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	<title>ansiedade | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>A influência do estresse emocional e ansiedade nas escolhas alimentares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que eu devo saber sobre o estresse emocional e ansiedade? Antes de entendermos a relação do estresse emocional e da ansiedade nas escolhas alimentares, é importante definirmos alguns conceitos. Dentre esses, precisamos compreender que a emoção é um estado biológico em resposta à alguma situação (ex. estar feliz ao encontrar alguém que goste). Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<pre style="text-align: justify;"><strong>O que eu devo saber sobre o estresse emocional e ansiedade?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Antes de entendermos a relação do estresse emocional e da ansiedade nas escolhas alimentares, é importante definirmos alguns conceitos. Dentre esses, precisamos compreender que a emoção é um estado biológico em resposta à alguma situação (ex. estar feliz ao encontrar alguém que goste). Essa resposta gera diversos estímulos no cérebro e demais órgãos do corpo e resultam em mudanças no comportamento, incluindo o alimentar.  Por outro lado, algumas condições especificas, como a ansiedade, tornam o indivíduo mais sensíveis aos sentimentos de medo, tristeza, tensão e estresse. Nesse sentido, diversos fatores podem levar a quadros de estresse ou ansiedade, como o contexto social, relações interpessoais, questões financeiras e sentimentos individuais.</p>
<p style="text-align: justify;">O estresse emocional e a ansiedade são considerados um problema da sociedade moderna, atingindo grande parte da população, estão associados à praticas, como: uso de cigarro e álcool. Estudos científicos tem mostrado que essas condições podem influenciar negativamente o <strong>ganho de peso e causar riscos para a integridade física e mental.</strong> Segundo a <a href="https://www.apa.org/news/press/releases/2010/11/stress-in-america">Associação Americana de Psicologia</a> (APA), as crianças com sobrepeso ou obesidade são mais sensíveis ao aumento no consumo de alimentos e ganho de peso causados pelo estresse. Além disso, quadros recorrentes de ansiedade podem levar alterações de humor, distúrbios de sono, maior ingestão de alimentos calóricos e de baixa qualidade nutricional.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Pesquisadores tem investigado como o estresse emocional e a ansiedade podem afetar
nossas escolhas alimentares</strong>.</pre>
<p style="text-align: justify;">A ciência tem comprovado que as regiões do cérebro envolvidas na administração das emoções, da ansiedade e da ingestão de alimentos (fome e saciedade) são compartilhadas, facilitando sua interação. Nessa perspectiva, pesquisadores evidenciaram a existência de um sistema de recompensa no cérebro que é extremamente sensível às substâncias como açúcar refinado e gordura, ingredientes que são encontrados em grande quantidade nos alimentos industrializados (ex. chocolate ao leite, doces e balas). Elevadas quantidades dessas substâncias geram sensação de prazer, felicidade e bem-estar pois estimula a produção de alguns neurotransmissores, como dopamina e serotonina. Pesquisadores tem apresentado evidências de que esses alimentos podem gerar vícios alimentares devido a sua palatabilidade (agradável ao paladar), pois agem de maneira similar à alguma droga. Essa característica parece ter relação com a maior procura desse tipo de alimento por indivíduos que apresentam quadros de ansiedade, estresse emocional ou mesmo depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante, é que esse sistema de recompensa também se comunica com outra região do cérebro, conhecida como hipotálamo, que contribui para o controle do peso corporal através da fome e saciedade. Dessa forma, sentimentos negativos (ex. raiva, tristeza, agressividade, decepção e outros) podem levar à maior ingestão alimentar pois recebem estímulos do sistema de recompensa, aumentando os sinais de fome e ainda são influenciados pelo cortisol, considerado o hormônio do estresse. Esse cenário também é comumente observado em portadores de transtornos mentais que apresentam mudanças de humor ao longo do dia e utilizam a comida como escape nesses momentos. Essa condição pode ser chamada de <strong>“comer emocional”</strong> que relaciona o ato de se alimentar conforme as emoções, buscando a sensação de conforto, alívio ou distração. Entretanto, este ato pode ocasionar elevado consumo de alimentos ricos em calorias, açúcares e gorduras, podendo proporcionar sensação de culpa e raiva, gerando novos sentimentos negativos e <strong>não resolvendo o problema inicial</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das mudanças na qualidade do que se come, foi observado que o estresse em adultos está associado com baixa ingestão de verduras e legumes e consumo de refeições mais calóricas. É preciso estar alerta, pois episódios recorrentes do comer emocional podem indicar uma evolução para algum transtorno alimentar. Pois é descrito na literatura cientifica que o estresse e a ansiedade podem desencadear a <strong>compulsão alimentar</strong>, caracterizada como um transtorno que envolve pontuais aumentos na ingestão alimentar durante curtos intervalos de tempo, por vezes seguidos por sentimento de culpa. O desenvolvimento desse transtorno alimentar pode contribuir para o ganho excessivo de peso e o desenvolvimento de outras doenças, como a síndrome metabólica.</p>
