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	<title>aterosclerose | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Vitamina D, aterosclerose e COVID-19: qual a relação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 15:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os primeiros casos de coronavírus-2019 (COVID-19), em Wuhan na China, foram identificados devido ao aumento repentino de indivíduos diagnosticados com pneumonia naquela região. Posteriormente, cerca de 3 meses a partir do surto, a Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou pandemia de acordo com a rápida disseminação do vírus zoonótico transmissível entre seres humanos, e causador da síndrome respiratória aguda grave, o SARS-COV-2. Logo nos primeiros relatos da doença, verificou-se a maior letalidade em indivíduos idosos e com comorbidades (doenças preexistentes).</p>
<p style="text-align: justify;"> No entanto, além da elevada transmissibilidade, esta infecção respiratória também atraiu a atenção de especialistas, devido aos seus efeitos inflamatórios sistêmicos, manifestados principalmente naquele grupo de indivíduos hospitalizados com sintomas graves da doença. Em outras palavras, naquela oportunidade iniciava o entendimento de que a resposta inflamatória à COVID-19, estaria associada a efeitos multifatoriais, ou seja, efeitos dependentes de características genéticas e ambientais complexas, os quais poderiam influenciar na intensificação dos sintomas e danos provocadas pela doença. Esta nova premissa permitiu observar mais atentamente que o dano causado pelo SARS-COV-2 não se restringiria apenas ao sistema respiratório, mas a diferentes tipos celulares, oriundos de diversos sistemas responsáveis pelas funções vitais do corpo humano, a exemplo os sistemas: cardiovascular, nervoso, hematológico e renal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evidências científicas a partir de material biológico coletado de indivíduos infectados, mostraram que a COVID-19 pode manifestar um tipo particular de inflamação, caracterizada pelo aumento da quantidade de citocinas (moléculas inflamatórias) circulantes.</strong> E, são estas citocinas, dotadas de grande capacidade de sinalização (deslocamento), as quais realizam a comunicação entre células distintas, desta forma, imprimindo um processo patológico com alcance em diversos sistemas do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em doenças cardiovasculares (CVCs) e cerebrovasculares (CBVs), as citocinas também propiciam um importante papel na progressão de seus efeitos deletérios.</strong> A aterosclerose, manifestação comum às doenças CVCs e CBVs, corresponde ao processo de inflamação crônica com perda da capacidade de dilatação dos vasos, formação de placas gordurosas e lesões vasculares, responsáveis por acometimentos que resultam no infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) (1, 2).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, muitos pesquisadores defendem que a redução destas citocinas inflamatórias, resultaria em melhora significativa do quadro clínico de indivíduos em estágio avançado da aterosclerose, assim como, nos casos de sintomas severos da COVID-19 (3). Portanto, o controle do processo inflamatório tem sido o ponto crucial na proposição de tratamentos para ambas as doenças. Em um possível quadro clínico, o qual pacientes com estágio avançado de aterosclerose sejam contaminados com SARS-COV-2, os sintomas manifestados pela COVID-19 poderiam ser agravados devido a sobrecarga ao sistema de defesa imune dos indivíduos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a última década, vem ocorrendo um aumento do número de estudos que associam a deficiência de vitamina D a manifestação da aterosclerose, a partir de efeitos associados a inflamação (1). Mais recentemente, surgiu uma nova vertente de estudos que verificaram a relação (correlação) entre a deficiência de vitamina D e severidade dos casos de COVID-19 (4). Estes efeitos poderiam ser ainda mais expressivos na população idosa, a qual possui menor capacidade de obter a vitamina D a partir da exposição solar. Assim como, no grupo de pessoas obesas que tendem a possuir menor quantidade sérica de vitamina D, mesmo com a suplementação, no caso de indivíduos adultos (4, 5).</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D pertence ao grupo de secosteróides, produzida (sintetizada) na pele a partir do colesterol, durante a exposição solar ou obtido pela alimentação. Frequentemente relacionada ao seu papel hormonal, a vitamina D possui diversas propriedades de regulação da atividade celular, através de receptores específicos, os quais são muito conhecidos por promoverem o aumento da absorção de cálcio e fósforo no epitélio intestinal. Todavia, apesar dos mecanismos celulares não estarem totalmente esclarecidos, a presença de receptores de vitamina D em células do endotélio vascular, pode estar relacionado com a modulação do processo inflamatório, por meio da redução de citocinas inflamatórias (6). A deficiência de vitamina D também está relacionada a doenças, como: diabetes mellitus, hipertensão e câncer, as quais elevam a gravidade da COVID-19 para a população identificada como grupo de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, devemos estar atentos! Estes estudos ainda não comprovaram que a suplementação com vitamina D possa ter impacto significativo na prevenção ou tratamento, tanto para a aterosclerose quanto para a COVID-19. Isso pois, a ciência ainda não conseguiu explicar todos os efeitos da vitamina D. Os estudos apenas evidenciaram a deficiência da vitamina em indivíduos com essas enfermidades, portanto, não está claro se existe alguma relação de causa e efeito. Neste contexto, a possível modulação do efeito inflamatório provocado pela vitamina D, em favor da redução de citocinas inflamatórias circulantes, pode ser um mecanismo importante para essas doenças. Contudo, devemos ser cautelosos e aguardar mais evidenciais surgirem vindas de estudos clínicos, os quais possam trazer mais dados que comprovem o efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nitsa A, Toutouza M, Machairas N, Mariolis A, Philippou A, Koutsilieris M. Vitamin D in Cardiovascular Disease. In Vivo. 2018;32(5):977-81.</p>
