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	<title>bactérias | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jul 2020 14:29:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Prebióticos e probióticos: você conhece os benefícios? Eles podem fazer muito por você!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 23:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Albina FSR Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[prebióticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Albina F. S. R. Garcia* &#160; A Organização Mundial de Saúde estima que mais de 40% da população mundial está acima do peso. Sobrepeso e obesidade favorecem o desenvolvimento de doenças como a hipertensão e o diabetes tipo 2. Nos últimos anos, surgiram diversas pesquisas relacionando as alterações entre a composição da microbiota intestinal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5><strong>por Albina F. S. R. Garcia*</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde estima que mais de 40% da população mundial está acima do peso. Sobrepeso e obesidade favorecem o desenvolvimento de doenças como a <a href="http://www.sobrepeso.com.br/hipertensao-que-tal-trocar-o-sal-pelo-oregano/">hipertensão</a> e o <a href="http://www.sobrepeso.com.br/diabetes-ja-atinge-um-milhao-de-criancas-no-brasil/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>Nos últimos anos, surgiram diversas pesquisas relacionando as alterações entre a composição da microbiota intestinal e o aumento no risco de desenvolver obesidade. A microbiota é um conjunto de microorganismos, especialmente bactérias, que vivem em várias regiões do corpo sem provocar doenças. Segundo vários pesquisadores, a presença de alguns microorganismos específicos na microbiota intestinal poderia favorecer o desenvolvimento de diversas doenças, entre elas a obesidade. Quando um indivíduo apresenta mais bactérias do gênero Firmicutis em sua microbiota intestinal, há maior probabilidade de o mesmo se tornar obeso, enquanto indivíduos com números aumentados de bactérias do gênero Bacteroidetes tendem a ser mais magros.</p>
<p>Da mesma forma, diversos estudos mostram o papel benéfico de alimentos (chamados funcionais) na manutenção do funcionamento do organismo, prevenindo o aparecimento de diversas doenças.</p>
<p>E o que isso tem a ver com os prebióticos e probióticos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #1373be;"><strong>O QUE SÃO OS PREBIÓTICOS E OS PROBIÓTICOS?</strong></span></h3>
<p>Alimentos <strong>prebióticos</strong> são grupos de alimentos (particularmente fibras alimentares) que resistem à digestão no corpo (portanto não são digeríveis) e que, ao chegar ao intestino, promovem uma série de efeitos benéficos ao organismo (<span style="color: #1373be;"><strong>Quadro 1</strong></span>). <strong>Probióticos</strong>, por sua vez, são microorganismos, especialmente bactérias, que, quando ingeridas (adicionadas a diversos alimentos), auxiliam na manutenção da saúde do indivíduo como um todo, principalmente por favorecerem a instalação de uma microbiota mais saudável no intestino (<span style="color: #1373be;"><strong>Quadro 2</strong></span>). Os alimentos probióticos mais conhecidos são os leites fermentados.</p>
<figure id="attachment_1613" aria-describedby="caption-attachment-1613" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-1613 size-full" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos.jpg" alt="tabela-prebioticos-probioticos" width="800" height="363" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos.jpg 800w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-300x136.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-768x348.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-787x357.jpg 787w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1613" class="wp-caption-text">Clique na tabela para abrir a versão ampliada.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #1373be;"><strong>POR QUE CONSUMIR MAIS PROBIÓTICOS?</strong></span></h3>
<p>Recentemente, numa pesquisa inédita, pesquisadores do Texas (USA) mostraram que <em>Lactobacilus reuteri</em>, uma bactéria presente na microbiota intestinal, pode auxiliar no combate a distúrbios de comportamento social, como alguns decorrentes do autismo.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, animais filhos de mães obesas durante a gestação podem apresentar anomalias no seu comportamento social decorrentes de alterações na população de bactérias específicas da microbiota intestinal desses animais. Os pesquisadores fizeram diversos experimentos e puderam observar que várias bactérias estão alteradas nesses filhotes e associaram essas alterações aos distúrbios de comportamento social observado apenas na ninhada de mães obesas. Os filhotes de mães obesas interagiam menos com outros animais (conhecidos ou não).</p>
