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	<title>cérebro | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>A fome e a saciedade: Como nosso cérebro controla esses comportamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 15:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentir fome faz parte dos mecanismos do nosso corpo para nos manter vivos, e o principal órgão que controla esse comportamento, como todos os outros, é o cérebro. O cérebro trabalha como se fosse um “gerente”, que recebe as informações de todas as partes do corpo, processa essas informações e envia uma resposta para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Sentir fome faz parte dos mecanismos do nosso corpo para nos manter vivos, e o principal órgão que controla esse comportamento, como todos os outros, é o cérebro.</strong> O cérebro trabalha como se fosse um “gerente”, que recebe as informações de todas as partes do corpo, processa essas informações e envia uma resposta para a periferia, a qual, no caso da sensação de fome, é a geração do comportamento de busca pelo alimento.</p>
<pre><strong>Informações que chegam ao cérebro:</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">As informações sobre o estado nutricional do nosso corpo, bem como dos estoques de energia que possuímos, que são as principais informações que o cérebro usa para saber se precisamos comer no momento ou não, chegam ao cérebro através de duas principais formas: hormônios e os próprios nutrientes circulantes, os quais após a digestão do alimento ingerido, percorrem pelo nosso sangue para todos os órgãos, e são utilizados como fonte de energia para as células.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso cérebro possui regiões especializadas que detectam os hormônios e os nutrientes, e assim conseguem inferir sobre o nosso estado nutricional. <strong>Um dos importantes hormônios que tem a função de informar o cérebro é chamado de leptina</strong>.</p>
<pre><strong>A leptina:</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">A leptina é produzida pelas nossas células de gordura, e simboliza um importante sinalizador ao nosso cérebro sobre os estoques de energia do corpo, os quais são representados pela gordura. Quanto mais gordura um indivíduo possui, mais leptina ele produz.</p>
<p style="text-align: justify;">Classicamente, <strong>a leptina é conhecida como o hormônio da saciedade</strong>, que age no nosso cérebro inibindo os neurônios que estimulam a fome e inibem o gasto de energia (conhecidos como neurônios AgRP/NPY), ao mesmo tempo em que estimula os neurônios que inibem a fome e estimulam o gasto de energia (conhecidos como neurônios POMC/CART).</p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado, a leptina inibe a fome e estimula o gasto de energia, o que parece um cenário ideal para pessoas que desejam perder peso. Portanto, era de se esperar que pessoas com obesidade, por apresentarem maiores estoques de tecido adiposo e, portanto, produzirem maior quantidade de leptina, sentissem menos fome, correto? Mas o fato é que, assim como acontece com a insulina, <strong>pessoas com obesidade parecem apresentar resistência à ação da leptina</strong>. E é por isso que hoje, pesquisadores que estudam a leptina, defendem a ideia de que ela não deve ser considerada um hormônio de saciedade, mas sim um <strong>hormônio muito importante em situações de escassez de alimento</strong>, pois no jejum os níveis de leptina caem, e essa queda é determinante para estimular o comportamento alimentar e inibir o gasto energético, a fim de garantir a sobrevivência.</p>
<pre><strong>A evolução e a epidemia de obesidade:</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Esse importante efeito causado pela queda de leptina faz muito sentido quando pensamos em termos evolutivos<strong>. Não faz muito tempo na história humana em que estávamos expostos a um ambiente de grande escassez de alimento; e saber qual seria a próxima refeição era algo praticamente imprevisível. Portanto, era muito importante para a sobrevivência da espécie que nosso cérebro possuísse mecanismos que estimulassem a fome e inibissem o gasto energético. No entanto, em termos evolutivos, faz pouco tempo que o ambiente em que estamos vivendo mudou para um de abundância de alimentos, acima de tudo de alta densidade calórica. Isso, juntamente com os baixos níveis de atividade física, são fatores que ajudam a explicar a epidemia de obesidade atual.</strong> E por que então o nosso cérebro não acompanhou essa mudança? Provavelmente porque ainda não houve tempo suficiente para que ocorresse uma pressão evolutiva para mudar a resposta do nosso organismo à situação de abundância de alimentos.</p>
<pre><strong>Outros fatores que controlam a fome e a saciedade:</strong></pre>