<p style="text-align: justify;">Wolf D, Ley K. Immunity and Inflammation in Atherosclerosis. Circulation research. 2019;124(2):315-27.</p>
<p style="text-align: justify;">Zhang C, Wu Z, Li JW, Zhao H, Wang GQ. Cytokine release syndrome in severe COVID-19: interleukin-6 receptor antagonist tocilizumab may be the key to reduce mortality. Int J Antimicrob Agents. 2020;55(5):105954.</p>
<p style="text-align: justify;">Pereira M, Dantas Damascena A, Galvao Azevedo LM, de Almeida Oliveira T, da Mota Santana J. Vitamin D deficiency aggravates COVID-19: systematic review and meta-analysis. Crit Rev Food Sci Nutr. 2020:1-9.</p>
<p style="text-align: justify;">de Oliveira LF, de Azevedo LG, da Mota Santana J, de Sales LPC, Pereira-Santos M. Obesity and overweight decreases the effect of vitamin D supplementation in adults: systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Rev Endocr Metab Disord. 2020;21(1):67-76.</p>
<p style="text-align: justify;">Cardoso FEL, Santos LdCMd, Tenório APdO, Lopes MR, Barbosa RHdA. Suplementação de vitamina D e seus análogos para tratamento de disfunção endotelial e doenças cardiovasculares. Jornal Vascular Brasileiro. 2020;19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE O AUTOR:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0887170861657109" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2395" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg" alt="" width="190" height="188" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2-300x297.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Foto-Helison-2.jpg 488w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Helison R. P. do Carmo</strong><br />
<em>Farmacêutico-bioquímico. Doutor em Ciências pela Faculdade de Ciências Médicas (UNICAMP), com período no Hatter Cardiovascular Institute – UCL (Londres). Atua na área de pesquisa cardiovascular, pós-doutoramento no Laboratório de Aterosclerose e Biologia Vascular, AteroLab (UNICAMP) &#8211; CEPID OCRC.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Fumar narguilé por 1 hora equivale a 100 cigarros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2014 20:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O narguilé, também conhecido como cachimbo d’água, shisha ou hookah, é vendido como peça de decoração e usado por jovens e adultos em festas e eventos sociais. Parece inocente, mas o que muitos não sabem é que o narguilé causa dependência e, em longo prazo, câncer de pulmão, boca e bexiga, aterosclerose e doenças respiratórias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>narguilé</strong>, também conhecido como cachimbo d’água, shisha ou hookah, é vendido como peça de decoração e usado por jovens e adultos em festas e eventos sociais.</p>
<p>Parece inocente, mas o que muitos não sabem é que o narguilé causa dependência e, em longo prazo, <strong>câncer de pulmão, boca e bexiga, <a title="Efeitos da má alimentação persistem por bom tempo no corpo" href="http://www.sobrepeso.com.br/efeitos-da-ma-alimentacao-persistem-por-bom-tempo-corpo/">aterosclerose</a> e doenças respiratórias e coronarianas</strong>.</p>
<p><strong>Em uma sessão de uma hora de uso do narguilé, você pode inalar o equivalente à fumaça de 100 cigarros ou mais.</strong></p>
<p>A crescente popularidade do narguilé entre adultos jovens e adolescentes tem preocupado a saúde pública em todo o mundo: estima-se que cerca de 100 milhões de pessoas usam narguilé para fumar tabaco todos os dias no mundo de acordo com a pesquisa Reducing Hookah Use – &#8220;Um desafio para o século XXI&#8221;.</p>
<p>No Brasil, a pesquisa Perfil do Tabagismo entre Estudantes Universitários no Brasil (PETuni), coordenada pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), analisou o consumo de narguilé entre estudantes da área de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRISTE TENDÊNCIA NO BRASIL</strong></p>
<p>O estudo mostrou que — no ano de 2011, em Brasília (DF) e São Paulo (SP) — dentre os estudantes que declararam consumir com frequência algum tipo de produto derivado do tabaco diferente de cigarro, 63% a cerca de 80%, respectivamente, fizeram uso do narguilé.</p>
<p>Já outro estudo entre estudantes de medicina de uma Universidade em São Paulo mostrou que a experimentação de narguilé entre alunos do terceiro e sexto anos foi de 47,32% e 46,75%, respectivamente.</p>
<p>Vitor Silva*, de 25 anos, morador do Distrito Federal, adquiriu uma peça de narguilé junto com um amigo. O jovem fuma atualmente de duas a três vezes ao mês, mas já chegou a usar com mais frequência. &#8220;Fumo sempre que vou a um bar de narguilé, geralmente para assistir a jogos de futebol ou em um dia de semana quando saio com amigos para conversar. Geralmente fumo a noite inteira, mas vou diminuindo ao longo da noite&#8221;, conta.</p>
<p>O uso frequente dos produtos derivados do tabaco causa também <strong>problemas de fôlego, mau hálito e envelhecimento precoce</strong>, mesmo em usuários adolescentes e jovens. O fumante passa a ter dificuldades de <a title="É possível ser um atleta top e vegetariano?" href="http://www.sobrepeso.com.br/e-possivel-ser-um-atleta-top-e-vegetariano/">praticar esportes</a> e outras atividades saudáveis de que gosta.</p>
<p>Por já ter passado mal algumas vezes por causa de pressão baixa, Vitor pretende não fumar mais. &#8220;Eu tenho diminuído e não quero mais fumar, mas realmente ainda fumo em algumas ocasiões. Cheguei a fumar três vezes por semana, mas narguilé enjoa&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MENOS SANGUE PARA O CÉREBRO, MAIORES RISCOS DE ACIDENTES</strong></p>
<p>Um dos grandes riscos do narguilé é a intoxicação por monóxido de carbono — mesmo gás tóxico liberado pelos canos de descarga de automóveis — o que gera a redução da oxigenação do sangue e do cérebro.</p>
<p>Os sintomas de intoxicação aguda por monóxido de carbono são inespecíficos e podem variar de fadiga, náuseas, e dores de cabeça à perda da consciência, desmaios, arritmias cardíacas, isquemia miocárdica e morte.</p>