<p>Os cientistas do grupo mostraram que o <em>L. reuteri</em> estimula a liberação de oxitocina no sistema nervoso central e sua interação e ativação de circuitos dopaminérgicos, que regulam o comportamento social dos indivíduos. Ao reintroduzirem o <em>L. reuteri</em> na microbiota intestinal desses animais, o comportamento social natural foi restaurado nesses filhotes.</p>
<figure id="attachment_1614" aria-describedby="caption-attachment-1614" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-2.jpg" rel="attachment wp-att-1614"><img loading="lazy" class="wp-image-1614 size-full" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-2.jpg" alt="tabela-prebioticos-probioticos-2" width="800" height="402" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-2.jpg 800w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-2-300x151.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-2-768x386.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/tabela-prebioticos-probioticos-2-710x357.jpg 710w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1614" class="wp-caption-text">Clique na tabela para abrir a versão ampliada.</figcaption></figure>
<p>Assim, além de alertar sobre a importância do combate à obesidade materna, o estudo, publicado na revista <em>Cell</em>, traz boas notícias: no futuro, o consumo de probióticos pode prevenir e restaurar distúrbios de comportamentos sociais relacionados a doenças como o autismo, por exemplo. Entretanto, é fundamental perceber que uma boa saúde depende da ingestão de alimentos funcionais, mas também de vários fatores que, associados, melhoram a saúde do indivíduo como um todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Referências:</strong></h4>
<ul>
<li><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Barengolts%20E%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27409822">Barengolts E</a>. Gut microbiota, prebiotics, probiotics, and synbiotics in management of obesity and prediabetes: review of randomized controlled trials. <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27409822"><strong>Endocr Pract</strong>.</a> 2016.</li>
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<li><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Grimshaw%20K%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Grimshaw K</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Logan%20K%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Logan K</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=O%27Donovan%20S%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">O&#8217;Donovan S</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Kiely%20M%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Kiely M</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Patient%20K%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Patient K</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=van%20Bilsen%20J%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">van Bilsen J</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Beyer%20K%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Beyer K</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Campbell%20DE%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Campbell DE</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Garcia-Larsen%20V%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Garcia-Larsen V</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Grabenhenrich%20L%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Grabenhenrich L</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Lack%20G%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Lack G</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Mills%20C%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Mills C</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Wal%20JM%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Wal JM</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Roberts%20G%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=27530541">Roberts G</a>. Modifying the infant&#8217;s diet to prevent food allergy. <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27530541"><strong>Arch Dis Child.</strong></a><strong> </strong>2016 pii: archdischild-2015-309770</li>