<p style="text-align: justify;">Como já mencionado, a leptina atua nos neurônios da região do cérebro chamada hipotálamo e informa sobre os estoques de energia de longo prazo, permitindo que cérebro saiba quanto tempo você sobreviveria sem consumir alimentos. No entanto, ela não está sozinha nessa importante função. <strong>Outros hormônios possuem o papel de informar ao cérebro sobre a disponibilidade de nutrientes do corpo</strong>, a curto prazo. Esses sinalizadores são principalmente os hormônios liberados pelo sistema gastrointestinal durante o processo de digestão dos alimentos e agem principalmente como sinais de saciedade. A colecistocinina (CCK) liberada pelo estômago aproximadamente 30 minutos após o início da refeição, por exemplo, sinaliza ao cérebro para que você pare de comer; peptídeo YY (PYY) e peptídeo semelhante ao glucagon<em>&#8211;</em>1 (GLP-1), produzidos no intestino, informam ao cérebro que ainda não está na hora de comer, pois está satisfeito. Contrariamente, funcionando como um sinal de fome, <strong>a grelina, liberada pelo estômago alguns minutos antes de uma refeição, sinaliza ao cérebro que está na hora de comer.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além de todos esses hormônios, os próprios nutrientes provenientes do processo de digestão, como aminoácidos, ácidos graxos e glicose podem atuar em neurônios que são sensíveis a eles, o que significa que eles podem funcionar como sinalizadores para o cérebro sobre os estoques de energia do corpo, podendo também modular o comportamento alimentar. Também, outros hormônios como insulina, glicocorticoides, hormônio do crescimento, dentre outros, participam do controle do comportamento alimentar atuando no cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos também nos esquecer de que outro fator muito importante que atua na escolha do alimento que iremos ingerir diz respeito ao prazer proporcionado pelo mesmo. O prazer pela comida é fortemente associado ao comportamento alimentar. Outras áreas específicas do nosso cérebro, conhecidas como áreas de recompensa, controlam o comer pelo prazer. No entanto, apesar de serem áreas distintas das quais controlam a fome e a saciedade, elas estão intimamente relacionadas e dependentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portanto, a decisão sobre comermos um alimento em determinado momento é controlada pelo cérebro após receber informações de hormônios e nutrientes que circulam pelo corpo. Em sua complexidade, o cérebro possui áreas específicas que interpretam essas informações, comunicam-se com outras regiões cerebrais e assim elabora uma resposta coordenada para que seja determinado quando, quanto e o que comeremos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ramos-Lobo AM,Donato J Jr. The role of leptin in health and disease.<em>Temperature</em> (Austin). 2017 May 26;4(3):258-291. doi: 10.1080/23328940.2017.1327003</p>
<p style="text-align: justify;">Gregory S. Barsh and Michael W. Schwartz. Genetic approaches to studying energy balance: perception and integration. <em>Nat Rev Genet</em> . 2002 Aug;3(8):589-600. doi: 10.1038/nrg862.</p>
<p style="text-align: justify;">Mark L. Andermann and Bradford B. Lowell. Toward a Wiring Diagram Understanding of Appetite Control. 2017 August 16; 95(4): 757–778. doi:10.1016/j.neuron.2017.06.014.</p>
<p style="text-align: justify;">Stephan J Guyenet, Michael W Schwartz. Clinical review: Regulation of food intake, energy balance, and body fat mass: implications for the pathogenesis and treatment of obesity. <em>J Clin Endocrinol Metab. </em>2012 Mar;97(3):745-55. doi: 10.1210/jc.2011-2525.</p>
<p style="text-align: justify;">Woods SC, Seeley RJ, Porte D, Jr., Schwartz MW. Signals that regulate food intake and energy homeostasis. 1998; 280(5368):1378-83.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE A AUTORA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/7149059763504093" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2402" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Isadora-300x272.png" alt="" width="190" height="172" /></a>Isadora C. Furigo</strong><br />
<em>É pesquisadora realizando pós-doutorado na Universidade de São Paulo na área de Controle Central do Metabolismo. Passou 14 meses na Universidade de Cambridge realizando parte de seu pós-doutorado. É Bacharela em Ciências Fundamentais para a Saúde pela USP, Mestra e Doutora em Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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			</item>
		<item>
		<title>Dieta rica em frutose altera genes no cérebro, influencia na saúde e na memória</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/dieta-rica-em-frutose-altera-genes-no-cerebro-influencia-na-saude-e-na-memoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 20:08:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[frutose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma pesquisa reveladora, cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles mostraram os perigos do consumo exagerado de frutose – um tipo bastante comum de açúcar (veja no quadro abaixo). De acordo com os cientistas, muita frutose na dieta aumenta os riscos de uma série de doenças no corpo todo, ao modificar a expressão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma pesquisa reveladora, cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles mostraram os perigos do consumo exagerado de <strong>frutose</strong> – um tipo bastante comum de açúcar (<em>veja no quadro abaixo</em>). De acordo com os cientistas, muita frutose na dieta aumenta os riscos de uma série de doenças no corpo todo, ao modificar a expressão de genes no cérebro.</p>
<p>Em outras palavras: frutose demais na alimentação faz com que milhares de genes sejam ‘ligados’ ou ‘desligados’ de maneira anormal no cérebro. Boa parte desses genes estão ativos em áreas cerebrais que controlam nosso metabolismo e estão intimamente relacionadas à alimentação e à <a href="http://www.sobrepeso.com.br/comer-bem-protege-contra-demencia-perda-de-memoria-e-de-raciocinio/">formação e retenção de memórias</a>, como veremos adiante.</p>