<p>Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Israel demonstrou que o envolvimento de usuários de narguilé em acidentes de transito é 40% maior do que os não usuários. O estudo concluiu que seu uso torna o ato de dirigir menos estável e mais perigoso devido à hipóxia cerebral (diminuição da oxigenação do cérebro) causada pelos altos níveis de monóxido de carbono inalado.</p>
<p>O estudo também apontou que a hipóxia cerebral deixa as pessoas com fala arrastada, movimentos lentos, tonturas, leve tremor, falta de autocontrole, uma sensação de euforia, diminuição da visão e diminuição da capacidade de identificar cores. Esses efeitos tendem a se manter de quatro a seis horas depois do uso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA DROGA COMO QUALQUER OUTRA</strong></p>
<p>O uso de narguilé é prejudicial à saúde e pode ser a porta de entrada para a dependência do tabaco e de outras drogas. Além disso, ao compartilhar o narguilé com outros usuários, a pessoa se expõe a hepatite C, tuberculose, herpes e outras doenças da boca.</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o planeta. Seis milhões de pessoas morrem no mundo por ano devido ao uso do cigarro. E, somente no Brasil, 75% dos fumantes começam a fumar antes dos 18 anos.</p>
<p>Adolescentes fumantes possuem alta probabilidade de se tornarem adultos fumantes. Quanto mais cedo a pessoa entra na dependência do tabaco, maior o risco de contrair câncer e outras doenças crônicas não transmissíveis.</p>
<p>De acordo com o INCA, a última estimativa mundial apontou incidência de 1,82 milhão de casos novos de câncer de pulmão para o ano de 2012, sendo que em 80% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, os números foram de 23.501 mortes em 2012.</p>
<p>Recomendações da Convenção Quadro da OMS para Controle do Tabaco ( CQCT- OMS) &#8211; A Conferência das Partes da Convenção Quadro para Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde na sua 6ª sessão (COP6) em outubro de 2014 convidou os países a fortalecerem a implementação da Convenção Quadro em relação ao narguilé, o que implica a proibição de sua propaganda, promoção e patrocínio, a proibição de seu uso em recintos coletivos fechados, a adoção de advertências sanitárias nas suas embalagens e a realização de campanhas para alertar a população sobre seus riscos.</p>
<p>Também foi recomendado que os países incluam os narguilés nos sistemas de vigilância e outras pesquisas relevantes a nível nacional.</p>
<p>Sob essa perspectiva, o Brasil já deu um importante passo: a nova legislação que regula o ato de fumar em recintos coletivos incluiu expressamente a proibição do uso narguilé nesses ambientes.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/fumar-narguile-por-1-hora-equivale-100-cigarros/">Fumar narguilé por 1 hora equivale a 100 cigarros</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Efeitos da má alimentação persistem por bom tempo no corpo</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 19:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[epigenética]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é difícil acreditar que melhorar os hábitos alimentares traz consequências positivas para a saúde. O que cientistas descobriram recentemente, porém, é que os efeitos da má alimentação persistem por muito tempo após a melhora da qualidade nas refeições. E isto tem tudo a ver com um problema de saúde muito comum no Brasil: a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é difícil acreditar que melhorar os hábitos alimentares traz consequências positivas para a saúde. O que cientistas descobriram recentemente, porém, é que os efeitos da má alimentação persistem por muito tempo após a melhora da qualidade nas refeições. E isto tem tudo a ver com um problema de saúde muito comum no Brasil: a aterosclerose.</p>
<p>Em um novo estudo publicado na edição novembro no <em>Journal of Leukocyte Biology</em>, pesquisadores utilizaram ratos para mostrar que, mesmo após o sucesso do tratamento para a <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/"><strong>aterosclerose</strong></a> — com a redução de colesterol no sangue e uma mudança nos hábitos alimentares —, os efeitos de um estilo de vida saudável demoram a afetar as funções do sistema imunológico.</p>
<p>Na pesquisa, foram separados dois grupos de ratos que tinham genes alterados, o que os deixavam mais suscetíveis ao desenvolvimento de níveis altos de colesterol e aterosclerose. Um dos grupos recebeu uma dieta com alto teor de gordura e rica em <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/">colesterol</a>. Os outros animais comeram ração.</p>
<p>Depois de um longo período de alimentação — não explicitado no comunicado à imprensa —, o grupo alimentado com gordura passou a receber ração e, mesmo assim, demorou para ter os efeitos da refeição adequada no organismo.</p>
<p>— Estes estudos são importantes para investigarmos mais sobre medicamentos que possam modificar a epigenética — disse John Wherry, um dos pesquisadores.</p>
<p>A epigenética, segundo a pesquisa, é a parte dos genes que pode ser alterada com a mudança dos hábitos alimentares. Ela tem influência direta no sistema imunológico.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/efeitos-da-ma-alimentacao-persistem-por-bom-tempo-corpo/">Efeitos da má alimentação persistem por bom tempo no corpo</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/por-que-carne-vermelha-aumenta-o-risco-de-doencas-cardiacas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 18:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[carne vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de carne vermelha está ligado ao maior risco de doenças cardíacas. No ano passado, pesquisadores do Instituto Lerner de Pesquisa descobriram que, além da relação de gordura e colesterol, há ainda mais uma razão para o risco de aterosclerose e a culpa é toda do intestino. Por meio de bactérias, o intestino transforma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de carne vermelha está ligado ao maior risco de doenças cardíacas. No ano passado, pesquisadores do Instituto Lerner de Pesquisa descobriram que, além da relação de gordura e colesterol, há ainda mais uma razão para o risco de <a title="Como manter o colesterol sob controle?" href="http://www.sobrepeso.com.br/como-manter-o-colesterol-sob-controle/">aterosclerose</a> e a culpa é toda do intestino.</p>