<li>Saad, SM. Probióticos e prebióticos: o estado da arte. <strong>Braz J. of Pharmaceutical Sciences</strong> vol. 42, n. 1, jan./mar., 2006</li>
<li>Souza FS, Cocco RR, Sarni ROS, Mallozi MC, Solé D. Prebióticos, probióticos e simbióticos na prevenção e tratamento das doenças alérgicas. <strong>Rev Paul Pediatr</strong> 2010; 28(1):86-97.</li>
<li>Thamer KG, Penna ALB. Caracterização de bebidas lácteas funcionais fermentadas Por probióticos e acrescidas de prebiótico. <strong>Ciênc. Tecnol. Aliment.,</strong> 2006; 26(3): 589-595.</li>
<li>Vandenplas Y, Veereman-Wauters G, De Greef E, Peeters S, Casteels A, Mahler T, Devreker T, Hauser B. Probiotics and prebiotics in prevention and treatment of diseases in infants and children. <strong>Jornal de Pediatria</strong>, 2011.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4></h4>
<div style="padding: 20px; background: #fcfcfc; border: 2px solid #f5f5f5; border-radius: 5px;">
<p><img loading="lazy" class="wp-image-1617 size-full alignleft" style="padding-top: 20px;" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/colunistas-albina-garcia.jpg" alt="colunistas-albina-garcia" width="234" height="233" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/colunistas-albina-garcia.jpg 234w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/colunistas-albina-garcia-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2016/09/colunistas-albina-garcia-210x210.jpg 210w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><strong>SOBRE A AUTORA: </strong></p>
<p><strong>Albina de Fátima Silva Ramalho Garcia</strong> &#8211; Farmacêutica, especialista em Cosmetologia e Produção de medicamentos magistrais, mestre em Biociências – nutrição e metabolismo celular (UFMT), doutora em Ciências Médicas – Clínica Médica (UNICAMP), pós doutoranda em Fisiopatologia médica (UNICAMP). Vinculada ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, atua em obesidade, particularmente com moléculas que alterem a permeabilidade da barreira hemato-encefálica.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Trato gastrointestinal está relacionado com a resistência à insulina</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/trato-gastrointestinal-esta-relacionado-com-a-resistencia-a-insulina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2015 13:31:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A constatação é resultado de uma série de estudos realizados por diferentes grupos no mundo e corroborada por pesquisadores do Instituto Nacional de Obesidade e Diabetes – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – e do Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades – um dos Centros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A constatação é resultado de uma série de estudos realizados por diferentes grupos no mundo e corroborada por pesquisadores do Instituto Nacional de Obesidade e Diabetes – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – e do <a href="http://www.ocrc.com.br"><b>Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades</b></a> – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<a href="http://www.bv.fapesp.br/pt/8/centros-de-pesquisa-inovacao-e-difusao-cepid/"><strong>CEPIDs</strong></a>) financiados pela FAPESP.</p>
<p>Alguns dos resultados dos estudos foram apresentados em um painel sobre saúde durante a FAPESP Week Buenos Aires, realizada entre os dias 7 e 10 de abril na capital argentina pela FAPESP em parceria com o Consejo Nacional de Investigaciones Científicas (Conicet).</p>
<p>“Estamos constatando que, além do sistema nervoso central, dos músculos, do fígado e do tecido adiposo, entre outros órgãos, o trato gastrointestinal aparentemente também está envolvido na resistência à insulina”, disse Mário Saad, professor da Faculdade de Ciências Médicas (FMC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>“Agora estamos começando a entender que o controle da obesidade e do diabetes tipo 2 deve começar pelo trato gastrointestinal”, afirmou o pesquisador, que coordenou o projeto do INCT.</p>
<p>De acordo com Saad, a resistência à insulina em nível molecular ocorre quando esse hormônio produzido pelo pâncreas – e que promove a entrada de glicose (açúcar) nas células e atua no metabolismo de lipídeos (gordura) e proteínas – não consegue transmitir adequadamente seu sinal às células e ativar um receptor que fosforila (adiciona um grupo fosfato) as proteínas IRS1 e IRS2 em tirosinas.</p>