<p>Entre as doenças mencionadas no estudo estão o <a href="http://www.sobrepeso.com.br/revista-em-quadrinhos-sobre-diabetes-e-lancada-por-centro-de-pesquisas-da-unicamp/">diabetes</a>, doenças cardiovasculares, Parkinson, depressão, transtornos bipolares e até mesmo problemas de memória.</p>
<p>Além de alertar sobre o consumo de frutose, o trabalho científico, publicado no periódico <em><a href="http://www.ebiomedicine.com/article/S2352-3964(16)30143-8/abstract">EBioMedicine</a></em>, também traz uma boa notícia:<strong> ingerir ômega-3 parece ‘proteger’ os genes</strong> contra os efeitos nocivos do excesso de frutose na dieta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #1373be;"><strong>FRUTOSE EM EXCESSO, CÉREBRO AFETADO</strong></span></h3>
[quote_right]Além de apresentarem problemas de memória, os ratos que ingeriram frutose em excesso estavam com taxas altíssimas de açúcar, triglicérides e insulina no sangue – o que é péssimo para a saúde[/quote_right]
<p>No estudo, os cientistas estudaram a expressão de mais de 20 mil genes no cérebro de ratos. Parte dos animais estudados havia ingerido, durante seis semanas, uma dieta riquíssima em frutose – sua alimentação era tão ‘doce’ que eles estavam <strong>bebendo o equivalente a 1L de refrigerante todos os dias</strong>. Outros animais observados no estudo haviam ingerido uma dieta rica em frutose e, ao mesmo tempo, rica também em um ácido graxo conhecido como <strong>DHA</strong>, da ‘família’ do ômega-3.</p>
<p>Dos 20 mil genes, os cientistas identificaram mais de 700 no hipotálamo (o principal centro de controle do metabolismo) e 200 no hipocampo (que ajuda a regular a memória e o aprendizado) que haviam sido modificados pela dieta rica em frutose. Esses genes mostraram um padrão de expressão anormal, influenciando o funcionamento de todo o organismo.</p>
<p>Dos cerca de 900 genes identificados, a grande maioria possui correlação com genes encontrados também no cérebro humano. Estudos anteriores já haviam vinculado a expressão anormal deles com as doenças mencionadas no segundo parágrafo deste texto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #1373be;"><strong>A FRUTOSE EM NOSSA ALIMENTAÇÃO</strong></span></h3>
<figure id="attachment_1556" aria-describedby="caption-attachment-1556" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1556" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/excesso-de-açúcar-nas-sobremesas.jpg" alt="excesso de açúcar nas sobremesas" width="700" height="435" /><figcaption id="caption-attachment-1556" class="wp-caption-text">A frutose pode ser encontrada em sua forma &#8216;pura&#8217;, concentrada, ou então como componente de açúcares mais complexos, como o açúcar de cana.</figcaption></figure>
<p>A frutose é um açúcar simples, presente naturalmente em frutas (por isso seu nome) e demais vegetais. Ele é encontrado de forma concentrada, em altíssimas quantidades, no <strong>xarope de milho</strong>, um adoçante barato muito utilizado pela indústria alimentícia, especialmente nos Estados Unidos (onde o estudo foi conduzido).</p>
<p>Aqui no Brasil, muitos produtos industrializados são adoçados com <a href="http://www.sobrepeso.com.br/menos-acucar-maior-colesterol-bom/">xarope de milho</a> e, portanto, possuem altas quantidades de frutose. Entre eles, destacam-se os refrigerantes e os molhos prontos, como o catchup.</p>
<p>Além disso, vale lembrar: quando o açúcar mais popular aqui no Brasil – o açúcar de cana – é ingerido, nosso corpo quebra-o em glicose e frutose. Ou seja, ingerimos frutose em praticamente todos os doces que comemos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #1373be;"><strong>ÔMEGA-3 PROTETOR</strong></span></h3>
<figure id="attachment_1557" aria-describedby="caption-attachment-1557" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1557" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/salmao-ômega-3-DHA.jpg" alt="Salmon and vegetables on white plate" width="700" height="413" /><figcaption id="caption-attachment-1557" class="wp-caption-text">O salmão é um dos peixes com maior quantidade de ômega-3 (e DHA)</figcaption></figure>
<p>Uma boa notícia: os animais que ingeriram bastante DHA (o ácido graxo ‘do bem’) mostraram taxas normais de expressão gênica, e também não apresentaram problemas de memória em testes. Com isso, os cientistas acreditam que uma alimentação com bastante DHA pode ser uma maneira efetiva de combater os malefício do excesso de frutose.</p>
<p>“O cérebro e o corpo possuem uma maquinaria deficiente para produzir DHA; (ele) deve vir através da alimentação”, explicou Fernando Gomez-Pinilla, professor de Neurocirurgia e Biologia e Fisiologia Integrativa na Universidade UCLA, co-autor do trabalho científico.</p>