<figure id="attachment_2573" aria-describedby="caption-attachment-2573" style="width: 766px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14063329988_2e50b6dbf0_o.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2573 size-full" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14063329988_2e50b6dbf0_o.jpg" alt="Credit: Tijana - Fotolia.com" width="766" height="626" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14063329988_2e50b6dbf0_o.jpg 766w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14063329988_2e50b6dbf0_o-300x245.jpg 300w" sizes="(max-width: 766px) 100vw, 766px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2573" class="wp-caption-text">Credit: Tijana &#8211; Fotolia.com</figcaption></figure>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Como o cenário da pandemia do novo Coronavírus tem contribuído
para o estresse emocional?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Conforme abordado em outras <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/">matérias</a> nesse site, a adesão ao isolamento social em diferentes países levou à uma série de mudanças na rotina pessoal e profissional. Esse confinamento repercutiu também no estado emocional das pessoas, que passaram a ter um convívio social mais restrito, insegurança e medo diante das notícias veiculando o crescente número de novos casos, as incertezas e expectativas sobre o andamento do desenvolvimento da vacina, entre outros aspectos. O Centro de Prevenção e Controle de Doenças (<a href="https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/daily-life-coping/managing-stress-anxiety.html">CDC</a>) dos Estados Unidos revelou que os desafios vividos durante a pandemia são estressantes e podem gerar sensações de solidão e isolamento nas pessoas, aumentando a frequência nos episódios de estresse e ansiedade. O CDC reforçou, ainda, que o estresse e ansiedade decorrentes do isolamento social podem favorecer mudanças no apetite e nas escolhas alimentares, inclusive favorecer hábitos que possam comprometer à saúde mental (ex. aumento no uso de álcool, cigarro e outras substâncias).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da pandemia favorecer um ambiente estressante, um estudo realizado na Itália durante o lockdown identificou que os italianos apresentaram mudanças positivas no estilo de vida, dentre elas a ingestão adequada de água, o aumento da pratica de atividade física em casa, mas também a ingestão de alimentos saudáveis (ex. frutas, verduras e legumes), inclusive os entrevistados passaram a consumir versões caseiras de alimentos tradicionalmente industrializados. Esses resultados podem servir como um indicativo que parte da população está fazendo as pazes com a cozinha e os alimentos, redescobrindo e aprimorando novas habilidades e não está cedendo ao estresse emocional.</p>
<pre style="text-align: justify;"><strong>Mas então, quais os benefícios da alimentação nos episódios
de estresse e na ansiedade?</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">A nutrição pode ser uma importante aliada em meio a episódios de estresse emocional ou ansiedade. Dessa forma, os nutricionistas recomendam a ingestão de alguns alimentos que são fontes de nutrientes que podem atuar no organismo, minimizando os impactos gerados durante esses quadros. Por exemplo, recomenda-se o consumo de alimentos ricos em <strong>ômega 3</strong>, presentes nos peixes de água profunda, como salmão, sardinha, atum e arenque. Esse nutriente proporciona diversos benefícios à saúde física e mental, sua caráter anti-inflamatório tem papel de destaque, pois a ciência tem mostrado que está associada à redução nos quadros de estresse e ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vitaminas e <a href="https://www.sobrepeso.com.br/flavonoides-cacau-turbinam-o-cerebro-e-ajudam-memoria/">substâncias bioativas</a> (substâncias naturais que trazem benefícios à saúde) encontradas nos alimentos também são indicadas, pois possuem função antioxidante, que auxiliam no combate aos radicais livres que estão presentes em elevados níveis durante situações de estresse e ansiedade extrema. Alguns antioxidantes interessantes são: os <b>carotenoides</b> (presentes em diversos alimentos, como na cenoura, mamão, tomate, abóbora e couve), <strong>vitamina C</strong> (frutas cítricas, como a laranja, limão, tangerina e acerola), <strong>Vitamina E</strong> (semente de girassol, óleos vegetais, amendoim, nozes) e <strong>selênio</strong> (castanha do Pará, ovos, carnes, peixes, semente de girassol e pães), estes compostos são capazes de reduzir os riscos das patologias associadas à ansiedade e ao estresse crônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, a <strong>composição da alimentação</strong> é de extrema importância para a saúde cerebral e consequentemente para o estado emocional. Alguns estudos tem proposto que uma dieta com <a href="https://www.sobrepeso.com.br/seguir-dieta-mediterraneo-e-caro-mas-compensa/">padrão do mediterrâneo</a>, sendo rica em peixes, com elevada <strong>variedade de alimentos <em>in-natura</em> e minimamente processados</strong>, como as frutas, verduras, legumes, nozes, alimentos estes que possuem nutrientes importantes para a proteção contra os prejuízos a saúde gerados pelo estresse e ansiedade, além disso podem aumentar a <strong>saciedade</strong> pela presença de fibras, proteínas e gorduras insaturadas. Mais informações sobre a relação entre o <a href="https://www.sobrepeso.com.br/como-alimentacao-pode-diminuir-agressividade-em-jovens/">estado emocional e a alimentação</a> foram tratadas em outras matérias em nosso site.</p>