<p>Ao serem fosforiladas em tirosinas, essas duas proteínas ativam uma família de enzimas envolvidas em funções celulares, chamadas PI 3. Essas enzimas ativam a proteína AKT, que está envolvida na captação de glicose pelas células, entre outras funções, explicou Saad.</p>
<p>“Os efeitos desencadeados pela insulina de aumentar a captação de glicose no tecido muscular, aumentar a síntese de lipídeo no tecido adiposo e bloquear glicogênese [nova formação de açúcar] no fígado dependem, basicamente, desses mecanismos de ativação do receptor de insulina nas células e da fosforilação em tirosina da IRS1 e IRS 2 e da AKT em quinase”, detalhou.</p>
<p>Os pesquisadores observaram, em experimentos realizados com camundongos obesos, que o tecido adiposo dos animais produz interleucinas e ácidos graxos, entre outros compostos, que ativam proteínas serinas quinases.</p>
<p>Ao serem ativadas, essas proteínas serinas quinases fosforilam as proteínas IRS1 e IRS2 em serinas, fazendo com que sofram mudanças conformacionais e não consigam mais interagir com o receptor de insulina para serem fosforiladas em tirosinas.</p>
<p>“A resistência à insulina em nível molecular nada mais é do que a fosforilação prévia das proteínas IRS1 e IRS2 em serinas”, afirmou Saad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Papel da microbiota</strong></h4>
<p>A fim de avaliar quanto tempo leva para um animal desenvolver resistência à insulina, os pesquisadores do grupo de Saad realizaram um experimento em que submeteram camundongos a uma dieta hiperlipídica (com grandes quantidades de gordura).</p>
<p>Os resultados do estudo indicaram que após três dias os animais já desenvolviam resistência ao hormônio.</p>
<p>“Os animais desenvolveram resistência à insulina antes de tornarem-se obesos, o que indica que esse quadro precede a obesidade”, apontou Saad. “Os músculos dos animais captaram menos glicose após o início da dieta hiperlipídica”, afirmou.</p>
<p>Segundo o pesquisador, as proteínas IRS1 dos animais que receberam dieta hiperlipídica foram menos fosforiladas em tirosina e a AKT também foi menos ativa.</p>
<p>“Em três dias de dieta hiperlipídica o animal já passa a apresentar uma situação de resistência à insulina em que o hormônio não consegue transmitir de maneira adequada o sinal para as células”, ressaltou.</p>
<p>Uma das possíveis chaves identificadas pelos pesquisadores para explicar por que os camundongos que receberam dieta hiperlipídica desenvolveram resistência à intolerância antes de tornarem-se obesos é um lipídeo chamado LPS.</p>
<p>Encontrado na membrana de bactérias gram-negativas da <a title="A doença de Parkinson pode ter origem nos intestinos?" href="http://www.sobrepeso.com.br/doenca-de-parkinson-pode-ter-origem-nos-intestinos/">microbiota intestinal</a> dos mamíferos, esse lipídeo é capaz de ativar proteínas serinas quinases que fosforilam as proteínas IRS1 e IRS2 em serinas, induzindo a resistência à insulina, explicou Saad.</p>
<p>O consumo de dieta hiperlipídica durante três dias causou um aumento nos níveis de circulação e na absorção de LPS pelas bactérias gram-negativas da microbiota intestinal dos animais, revelaram experimentos realizados pelo grupo do pesquisador.</p>
<p>“Ao dar uma dieta hiperlipídica para os animais, nós, aparentemente, modulamos sua microbiota intestinal”, disse. “A modulação causou o aumento da absorção de LPS e, consequentemente, induziu à resistência insulínica antes de os animais desenvolverem obesidade”, contou.</p>
<p>A fim de confrontar os resultados, os pesquisadores realizaram outro estudo em que também alimentaram camundongos tratados com antibióticos para reduzir a microbiota e animais com flora intestinal com dieta hiperlipídica.</p>
<p>Os resultados do estudo, publicado na revista <a href="http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs00125-012-2648-4#"><em><strong>Diabetologia</strong></em></a>, mostraram que, após três dias de dieta hiperlipídica, os animais com flora intestinal desenvolveram resistência à insulina.</p>
<p>Já os camundongos tratados com antibióticos fosforilaram normalmente as proteínas IRS1 e IRS2 e ativaram a AKT, não desenvolvendo resistência insulínica.</p>
<p>“Os níveis de LPS nos animais tratados com antibióticos foram menores do que os dos camundongos com flora intestinal, o que demonstra que a microbiota é essencial para o desenvolvimento da resistência à insulina”, afirmou Saad.</p>
<p>Os pesquisadores também avaliaram os níveis de ácidos graxos de cadeia curta, como o acetato, que são produzidos pelas bactérias da microbiota intestinal, nos camundongos tratados com antibióticos e nos animais com flora intestinal que receberam dieta hiperlipídica.</p>
