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	<title>diabetes | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Diabetes e exercício físico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 19:20:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caracterizada pelo aumento da glicemia (glicose circulante no sangue), o diabetes mellitus é, hoje, uma das principais doenças que afetam nossa sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 422 milhões de pessoas são afetadas pela diabetes, sendo o Brasil o 5º país mais incidente. Como o diabetes se desenvolve? A glicose [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Caracterizada pelo aumento da glicemia (glicose circulante no sangue), o diabetes </span><i><span style="font-weight: 400;">mellitus</span></i><span style="font-weight: 400;"> é, hoje, uma das principais doenças que afetam nossa sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 422 milhões de pessoas são afetadas pela diabetes, sendo o Brasil o 5º país mais incidente.</span></p>
<p><b>Como o diabetes se desenvolve?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A glicose é o principal nutriente utilizado pelo nosso organismo para a produção de energia. Entretanto, em nosso organismo, a entrada de glicose nas células é regulada pela ação do hormônio insulina. Após nos alimentarmos, os níveis de glicose no sangue se elevam naturalmente e, com isso, o pâncreas responde com liberação de insulina para que a glicose possa entrar nas células. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao se comunicar com seus receptores nas células, a insulina desencadeia uma série de reações que termina com a disponibilidade de GLUT4 (proteína responsável por captar a glicose) na superfície da célula, diminuindo assim a quantidade de glicose circulante. Além disso, a insulina atua no fígado (o principal regulador do nosso metabolismo) impedindo que ele libere mais glicose na corrente sanguínea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No diabetes, podemos ter problemas na produção e/ou liberação da insulina, ou, ainda, na ação do hormônio. Seja qual for o problema, o que se observa é o aumento de glicose na corrente sanguínea (glicemia). Assim, a glicose em excesso pode ser transformada em Produtos Finais de Glicosilação (AGE’s, do inglês </span><i><span style="font-weight: 400;">Advanced Glycation End-products</span></i><span style="font-weight: 400;">), que promovem um estado de inflamação crônico responsável pelas principais complicações da doença (como alterações da visão, perda de sensibilidade, problemas cardiovasculares, etc).</span></p>
<p><b>O exercício como tratamento para diabetes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os nossos músculos estão entre os principais tecidos que utilizam a glicose como fonte de energia. Em indivíduos saudáveis, quando há excesso de glicose, os músculos armazenam a glicose na forma de glicogênio. Durante atividades físicas de alta intensidade e curta duração (como corridas de 100m, por exemplo), os músculos utilizam esse glicogênio armazenado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, em atividades de média intensidade e média duração, os músculos começam a utilizar a glicose da corrente sanguínea como fonte de energia. Estudos publicados nos jornais de Medicina do Esporte têm demonstrado que, durante os exercícios físicos, nossos músculos ativam outras vias para a captação de glicose, sendo a principal delas a via da AMPK. Além disso, os exercícios também são responsáveis por diminuir, temporariamente, a resistência dos órgãos à ação da insulina. Dessa forma, além de aumentar a captação de glicose, os exercícios são responsáveis por inibirem a ação do fígado em liberar mais glicose para o sangue.</span></p>
<p><b>Qual exercício é melhor para o controle do diabetes?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estudos atuais e a </span><i><span style="font-weight: 400;">American Diabetes Association </span></i><span style="font-weight: 400;">(ADA) recomendam uma combinação entre exercícios aeróbicos (como caminhada, ciclismo, etc) e musculação. Os exercícios aeróbios, quando realizados por pelo menos 30 minutos por dia, melhoram a capacidade do coração em captar oxigênio, reduzindo os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por outro lado, os exercícios de musculação são responsáveis por aumentar a massa muscular e, consequentemente, melhoram a captação de glicose e auxiliam na redução da resistência à insulina. Quando estão associadas, as duas formas de exercícios melhoram os resultados uma da outra e, portanto, atualmente recomenda-se a combinação entre os métodos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos exercícios físicos, uma mudança na dieta é indicada para pacientes com diabetes para melhorar o controle glicêmico e prevenir as possíveis complicações da doença. Entretanto, apesar de serem aspectos elementares no tratamento, essas medidas devem ser auxiliares ao tratamento medicamentoso discutido com o médico. O tratamento adequado do diabetes é fundamental para garantir que sua qualidade de vida seja mantida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referências:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kirwan JP, Sacks J, Nieuwoudt S. </span><b>The essential role of exercise in the management of type 2 diabetes</b><span style="font-weight: 400;">. Cleve Clin J Med. 2017 Jul;84(7 Suppl 1):S15-S21. doi: 10.3949/ccjm.84.s1.03. PMID: 28708479; PMCID: PMC5846677.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sampath Kumar A, Maiya AG, Shastry BA, Vaishali K, Ravishankar N, Hazari A, Gundmi S, Jadhav R. </span><b>Exercise and insulin resistance in type 2 diabetes mellitus: A systematic review and meta-analysis</b><span style="font-weight: 400;">. Ann Phys Rehabil Med. 2019 Mar;62(2):98-103. doi: 10.1016/j.rehab.2018.11.001. Epub 2018 Dec 13. PMID: 30553010.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pan B, Ge L, Xun YQ, Chen YJ, Gao CY, Han X, Zuo LQ, Shan HQ, Yang KH, Ding GW, Tian JH. </span><b>Exercise training modalities in patients with type 2 diabetes mellitus: a systematic review and network meta-analysis.</b><span style="font-weight: 400;"> Int J Behav Nutr Phys Act. 2018 Jul 25;15(1):72. doi: 10.1186/s12966-018-0703-3. PMID: 30045740; PMCID: PMC6060544.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Yang Z, Scott CA, Mao C, Tang J, Farmer AJ. </span><b>Resistance exercise versus aerobic exercise for type 2 diabetes: a systematic review and meta-analysis</b><span style="font-weight: 400;">. Sports Med. 2014 Apr;44(4):487-99. doi: 10.1007/s40279-013-0128-8. PMID: 24297743.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2748 alignleft" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n-300x296.jpg" alt="" width="193" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n-300x296.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/11/76982813_1606122522862915_4045729295841099776_n.jpg 512w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></a></p>
<p class="medium-title bv_h1" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Wesley Fernando Sales</span></strong></span></span><br />
<em>Graduando em Medicina na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua na área de Educação e Difusão do Conhecimento (EDC) do CEPID OCRC através do Programa de Bolsa Auxílio do Serviço de Apoio ao Estudante (SAE).</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<item>