<p>Por meio de bactérias, o intestino transforma nutrientes encontrados na carne vermelha em metabólitos – produtos do metabolismo –, o que aumenta o risco de doenças cardíacas.</p>
<p>Agora, a equipe de pesquisadores conseguiu descobrir os mecanismos por trás do consumo de carne vermelha e a elevação do risco de aterosclerose (o endurecimento das artérias). Os resultados podem levar a novas estratégias para proteger a saúde cardiovascular.</p>
<p>&#8220;Identificamos os mecanismos e os envolvidos no processo. Com isto será possível identificar novas terapias para o bloqueio ou prevenção do desenvolvimento de doenças cardíacas”, disse Stanley Hazen, que liderou o estudo publicado no periódico científico Cell Metabolism.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA PERIGOSA RECEITA BACTERIANA</strong></p>
<p>Basicamente,os pesquisadores descobriram que as bactérias no intestino convertem um nutriente abundante na carne vermelha, a L-carnitina, para os metabólitos N-óxido de trimetilamina (TMAO) e gama-butyrobetaine, que promovem a aterosclerose.</p>
<p>O entendimento de todo o processo pode permitir no futuro que a produção de carne se altere.</p>
<p>“Ainda vai levar um tempo, mas os estudos presentes podem nos ajudar a desenvolver algo que permita que se possa comer um bife com menos preocupação”, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SAIBA MAIS SOBRE ATEROSCLEROSE!</strong></p>
<p>Aterosclerose é uma condição na qual há o acúmulo de material gorduroso nas paredes das artérias. Esse material gorduroso engrossa, endurece (forma depósitos de cálcio) e eventualmente pode bloquear estes vasos sangüíenos. A aterosclerose é um tipo de arteriosclerose. Os dois termos frequentemente são usados com o mesmo significado.</p>
<p>Os fatores de risco da aterosclerose incluem:</p>
<ul>
<li><a title="Luz do sol ajuda a perder peso e controlar o diabetes" href="http://www.sobrepeso.com.br/luz-sol-ajuda-perder-peso-e-controlar-o-diabetes/">Diabetes</a></li>
<li>Uso pesado de álcool</li>
<li>Pressão arterial alta</li>
<li>Níveis altos de colesterol no sangue</li>
<li>Dieta com alto teor de gordura</li>
<li>Idade avançada</li>
<li>Obesidade</li>
<li>Histórico pessoal ou familiar de doença cardíaca</li>
<li>Fumo</li>
</ul><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/por-que-carne-vermelha-aumenta-o-risco-de-doencas-cardiacas/">Por que carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Entenda por que a má circulação se agrava com a idade</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2014 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A má circulação nas pernas é um problema bastante comum entre homens e mulheres e costuma piorar com o passar dos anos. De acordo com o cirurgião cardiovascular Ronaldo Lopes, do Instituto do Coração (InCor), de Rio Preto, a má circulação das artérias é causada pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Quando isso ocorre, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A má circulação nas pernas é um problema bastante comum entre homens e mulheres e costuma piorar com o passar dos anos. De acordo com o cirurgião cardiovascular Ronaldo Lopes, do Instituto do Coração (InCor), de Rio Preto, a má circulação das artérias é causada pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Quando isso ocorre, elas ficam endurecidas e estreitas, tornando a circulação do sangue bem mais lenta.</p>
<p>Existe também a má circulação das veias causada por um defeito nas válvulas venosas. &#8220;A má circulação arterial está relacionada à gordura na parede das artérias, formando a placa de <a title="A relação entre o coração, o diabetes…e a testosterona!" href="http://www.sobrepeso.com.br/relacao-entre-o-coracao-o-diabetes-e-testosterona/">aterosclerose</a>. Essa placa leva ao estreitamento e até à obstrução das artérias, que compromete a oxigenação dos tecidos. As principais causas são colesterol alto, hipertensão arterial, tabagismo, diabetes, obesidade e sedentarismo.</p>
<p>Os sintomas mais frequentes são cãibras, dores nas pernas ao andar, principalmente em panturrilhas, e sensação de formigamento. Essas dores cessam com o repouso e se repetem quando o paciente volta a caminhar&#8221;, explica. Ainda de acordo com Lopes, existe também a má circulação venosa, que leva ao surgimento das conhecidas varizes.</p>
<p>E ocorre quando as válvulas que coordenam a passagem de sangue das pernas para o coração não funcionam como deveriam, fazendo com que o sangue seja acumulado nas veias, provocando deformação. &#8220;As veias ficam inchadas e arroxeadas. Geralmente, as pessoas que passam muito tempo em pé ou que têm antecedentes na família estão predispostas a desenvolver o problema. Os sintomas são dores nas pernas, cansaço, peso, inchaço, formigamento, coceira e cãibras&#8221;, esclarece.</p>
<p><b>Tive de mudar</b></p>
<p>O aposentado Reinaldo Fernandes Mouron, 63 anos, conta que, há 4 anos, começou a sentir dores nas pernas ao caminhar, mas nunca imaginou que pudesse estar com qualquer problema de circulação. &#8220;Em 2011, depois de sentir muitas dores nas pernas, procurei um médico e descobri que tenho um problema de circulação crônica, e também apareceu uma aneurisma de 45 milímetros, quando o normal, dizem, é de até 30 milímetros.</p>
<p>De lá pra cá, já fiz algumas cirurgias. Foi preciso colocar alguns stents. Hoje, tenho uma vida normal. Tomo medicamento para afinar o sangue, faço acompanhamentos anuais e sei que preciso manter uma dieta e fazer exercício para não ficar acima do peso. Alguns hábitos eu tive de mudar&#8221;, diz</p>
<p><b>Alimentação e condição física interferem</b></p>
<p>José Dalmo de Araújo Filho, chefe do serviço de Cirurgia Endovascular e Vascular do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), de Rio Preto, explica que o quadro de má circulação nos membros inferiores pode se agravar com a idade, pois o risco de doença arterial obstrutiva aumenta de 2 a 3 vezes a cada acréscimo de 10 anos na idade, principalmente se não tratada adequadamente.</p>