<p>As análises indicaram que os níveis desse composto – que ativa uma enzima, chamada AMPK, capaz de aumentar o transporte e a captação de glicose e aumentar a oxidação de lipídeos – foram menores nos camundongos com microbiota.</p>
<p>“O aumento dos níveis circulantes de LPS e, em contrapartida, a redução dos níveis de acetato contribuem para a instalação do quadro de resistência insulínica”, disse Saad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Barreira intestinal</strong></h4>
<p>Segundo o pesquisador, os ácidos graxos de cadeia curta e toxinas produzidas pelas bactérias modulam proteínas do epitélio do trato gastrointestinal, alterando a permeabilidade da barreira intestinal.</p>
<p>A dieta hiperlipídica recebida pelos animais tratados com antibióticos reduziu a expressão de uma dessas proteínas – a ZO-1 –, que é importantes para o intestino absorver menos substâncias tóxicas indutoras de resistência insulínica.</p>
<p>“Estamos observando que, logo no início do desenvolvimento da obesidade e do diabetes tipo 2, há uma alteração na microbiota intestinal que é capaz de induzir a uma alteração na barreira do intestino e fazer com que a pessoa absorva mais substâncias tóxicas que vão induzir a resistência à insulina e menos substâncias que poderiam protegê-la da instalação desse quadro de saúde”, disse.</p>
<p>Os pesquisadores realizaram um estudo em humanos, com pacientes com Aids tratados com o coquetel de drogas para inibir o avanço do vírus HIV, para avaliar os níveis de LPS desse grupo populacional que costuma desenvolver resistência insulínica durante o tratamento da doença.</p>
<p>Os resultados das análises indicaram que os níveis de LPS nesses pacientes são tão elevados como os de pessoas obesas e com diabetes tipo 2.</p>
<p>“Os níveis elevados de LPS nesses pacientes com HIV indicam que eles têm uma alteração na microbiota e na permeabilidade da barreira do trato intestinal, que induz à resistência insulínica”, afirmou Saad.</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/trato-gastrointestinal-esta-relacionado-com-a-resistencia-a-insulina/">Trato gastrointestinal está relacionado com a resistência à insulina</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Leite puro da vaca é melhor que o industrializado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2015 19:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você gosta de leite puro? Isto é, aquele extraído das vacas e que não passa por processo industrial algum, comum de ser tomado por morados da zona rural ou por quem curte um fim de semana em hotéis-fazenda. Muitas pessoas afirmam que, além do sabor diferente, o leite puríssimo ainda possui uma série de benefícios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você gosta de <strong>leite puro</strong>? Isto é, aquele extraído das vacas e que não passa por processo industrial algum, comum de ser tomado por morados da zona rural ou por quem curte um fim de semana em hotéis-fazenda. Muitas pessoas afirmam que, além do sabor diferente, o leite puríssimo ainda possui uma série de benefícios à saúde, como melhora na saúde gastrointestinal, fortalecimento do sistema imune e proteção contra alergias.</p>
<p>Será que tudo isso é verdade? O que a Ciência tem a dizer sobre as propriedades deste leite “cru”? Fomos investigar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>BACTÉRIAS SÃO UM PROBLEMA NO LEITE CRU</strong></h4>
<p>Risco de contrair doenças bacterianas é maior em quem bebe leite cru</p>
<p>De acordo com um levantamento feito pela Universidade Tufts, em Nova Iorque, a primeira coisa que devemos ter em mente quando formos tomar leite é saber se ele foi ou não <strong>pasteurizado</strong>. A pasteurização é um processo de fervura do leite (<em>veja no vídeo abaixo</em>) que reduz dramaticamente a quantidade de bactérias e microorganismos presentes na bebida, aumentando a vida útil do produto. Há uma série de bactérias muito nocivas à saúde humana que são comumente encontradas no leite não-processado, como listeria, salmonela, E. coli e campylobacter.</p>
<p>Por isso, leite não-pasteurizado não é indicado para crianças, os mais velhos, mulheres grávidas e pessoas com deficiências no sistema imune. De acordo com o governo norte-americano, a incidência de doenças relacionadas às bactérias mencionadas acima é <strong>2 vezes maior</strong> em cidades nos EUA onde o comércio de leite não-pasteurizado é permitido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>E QUANTO AOS BENEFÍCIOS À SAÚDE?</strong></h4>