		<title>A carga dupla de má nutrição: um novo desafio nutricional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 17:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo das últimas décadas, o tema obesidade tem sido foco de diversos estudos científicos e ganhou bastante destaque na mídia em todo o mundo. Com o rápido desenvolvimento tecnológico e mudanças sociais, houve maior consumo de alimentos processados que, associado a redução da atividade física, levou ao aumento significativo do número de pessoas com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao longo das últimas décadas, o tema <strong>obesidade</strong> tem sido foco de diversos estudos científicos e ganhou bastante destaque na mídia em todo o mundo. Com o rápido desenvolvimento tecnológico e mudanças sociais, houve maior consumo de alimentos processados que, associado a redução da atividade física, levou ao aumento significativo do número de pessoas com sobrepeso e obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Organização Mundial de saúde (OMS): “Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo são obesas, dentre estas: 650 milhões são adultos, 340 milhões são adolescentes e 39 milhões são crianças. Ainda, estima-se que em 3 anos cerca de 167 milhões de pessoas adultos e crianças ficarão menos saudáveis ​​por estarem acima do peso ou obesas.”</p>
<p style="text-align: justify;">Este fato se dá porque o aumento de peso e desenvolvimento da obesidade pode levar ao surgimento de outros problemas de saúde, conhecidos como <strong>comorbidades</strong> associadas a obesidade. Dentre elas, podemos destacar o diabetes, doenças no coração, câncer, doenças renais, dentre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de já se ter debatido bastante sobre o problema da obesidade, hoje os pesquisadores se confrontaram com um novo problema. <u>O aumento do número de adultos obesos não ocorreu apenas em países desenvolvidos, mas também em países em desenvolvimento e subdesenvolvidos.</u></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Neste momento, podemos nos perguntar: Mas qual seria a diferença entre estes adultos obesos?</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente dos países desenvolvidos, os países em desenvolvimento/emergentes e <strong>principalmente</strong> os países considerados sub desenvolvidos enfrentam até hoje o problema da subnutrição infantil. Estima-se que cerca de 151 milhões de crianças com menos de 5 anos tem baixo peso, 47 milhões tem baixa estatura e 340 milhões apresentam deficiência de micronutrientes, com perspectiva de crescimento após a pandemia da COVID-19. Além disso, <strong>atualmente</strong> <strong>45% das mortes de crianças em todo o mundo são atribuídos à subnutrição. </strong><span style="text-decoration: line-through;">Portanto,</span> nestes países o crescimento do número de adultos obesos vem acontecendo mesmo que o problema da subnutrição infantil permaneça. Assim, foi criada uma nova definição relacionada <u>a coexistência entre subnutrição e sobrepeso/obesidade</u>, definida como <strong>dupla carga de má nutrição</strong> e considerada um novo desafio nutricional.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos relacionados ao número de indivíduos acometidos pela dupla carga de má nutrição ainda não mostram resultados conclusivos, porém, destaca-se que as regiões mais afetadas do mundo são: África Subsaariana, Ásia Meridional, Ásia Oriental e Pacífica e o país mais afetado, Indonésia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a OMS, a carga dupla carga de má nutrição pode ser classificada de diversas formas:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><u>Nível individual</u></span>: Por exemplo, uma pessoa apresentando obesidade com deficiência de uma ou várias vitaminas e minerais <strong>ou</strong> excesso de peso em um adulto que teve atrofia durante a infância.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><u>Nível doméstico</u></span>: Por exemplo, quando a mãe apresenta sobrepeso ou anemia e uma criança ou avô está abaixo do peso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><u>Nível da população</u></span>: Por exemplo, onde há prevalência de subnutrição e excesso de peso na mesma comunidade, nação ou região.</p>
<figure id="attachment_2732" aria-describedby="caption-attachment-2732" style="width: 646px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-tipos2.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2732 " src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-tipos2-300x181.png" alt="" width="646" height="390" /></a><figcaption id="caption-attachment-2732" class="wp-caption-text">Fonte: World Health Organization (WHO)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, os estudos científicos tem se concentrado em entender os aspectos políticos, sociais e econômicos da carga dupla de má nutrição. Mas em linhas claras, o que seria isto?</p>
<p style="text-align: justify;">Basicamente determinar o número de indivíduos afetados, quais efeitos econômicos aos países e quais estratégias podem ser utilizadas para reduzir o número de afetados e tratar os que sofrem com este tipo de alteração nutricional. No entanto, como sabemos que a obesidade leva a comorbidades, alguns estudos também tem se dedicado a <strong>entender se uma pessoa que passou pela subnutrição durante o desenvolvimento é mais propensa a desenvolver comorbidades quando se torna um adulto obeso, comparado a uma pessoa que não passou pela subnutrição. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em um estudo longitudinal recente, os autores mostraram que os adolescentes que vivenciaram a insegurança alimentar eram mais suscetíveis ao desenvolvimento de doenças durante a vida adulta. Entretanto, <strong>o porquê</strong> disto ainda permanece desconhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma a ajudar ao entendimento deste <strong>porquê</strong>, um grupo de pesquisa do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ib.unicamp.br/endocrino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Laboratório de Pâncreas Endócrino e Metabolismo</a></span> do <a href="https://www.ib.unicamp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Instituto de Biologia</span></a> da <a href="www.unicamp.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">UNICAMP</span></a> vem se dedicando a <u>entender quais alterações que diferenciam a carga dupla de má nutrição do modelo de obesidade sem subnutrição prévia</u>.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos realizados ao longo de mais de uma década, utilizando modelos experimentais, demonstraram que <strong>camundongos subnutridos durante a adolescência e obesos na fase adulta</strong> foram <strong>mais susceptíveis a obesidade</strong>, apresentando maior peso corporal, peso das gorduras e aumento do consumo de energia. Ainda, apresentam <strong>mais probabilidade no desenvolvimento do diabetes </strong>(uma comorbidade comum durante a obesidade), com falha na função das células do pâncreas responsáveis pela secreção de insulina, hormônio fundamental para controle da glicose sanguínea. Além disto, foi observado que roedores que passaram pela carga dupla de má nutrição <strong>são mais resistentes aos tratamentos para perda de peso e diabetes</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><u>Em suma, estes estudos demonstram que a dupla carga de má nutrição leva a alterações diferentes da obesidade sem subnutrição prévia, que pode tornar esta pessoa mais propensa a desenvolver doenças na fase adulta e ser mais resistente a tratamentos. </u></p>
<p style="text-align: justify;">Com isto, se destacou a importância de mais estudos em humanos para entender quais alterações são responsáveis por esta maior susceptibilidade e quais tratamentos podem ser melhor recomendados para estas pessoas. E ainda, ressalta o quão importante é estudar este novo desafio nutricional.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Zemrani, M. Gehri, E. Masserey, C. Knob, R. Pellaton, A hidden side of the COVID-19 pandemic in children: the double burden of undernutrition and overnutrition, Int. J. Equity Health. 20 (2021) 1–4. https://doi.org/10.1186/s12939-021-01390-w</li>
<li style="text-align: justify;">Headey, R. Heidkamp, S. Osendarp, M. Ruel, N. Scott, R. Black, M. Shekar, H. Bouis, A. Flory, L. Haddad, N. Walker, Impacts of COVID-19 on childhood malnutrition and nutrition-related mortality, Lancet. 396 (2020) 519–521. <a href="https://doi.org/10.1016/S0140-6736(20)31647-0">https://doi.org/10.1016/S0140-6736(20)31647-0</a>.</li>