<p>&#8220;O principal sintoma é a claudicação intermitente, ou seja, dor nas pernas quando o indivíduo vai caminhar. Esse sintoma varia de intensidade conforme a gravidade da obstrução das artérias nos membros inferiores. Quanto mais obstruídas as artérias, menos o indivíduo consegue caminhar e maior a intensidade das dores. Em casos mais avançados, o paciente pode apresentar dor em repouso, ulceras isquêmicas e até evoluir para amputação do membro&#8221;, diz.</p>
<p>De acordo com o especialista, ao longo da vida, o ideal é sempre prevenir, em qualquer situação, sempre visando a ter saúde e qualidade de vida. O cardiologista Nilton Carlos Spinola Machado explica que, para isso, algumas medidas podem ser adotadas. &#8220;Ao adotar algumas medidas e fazer mudanças de hábitos, é possível prevenir e contribuir para a circulação.</p>
<p>Elabore um cardápio rico em fibras: contribui para a digestão, evita o aumento de pressão abdominal, a debilitação das paredes das veias e, assim, reduz-se o risco de sofrer de prisão de ventre, varizes e hemorroidas&#8221;, diz. O especialista ainda reforça que o ideal é optar por alimentos com gorduras polissaturadas, que regulam a pressão arterial, a vasodilatação e a coagulação.</p>
<p>&#8220;É fundamental utilizar roupas confortáveis e evitar as peças que apertam os músculos das pernas, comprimem a cintura ou mesmo os sapatos ou tênis apertados, já que dificultam a circulação do sangue. Sempre se atentar em levantar um pouco as pernas enquanto se está sentado, ou mantê-las elevadas por alguns minutos quando se deita na cama. Isso ajuda a dar um bom retorno do sangue às veias.</p>
<p><b>Exercite-se</b></p>
<p>Outra recomendação é praticar exercícios regularmente para prevenir a má circulação do sangue. Os músculos, ao serem exercitados, atuam como corações secundários, que comprimem as veias e empurram o sangue para a parte superior do corpo. &#8220;Ingerir entre dois e três litros de água por dia ajuda a aumentar a eliminação de toxinas e melhorar a circulação.</p>
<p>Fazer massagens relaxantes favorece a circulação sanguínea e também melhora a irrigação dos tecidos. O cigarro é um vilão, que provoca má circulação do sangue, porque a nicotina contida no cigarro danifica as artérias e favorece o aparecimento de varizes&#8221;, diz Machado.</p>
<p><b>Remédio junto a novos hábitos</b></p>
<p>O cardiovascular Ronaldo Lopes explica a diferença nos tratamentos de verizes. &#8220;Quando é um caso de má circulação leve, o tratamento é feito com o uso de medicamentos e algumas medidas, como a diminuição do consumo de sal e alimentos gordurosos, evitar ingerir bebidas alcoólicas, comer alimentos ricos em fibra, beber de 1,5 a 2 litros de água por dia e <a title="Atividades, hidratação e nutrição aliadas podem melhorar qualidade de vida" href="http://www.sobrepeso.com.br/atividades-hidratacao-e-nutricao-aliadas-podem-melhorar-qualidade-de-vida/">praticar atividades físicas de baixo impacto</a>, porque isso melhora a circulação sanguínea e o retorno venoso.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com Lopes, para amenizar o inchaço dos pés e os tornozelos é recomendado deitar-se no chão e colocar as pernas para cima, encostadas a uma parede ou almofada, pois isso facilita o retorno do sangue para o coração, diminuindo o inchaço nos membros inferiores. &#8220;Mas, se for constatado um caso grave, é necessário um procedimento cirúrgico para melhorar a circulação. Dessa forma, o tratamento esta relacionado à intensidade dos sintomas e não à idade do paciente, claro que pacientes na terceira idade, normalmente, têm mais sintomas, e estes são mais intensos&#8221;, explica.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/entenda-por-que-ma-circulacao-se-agrava-com-idade/">Entenda por que a má circulação se agrava com a idade</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>A relação entre o coração, o diabetes&#8230;e a testosterona!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 00:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar na aterosclerose? Este nome complicado indica uma condição de saúde na qual placas são formadas nas paredes das artérias, dificultando o fluxo do sangue no coração. Estas placas surgem quando há muita gordura e colesterol na circulação. Agora, uma nova pesquisa científica acrescenta outros dois itens na lista de fatores que contribuem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já ouviu falar na <a title="Como o estresse pode entupir as artérias " href="http://www.sobrepeso.com.br/como-o-estresse-pode-entupir-as-arterias/"><strong>aterosclerose</strong></a>? Este nome complicado indica uma condição de saúde na qual placas são formadas nas paredes das artérias, dificultando o fluxo do sangue no coração. Estas placas surgem quando há muita gordura e colesterol na circulação. Agora, uma nova pesquisa científica acrescenta outros dois itens na lista de fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença.</p>
<p>De acordo com um estudo publicado na revista científica <em>Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em>, homens que estão com diabetes tipo 2 e têm níveis baixos de <strong>testosterona</strong> &#8211; o &#8220;hormônio masculino&#8221; &#8211; apresentam<strong> chances 6x maiores </strong>de ter a artéria carótida mais grossa (quando comparados a diabéticos tipo 2 com níveis normais de testosterona).</p>
<p>Isto significa que estes homens correm <strong>riscos 54% mais altos de sofrer doenças cardiovasculares</strong>.</p>
<p>&#8220;Nosso estudo indica uma forte associação entre concentrações baixas de testosterona e a severidade das placas ateroscleróticas, assim como a outros marcadores da doença&#8221;, escreveu o médico Javier Mauricio Farias, um dos autores do estudo.</p>
<p>Farias deixou claro que os resultados não explicam se a testosterona contribui diretamente para o desenvolvimento da aterosclerose, ou se apenas sugere um risco elevado. De acordo com o pesquisador, &#8220;o estudo é um avanço importante na compreensão dos riscos de <a title="Combatendo o colesterol alto com nanotecnologia" href="http://www.sobrepeso.com.br/combatendo-o-colesterol-alto-com-nanotecnologia/">eventos cardiovasculares</a> em homens que têm tanto níveis baixos de testosterona quanto diabetes tipo 2&#8243;.</p>