<p>Algumas pessoas afirmam que o leite não-pasteurizado <strong>melhora a digestão</strong> e não causa <strong>intolerância à lactose</strong>. Pesquisas, porém, descartam estas noções por completo.</p>
<p>De acordo com a literatura científica, o leite puro não possui quantidades de <a title="Por que dormir fora do horário aumenta o peso?" href="http://www.sobrepeso.com.br/por-que-dormir-fora-horario-aumenta-o-peso/">probióticos</a> suficientes para melhorar, de fato, o funcionamento do estômago e dos intestinos. Além disso, tanto o leite cru quanto o pasteurizado não possuem lactase, a enzima necessária para digerir a lactose e que está em falta em quem possui intolerância aos derivados de leite. Ou seja, beber leite cru não altera o fato da pessoa ser intolerante ou não à lactose.</p>
<p>Outro ponto interessante é que estudos mostraram que o leite cru também não tem grandes quantidades de <strong>lactobacilos</strong>, aquelas bactérias presentes no leite fermentado que a gente compra nos supermercados e que ajudam a digerir a lactose.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="pasteurização do leite" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/MeHoH_ICfqg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Também não há evidência de que o leite cru pode tratar e curar alergias e <a title="Qual dieta é perfeita para o seu perfil?" href="http://www.sobrepeso.com.br/qual-dieta-e-perfeita-para-o-seu-perfil/">asma</a>. Um estudo chamado “PARSIFAL” é muito citado como prova de que leite não-pasteurizado combate estas doenças, porém boa parte da bebida utilizada no trabalho havia sido fervida (então de “crua” não tinha nada!).</p>
<p>Mais um detalhe importante: a pasteurização influencia muito pouco na estrutura das proteínas presentes no leite, portanto pessoas com alergias ao leite vão sofrer do mesmo jeito, seja o leite cru ou industrializado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>LEITE CRU É MAIS NUTRITIVO&#8230;CERTO?</strong></h4>
<p>Além de não alterar a estrutura das proteínas, a pasteurização também não modifica muito a <strong>quantidade de vitaminas</strong> no leite.</p>
<p>O calor da pasteurização diminui um pouquinho a quantidade das vitaminas B12 e C, é verdade. Porém, vale notar que um copo cheio de leite, mesmo pasteurizado, contém mais da metade da recomendação diária de vitamina B12, e o leite não costuma ser a fonte primária de vitamina C na nossa dieta.</p>
<figure id="attachment_1035" aria-describedby="caption-attachment-1035" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1035" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/02/leite-delicioso-saude.jpg" alt="leite delicioso saude" width="700" height="364" /><figcaption id="caption-attachment-1035" class="wp-caption-text">Leite é um alimento rico para a saúde e delicioso &#8211; mas é preciso cuidado para beber apenas o de melhor qualidade.</figcaption></figure>
<p>O leite é fonte importante da vitamina B2, e ela aparece nas mesmas quantidades tanto no leite cru quanto no pasteurizado (o calor não altera esta proteína, mas sim a exposição à luz).</p>
<p>Então qual é o <strong>veredito</strong>? Segundo o levantamento da Tufts, beba leite “cru” por sua conta e risco. Apesar dos benefícios à saúde parecerem tentadores, há pouquíssimas evidências dando suporte às teorias. Sabendo que você pode ter a mesma qualidade nutricional bebendo tanto leite cru quanto pasteurizado, a dica é optar pelo segundo, já que, no mínimo, ajudará a evitar um monte de potenciais infecções que são perigosas à nossa saúde e ao nosso bem estar.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/leite-puro-da-vaca-e-melhor-que-o-industrializado/">Leite puro da vaca é melhor que o industrializado?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Bactérias intestinais: ajudantes essenciais da boa saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 20:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer novidade para algumas pessoas, mas o fato é que todo ser humano convive com trilhões de bactérias que habitam o trato intestinal. Na maior parte dos casos, este convívio é harmonioso e benéfico a nós: entre outras vantagens, as bactérias ajudam a digerir os alimentos, auxiliando o corpo a absorver ao máximo os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer novidade para algumas pessoas, mas o fato é que todo ser humano convive com <strong>trilhões de bactérias</strong> que habitam o trato intestinal. Na maior parte dos casos, este convívio é harmonioso e benéfico a nós: entre outras vantagens, as bactérias ajudam a digerir os alimentos, auxiliando o corpo a absorver ao máximo os nutrientes. É bom ter esta idéia em mente, já que a Ciência tem buscado justamente nestes microorganismos as respostas para diversos problemas de saúde, incluindo o sobrepeso e a obesidade.</p>