<li style="text-align: justify;">J.C. Wells, A.L. Sawaya, R. Wibaek, M. Mwangome, M.S. Poullas, C.S. Yajnik, A. Demaio, The double burden of malnutrition: aetiological pathways and consequences for health, Lancet. (2020) 75–88. https://doi.org/10.1016/S0140-6736(19)32472-9.</li>
<li style="text-align: justify;">Nikolaus Cassandra, H.E. Luciana, Z.-K. Anna, S.I. Ka, Risk of food insecurity in youg adulthood and logitudinal change in cardiometabolic Health: Evidence from the National Longitudinal Study of Adolescent to Adult Health, J. Nutr. (2022). https://doi.org/10.1093/jn/nxac0055.</li>
<li style="text-align: justify;">Barry M. Popkin, Camila Corvalan, Laurence M. Grummer-Strawn, Dynamics of the Double Burden of Malnutrition and the Changing Nutrition Reality, Lancet. (2020) 65–74.</li>
<li style="text-align: justify;">R. Araujo, C. Lubaczeuski, E. M. Carneiro, Effects of double burden malnutrition on energetic metabolism and glycemic homeostasis: A narrative review, Life Sci. (2022) 307:120883. doi: 10.1016/j.lfs.2022.120883.</li>
<li style="text-align: justify;">WHO, Double-duty actions for nutrition Policy Brief, Wh<span style="color: #000000;">o/Nmh/Nhd/17.2. (2017) 10. <a style="color: #000000;" href="https://www.who.int/publications/i/item/WHO-NMH-NHD-17.2">https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/255414/WHO-NMH-NHD-17.2- eng.pdf?ua=1</a>.</span></li>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">WHO, Obesity and overweight, World Heal. Organ. (2020). https://w</span>ww.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/698933/thiago-dos-reis-araujo"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2723" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem2THIAGO-279x300.png" alt="" width="186" height="200" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem2THIAGO-279x300.png 279w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem2THIAGO.png 294w" sizes="(max-width: 186px) 100vw, 186px" /></a></p>
<p class="medium-title bv_h1" style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/698933/thiago-dos-reis-araujo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size: 11pt;"><strong><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif;">Thiago dos Reis Araujo</span></strong></span></a></span><br />
<em>Biólogo, doutorando do Laboratório de Pâncreas Endócrino e Metabolismo (UNICAMP/Campinas), vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Sua linha de pesquisa tem enfoque em Fisiologia Endócrina, principalmente, envolvendo as alterações na secreção e ação da insulina e glucagon na desnutrição, obesidade e diabetes, assim como, na busca por alvos terapêuticos para o tratamento destas síndromes.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/a-carga-dupla-de-ma-nutricao-um-novo-desafio-nutricional/">A carga dupla de má nutrição: um novo desafio nutricional</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Abril: Eventos sobre Diabetes em Campinas, com a presença do OCRC</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/abril-eventos-sobre-diabetes-em-campinas-com-a-presenca-do-ocrc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 19:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
		<category><![CDATA[SESC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sobrepeso.com.br/?p=1508</guid>

					<description><![CDATA[<p>Campinas terá dois eventos sobre diabetes nas próximas semanas. Centro de Pesquisas OCRC, da UNICAMP, participa. O Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (OCRC) irá participar de um bate papo com o tema: Um Olhar Holístico Sobre a Diabetes, evento organizado pelo SESC Campinas no dia 09 de abril às 10:00h, pelo Mês da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Campinas terá dois eventos sobre diabetes nas próximas semanas. Centro de Pesquisas OCRC, da UNICAMP, participa.</em><br />
<span id="more-1508"></span></p>
<p>O Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades (<strong>OCRC</strong>) irá participar de um bate papo com o tema: <em>Um Olhar Holístico Sobre a Diabetes</em>, evento organizado pelo SESC Campinas no dia 09 de abril às 10:00h, pelo Mês da Saúde.</p>
<p>Nesse dia, estarão presentes os pesquisadores do OCRC: o professor/nutricionista <strong>Dennys Cintra</strong> e o médico <strong>José Carlos de Lima Júnior</strong>.</p>
[vc_button title=&#8221;Saiba mais sobre o evento &#8216;Olhar Holístico sobre o Diabetes'&#8221; target=&#8221;_self&#8221; color=&#8221;default&#8221; size=&#8221;size_small&#8221; href=&#8221;http://www.sescsp.org.br/programacao/89344_UM+OLHAR+HOLISTICO+SOBRE+A+DIABETES&#8221;]
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1511" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016.jpg" alt="evento SESC campinas diabetes 2016" width="1123" height="794" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016.jpg 1123w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016-300x212.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016-768x543.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016-1024x724.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016-505x357.jpg 505w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/evento-SESC-campinas-diabetes-2016-683x483.jpg 683w" sizes="(max-width: 1123px) 100vw, 1123px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos dias 15 e 16 de abril, das 11:00h às 15:00h, o SESC Campinas irá realizar o Workshop <em>Para o Prato, Escolhas &#8211; Convivendo com o Diabetes</em>, evento que trará vários espaços com informações sobre diabetes. O OCRC estará presente com a participação da pesquisadora/nutricionista <strong>Natália Mendes</strong>.</p>
[vc_button title=&#8221;Saiba mais sobre o evento &#8216;Convivendo com o Diabetes'&#8221; target=&#8221;_self&#8221; color=&#8221;default&#8221; size=&#8221;size_small&#8221; href=&#8221;http://www.sescsp.org.br/programacao/89347_PARA+O+PRATO+ESCOLHAS&#8221;]
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/abril-eventos-sobre-diabetes-em-campinas-com-a-presenca-do-ocrc/">Abril: Eventos sobre Diabetes em Campinas, com a presença do OCRC</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>07 de abril &#8211; Dia Mundial da Saúde</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/07-de-abril-dia-mundial-da-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 22:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[boa alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[revista em quadrinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 07 de abril é celebrado o Dia Mundial da Saúde, data criada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em referência à data de sua fundação. O tema deste ano será o diabetes, doença que impacta milhões de pessoas no mundo. Neste mês, temos mais datas comemorativas que nos lembram a importância de cuidar bem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/07-de-abril-dia-mundial-da-saude/">07 de abril – Dia Mundial da Saúde</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 07 de abril é celebrado o <strong>Dia Mundial da Saúde</strong>, data criada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em referência à data de sua fundação. O tema deste ano será o <strong><a href="http://www.sobrepeso.com.br/mais-de-32-milhoes-de-brasileiros-tem-diabetes-e-nao-sabem/">diabetes</a></strong>, doença que impacta milhões de pessoas no mundo.</p>
<p>Neste mês, temos mais datas comemorativas que nos lembram a importância de cuidar bem de nossa saúde.</p>
<ul>
<li>06 de abril &#8211; Dia Nacional de Mobilização pela Promoção da Saúde e Qualidade de Vida.</li>
<li>06 de abril &#8211; Dia Mundial da Atividade Física</li>
<li>07 de abril &#8211; Dia Mundial da Saúde</li>
<li>26 de abril &#8211; Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial</li>
</ul>