<p>O DHA (docosahexaenoico) é encontrado principalmente em peixes, como o <a href="http://www.sobrepeso.com.br/10-alimentos-para-ficar-mais-inteligente-e-produtivo/">salmão</a> e a sardinha. Em menores quantidades, ele pode ser obtido em vegetais, frutas e sementes. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o DHA é um poderoso antioxidante, fortalece as sinapses cerebrais e melhora o aprendizado e a memória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir dos dados do estudo, Fernando recomenda que as pessoas evitem tomar refrigerantes, diminuam a quantidade de sobremesas e, no geral, consumam menos açúcar e gorduras saturadas. “<strong>Os alimentos são como compostos farmacêuticos que afetam o cérebro</strong>”, afirmou o pesquisador. Por isso, cuidar com carinho do que comemos – e, em especial, evitar a tentação do açúcar – é um passo primordial para aumentar a qualidade de vida e conquistar uma saúde forte e duradoura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><span style="color: #1373be;"><strong>Para saber mais</strong>: Qingying Meng et al. Systems Nutrigenomics Reveals Brain Gene Networks Linking Metabolic and Brain Disorders, EBioMedicine (2016). DOI: 10.1016/j.ebiom.2016.04.008</span></h6>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/dieta-rica-em-frutose-altera-genes-no-cerebro-influencia-na-saude-e-na-memoria/">Dieta rica em frutose altera genes no cérebro, influencia na saúde e na memória</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Comer bem protege contra demência, perda de memória e de raciocínio</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/comer-bem-protege-contra-demencia-perda-de-memoria-e-de-raciocinio/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2015 18:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[quote_right]O cérebro corresponde a apenas 2% do peso do corpo, mas consome, sozinho, 20% de toda a energia![/quote_right] Quando se fala em “alimentação saudável”, o que lhe vem à cabeça? Para muita gente, o termo se refere apenas à perda de peso. Mas há diversas outras vantagens para o organismo associadas à qualidade da alimentação. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[[quote_right]O cérebro corresponde a apenas 2% do peso do corpo, mas consome, sozinho, 20% de toda a energia![/quote_right]
<p>Quando se fala em “alimentação saudável”, o que lhe vem à cabeça?</p>
<p>Para muita gente, o termo se refere apenas à <a title="Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?" href="http://www.sobrepeso.com.br/quantos-anos-de-vida-menos-uma-pessoa-obesa-tem/">perda de peso</a>. Mas há diversas outras vantagens para o organismo associadas à qualidade da alimentação. Ingerir bons alimentos é o melhor jeito de nutrir o corpo com os elementos que ele precisa para funcionar da maneira correta. Isto não apenas ajuda a perder peso, como também nos faz viver mais e melhor.</p>
<p>Comer bem é bom até mesmo para o <strong>cérebro</strong> ficar mais saudável e se manter ativo por mais tempo. É o que aponta o resultado de um grande estudo, que envolveu mais de 27 mil pessoas em todo o mundo, e que comparou a saúde mental de quem comia bem com quem se alimentava mal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>UM CÉREBRO JOVEM DEPENDE DO PRATO</strong></h4>
<p>O cérebro corresponde a apenas 2% do peso do corpo, mas consome, sozinho, 20% de toda a energia. Para funcionar bem, ele precisa diariamente de nutrientes que ajudam as células a se manterem ativas e a proliferarem. Sem estes nutrientes – encontrados em alimentos como vegetais, sementes e peixes –, aumentam as chances de surgimento de problemas neurológicos.</p>
<p>Uma prova está no novo estudo, publicado esta semana na revista científica <em>Neurology</em>. Após acompanharem a saúde mental de milhares de adultos ao longo de cinco anos, os cientistas associaram uma <strong>boa alimentação a riscos 24% menores de declínio cognitivo</strong>, incluindo problemas de memória, déficit de atenção e queda na capacidade de raciocínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_1170" aria-describedby="caption-attachment-1170" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1170" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/05/prato-saudavel-graos-peixe-legumes.jpg" alt="prato saudavel graos peixe legumes" width="400" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-1170" class="wp-caption-text">Um exemplo de prato nota 10 para a saúde &#8211; inclusive do cérebro!</figcaption></figure>
<h4><strong>A IMPORTÂNCIA DE COMER BEM SEMPRE</strong></h4>
<p>Aqueles que seguiam uma dieta repleta de frituras, carne vermelha e álcool, por sua vez, apresentaram chances maiores de problemas mentais no futuro, especialmente se apresentavam hipertensão, colesterol alto e <a title="Ser saudável diminui em 50% chances de diabetes gestacional" href="http://www.sobrepeso.com.br/ser-saudavel-diminui-em-50-chances-de-diabetes-gestacional/">diabetes</a>.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que, além de fornecer nutrientes essenciais à saúde cerebral, uma dieta saudável ainda previne doenças que podem trazer danos ao cérebro, como o <a title="A ordem é cortar DRASTICAMENTE o açúcar na alimentação!" href="http://www.sobrepeso.com.br/ordem-e-cortar-drasticamente-o-acucar-na-alimentacao/">derrame</a>.</p>
<p>Outra vantagem: os nutrientes encontrados em alimentos naturais ainda protegem o cérebro contra inflamações e danos moleculares, além de quebrarem gorduras que podem entupir vasos sangüíneos. Por todos estes motivos, seguir uma dieta saudável ao longo da vida é uma obrigação de quem quer viver bem.</p>
