<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>alimentação | SobrePeso</title>
	<atom:link href="https://www.sobrepeso.com.br/tag/alimentacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sobrepeso.com.br</link>
	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Dec 2022 13:08:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Desvendando a Obesidade: a série de vídeos com informações acessíveis e de qualidade</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-serie-de-videos-com-informacoes-acessiveis-e-de-qualidade/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-serie-de-videos-com-informacoes-acessiveis-e-de-qualidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 13:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comorbidades]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[ultraprocessados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2751</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Projeto “Desvendando a Obesidade”, desenvolvido pelo Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, sob a supervisão dos professores Licio Velloso e Bruno Geloneze, será uma série de vídeos divulgados semanalmente no YouTube, com grandes nomes da academia científica falando sobre obesidade e as várias doenças associadas a ela. Vamos começar com o vídeo “Obesidade é mesmo uma doença?”. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-serie-de-videos-com-informacoes-acessiveis-e-de-qualidade/">Desvendando a Obesidade: a série de vídeos com informações acessíveis e de qualidade</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto <strong>“Desvendando a Obesidade”</strong>, desenvolvido pelo Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, sob a supervisão dos professores <strong>Licio Velloso</strong> e <strong>Bruno Geloneze</strong>, será uma série de vídeos divulgados semanalmente no YouTube, com grandes nomes da academia científica falando sobre obesidade e as várias doenças associadas a ela.</p>
<p>Vamos começar com o vídeo<strong> “Obesidade é mesmo uma doença?”</strong>. Confira e compartilhe:<a href="https://youtu.be/SfwhjJxqooc"> https://youtu.be/SfwhjJxqooc<br />
</a></p>
<p>O objetivo do projeto é combater a desinformação, mitos e fake news sobre obesidade, com dados científicos que seja de fácil acesso e entendimento para a população não especialista. Além disso, espera-se que profissionais da saúde, cientistas e as pessoas que assistirem possam compartilhar esses vídeos, a fim de atingir a maior quantidade de pessoas e melhorar a qualidade da informação sobre essa doença multifatorial e complexa.</p>
<p>Nessa primeira temporada, nós, do Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades com apoio da Fapesp, traremos 10 vídeos que abordam assuntos como alimentação, atividade física, doenças cardiovasculares e COVID-19. Para o desenvolvimento dos vídeos, contamos com os seguintes pesquisadores e colaboradores:</p>
<p>Ana Carolina Vasquez<br />
Andrei Carvalho Sposito<br />
Celso Garcia Júnior<br />
Dennys Ésper Corrêa Cintra<br />
Eduardo Rochete Ropelle<br />
Fernanda Garanhani de Castro Surita<br />
Licio Augusto Velloso<br />
Maria Laura Costa do Nascimento<br />
Wilson Nadruz Junior</p>
<p>Produção:<br />
Francieli Barreiro Ribeiro<br />
Fernando Ramos Geloneze</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-serie-de-videos-com-informacoes-acessiveis-e-de-qualidade/">Desvendando a Obesidade: a série de vídeos com informações acessíveis e de qualidade</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/desvendando-a-obesidade-a-serie-de-videos-com-informacoes-acessiveis-e-de-qualidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A alimentação dos adolescentes que já não era boa, agora está pior</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/a-alimentacao-dos-adolescentes-que-ja-nao-era-boa-agora-esta-pior/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/a-alimentacao-dos-adolescentes-que-ja-nao-era-boa-agora-esta-pior/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[POF]]></category>
		<category><![CDATA[ultraprocessados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2680</guid>