<figure id="attachment_2574" aria-describedby="caption-attachment-2574" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2574 size-full" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920.jpg" alt="" width="1920" height="1536" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920.jpg 1920w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920-300x240.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920-1024x819.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920-768x614.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920-1536x1229.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/salad-5904093_1920-1068x854.jpg 1068w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2574" class="wp-caption-text">Credit: galyafanaseva by Pixabay</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Como recomendação final, sugerimos um filme muito divertido e que pode ajudar a entender como o estado emocional pode influenciar nossas escolhas e atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Divertidamente </strong><br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<strong>Gênero</strong>: Animação/Comédia<br />
<strong>Produção</strong>: Dinsney Pictures e Pixar Studios</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">BECKER, K. R., <em>et al</em>. Global/local processing style: Explaining the relationship between trait anxiety and binge eating. <strong>International Journal of Eating Disorders</strong>, v.50, n. 11, p. 1264–1272, Nov., 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">DEBEUF, T., <em>et al</em>. Stress and Eating Behavior: A Daily Diary Study in Youngsters. <strong>Frontiers in Psychology</strong><strong>,</strong> v.9, p.1-13, Dec., 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">GONZALEZ, M.J.; MIRANDA-MASSARI, J.R. Diet and Stress. <strong>Psychiatric Clinics of North America</strong>, v.37, n.4, p. 579–589, 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">HUESTON, C.M.; CRYAN, J.F.; NOLAN, Y.M. Stress and adolescent hippocampal neurogenesis: diet and exercise as cognitive modulators. <strong>Translational Psychiatry</strong>, v.7, n.4, p.1-17, 2017.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Litwin%20R%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27460010">LITWIN, R</a>., <em>et al</em>. Negative emotions and emotional eating: the mediating role of experiential avoidance. <strong>Eating Weight Disorders</strong>, v. 22, n. 1, p.97-104, Mar., 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">PEREIRA, T. C., <em>et al</em>. Estado emocional e comportamento alimentar de universitárias de uma instituição de ensino particular. <strong>Revista e-ciência,</strong> v. 7, n. 1, p. 16-20, 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">RAZZOLI, M.; BARTOLOMUCCI, A. The dichotomous effect of chronic stress on obesity.<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/eutils/elink.fcgi?dbfrom=pubmed&amp;retmode=ref&amp;cmd=prlinks&amp;id=27162125"><strong> Trends Endocrinol</strong> <strong>&amp; Metabolism, </strong>v. 27, n. 7, p.504–515, Jul., 2016.</a></p>
<p style="text-align: justify;">ZHU, et al. Life Event Stress and Binge Eating Among Adolescents: The Roles of Early Maladaptive Schemas and Impulsivity. <strong>Stress and Health</strong>, v.32, n.4, p.395-401, Oct., 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">SINGH, M. Mood, food, and obesity. <strong>Frontiers in pshycology</strong>, v.5, n.925, p.1-20. 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">RENZO, LD et al. Eating habits and lifestyle changes during COVID-19 lockdown: an Italian survey<strong>. J Trans Med</strong>, v.18, n.229, p.1-15, 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p><em style="text-align: justify;"><u><a style="text-decoration-line: underline;" href="http://lattes.cnpq.br/6348017681671992" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2571" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayara-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayara-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayara-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mayara.jpg 403w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></u></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mayara da Nóbrega Baqueiro</strong><br />
<em>Nutricionista, mestranda em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (FCA/UNICAMP) e aluna do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (LabDiMe), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisa com modelos experimentais e estuda a influência da obesidade materna induzida por dieta hiperlipidica na hiperfagia de seus descendentes.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/4150327687313783" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="wp-image-2572 alignleft" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Wenicius3.jpg" alt="" width="190" height="221" /></a>Wenicios Ferreira Chaves</strong><br />
<em>Graduado em Nutrição (2013-2017) e Mestre em Nutrição pelo PPGN (2018-2020) ambos na Universidade Federal de Pernambuco (2020). Atualmente é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (PPGCNEM) da Universidade Estadual de Campinas. Desenvolve pesquisa no Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (LabDiMe), onde estuda o papel hipotalâmico do receptor colinérgico nicotínico alfa 7 na manutenção da homeostase energética. É bolsista FAPESP vinculado ao CEPID OCRC da UNICAMP.</em></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/a-influencia-do-estresse-emocional-e-ansiedade-nas-escolhas-alimentares/">A influência do estresse emocional e ansiedade nas escolhas alimentares</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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