<p>E o que seria considerado uma “dieta saudável”? De acordo com a pesquisa, ingerir diariamente <span style="color: #ff6600;"><strong>frutas</strong></span>, <span style="color: #ff6600;"><strong>vegetais</strong></span>, <span style="color: #ff6600;"><strong>grãos integrais</strong></span>, <span style="color: #ff6600;"><strong>sementes</strong> </span>e <span style="color: #ff6600;"><strong>peixes</strong> </span>é o jeito certo para manter o corpo funcionando a todo o vapor e ajudar o cérebro a ficar jovem por mais tempo.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/comer-bem-protege-contra-demencia-perda-de-memoria-e-de-raciocinio/">Comer bem protege contra demência, perda de memória e de raciocínio</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tomar leite ajuda a proteger a saúde do cérebro, indica estudo</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/tomar-leite-ajuda-a-proteger-a-saude-do-cerebro-indica-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 16:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[antioxidantes]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[EdE]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[radicais livres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[dropcap]O leite há muito tempo é visto como benéfico à saúde, especialmente porque é ótimo para fortalecer os ossos e a melhorar o funcionamento muscular. Uma nova pesquisa adiciona mais um órgão na lista dos beneficiados pelo alimento: o cérebro. De acordo com o estudo, publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, tomar leite aumenta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/tomar-leite-ajuda-a-proteger-a-saude-do-cerebro-indica-estudo/">Tomar leite ajuda a proteger a saúde do cérebro, indica estudo</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[[dropcap]O leite há muito tempo é visto como benéfico à saúde, especialmente porque é ótimo para fortalecer os ossos e a melhorar o funcionamento muscular. Uma nova pesquisa adiciona mais um órgão na lista dos beneficiados pelo alimento: <strong>o cérebro</strong>.</p>
<p>De acordo com o estudo, publicado no <em>The American Journal of Clinical Nutrition</em>, tomar leite aumenta os níveis de um <a title="Aproveite mais as frutas da Primavera!" href="http://www.sobrepeso.com.br/aproveite-mais-as-frutas-da-primavera/">antioxidante</a> importante no cérebro, o que ajuda a proteger o órgão contra danos e doenças.</p>
<p>O resultado é interessante pois foi observado em adultos mais velhos, os quais representam a faixa etária com maiores riscos de desenvolver problemas neurológicos como o <a title="Países que controlam tabagismo e hipertensão têm menos casos de Alzheimer" href="http://www.sobrepeso.com.br/paises-que-controlam-tabagismo-e-hipertensao-tem-menos-casos-de-alzheimer/">Alzheimer</a> e o Parkinson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ANTIOXIDANTES E RADICAIS LIVRES</strong></p>
[dropcap]Ressonâncias do cérebro dos voluntários do estudo mostraram que aqueles que ingeriam leite com regularidade tinham níveis maiores de <strong>glutationa</strong>, um poderoso antioxidante.</p>
<p>Durante o funcionamento celular normal, <strong>radicais livres</strong> são naturalmente formados. Estas moléculas podem causar danos graves às células e tecidos do organismo se não forem “neutralizadas” pelo corpo. Quem faz este papel são os <strong>antioxidantes</strong>, como a glutationa. Com o passar dos anos, a capacidade do corpo de contrabalancear os efeitos danosos dos radicais livres diminui, o que aumenta os riscos de surgirem doenças.</p>
<p>Por isso, tomar leite pode ser visto como uma prevenção importante da saúde do cérebro, já que estimula a produção de antioxidantes.</p>
<figure id="attachment_1074" aria-describedby="caption-attachment-1074" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1074" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/03/alimentos-com-vitamina-C-antioxidantes.jpg" alt="alimentos com vitamina C antioxidantes" width="700" height="422" /><figcaption id="caption-attachment-1074" class="wp-caption-text">Alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas, são ótimas fontes de antioxidantes.</figcaption></figure>
[dropcap]Uma dieta equilibrada e nutritiva, aliada a exercícios físicos regulares, também é uma maneira eficiente de aumentar a produção de antioxidantes e ajudar o organismo a se recuperar de danos moleculares.</p>
<p>“Se conseguirmos descobrir uma maneira de atacar estes danos [causados pelos radicais livres] através de mudanças no estilo de vida, incluindo dietas e exercícios, isto terá implicações enormes para a saúde cerebral”, disse In-Young Choi, professor de neurologia na Universidade do Kansas e um dos autores do trabalho.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/tomar-leite-ajuda-a-proteger-a-saude-do-cerebro-indica-estudo/">Tomar leite ajuda a proteger a saúde do cérebro, indica estudo</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Curar a mente começa no prato, defendem especialistas</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/curar-mente-comeca-no-prato-defendem-especialistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 18:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você quiser trazer equilíbrio mental a uma pessoa, comece concertando o que ela come. A orientação, por mais surpreendente que possa parecer, vem de um grupo de especialistas australianos em artigo publicado na última edição da revista científica The Lancet Psychiatry. De acordo com os pesquisadores, já passou da hora de psiquiatras e responsáveis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se você quiser trazer equilíbrio mental a uma pessoa, comece concertando o que ela <strong>come</strong></em>. A orientação, por mais surpreendente que possa parecer, vem de um grupo de especialistas australianos em artigo publicado na última edição da revista científica <em>The Lancet Psychiatry</em>.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, já passou da hora de psiquiatras e responsáveis pela saúde pública entenderem que<strong> a dieta que uma pessoa segue e o quão bem nutrida ela está são determinantes para a saúde mental</strong>. Esta noção, segundo o artigo, possivelmente ajudará a curar boa parte das mazelas psicológicas que afligem milhões de pessoas em todo o mundo, para as quais os medicamentos tradicionais surtem efeitos limitados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>COMO A COMIDA AFETA O CÉREBRO</strong></h4>