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		<title>Combatendo o colesterol alto com nanotecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 18:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[HDL]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você com certeza já ouviu falar que existem dois tipos de colesterol, o colesterol bom e o ruim. O que talvez não saiba é por que eles têm essa fama. O colesterol ruim (conhecido como LDL) entope as artérias, dificultando a passagem do sangue e podendo provocar enfartos e derrames. Já o colesterol bom (o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você com certeza já ouviu falar que existem dois tipos de <a title="Menos açúcar, maior colesterol bom?" href="http://www.sobrepeso.com.br/menos-acucar-maior-colesterol-bom/"><strong>colesterol</strong></a>, o colesterol bom e o ruim. O que talvez não saiba é por que eles têm essa fama. O colesterol ruim (conhecido como <strong>LDL</strong>) entope as artérias, dificultando a passagem do sangue e podendo provocar enfartos e derrames. Já o colesterol bom (o <strong>HDL</strong>), além de não entupir artérias, ainda ajuda a tirar o colesterol ruim acumulado nos vasos sangüíneos. O problema é que a alimentação moderna contém muito mais do colesterol ruim do que do colesterol bom, o que aumenta as incidências de doenças cardiovasculares como a <a title="Aproveite mais as frutas da Primavera!" href="http://www.sobrepeso.com.br/aproveite-mais-as-frutas-da-primavera/">aterosclerose</a>.</p>
<p>Porém, uma descoberta extraordinária de uma equipe de cientistas do <em>The Scripps Research Institute</em>, publicada no periódico <em>Journal of Lipid Research</em>, aponta para um futuro próximo no qual o mau colesterol poderá ser combatido não apenas através de melhora na dieta, mas também com a ajuda da nanotecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM “ROBOZINHO” BIOLÓGICO</strong></p>
<p>A equipe de pesquisadores, liderada pelo dr. M. Reza Ghadiri (<em>foto abaixo</em>), criou artificialmente uma molécula que funciona como o HDL, ajudando a eliminar gorduras no sangue e a retirar o colesterol ruim que está grudado nas paredes dos vasos.</p>
<p>A molécula, de escala nanométrica, possui três estruturas parecidas com bracinhos, que permitem a “captura” de outras moléculas, como o LDL.</p>
<p>“A aterosclerose é a causa número 1 de morte no mundo desenvolvido”, explica Ghadiri. “Esta pesquisa abre um amplo caminho em direção à implementação de novas terapias”.</p>
<figure id="attachment_504" aria-describedby="caption-attachment-504" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-504" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/equipe-pesquisadores-Scripp.jpg" alt="equipe pesquisadores Scripp" width="500" height="340" /><figcaption id="caption-attachment-504" class="wp-caption-text">Os responsáveis pela pesquisa, cientistas do Scripps Research Institute: o dr. Reza Ghadiri (centro), Yannan Zhao (esquerda) e Luke Leman (à direita).</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVOS TRATAMENTOS PARA HUMANOS</strong></p>
<p>Em testes com modelos animais, as moléculas criadas em laboratórios foram capazes de diminuir a quantidade de colesterol que entupiam as artérias em apenas duas semanas.</p>
<p>Após 10 semanas de tratamento, a quantidade de colesterol entupindo as artérias diminuiu em 50%. Foi de 40% a redução na quantidade de gordura no sangue.</p>
<p>O colesterol ruim, depois de ser “capturado” pelo HDL sintético, é enviado ao fígado, onde é empacotado e depois eliminado do organismo.</p>
<p>Os pesquisadores continuam a trabalhar na tentativa de aplicar a descoberta a novos tratamentos de saúde para seres humanos. A expectativa é que a técnica de criação de moléculas com nanotecnologia possa servir para tratar várias doenças do coração.</p>
[quote_box_center]
<p><strong>PARA QUEM GOSTA DE DETALHES CIENTÍFICOS</strong></p>
<p><em>&#8220;In vivo efficacy of HDL-like nanolipid particles containing multivalent peptide mimetics of apolipoprotein A-I&#8221; J. Lipid Res. 2014 55:(10) 2053-2063.</em></p>
<p><em>&#8220;Mimetic peptides of human apoA-I helix 10 get together to lower lipids and ameliorate atherosclerosis: is the action in the gut?&#8221; J. Lipid Res. 2014 55:(10) 1983-1985.</em></p>
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		<title>Aproveite mais as frutas da Primavera!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2014 22:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primavera é a estação do ano que precede o verão e, além de ser considerada a estação das flores, também é o período de uma grande variedade de legumes, verduras e frutas. Uma das mais belas fases do ano, é também um bom momento para investir nas frutas da estação, que favorecem a ingestão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primavera é a estação do ano que precede o verão e, além de ser considerada a estação das flores, também é o período de uma grande variedade de legumes, verduras e frutas.</p>
<p>Uma das mais belas fases do ano, é também um bom momento para investir nas frutas da estação, que favorecem a ingestão de vitaminas e minerais. Para auxiliar nas compras, a nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Cintya Bassi fala sobre as frutas típicas desta estação e seus benefícios.</p>
<p><strong>Jabuticaba</strong> – É uma fruta nativa brasileira e entre as suas espécies a mais conhecida é a jabuticaba sabará, que se destaca pela doçura dos frutos, tornando o consumo mais fácil. Também são empregadas na culinária para fabricação de geléia, suco, licor e vinagre. A casca possui coloração arroxeada devido a presença de antocianinas, um fitoesterol que possuem propriedades antioxidantes e, portanto auxiliam no <a title="8 razões para consumir mais zinco" href="http://www.sobrepeso.com.br/8-razoes-para-consumir-mais-zinco/">combate aos radicais livres</a> e também possui pectina, importante fibra para a regulação intestinal e que exerce efeito positivo no combate ao <a title="Menos açúcar, maior colesterol bom?" href="http://www.sobrepeso.com.br/menos-acucar-maior-colesterol-bom/">colesterol</a>. Na polpa encontramos ferro, fósforo, vitamina C, niacina.</p>