[quote_right]Qual seria o segredo de sobrevivência das nossas bactérias intestinais?[/quote_right]
<p>O que tem deixado cientistas perplexos há décadas é como essas bactérias se mantêm vivas no nosso corpo. Afinal de contas, todos os dias elas são expostas a alimentos diferentes, toxinas e moléculas do sistema imune (às vezes até mesmo a antibióticos!). Apesar deste ataque maciço, a composição da fauna gastrointestinal muda pouco ao longo da vida em pessoas saudáveis. Qual o segredo de sobrevivência? Uma novidade do mundo da Ciência conseguiu resolver parte deste mistério &#8211; contamos mais para a frente no texto!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BACTÉRIAS DO INTESTINO: INFLUÊNCIA SENTIDA DA CABEÇA AOS PÉS</strong></p>
<p>A importância de se manter uma fauna intestinal &#8220;saudável&#8221; é imensa. Alterações tanto na quantidade de bactérias quanto nas espécies que habitam o trato gastrointestinal já foram correlacionadas à obesidade, a inflamações e a doenças como a síndrome do intestino irritável. Até mesmo problemas de saúde mais severos, como autismo e câncer, foram ligados à presença das bactérias.</p>
<p>O SobrePeso já publicou diversas matérias sobre a forte influência da composição bacteriana na nossa saúde. <a href="http://www.sobrepeso.com.br/por-que-todo-fumante-deveria-comer-fibras/">Este texto</a> ensina como as fibras da alimentação ajudam a aumentar a quantidade de uma espécie de bactéria especialmente boa para nós. <a href="http://www.sobrepeso.com.br/por-que-dormir-fora-horario-aumenta-o-peso/">Já este texto</a> conta por que devemos manter o ritmo biológico em dia, evitando assim que as bactérias fiquem “desnorteadas” e levem a um aumento de peso.</p>
<p><em>Recentemente, foi descoberto que as bactérias influenciam nossa vida desde bem cedo! Acompanhe no vídeo a seguir:</em></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mTk82wAuCD8">https://www.youtube.com/watch?v=mTk82wAuCD8</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DESCOBERTA REVELADORA</strong></p>
<p>Uma equipe de cientistas da Universidade de Yale, nos EUA, parece ter encontrado parte da resposta ao enigma da sobrevivência bacteriana. Em artigo publicado na última edição da revista <em>Science</em>, os pesquisadores descrevem uma estratégia que permite a sobrevivência dos microorganismos mesmo durante processos inflamatórios.</p>
<p>O segredo está em apenas <strong>um gene</strong>. As bactérias que o possuem (que são a vasta maioria) conseguem sobreviver a uma enxurrada de peptídeos antimicrobianos liberados pelo sistema imune durante infecções. Aquelas que, por mutações, não possuem o gene, morrem rapidamente, sem deixar descendentes.</p>
<figure id="attachment_888" aria-describedby="caption-attachment-888" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-888" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/01/especies-bacterias-intestinais.jpg" alt="especies bacterias intestinais" width="700" height="350" /><figcaption id="caption-attachment-888" class="wp-caption-text">Microscopia mostra diferentes espécies de bactérias que vivem no trato gastrointestinal.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Nós ficamos surpresos por um único fator ter tamanho efeito&#8221;, disse o professor de microbiologia Andrew Goodman, da Universidade de Yale. &#8220;Este estudo abre portas para compreender como as bactérias comensais [aquelas boas para nós] interagem com o organismo hospedeiro&#8221;.</p>
<p>No futuro, médicos serão capazes de manipular a microbiota intestinal para tratar os pacientes. Para que este dia chegue, primeiro é preciso que os cientistas entendam os mecanismos que regulam a &#8220;sociedade de bactérias&#8221; que prospera dentro de nós. É um trabalho enorme entender seres vivos tão pequeninos, mas os primeiros passos acabam de ser dados.