<p>O trabalho acadêmico lista uma série de pesquisas sobre nutrição e saúde mental, realizadas em todo o mundo, e que concordam em um ponto: a maneira como nós nos alimentamos influencia &#8211; e muito! &#8211; nosso estado de bem-estar cerebral.</p>
<p>A literatura científica é rica em exemplos de estudos mostrando que <a title="Qual dieta é perfeita para o seu perfil?" href="http://www.sobrepeso.com.br/qual-dieta-e-perfeita-para-o-seu-perfil/">seguir uma dieta saudável</a> &#8211; repleta de alimentos ricos em nutrientes, como frutas e verduras, e com poucos açúcares e gorduras &#8211; é correlacionada a índices menores de <strong>depressão</strong> em diferentes culturas e idades. Até mesmo as taxas de <strong>suicídio</strong> são menores entre aqueles que se alimentam bem.</p>
<p>Outro trabalho mencionado pelos pesquisadores australianos, do ano passado, mostra uma clara associação entre maus hábitos alimentares e distúrbios psicológicos em crianças e adolescentes.</p>
<figure id="attachment_957" aria-describedby="caption-attachment-957" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-957" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/02/peixes-e-sementes-alimentacao.jpg" alt="peixes e sementes alimentacao" width="700" height="415" /><figcaption id="caption-attachment-957" class="wp-caption-text">Pratos à base de peixes, folhas verde-escuras, ovos e sementes possuem diversos nutrientes essenciais à boa saúde do cérebro.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>HORA DE CURAR ATRAVÉS DO PRATO</strong></h4>
<p>&#8220;A nutrição durante os primeiros meses e anos de vida também aparece como fator de influência no desenvolvimento mental das crianças&#8221;, afirmou a pesquisadora Felice Jacka, presidente da Sociedade Internacional de Estudos em Psiquiatria Nutricional e uma das autoras do estudo.</p>
<p>&#8220;Deficiências severas de alguns nutrientes essenciais durante os períodos de desenvolvimento são, há muito tempo, relacionadas tanto à depressão quanto a problemas psicóticos&#8221;, completou a cientista.</p>
<p>Cabe, agora, aos profissionais da saúde e governos adotarem medidas que estimulem o consumo de alimentos nutritivos e a adoção de uma dieta balanceada, melhorando, assim, a saúde mental da população. A economia em termos de menos remédios utilizados também seria uma vantagem desta abordagem, afirma o estudo.</p>
<p>Dentre estes alimentos que fazem bem à mente estão o ômega-3, vitaminas D e B (especialmente B12 e ácido fólico), ferro, zinco, magnésio e aminoácidos. Veja, a seguir, alguns alimentos fáceis de encontrar nos mercados e que possuem altas quantidades destes nutrientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>ADICIONE À DIETA ALIMENTOS RICOS EM&#8230;</strong></h4>
<ul>
<li><strong>ÔMEGA-3</strong>: linhaça, nozes, sardinhas, <a title="10 alimentos para ficar mais inteligente e produtivo!" href="http://www.sobrepeso.com.br/10-alimentos-para-ficar-mais-inteligente-e-produtivo/">salmão</a>, carne vermelha, soja, tofu, camarões, couve, couve-flor.</li>
<li><strong>VITAMINA D</strong>: cogumelos, peixes oleosos, queijo tofu, derivados do leite, porco, ovos</li>
<li><strong>VITAMINA B</strong>: fígado, peixes, crustáceos, soja, cereais, queijo, ovos</li>
<li><strong>FERRO</strong>: carne vermelha (especialmente fígado) e de aves, sardinhas</li>
<li><strong>ZINCO</strong>: feijões, sementes como nozes, <a title="7 alimentos que ajudam a queimar a gordura do seu corpo" href="http://www.sobrepeso.com.br/7-alimentos-que-ajudam-a-queimar-a-gordura-do-seu-corpo/">alimentos integrais</a>, carne vermelha e aves, derivados do leite</li>
<li><strong>MAGNÉSIO</strong>: folhas verdes, banana, iogurte, frutas secas, grãos integrais, abacate, feijões, peixes.</li>
</ul>
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		<title>Treine seu cérebro para comer menos e preferir comidas saudáveis</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/treine-seu-cerebro-para-comer-menos-e-preferir-comidas-saudaveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 17:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[saciedade]]></category>
		<category><![CDATA[Susan Roberts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Eu posso resistir a tudo, menos à tentação”. Todo mundo que começou uma dieta um dia entende o que o famoso escritor Oscar Wilde quis dizer com esta piadinha. Pouco importa o que afirma a última dieta da moda, o único jeito de perder peso é reduzir a quantidade bruta de calorias consumidas. É uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Eu posso resistir a tudo, menos à tentação”. Todo mundo que começou uma dieta um dia entende o que o famoso escritor Oscar Wilde quis dizer com esta piadinha. Pouco importa o que afirma a última dieta da moda, <strong>o único jeito de perder peso é reduzir a quantidade bruta de calorias consumidas</strong>. É uma equação simples, mas uma maneira difícil de se viver.</p>
