangue, porque a nicotina contida no cigarro danifica as artérias e favorece o aparecimento de varizes&#8221;, diz Machado.</p>
<p><b>Remédio junto a novos hábitos</b></p>
<p>O cardiovascular Ronaldo Lopes explica a diferença nos tratamentos de verizes. &#8220;Quando é um caso de má circulação leve, o tratamento é feito com o uso de medicamentos e algumas medidas, como a diminuição do consumo de sal e alimentos gordurosos, evitar ingerir bebidas alcoólicas, comer alimentos ricos em fibra, beber de 1,5 a 2 litros de água por dia e <a title="Atividades, hidratação e nutrição aliadas podem melhorar qualidade de vida" href="http://www.sobrepeso.com.br/atividades-hidratacao-e-nutricao-aliadas-podem-melhorar-qualidade-de-vida/">praticar atividades físicas de baixo impacto</a>, porque isso melhora a circulação sanguínea e o retorno venoso.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com Lopes, para amenizar o inchaço dos pés e os tornozelos é recomendado deitar-se no chão e colocar as pernas para cima, encostadas a uma parede ou almofada, pois isso facilita o retorno do sangue para o coração, diminuindo o inchaço nos membros inferiores. &#8220;Mas, se for constatado um caso grave, é necessário um procedimento cirúrgico para melhorar a circulação. Dessa forma, o tratamento esta relacionado à intensidade dos sintomas e não à idade do paciente, claro que pacientes na terceira idade, normalmente, têm mais sintomas, e estes são mais intensos&#8221;, explica.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/entenda-por-que-ma-circulacao-se-agrava-com-idade/">Entenda por que a má circulação se agrava com a idade</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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