<p>Essas datas nos ajudam a repensar nossos hábitos na busca de uma vida mais saudável. Na correria do dia a dia, esquecemos que uma <strong>alimentação adequada</strong> e a <strong>prática de exercícios físicos</strong> podem influenciar na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, entre outras. E essa conscientização deve ocorrer desde a infância.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1499" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/revistas-em-quadrinhos-do-OCRC.jpg" alt="revistas em quadrinhos do OCRC" width="750" height="465" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/revistas-em-quadrinhos-do-OCRC.jpg 750w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/revistas-em-quadrinhos-do-OCRC-300x186.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/04/revistas-em-quadrinhos-do-OCRC-576x357.jpg 576w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Encontre aqui mais dicas e informações:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.sobrepeso.com.br/category/noticias/noticias-alimentacao/">Portal SobrePeso &#8211;  Notícias sobre Alimentação</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.sobrepeso.com.br/category/livro-de-receitas-saudaveis/">Portal SobrePeso &#8211; Livro de Receitas Saudáveis</a></strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/07-de-abril-dia-mundial-da-saude/">07 de abril – Dia Mundial da Saúde</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Revista em Quadrinhos sobre Diabetes é lançada por Centro de Pesquisa da UNICAMP</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/revista-em-quadrinhos-sobre-diabetes-e-lancada-por-centro-de-pesquisas-da-unicamp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 17:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
		<category><![CDATA[revista em quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[quote_right]As questões mais relevantes para quem está com diabetes são discutidas na HQ[/quote_right] Quase todo mundo conhece alguém que está com diabetes. Hoje, no Brasil, já são mais de 12 milhões de pessoas que convivem com a condição, e este número cresce a cada ano. Apesar de ser uma doença comum e bem reconhecida, ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[[quote_right]As questões mais relevantes para quem está com diabetes são discutidas na HQ[/quote_right]
<p>Quase todo mundo conhece alguém que está com diabetes. Hoje, no Brasil, já são mais de <a title="Mais de 3,2 milhões de brasileiros têm diabetes e não sabem" href="http://www.sobrepeso.com.br/mais-de-32-milhoes-de-brasileiros-tem-diabetes-e-nao-sabem/">12 milhões de pessoas que convivem com a condição</a>, e este número cresce a cada ano. Apesar de ser uma doença comum e bem reconhecida, ser diagnosticado com diabetes ainda é um momento difícil, que gera muitas dúvidas e incertezas.</p>
<p><em>O que está acontecendo com meu corpo? Que tipo de medicamento deverei tomar? O que eu posso ou não posso comer? Há cura para meu diabetes?</em></p>
<figure id="attachment_1209" aria-describedby="caption-attachment-1209" style="width: 612px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1209" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-05.jpg" alt="HQ diabetes OCRC pagina 05" width="612" height="436" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-05.jpg 612w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-05-300x213.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-05-501x357.jpg 501w" sizes="(max-width: 612px) 100vw, 612px" /><figcaption id="caption-attachment-1209" class="wp-caption-text">Temas como a alimentação do diabético também são debatidos de forma simples e clara.</figcaption></figure>
<p>Para ajudar a responder a estas e outras questões, o <a href="http://www.ocrc.org.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades</strong></a> (OCRC) da UNICAMP lança agora uma <strong>revista em quadrinhos educativa</strong> sobre o tema.</p>
<p>Diferente de outras revistinhas já lançadas sobre diabetes, a obra do OCRC pretende responder as <strong>dúvidas mais comuns </strong>entre diabéticos. O roteiro foi preparado após extensa pesquisa sobre quais são as principais dificuldades em compreender a doença e os tratamentos atualmente existentes.</p>
<p>Questões como a ingestão de alimentos doces, a maneira certa de se alimentar, a importância dos exercícios físicos e os motivos pelos quais o açúcar se acumula no sangue são debatidos de maneira clara e divertida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>SITUAÇÕES DO COTIDIANO GANHAM PAPEL DE DESTAQUE</strong></h4>
<p>Na revistinha, acompanhamos a história da Ana, recém-diagnosticada com diabetes tipo 2. Preocupada com a novidade, ela conversa com seu sobrinho João, diabético tipo 1 há vários anos e “craque” nos conhecimentos sobre a doença.</p>
<figure id="attachment_1211" aria-describedby="caption-attachment-1211" style="width: 605px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1211" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-07.jpg" alt="HQ diabetes OCRC pagina 07" width="605" height="439" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-07.jpg 605w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-07-300x217.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-07-491x357.jpg 491w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/06/HQ-diabetes-OCRC-pagina-07-198x143.jpg 198w" sizes="(max-width: 605px) 100vw, 605px" /><figcaption id="caption-attachment-1211" class="wp-caption-text">Roteiro foi elaborado levando em consideração as dúvidas mais comuns do público-alvo.</figcaption></figure>
<p>A partir desta premissa, a revista aborda as diferenças entre os tipos de diabetes e expõe um painel de situações do cotidiano, explicando como o diabetes pode ser bem administrado em todos os casos.</p>
<p>Ao final da revistinha, há ainda um quiz que testará os conhecimentos adquiridos ao longo da leitura. As respostas podem ser lidas no site especial criado na página do OCRC.</p>
<p style="text-align: center;">[vc_button title=&#8221;Clique aqui para ler a revistinha!&#8221; target=&#8221;_self&#8221; color=&#8221;default&#8221; size=&#8221;size_large&#8221; href=&#8221;http://www.ocrc.org.br/difusao/atividades/material-grafico/&#8221;]
<p>A revista em quadrinhos é parte dos esforços do OCRC em divulgar informação científica de qualidade para a população. O portal <strong>SobrePeso</strong>, focado em hábitos de vida saudáveis e que promovem saúde e bem-estar, também faz parte do trabalho de divulgação científica do Centro.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/revista-em-quadrinhos-sobre-diabetes-e-lancada-por-centro-de-pesquisas-da-unicamp/">Revista em Quadrinhos sobre Diabetes é lançada por Centro de Pesquisa da UNICAMP</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Trato gastrointestinal está relacionado com a resistência à insulina</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/trato-gastrointestinal-esta-relacionado-com-a-resistencia-a-insulina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 13:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A constatação é resultado de uma série de estudos realizados por diferentes grupos no mundo e corroborada por pesquisadores do Instituto Nacional de Obesidade e Diabetes – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – e do Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades – um dos Centros [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/trato-gastrointestinal-esta-relacionado-com-a-resistencia-a-insulina/">Trato gastrointestinal está relacionado com a resistência à insulina</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A constatação é resultado de uma série de estudos realizados por diferentes grupos no mundo e corroborada por pesquisadores do Instituto Nacional de Obesidade e Diabetes – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – e do <a href="http://www.ocrc.com.br"><b>Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades</b></a> – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/8/centros-de-pesquisa-inovacao-e-difusao-cepid/"><strong>CEPIDs</strong></a>) financiados pela FAPESP.</p>