<p>Ou será que não é tão difícil assim? A professora Susan Roberts, da Escola de Nutrição e Políticas Públicas da Universidade Tufts, nos EUA, pensa diferente. Ela decidiu criar seu próprio programa de perda de peso, baseado nas melhores informações que a Ciência atual pode fornecer sobre perda de peso, fome e <a title="5 maneiras de ficar saciado sem comer demais" href="http://www.sobrepeso.com.br/5-maneiras-de-ficar-saciado-sem-comer-demais/">saciedade</a>. Susan deu o nome de “comer instintivo” à dieta, que virou a base de seu livro “A dieta do Eu” (título ainda não disponível no Brasil).</p>
<p>Agora, a pesquisadora encontrou evidências de que sua dieta do “Eu” realmente facilita a vida das pessoas – e que <strong>a mudança começo dentro de suas próprias cabeças</strong>. Em um estudo publicado em setembro no periódico <em>Nutrition &amp; Diabetes</em>, Susan e colegas revelam que escanearam o cérebro de voluntários antes e depois de eles passarem 6 meses pela dieta. Os pesquisadores analisaram a resposta cerebral em relação a diferentes tipos de alimentos.</p>
<p>As imagens revelaram que o cérebro dos participantes da dieta mudou ao longo dos seis meses. Ao final do período, eles <strong>reagiam de maneira mais positiva a comidas saudáveis</strong>, como alimentos ricos em fibras e frango grelhado, e menos positivamente a alimentos ricos em calorias, como cereais açucarados e frango frito.</p>
<p>Confira a seguir uma entrevista realizada pela equipe de jornalismo da Universidade Tufts com a cientista Susan Roberts sobre esta incrível “mudança mental” em quem faz dieta. Entenda o que estas modificações podem implicar na busca por curas à <a title="Refrigerantes mudam para enfrentar epidemia de obesidade" href="http://www.sobrepeso.com.br/refrigerantes-mudam-para-enfrentar-epidemia-de-obesidade/">epidemia moderna de obesidade</a>.</p>
<figure id="attachment_645" aria-describedby="caption-attachment-645" style="width: 990px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-645" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/11/treinamento-cerebral-alimentacao.jpg" alt="treinamento cerebral alimentacao" width="990" height="536" /><figcaption id="caption-attachment-645" class="wp-caption-text">Imagens de escaneamento da atividade cerebral: o futuro do controle do peso?</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pergunta: o que o escaneamento do cérebro revela sobre as experiências das pessoas em dieta? </strong></p>
<p>Nós observamos mudanças ocorrendo nos centros de recompensa do cérebro – as vontades de comer estavam mudando. Esta habilidade de reverter os circuitos cerebrais nunca tinha sido descrita antes, nem mesmo em pessoas que fizeram <a title="Entenda as diferenças entre a cirurgia para o diabetes tipo 2 e a bariátrica" href="http://www.sobrepeso.com.br/entenda-as-diferencas-entre-a-cirurgia-para-o-diabetes-tipo-2-e-a-bariatrica/">cirurgia bariátrica</a>, as quais passam a sentir menos fome. Nossos voluntários começaram a dizer coisas malucas por um tempo, como “você não vai acreditar, mas eu estou sentido uma vontade louca de comer barrinhas de cereais!”, e este estudo ajuda a entender o porquê disto.</p>
<p>Baseado no que sabemos sobre neurobiologia, o que temos feito é colocar os maus circuitos cerebrais “para dormir”. Veja, nós não estamos destruindo estes circuitos, apenas “adormecendo-os” (e você pode viver confortavelmente com eles adormecidos). Ao mesmo tempo, estamos estimulando os circuitos saudáveis e mantendo-os vivos ao utilizá-los várias vezes. Mas se você começar a usar demais os circuitos que dão fome de coisas gordas de novo, é claro que eles voltarão à ativa.</p>
<p>O lugar-comum diz que fazer dieta é difícil. Se você pergunta para quem faz dieta quais são os dois principais motivos de desistência, em primeiro lugar eles dizem que sentem fome, e depois dizem que sentem falta de comer coisas das quais gostam. Nós buscamos reduzir a fome e combater a vontade de comer através da mudança na preferência alimentar das pessoas, para que elas passassem a sentir mais prazer e saciedade quando comem alimentos saudáveis. Se você pode fazer isto, porque alguém deixaria de fazê-lo? Todo mundo está tentando perder peso. Em média, 50% dos norte-americanos tentam uma dieta todos os anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual componente da sua dieta você acha o mais importante?</strong></p>
<p>Eu acho que é a combinação de menus e a ênfase no controle da fome. Eu acredito que a composição dos alimentos é importante. Trata-se de uma dieta com moderadamente poucas calorias e densidade calórica, mas com muitas proteínas. É uma receita nutricional complicada. Mas quem a segue aprende, com o tempo, a prepará-la por conta própria. Existem elementos comportamentais também, que ajudam as pessoas a mudar da maneira certa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fast food e outras comidas “junk” fazem mal à saúde mesmo se você for magro. Pessoas que não estão acima do peso podem, elas também, aprender a preferir comidas mais saudáveis? Ou será que existe alguma coisa diferente em seus cérebros?</strong></p>