<p><strong>Amora</strong> – Essa fruta é originária da Ásia, porém cresce muito bem em solo brasileiro. Os frutos da amoreira possuem boas quantidades de vitaminas A, C e do complexo B, além de um mineral chamado silício, importante no estimulo as proteínas de sustentação. Possui também potássio e, por isso, tem sido cada vez mais consumida por praticantes de atividade física. Além de ser fonte de pectina e possuir efeito laxativo, as amoras na culinária são utilizadas para o preparo de geléias, sorvete, torta, xarope, licor, compotas entre outros.</p>
<p><strong>Pêssego</strong> – Essa fruta é originária da China e possui boa quantidade de antioxidantes. Entre eles destacam-se a zeaxantina, luteína e beta caroteno, que possuem ação protetora contra alguns tipos de câncer e diminuem o risco de patologias oculares. Também possui vitamina C e E, que tem ação imunoprotetora, e niacina, vitamina do complexo B que contribui para a produção de energia. Entre os minerais mais abundantes da fruta, destacam-se o potássio, importante regulador da pressão arterial, e o manganês, associado à formação de tecido conjuntivo e ósseo, crescimento e reprodução. Na culinária é utilizado no preparo de tortas, mousses, bolos, geléias, suco, entre outros.</p>
<p><strong>Acerola</strong> – Essa fruta destaca-se pela sua quantidade de vitamina C, amplamente divulgada na mídia e que é um importante fator de melhora do sistema imunológico. Também possui beta caroteno, o qual, além da atividade de pró vitamina A, participa como antioxidante no sistema imunológico.</p>
<p><strong>Laranja Lima</strong> &#8211; Essa fruta é rica em vitamina C, um poderoso antioxidante que reforça o sistema imunológico e, além disso, auxilia a absorção do ferro. A vitamina C também tem sido recomendada no combate ao tabagismo, por reduzir a secreção de cortisol (hormônio presente na resposta ao stress e, assim, reduzindo a vontade de fumar). Devido o baixo teor de acidez, costuma ser bastante indicada para gestantes e crianças. Também possui potássio, vitaminas do complexo B e fibras.</p>
<p><strong>Nectarina</strong> – A nectarina é fonte de vitamina C e carotenóides, como o beta-caroteno e a criptoxantina, nutrientes com poder antioxidante que ajudam a neutralizar a ação dos radicais livres. Contém ainda luteína, importante para a visão e que ajuda a reduzir o risco de doenças como a degeneração macular e catarata. Os flavonóides encontrados na fruta podem auxiliar na prevenção à agregação plaquetária, reduzindo o risco de <a title="Aterosclerose" href="http://www.sobrepeso.com.br/forums/forum/aterosclerose/">aterosclerose</a>. A fruta também é fonte de potássio, ácido fólico e fósforo.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/aproveite-mais-as-frutas-da-primavera/">Aproveite mais as frutas da Primavera!</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Menos açúcar, maior colesterol bom?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/menos-acucar-maior-colesterol-bom/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 19:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[refrigerantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento da aterosclerose parece ter início na infância e adolescência e pode ser modificado pela adoção de hábitos alimentares saudáveis. Os açúcares de adição, obtidos na dieta dos jovens principalmente pelo consumo de refrigerantes, têm sido associados com menor sensação de saciedade, resultando no consumo excessivo de calorias e consequente ganho de peso. Além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento da <a title="8 razões para consumir mais zinco" href="http://www.sobrepeso.com.br/8-razoes-para-consumir-mais-zinco/">aterosclerose</a> parece ter início na infância e adolescência e pode ser modificado pela adoção de hábitos alimentares saudáveis. Os açúcares de adição, obtidos na dieta dos jovens principalmente pelo consumo de <strong>refrigerantes</strong>, têm sido associados com menor sensação de saciedade, resultando no consumo excessivo de calorias e consequente ganho de peso. Além disso, estudos revelam que a sacarose e a frutose (em especial o xarope de milho de alta frutose) aumentam as concentrações plasmáticas de triglicérides e podem diminuir os níveis de HDL-colesterol (HDL-c), com impacto sobre o risco cardiovascular.</p>
<p>A relação entre açúcares de adição e HDL-c foi recentemente investigada em um estudo longitudinal, usando dados da coorte norte-americana <em>National Lung, Heart and Blood Institute’s Growth and Health Study</em> (NGHS). A pesquisa teve 10 anos de seguimento e dela participaram 1166 meninas caucasianas e 1213 afroamericanas, com idade de 9 ou 10 anos ao recrutamento. As informações sobre a alimentação foram coletadas anualmente por meio de diários alimentares de três dias, sendo dois dias da semana e um do final de semana. Os registros foram revisados por nutricionistas treinados pelo centro de coordenação de Nutrição da Universidade de Minnesota e então foi realizado o cálculo dos açúcares de adição, em gramas.</p>
<p>O consumo foi classificado como baixo, quando correspondia a menos de 10% do valor energético total (VET) da dieta, ou alto, quando era igual ou superior a 10% do VET. A análise foi feita a partir de um modelo estatístico com controle para possíveis fatores de confusão, incluindo <a title="Os 8 mitos da obesidade" href="http://www.sobrepeso.com.br/os-8-mitos-da-obesidade/">obesidade</a>, etnia, atividade física, estágio de maturação sexual e idade. Os pesquisadores encontraram que as meninas que tinham baixo consumo de açúcares de adição apresentavam incremento anual na concentração de HDL-c 0,26 mg/dL maior do que as adolescentes que ingeriam e” 10% do VET. Ao longo de 10 anos de estudo, estimou-se um aumento médio de 2,2 mg/dL e de 0,4 mg/dL para as participantes com consumo baixo e alto, respectivamente.</p>
<p>Os achados reforçam a recomendação da Organização Mundial da Saúde sobre o limite diário de consumo de açúcares de adição, que deve ser inferior a 10% do VET. Em suas novas diretrizes que estão em fase de consulta pública, tem sido discutido que maiores benefícios são observados com ingestão abaixo de 5%. Além disso, nos EUA, o Food and Drug Administration (FDA) propôs em fevereiro de 2014 uma série de alterações nos rótulos de alimentos, incluindo a informação sobre a quantidade de açúcares de adição na porção usualmente consumida. São esforços que devem se somar a medidas de saúde pública para prevenção de doenças cardiovasculares em todas as fases da vida.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/menos-acucar-maior-colesterol-bom/">Menos açúcar, maior colesterol bom?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>8 razões para consumir mais zinco</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2014 18:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