<p>Alguns dos resultados dos estudos foram apresentados em um painel sobre saúde durante a FAPESP Week Buenos Aires, realizada entre os dias 7 e 10 de abril na capital argentina pela FAPESP em parceria com o Consejo Nacional de Investigaciones Científicas (Conicet).</p>
<p>“Estamos constatando que, além do sistema nervoso central, dos músculos, do fígado e do tecido adiposo, entre outros órgãos, o trato gastrointestinal aparentemente também está envolvido na resistência à insulina”, disse Mário Saad, professor da Faculdade de Ciências Médicas (FMC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>“Agora estamos começando a entender que o controle da obesidade e do diabetes tipo 2 deve começar pelo trato gastrointestinal”, afirmou o pesquisador, que coordenou o projeto do INCT.</p>
<p>De acordo com Saad, a resistência à insulina em nível molecular ocorre quando esse hormônio produzido pelo pâncreas – e que promove a entrada de glicose (açúcar) nas células e atua no metabolismo de lipídeos (gordura) e proteínas – não consegue transmitir adequadamente seu sinal às células e ativar um receptor que fosforila (adiciona um grupo fosfato) as proteínas IRS1 e IRS2 em tirosinas.</p>
<p>Ao serem fosforiladas em tirosinas, essas duas proteínas ativam uma família de enzimas envolvidas em funções celulares, chamadas PI 3. Essas enzimas ativam a proteína AKT, que está envolvida na captação de glicose pelas células, entre outras funções, explicou Saad.</p>
<p>“Os efeitos desencadeados pela insulina de aumentar a captação de glicose no tecido muscular, aumentar a síntese de lipídeo no tecido adiposo e bloquear glicogênese [nova formação de açúcar] no fígado dependem, basicamente, desses mecanismos de ativação do receptor de insulina nas células e da fosforilação em tirosina da IRS1 e IRS 2 e da AKT em quinase”, detalhou.</p>
<p>Os pesquisadores observaram, em experimentos realizados com camundongos obesos, que o tecido adiposo dos animais produz interleucinas e ácidos graxos, entre outros compostos, que ativam proteínas serinas quinases.</p>
<p>Ao serem ativadas, essas proteínas serinas quinases fosforilam as proteínas IRS1 e IRS2 em serinas, fazendo com que sofram mudanças conformacionais e não consigam mais interagir com o receptor de insulina para serem fosforiladas em tirosinas.</p>
<p>“A resistência à insulina em nível molecular nada mais é do que a fosforilação prévia das proteínas IRS1 e IRS2 em serinas”, afirmou Saad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Papel da microbiota</strong></h4>
<p>A fim de avaliar quanto tempo leva para um animal desenvolver resistência à insulina, os pesquisadores do grupo de Saad realizaram um experimento em que submeteram camundongos a uma dieta hiperlipídica (com grandes quantidades de gordura).</p>
<p>Os resultados do estudo indicaram que após três dias os animais já desenvolviam resistência ao hormônio.</p>
<p>“Os animais desenvolveram resistência à insulina antes de tornarem-se obesos, o que indica que esse quadro precede a obesidade”, apontou Saad. “Os músculos dos animais captaram menos glicose após o início da dieta hiperlipídica”, afirmou.</p>
<p>Segundo o pesquisador, as proteínas IRS1 dos animais que receberam dieta hiperlipídica foram menos fosforiladas em tirosina e a AKT também foi menos ativa.</p>
<p>“Em três dias de dieta hiperlipídica o animal já passa a apresentar uma situação de resistência à insulina em que o hormônio não consegue transmitir de maneira adequada o sinal para as células”, ressaltou.</p>
<p>Uma das possíveis chaves identificadas pelos pesquisadores para explicar por que os camundongos que receberam dieta hiperlipídica desenvolveram resistência à intolerância antes de tornarem-se obesos é um lipídeo chamado LPS.</p>
<p>Encontrado na membrana de bactérias gram-negativas da <a title="A doença de Parkinson pode ter origem nos intestinos?" href="http://www.sobrepeso.com.br/doenca-de-parkinson-pode-ter-origem-nos-intestinos/">microbiota intestinal</a> dos mamíferos, esse lipídeo é capaz de ativar proteínas serinas quinases que fosforilam as proteínas IRS1 e IRS2 em serinas, induzindo a resistência à insulina, explicou Saad.</p>
<p>O consumo de dieta hiperlipídica durante três dias causou um aumento nos níveis de circulação e na absorção de LPS pelas bactérias gram-negativas da microbiota intestinal dos animais, revelaram experimentos realizados pelo grupo do pesquisador.</p>
<p>“Ao dar uma dieta hiperlipídica para os animais, nós, aparentemente, modulamos sua microbiota intestinal”, disse. “A modulação causou o aumento da absorção de LPS e, consequentemente, induziu à resistência insulínica antes de os animais desenvolverem obesidade”, contou.</p>
<p>A fim de confrontar os resultados, os pesquisadores realizaram outro estudo em que também alimentaram camundongos tratados com antibióticos para reduzir a microbiota e animais com flora intestinal com dieta hiperlipídica.</p>
<p>Os resultados do estudo, publicado na revista <a href="http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs00125-012-2648-4#"><em><strong>Diabetologia</strong></em></a>, mostraram que, após três dias de dieta hiperlipídica, os animais com flora intestinal desenvolveram resistência à insulina.</p>
<p>Já os camundongos tratados com antibióticos fosforilaram normalmente as proteínas IRS1 e IRS2 e ativaram a AKT, não desenvolvendo resistência insulínica.</p>
<p>“Os níveis de LPS nos animais tratados com antibióticos foram menores do que os dos camundongos com flora intestinal, o que demonstra que a microbiota é essencial para o desenvolvimento da resistência à insulina”, afirmou Saad.</p>
<p>Os pesquisadores também avaliaram os níveis de ácidos graxos de cadeia curta, como o acetato, que são produzidos pelas bactérias da microbiota intestinal, nos camundongos tratados com antibióticos e nos animais com flora intestinal que receberam dieta hiperlipídica.</p>
<p>As análises indicaram que os níveis desse composto – que ativa uma enzima, chamada AMPK, capaz de aumentar o transporte e a captação de glicose e aumentar a oxidação de lipídeos – foram menores nos camundongos com microbiota.</p>
<p>“O aumento dos níveis circulantes de LPS e, em contrapartida, a redução dos níveis de acetato contribuem para a instalação do quadro de resistência insulínica”, disse Saad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Barreira intestinal</strong></h4>
<p>Segundo o pesquisador, os ácidos graxos de cadeia curta e toxinas produzidas pelas bactérias modulam proteínas do epitélio do trato gastrointestinal, alterando a permeabilidade da barreira intestinal.</p>
<p>A dieta hiperlipídica recebida pelos animais tratados com antibióticos reduziu a expressão de uma dessas proteínas – a ZO-1 –, que é importantes para o intestino absorver menos substâncias tóxicas indutoras de resistência insulínica.</p>
<p>“Estamos observando que, logo no início do desenvolvimento da obesidade e do diabetes tipo 2, há uma alteração na microbiota intestinal que é capaz de induzir a uma alteração na barreira do intestino e fazer com que a pessoa absorva mais substâncias tóxicas que vão induzir a resistência à insulina e menos substâncias que poderiam protegê-la da instalação desse quadro de saúde”, disse.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram um estudo em humanos, com pacientes com Aids tratados com o coquetel de drogas para inibir o avanço do vírus HIV, para avaliar os níveis de LPS desse grupo populacional que costuma desenvolver resistência insulínica durante o tratamento da doença.</p>
<p>Os resultados das análises indicaram que os níveis de LPS nesses pacientes são tão elevados como os de pessoas obesas e com diabetes tipo 2.</p>