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/bacterias-intestinais-ajudantes-essenciais-da-boa-saude/">Bactérias intestinais: ajudantes essenciais da boa saúde</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que dormir fora do horário aumenta o peso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 17:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[relógio biológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia-a-dia, muita gente já percebeu que quem deixa de seguir os horários tradicionais de sono costuma estar acima do peso, ser obeso ou ter alguma outra complicação metabólica. Isto acontece com freqüência em quem faz longas viagens de avião (daquelas que atravessam diversos fusos-horários) e também em quem trabalha em turnos noturnos. Será que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia-a-dia, muita gente já percebeu que quem deixa de seguir os horários tradicionais de sono costuma estar acima do peso, ser obeso ou ter alguma outra complicação metabólica. Isto acontece com freqüência em quem faz longas viagens de avião (daquelas que atravessam diversos fusos-horários) e também em quem trabalha em turnos noturnos. Será que dormir de dia e ficar acordado de noite gera alguma modificação no funcionamento interno do corpo que explicaria este <a title="Números da Obesidade no Brasil" href="http://www.sobrepeso.com.br/numeros-da-obesidade-no-brasil/">excesso de peso</a>?</p>
<p>Segundo pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel, o sobrepeso e a obesidade de quem tem os padrões dia-noite alterados podem ser decorrentes de <strong>modificações nos microorganismos que vivem em nossos intestinos</strong>!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AJUSTANDO O RELÓGIO INTERNO DO CORPO HUMANO</strong></p>
[quote_right]Trocar o dia pela noite deixa as bactérias que vivem em nós &#8220;desnorteadas&#8221;, e isso pode contribuir para o ganho de peso![/quote_right]
<p>Assim como um relógio mecânico possui diversos componentes que trabalham em harmonia para que as horas sejam exibidas corretamente, nosso organismo também possui componentes que nos ajudam a contar o tempo. O nosso “relógio interno” é chamado de <strong>relógio biológico</strong>, e suas principais funções são comandadas por um grande conjunto de genes. Quando eles trabalham em harmonia, o corpo sabe direitinho, por exemplo, quando é dia e quando é noite, quando é hora de começar a sentir fome ou sono.</p>
<p>O corpo humano é controlado não apenas por um, mas por uma série de relógio internos. Assim, há um mecanismo específico que correlaciona as horas do dia com os períodos de sono e vigília, e outro mecanismo para gerenciar a fome e o uso dos alimentos ingeridos. Cada um destes mecanismos funciona independentemente um do outro, utilizando genes e moléculas diferentes para trabalhar.</p>
<p>De acordo com a pesquisa israelense, os microorganimos também possuem um &#8220;relógio biológico&#8221; interno que regula como eles funcionam, e este relógio é ajustado de acordo com o relógio biológico humano. Caso o relógio do humano esteja modificado, também estará o dos microorganismos.</p>
<figure id="attachment_601" aria-describedby="caption-attachment-601" style="width: 587px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-601" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/ritmo-circadiano.jpg" alt="ritmo circadiano" width="587" height="416" /><figcaption id="caption-attachment-601" class="wp-caption-text">O corpo possui relógios internos que coordenam diversas atividades.</figcaption></figure>
<p>Pessoas que tem o padrão sono-vigília alterado geram respostas no corpo que fazem com que os microorganismos mudem sua &#8220;rotina&#8221;. Normalmente, eles nos ajudam a digerir e processar melhor os alimentos que comemos, mas isto pode ser comprometido pelas mudanças de horários. Com isso, a maneira como o corpo humano interage com os alimentos é alterada, podendo aumentar as probabilidades de surgirem problemas metabólicos como a obesidade.</p>
<p>&#8220;Estas descobertas surpreendentes nos permitem desenvolver tratamentos preventivos para pessoas com ciclos dia-noite cronicamente alterados, para que os riscos de doenças sejam menores&#8221;, disse o dr. Eran Elinav, principal autor do trabalho.</p>
<p>Os pesquisadores afirmaram que o estudo pode ajudar no desenvolvimento de terapias com probióticos ou outros <a title="Os segredos da boa alimentação da top Isabella Fiorentino" href="http://www.sobrepeso.com.br/os-segredos-da-boa-alimentacao-da-top-isabella-fiorentino/">alimentos funcionais</a> que ajudem a controlar as modificações na &#8220;rotina&#8221; dos microorganismos e, assim, diminuir os riscos de obesidade em quem tem os padrões de sono frequentemente alterados.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/por-que-dormir-fora-horario-aumenta-o-peso/">Por que dormir fora do horário aumenta o peso?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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