<p>Todo mundo é basicamente igual em termos de criar novos hábitos e deixar outros para trás. Não é que pessoas não-obesas não sejam sensíveis a alimentos calóricos; o que acontece é que elas conseguiram criar (mesmo sem saber) hábitos que as mantêm longe destas comidas. Na realidade, a maioria das pessoas é susceptível ao ganho de peso. Existe apenas um número bem pequeno de pessoas que parecem ser resistentes a isto, mas a maioria acaba ganhando uns bons quilos só nas festividades de Natal e Ano Novo, facilmente. Neste ambiente atual, de alimentos tóxicos, quase todo mundo está em risco de ficar acima do peso.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/treine-seu-cerebro-para-comer-menos-e-preferir-comidas-saudaveis/">Treine seu cérebro para comer menos e preferir comidas saudáveis</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 18:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[folato]]></category>
		<category><![CDATA[frituras]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[vegetais folhosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é um período repleto de mudanças, tanto físicas quanto mentais. O corpo trabalha em ritmo acelerado a fim de preparar o terreno para a chegada da idade adulta &#8211; e isto inclui adaptações no funcionamento do nosso cérebro. As diversas modificações que acontecem na puberdade necessitam de energia e matéria prima para acontecer, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A adolescência é um período repleto de mudanças, tanto físicas quanto mentais. O corpo trabalha em ritmo acelerado a fim de preparar o terreno para a chegada da idade adulta &#8211; e isto inclui adaptações no funcionamento do nosso <a title="Estudo avalia efeito de carboidrato no cérebro durante exercício físico" href="http://www.sobrepeso.com.br/estudo-avalia-efeito-de-carboidrato-no-cerebro-durante-exercicio-fisico/"><strong>cérebro</strong></a>. As diversas modificações que acontecem na puberdade necessitam de energia e matéria prima para acontecer, e o combustível para isto vem dos alimentos que ingerimos. Será que, então, pessoas que se <strong>alimentam mal</strong> durante a adolescência podem apresentar aspectos psicológicos não muito favoráveis no futuro?</p>
<p>Uma nova pesquisa ajuda a responder a esta questão. Cientistas australianos acompanharam o desenvolvimento cognitivo de mais de 600 adolescentes. Elas responderam a um questionário quando tinham 14 anos sobre seus hábitos alimentares. Três anos depois, aos 17, os pesquisadores testaram várias aptidões de cada um deles para tentar encontrar um elo entre dieta e funcionamento cerebral.</p>
<p>Os resultados parecem claros: <strong>alimentar-se mal durante a adolescência leva a uma menor performance cerebral</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE COMER (E O QUE EVITAR!) QUANDO SE ESTÁ CRESCENDO</strong></p>
<p>A pesquisa, publicada na última edição do <em>Journal of Child Psychology and Psychiatry</em>, mostra que os jovens que tinham uma dieta baseada em <em>fast-food</em>, comidas industrializadas, muita carne vermelha e processada, frituras e refrigerantes, tiraram as menores notas nos testes cognitivos.</p>
<p>Particularmente, aqueles que mais comiam frituras tiveram as menores notas.</p>
<p>Os testes mediram aspectos cerebrais como tempo de reação, função psicomotora, atenção visual, capacidade de aprendizado e memorização.</p>
[pull_quote_center]A adolescência representa um período crítico para o desenvolvimento cerebral. É possível que a má alimentação seja um fator de risco significativo durante esta fase (&#8230;), uma suposição que nossas descobertas corroboram[/pull_quote_center], afirmou a dra. Anett Nyaradi, principal autora do estudo.</p>
<figure id="attachment_348" aria-describedby="caption-attachment-348" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="wp-image-348" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/09/adolescente-boa-alimentacao.jpg" alt="adolescente boa alimentacao" width="200" height="303" /><figcaption id="caption-attachment-348" class="wp-caption-text">Vegetais folhosos, como rúcula, alface e agrião, ajudam a turbinar o cérebro e fazem muito bem à saúde.</figcaption></figure>
<p>Em contrapartida aos jovens que comeram mal, aqueles que se alimentavam mais habitualmente com <a title="Gelatina com frutas vermelhas" href="http://www.sobrepeso.com.br/gelatina-com-frutas-vermelhas/"><strong>frutas</strong></a> e <strong>vegetais folhosos</strong> tiveram as <strong>maiores notas</strong>.</p>
<p><span style="color: #000000;">Porque comer vegetais folhosos (como por exemplo couve, acelga, brócolis, espinafre, rúcula etc) faz bem à cabeça? Segundo os pesquisadores, estes alimentos possuem grandes quantidades de <strong>folato</strong>, uma molécula importantíssima para o bom desenvolvimento cerebral. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM ESTUDO PIONEIRO</strong></p>
<p>Não é a primeira vez que trabalhos científicos associam má alimentação durante a puberdade com problemas na cognição. Porém, o estudo da dra. Nyaradi é o primeiro a analisar a dieta de maneira completa e não focar em apenas um nutriente.</p>
<p>&#8220;Estas descobertas têm implicações importantes para políticas de saúde e programas de incentivo à qualidade de vida&#8221;, afirmou a pesquisadora.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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