<p>“Os níveis elevados de LPS nesses pacientes com HIV indicam que eles têm uma alteração na microbiota e na permeabilidade da barreira do trato intestinal, que induz à resistência insulínica”, afirmou Saad.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/trato-gastrointestinal-esta-relacionado-com-a-resistencia-a-insulina/">Trato gastrointestinal está relacionado com a resistência à insulina</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes Mellitus e Doença Periodontal – qual a relação entre elas?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2015 21:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dente]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doença periodontal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adoença periodontal (DP) é a maior causa de perdas dentárias, acometendo aproximadamente de 10 a 15% da população mundial (BAELUM et al., 2004), sejam diabéticos ou não-diabéticos. Trata-se de uma desordem inflamatória causada por bactérias e que compromete as estruturas de suporte dos dentes (AAP, 1999; GRAVES et al., 2008; LAMSTER et al., 2007). Ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adoença periodontal</strong> (DP) é a maior causa de perdas dentárias, acometendo aproximadamente de 10 a 15% da população mundial (BAELUM et al., 2004), sejam diabéticos ou não-diabéticos. Trata-se de uma desordem inflamatória causada por bactérias e que compromete as estruturas de suporte dos dentes (AAP, 1999; GRAVES et al., 2008; LAMSTER et al., 2007). Ou seja, é uma infecção que afeta tanto a gengiva quanto o osso que envolve cada dente.</p>
<p>Para entender melhor, veja a figura abaixo, que ilustra um dente e compara o periodonto saudável com um doente. No caso da doença, ocorre inflamação gengival que evolui para perda do osso que suporta o dente, podendo levar, em grau severo, à perda desse dente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>A RELAÇÃO ENTRE DOENÇA PERIODONTAL E DIABETES</strong></h4>
<figure id="attachment_1088" aria-describedby="caption-attachment-1088" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1088" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/04/doenca-periodontal-e-diabetes.jpg" alt="doenca periodontal e diabetes" width="350" height="385" /><figcaption id="caption-attachment-1088" class="wp-caption-text">Comparação entre Periodonto Saudável e Doença Periodontal.<br />Imagem: www.msodontologia.blogspot.com.br</figcaption></figure>
<p>A doença periodontal foi reconhecida como a sexta maior <a title="Estudo defende mudança no diagnóstico de diabetes tipo 2" href="http://www.sobrepeso.com.br/estudo-defende-mudanca-no-diagnostico-de-diabetes-tipo-2/">complicação associada ao Diabetes Mellitus</a> (LOE, 1993). Além disso, já foi observado que a DP ocorre em maior extensão e severidade em indivíduos portadores de diabetes do que naqueles não portadores da doença (LU et al., 2004; MEALEY et al., 2006; PAPAPANOU, 1996).</p>
<p>As principais bactérias que causam a DP são:<em> Porphyromonas gingivalis</em>, <em>Prevotella intermedia</em>, <em>Tannerella forsythia</em> e <em>Aggregatibacter actinomycetemcomitans</em> (ANDRIANKAJA et al., 2006; HAFFAJEE et al., 2008). No entanto, as bactérias sozinhas não são suficientes para que a DP ocorra; é a reação do organismo a essas bactérias que determina o grau de comprometimento da doença.</p>
<p>Neste aspecto, devemos lembrar que algumas pessoas têm uma reação imunológica maior contra estas bactérias e que o hábito de fumar (JOHNSON et al., 2001) e o <a title="Chega ao Brasil insulina aplicada apenas 1 vez ao dia" href="http://www.sobrepeso.com.br/chega-ao-brasil-insulina-aplicada-apenas-1-vez-ao-dia/">controle da glicemia</a> podem influenciar a ocorrência e severidade da DP (LIM et al., 2007; TSAI et al., 2002). Por outro lado, sendo a DP uma infecção, ela pode induzir um estado inflamatório sistêmico permanente (crônico) (LOOS, 2005), com possível impacto sobre o controle glicêmico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>AUTORAS</strong></h5>
<figure id="attachment_1099" aria-describedby="caption-attachment-1099" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1099" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/04/autoras-foar-unesp_3.jpg" alt="autoras foar unesp_3" width="800" height="339" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/04/autoras-foar-unesp_3.jpg 800w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/04/autoras-foar-unesp_3-300x127.jpg 300w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-1099" class="wp-caption-text">Faculdade de Odontologia de Araraquara, FOAr-UNESP</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>REFERÊNCIAS</strong></h5>
<ul>
<li>AAP. International International Workshop for a Classification of Periodontal Diseases and Conditions. Papers. Ann Periodontol. 1999; 4: 1-112.</li>
<li>Graves DT, Kayal RA. Diabetic complications and dysregulated innate immunity. Front Biosci. 2008; 13: 1227-39.</li>
<li>Lamster IB, Ahlo JK. Analysis of gingival crevicular fluid as applied to the diagnosis of oral and systemic diseases. Ann N Y Acad Sci. 2007; 1098: 216-29.</li>
<li>Loe H. Periodontal disease. The sixth complication of diabetes mellitus. Diabetes Care. 1993; 16(1): 329-34.</li>
<li>Lu HK, Yang PC. Cross-sectional analysis of different variables of patients with non-insulin dependent diabetes and their periodontal status. Int J Periodontics Restorative Dent. 2004; 24(1): 71-9.</li>
<li>Mealey BL, Oates TW, American Academy of P. Diabetes mellitus and periodontal diseases. J Periodontol. 2006; 77(8): 1289-303.</li>
<li>Papapanou PN. Periodontal diseases: epidemiology. Ann Periodontol. 1996; 1(1): 1-36.</li>
<li>Baelum V, Lopez R. Periodontal epidemiology: towards social science or molecular biology? Community Dent Oral Epidemiol. 2004; 32: 239-49.</li>
<li>Andriankaja OM, DeNardin E, Dunford R, Dorn J, Trevisan M. The association between metabolic syndrome and periodontal disease. Am J Epidemiol 2006;163:S30-S30.</li>
<li>Haffajee AD, Socransky SS, Patel MR, Song X. Microbial complexes in supragingival plaque. Oral microbiology and immunology 2008;23:196-205.</li>
<li>Johnson GK, Slach NA. Impact of tobacco use on periodontal status. J Dent Educ. 2001; 65: 313-21.</li>
<li>Lim LP, Tay FB, Sum CF, Thai AC. Relationship between markers of metabolic control and inflammation on severity of periodontal disease in patients with diabetes mellitus. J Clin Periodontol. 2007; 34(2): 118-23.</li>
<li>Tsai C, Hayes C, Taylor GW. Glycemic control of type 2 diabetes and severe periodontal disease in the US adult population. Community Dent Oral Epidemiol. 2002; 30(3): 182-92.</li>
<li>Loos BG. Systemic markers of inflammation in periodontitis. J Periodontol. 2005; 76: 2106-15.</li>
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		<title>‘Hormônio do sono’ em falta pode causar obesidade e diabetes</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/hormonio-sono-em-falta-pode-causar-obesidade-e-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 13:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[melatonina]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar na melatonina? A melatonina é conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221;. Produzida naturalmente pelo corpo poucas horas antes de dormir, ela é uma das responsáveis por acertar o ritmo circadiano do organismo, dizendo ao corpo se é dia ou noite, se é cedo ou se é tarde. Além de ajudar a controlar melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar na <strong>melatonina</strong>? A melatonina é conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221;. Produzida naturalmente pelo corpo poucas horas antes de dormir, ela é uma das responsáveis por acertar o <a title="Por que dormir fora do horário aumenta o peso?" href="http://www.sobrepeso.com.br/por-que-dormir-fora-horario-aumenta-o-peso/">ritmo circadiano</a> do organismo, dizendo ao corpo se é dia ou noite, se é cedo ou se é tarde.</p>
<p>Além de ajudar a controlar melhor o sono, a melatonina também age de maneira abrangente em todo o nosso corpo. Pesquisadores brasileiros, trabalhando no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, descobriram que o hormônio tem papel fundamental no desenvolvimento de doenças como a obesidade e o diabetes. A boa notícia é que, com um pouquinho mais de estudos, talvez seja possível <strong>formular novos tratamentos para o sobrepeso, a obesidade e o diabetes tipo 2</strong> através da melatonina.</p>