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<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/8-razoes-para-consumir-mais-zinco/">8 razões para consumir mais zinco</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Prevenir Alzheimer</strong></p>
<p>Uma boa parcela dos pacientes com essa doença tem baixos índices de zinco circulando pelo organismo. Para a nutricionista Nadir do Nascimento Nogueira, professora da Universidade Federal do Piauí (UFPI), faz sentido. &#8220;Esse mineral integra uma enzima chamada superóxido dismutase, que nos protege do estresse oxidativo&#8221;, explica. Quando ela não dá as caras, o cérebro fica bastante vulnerável à ação dos perigosos radicais livres, fator que pode aumentar o risco de <strong>Alzheimer</strong>. Mas não vá achando que a solução é abusar das cápsulas de zinco. Isso porque o acúmulo de minerais parece, na contramão, patrocinar a enfermidade que apaga as lembranças. Para o efeito protetor, priorize a dieta.</p>
<p><strong>2. Espantar a depressão</strong></p>
<p>De acordo com uma revisão indiana publicada recentemente na revista do Instituto de Tecnólogos da Alimentação, nos Estados Unidos, o nutriente melhora o quadro de <strong>depressão</strong> em mulheres jovens. &#8220;Ao que parece, ele facilita certas sinapses, que são os sinais trocados entre os neurônios&#8221;, descreve Nadir. Em última instância, isso afastaria os sintomas da melancolia intensa.</p>
<p><strong>3. Beneficiar o sistema cardiovascular</strong></p>
<p>No artigo, os experts relatam que a presença de zinco está ligada a um menor aperto nos vasos. &#8220;Ele ajuda a regular substâncias envolvidas no controle da <strong>pressão</strong>&#8220;, comenta a nutricionista Cristiane Cominetti, professora da Universidade Federal de Goiás (UFG). &#8220;Outra explicação plausível é que a falta do mineral pode alterar o paladar, o que levaria a um uso mais intenso de <strong>sal</strong>&#8220;, completa. E o exagero desse tempero fomenta a hipertensão. &#8220;O zinco também é essencial para a reparação de danos nos vasos causados pela oxidação do <strong>colesterol LDL</strong>&#8220;, acrescenta a nutricionista Silvia Cozzolino, presidente do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região &#8211; CRN-3 (São Paulo e Mato Grosso do Sul). Com isso, o risco de <a title="Aterosclerose" href="http://www.sobrepeso.com.br/forums/forum/aterosclerose/">aterosclerose</a> cai.</p>
<p><strong>4. Combater o diabetes</strong></p>
<p>O mineral que recheia a ostra tem ainda relação íntima com a estocagem e a liberação de insulina. &#8220;A carência de zinco acelera o processo de resistência a esse hormônio, deixando-nos mais propensos ao <a title="Diabetes" href="http://www.sobrepeso.com.br/forums/forum/diabetes/">diabetes</a>&#8220;, afirma a nutricionista Carla Cristina de Morais, da UFG. Fora que a suplementação de zinco já provou exercer impacto positivo no controle da retinopatia diabética &#8211; quando o portador da doença tem a sua visão ameaçada. Mas, de novo, não se apresse na busca por comprimidos cheios do mineral. &#8220;O uso de suplementos é muito controverso, já que altas doses podem piorar o metabolismo da glicose&#8221;, afirma a especialista. Melhor esperar outros achados e, enquanto isso, caprichar na alimentação.</p>
<p><strong>5. Melhorar a cicatrização</strong></p>
<p>Quem tem encontro agendado com o bisturi deve prestar atenção na quantidade de fontes de zinco que põe no prato. &#8220;A deficiência dele prejudica a reparação do tecido cortado&#8221;, avisa André Mattos, cirurgião plástico, do Rio de Janeiro. É que o zinco participa da fabricação de colagenase, enzima responsável por produzir <strong>colágeno</strong> &#8211; uma espécie de cimento da pele. Não à toa, pomadas para <strong>cicatrização</strong> são feitas com essa substância.</p>
<p><strong>6. Aumentar a imunidade</strong></p>
<p>&#8220;O zinco é o micronutriente com maior efeito sobre o <strong>sistema imunológico</strong>&#8220;, crava a nutricionista Lúcia Dantas Leite, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Na revisão indiana, é mencionado um trabalho que evidencia, em idosos, a associação entre a carência do mineral e a queda na atividade da glândula timo. É nesse órgão, localizado no meio do peito, que ocorre a maturação dos linfócitos T. &#8220;E eles são importantes células de defesa&#8221;, traduz Lúcia. Logo, assegurar a prontidão dessas células levanta a barreira contra uma infinidade de encrencas.</p>
<p><strong>7. Proteger contra pneumonia</strong></p>
<p>Está aí uma das doenças que o zinco, por dar força ao sistema imune, combate. Inclusive, pesquisas já estabeleceram o elo entre o nutriente e a menor duração de uma <strong>pneumonia</strong> severa. Em crianças com esse problema pulmonar, cientistas perceberam que 20 miligramas do mineral por dia não só aceleravam a recuperação como barravam uma possível resistência a antibióticos, já que diminuíam a exposição a esses medicamentos.</p>
<p><strong>8. Gravidez</strong></p>
<p>O zinco é tão crucial nessa fase que a recomendação de ingestão sobe &#8211; passa de 8 para 11 miligramas por dia. &#8220;O déficit materno da substância pode causar infecções intrauterinas, atrapalhar o desenvolvimento fetal e contribuir para o baixo peso do bebê ao nascer&#8221;, justifica Lúcia. Em um estudo, a nutricionista Nadir, da UFPI, também notou que o zinco auxiliaria a segurar a criança dentro da barriga até a 40ª semana de gestação, quando seu corpo já está prontinho para encarar o mundo.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/8-razoes-para-consumir-mais-zinco/">8 razões para consumir mais zinco</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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