<p>Acompanhe a seguir os principais trechos de entrevista com o médico José Cipolla Neto, um dos maiores especialistas brasileiros em melatonina, feita pela repórter Karina Toledo, da Agência Fapesp. A entrevista completa <a href="http://agencia.fapesp.br/agencia-novo/View/publicRedirectBoletim.php?utm_source=noticia&amp;utm_medium=20558&amp;utm_campaign=boletim&amp;lang=pt&amp;url=http://agencia.fapesp.br/20558?email=true">você encontra aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>ENTREVISTA</strong></h4>
<p><strong>Agência FAPESP</strong> – De que maneira a melatonina regula o peso?</p>
[quote_right]&#8221;A melatonina pode ser um possível coadjuvante no tratamento do diabetes do tipo 2&#8243;[/quote_right]
<p><strong>Cipolla Neto</strong> – De várias maneiras. Acima de tudo, a melatonina é um poderoso regulador da secreção e da <a title="Chega ao Brasil insulina aplicada apenas 1 vez ao dia" href="http://www.sobrepeso.com.br/chega-ao-brasil-insulina-aplicada-apenas-1-vez-ao-dia/">ação da insulina</a>. [Ela] desempenha muitas funções no organismo. Uma das mais importantes é regular o desvio da energia ingerida para os estoques energéticos, bem como a retirada de energia desses estoques para uso nas atividades do dia a dia. Pode ser vista, portanto, como um possível coadjuvante no tratamento do diabetes do tipo 2, decorrente da resistência insulínica. Mesmo no diabetes do tipo 1, no qual há pouca produção de insulina, a melatonina poderia melhorar a ação desse hormônio pancreático. Também é um poderoso agente anti-hipertensivo. (&#8230;) Quando, em experimentos, a melatonina é retirada de animais, observamos redução na ação da insulina e desregulação no ciclo circadiano. Isso também ocorre com qualquer pessoa que, por algum motivo, passa a ter uma produção menor de melatonina. Isso leva a um distúrbio metabólico cujas consequências são obesidade, resistência insulínica e hipertensão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AF</strong> – O que pode prejudicar a produção de melatonina?</p>
[quote_right]&#8221;Ver TV (ou mexer no smartphone) à noite pode ser um dos fatores por trás da epidemia de obesidade da sociedade contemporânea&#8221;[/quote_right]
<p><strong>CN</strong> – A principal causa de queda na produção noturna de melatonina é a fotoestimulação. A maioria das pessoas começa a produzir esse hormônio por volta de 20 horas. Quando o indivíduo se expõe à luz durante a noite, seja vendo TV ou mexendo no smartphone ou no computador, a síntese de melatonina que deveria estar ocorrendo nesse período é bloqueada. Esse pode ser um dos fatores por trás da <a title="Refrigerantes mudam para enfrentar epidemia de obesidade" href="http://www.sobrepeso.com.br/refrigerantes-mudam-para-enfrentar-epidemia-de-obesidade/">epidemia de obesidade</a> da sociedade contemporânea. Também há fatores relacionados com intervenções médicas. Várias drogas usadas na clínica alteram a produção de melatonina, como os betabloqueadores, os bloqueadores de canal de cálcio e os inibidores da enzima conversora de angiotensina (as três drogas são usadas contra hipertensão). Indiscutivelmente, os mais poderosos são a poluição luminosa noturna e o trabalho no turno da noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AF</strong> – Como tornar a rotina menos danosa para quem não tem a possibilidade de dormir cedo ou acordar tarde?</p>
<p><strong>CN</strong> – Uma das coisas que têm sido sugeridas é <strong>eliminar o comprimento de onda da luz azul</strong>, de 480 nanômetros, que controla a ritmicidade circadiana e a produção de melatonina. As empresas de iluminação já estão trabalhando nesse tema. Estudos mostraram que, se o ambiente noturno estiver com baixas intensidade de luz azul, o indivíduo pode permanecer trabalhando sem ter a ritmicidade circadiana e a produção de melatonina afetadas significativamente. Mas esse é justamente o comprimento de onda emitido pelo LED de luz azul presente em computadores, televisores e smartphones. Há empresas que vendem películas para colocar na tela e filtrar a luz azul. É uma forma de lidar com o problema.</p>
<figure id="attachment_936" aria-describedby="caption-attachment-936" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-936" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/01/withings-aura-melatonina.jpg" alt="withings aura melatonina" width="700" height="465" /><figcaption id="caption-attachment-936" class="wp-caption-text">O Withings Aura é um aparelho, à venda nos EUA, que emite luz vermelha na hora de dormir e luz azul na hora de acordar, estimulando a produção correta da melatonina pelo corpo.</figcaption></figure>
<p><strong>AF</strong> – Em quais casos seria indicada a suplementação de melatonina?</p>
[quote_right]&#8221;Suplementos de melatonina podem ser importantes contra o câncer, hipertensão e para regular o metabolismo&#8221;[/quote_right]
<p><strong>CN</strong> – Já há respaldo internacional de várias sociedades médicas para o tratamento de alguns tipos de insônia e também do <em>jet lag</em> (descompensação do ritmo circadiano causada por viagens). Também há evidências poderosas de que ela pode ser um agente terapêutico importante contra o câncer, hipertensão e um regulador do metabolismo energético. Mas para essas três condições ainda está sendo estudada a forma mais adequada de tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AF</strong> – O senhor acha que, em breve, os médicos, ao tratarem obesidade, hipertensão e diabetes, vão prescrever também a melatonina?</p>
<p><strong>CN</strong> – Não tenho a menor dúvida. O tratamento com betabloqueador, por exemplo, retira do paciente um componente fisiológico importante para o combate à hipertensão. Nada mais justo que nesses indivíduos se faça reposição terapêutica de melatonina. É algo que os cardiologistas estão discutindo atualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AF</strong> – O consumo de suplemento pode causar diminuição da produção natural do corpo?</p>
[quote_right]&#8221;É importante tomar melatonina somente à noite, pouco antes de dormir&#8221;[/quote_right]
<p><strong>CN</strong> – Não. A melatonina exógena que o indivíduo toma é um poderoso sincronizador dos ritmos circadianos e, portanto, ajuda a regularizar a produção endógena. Mas é crucial observar que, em qualquer circunstância, o consumo de melatonina deve ocorrer somente à noite, cerca de uma hora ou 30 minutos antes de dormir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AF</strong> – Se tomado corretamente o suplemento não teria efeitos colaterais?</p>
<p><strong>CN</strong> – Segundo a literatura, a melatonina é um agente sem qualquer efeito tóxico. O único possível problema é a alteração da ritmicidade circadiana caso o indivíduo tome no horário ou na dose inadequada. Em crianças, os cuidados precisam ser maiores. Dependendo do uso, da quantidade, pode provocar um retardo pubertário. Mas a substância é prescrita para tratar várias doenças infantis com distúrbio de sono associado, como síndrome das pernas inquietas, síndrome de Smith-Magenis e até autismo. Ao consolidar o sono, a melatonina faz com que a vigília seja mais eficiente e atua como um agente neuroprotetor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AF</strong> – Se a melatonina não oferece riscos, por que foi proibida no Brasil?</p>
<p><strong>CN</strong> – A Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] proibiu há cerca de 20 anos porque estava sendo feito uso inadequado. Na época, havia propagandas na televisão com pessoas famosas dizendo “já tomei minha melatonina hoje”. Isso só traz danos. Melatonina é um hormônio e tem de haver normas de administração muito bem controladas. A literatura mundial hoje conta com evidências suficientes para liberar a venda no Brasil, mas para uso sob prescrição médica.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/hormonio-sono-em-falta-pode-causar-obesidade-e-diabetes/">‘Hormônio do sono’ em falta pode causar obesidade e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Nutrição: conheça o pão integral com gostinho de pão branco</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/nutricao-conheca-o-pao-integral-com-gostinho-de-pao-branco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 19:31:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[pão]]></category>
		<category><![CDATA[pão branco]]></category>
		<category><![CDATA[pão integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[dropcap]Pense em um alimento que todo mundo adora comer todos os dias, é barato, gostoso, fácil de encontrar…só que engorda bastante? E então, você também pensou em pão?! Na hora de iniciar uma dieta, é comum as pessoas tentarem cortar o pão da alimentação, pois a fama de ser um alimento “gordo” é bastante difundida. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">[dropcap]Pense em um alimento que todo mundo adora comer todos os dias, é barato, gostoso, fácil de encontrar…só que engorda bastante? E então, você também pensou em <a title="Comer trigo e derivados faz bem ou faz mal à saúde?" href="http://www.sobrepeso.com.br/comer-trigo-e-derivados-faz-bem-ou-faz-mal-saude/">pão</a>?!</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora de iniciar uma dieta, é comum as pessoas tentarem cortar o pão da alimentação, pois a fama de ser um alimento “gordo” é bastante difundida. E isto é verdade: quase todos os tipos de pãotêm, no geral, uma quantidade relativamente alta de carboidratos e poucos nutrientes.</p>
<p style="text-align: justify;">O pão integral, todavia, possui características que o tornam melhor à saúde. Quando produzido com uma mistura seleta de farinhas e ingredientes pouco processados, o pão integral contém muitas <a title="5 maneiras de ficar saciado sem comer demais" href="http://www.sobrepeso.com.br/5-maneiras-de-ficar-saciado-sem-comer-demais/">fibras</a>, que ajudam a emagrecer e a fazer o intestino funcionar melhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><strong>FIBRAS &#8211; O QUE VALE A PENA SABER</strong></span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>Fibras, apesar de serem carboidratos também, não são “quebradas” pelo nosso organismo. Isto é, fibras não são uma fonte de nutrição para seres humanos. Por isso, ingerir fibras não aumenta a glicemia.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>Quando comemos fibras, elas chegam quase “intactas” ao intestino, onde ajudam na evacuação. Além disso, elas aumentam a sensação de saciedade. Quem se alimenta de bastante fibras come menos e sente-se mais satisfeito. Ainda, fibras ajudam a diminuir o colesterol ruim e, em pesquisas científicas, mostraram ser eficazes no controle da glicemia em quem consumia grandes quantidades delas diariamente.</strong></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pao-integral-diabetes.jpg" alt="" width="600" height="215" /></p>
<p style="text-align: justify;">[dropcap]O problema é que muita gente não suporta comer pão integral. A textura é diferente, o sabor é diferente e o preço costuma ser maior. Por isso, o consumo do pão branco continua sendo o campeão em todo o mundo. O fato, associado à falta de fibras na alimentação das pessoas, contribui com as epidemias de obesidade, sobrepeso e <a title="Estudo defende mudança no diagnóstico de diabetes tipo 2" href="http://www.sobrepeso.com.br/estudo-defende-mudanca-no-diagnostico-de-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> que afetam boa parte dos países.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de nutricionistas pretende reverter este quadro. Cientistas da Organização Holandesa de Pesquisas Científicas Aplicadas conseguiram produzir um pão integral com a mesma textura e o mesmo gostinho do pão branco tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nós quisemos colocar os benefícios à saúde do pão integral – e possivelmente mais do que isso – em produtos de panificação que têm o gosto e as qualidades do pão branco”, contou Jan-Willem van der Kamp, líder do grupo de pesquisas.</p>
<p style="text-align: justify;">O “pão branco integral” está em estágios finais de desenvolvimento e pesquisas de validação no mercado. A expectativa é que seu preço seja um pouquinho superior ao do pão branco tradicional quando chegar aos supermercados europeus, mas as vantagens à saúde prometem tornar o custo-benefício muito mais agradável aos bolsos dos aficionados por pães.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/nutricao-conheca-o-pao-integral-com-gostinho-de-pao-branco/">Nutrição: conheça o pão integral com gostinho de pão branco</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Campinas e Região: Diabetes na Praça ocorre este sábado!</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/campinas-e-regiao-diabetes-na-praca-ocorre-este-sabado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 20:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes na Praça]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou participar de um evento educativo sobre diabetes no qual haverá, gratuitamente, testes de detecção da doença e de risco de pé diabético, avaliações de antropometria, orientações sobre alimentação saudável e, além disso tudo, ainda dicas de atividades físicas? Pois este evento existe, chama-se &#8220;Diabetes na Praça&#8221; e ocorrerá neste sábado, dia 29, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já pensou participar de um evento educativo sobre diabetes no qual haverá, gratuitamente, testes de detecção da doença e de risco de pé diabético, avaliações de antropometria, orientações sobre alimentação saudável e, além disso tudo, ainda dicas de atividades físicas?</p>
<p style="text-align: left;">Pois este evento existe, chama-se &#8220;Diabetes na Praça&#8221; e ocorrerá neste sábado, dia 29, no centro de Campinas! Ele ocorre em comemoração do <a title="Câncer de próstata atinge mais de 60 mil homens no Brasil" href="http://www.sobrepeso.com.br/cancer-de-prostata-atinge-mais-de-60-mil-homens-brasil/">Novembro Azul</a>, uma campanha global de alerta da população sobre os riscos e perigos do diabetes.</p>
<p>O &#8220;Diabetes na Praça&#8221; é promovido pelo Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://www.ocrc.com.br">OCRC</a>), da UNICAMP, em parceria com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, a Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, a Faculdade de Ciências dos Alimentos da Unicamp/Limeira, os hospitais Mario Gatti e Celso Pierro, a Prefeitura Municipal de Campinas, a Faculdade São Leopoldo Mandic e a Unimed Campinas.</p>
<p>O objetivo das ações do Novembro Azul é chamar a atenção dos brasileiros para a importância de cuidados como o controle da alimentação e a prática de atividades físicas, capazes de prevenir o diabetes tipo 2, responsável por mais de 90% dos casos da doença e o único tipo de diabetes que pode ser evitado. Os <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/">problemas cardiovasculares</a>, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, são as maiores causas de mortalidade no diabético, e podem ser evitados com a prevenção da doença.</p>
<p>De acordo com dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF), que lidera a campanha, em todo o mundo mais de 400 milhões de pessoas têm a doença e um alto percentual delas vive em países em desenvolvimento. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, já são cerca de 14 milhões de pessoas com diabetes. Quinhentos novos casos surgem a cada dia. Está mais do que na hora de tentar reverter este quadro.</p>
[quote_box_center]
<p><strong>Serviço</strong>: Evento Diabetes na Praça</p>
<p><strong>Quando</strong>: Sábado, 29 de Novembro de 2014, das 8 as 13h.</p>
<p><strong>Onde</strong>: Praça Rui Barbosa, atrás da Catedral Metropolitana, no calçadão da Rua 13 de Maio. Campinas &#8211; São Paulo</p>
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