					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma fase da vida em que mudanças importantes acontecem no organismo humano e na convivência social dos indivíduos. É na adolescência que o crescimento e a maturação de vários órgãos, inclusive os relacionados ao sistema reprodutor e imunológico, acontecem. Estima-se que, nesse período da vida, ganhamos, em média, 20% da nossa altura, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/a-alimentacao-dos-adolescentes-que-ja-nao-era-boa-agora-esta-pior/">A alimentação dos adolescentes que já não era boa, agora está pior</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma fase da vida em que mudanças importantes acontecem no organismo humano e na convivência social dos indivíduos. É na adolescência que o crescimento e a maturação de vários órgãos, inclusive os relacionados ao sistema reprodutor e imunológico, acontecem. Estima-se que, nesse período da vida, ganhamos, em média, 20% da nossa altura, 50% de nosso peso corporal e 40% da massa óssea que sustenta nosso corpo. É também na adolescência que acontece a maturação de neuro circuitos e intenso remodelamento do cérebro, o que permite que adolescentes tenham alta capacidade de absorverem novos aprendizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa plasticidade do cérebro é, no entanto, uma faca de dois gumes: se por um lado é essencial para o desenvolvimento intelectual dos adolescentes, também favorece que deficiências nutricionais nessa fase sejam capazes de causar déficits permanentes de cognição e de memória, além de desordens emocionais. Por outro lado, a obesidade na adolescência pode causar modificações importantes no centro do cérebro responsável pela sensação de recompensa, o que já foi associado a redução da sensação de saciedade e a comportamentos impulsivos com relação à alimentação, o que, entre outras coisas, faz com que a obesidade na adolescência aumente em 8 vezes a probabilidade de perpetuar a obesidade na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">São fatos como esses que fazem da adolescência uma fase da vida em que a má nutrição é bastante preocupante<strong>. <span style="color: #0000ff;">Então, afinal, como está a alimentação dos adolescentes brasileiros?</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/saude/24786-pesquisa-de-orcamentos-familiares-2.html?=&amp;t=o-que-e" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #000000;">Pesquisa de Orçamento Familiar (POF)</span></strong></a>, realizada pelo <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong></a></span>, é a principal fonte de informação sobre a alimentação dos brasileiros desde que incluiu no seu questionário uma sessão totalmente dedicada à coleta de dados sobre consumo alimentar, em sua edição de 2008-2009. Desde a primeira edição até a mais recente edição da POF, conduzida em 2017-2018, pesquisadores observaram modificações importantes no hábito alimentar dos brasileiros, especialmente dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se, em 2008, os adolescentes já tinham um consumo maior de alimentos ultraprocessados</strong> (refrigerante, biscoito, linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados) <strong>e menor de feijão, saladas, verduras e frutas quando comparados a adultos e idosos, na edição da <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/saude/24786-pesquisa-de-orcamentos-familiares-2.html?=&amp;t=resultados" target="_blank" rel="noopener noreferrer">POF de 2017-2018</a></span>, essa diferença ficou ainda mais preocupante.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em um suplemento especial da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.rsp.fsp.usp.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #000000;">Revista de Saúde Pública</span></strong></a></span>, publicado em 2021, pesquisadores do núcleo de assessoria técnica do IBGE apresentaram a comparação entre as duas edições da POF evidenciando que houve redução generalizada no consumo de arroz e feijão, carne, frutas, leite e seus derivados, pão, carne processada e refrigerantes em paralelo a um <strong>aumento no consumo de sanduíches e salgados em todas as faixas etária</strong>, mostrando que a sociedade brasileira caminha para uma substituição do padrão alimentar tradicional por um padrão alimentar importado das grandes potências ocidentais, como os Estados Unidos da América, onde a prevalência de obesidade é assustadoramente alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o resultado mais preocupante ainda está por vir. A redução no consumo de frutas foi maior nos adolescentes, enquanto a redução dos refrigerantes foi menor nesse mesmo grupo, fazendo com que a qualidade da alimentação dessa faixa etária se distancie ainda mais das demais – o que já não estava bom em 2008, tornou-se ainda pior em 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para mostrar a seriedade desse cenário, os pesquisadores traduziram os impactos dessas mudanças no padrão da alimentação dos adolescentes em mudanças na ingestão de micronutrientes importantíssimos para a saúde nessa fase da vida. Em ambos os sexos, o consumo de sódio aumentou. Nos adolescentes do sexo masculino, de 2008 a 2017, a ingestão de cálcio, que já estava baixa em 97,4% dos adolescentes, agora atinge 98,1% deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é nas meninas que o cenário é realmente crítico: a ingestão baixa de cálcio passou de 98% para 99%; a de magnésio aumentou de 58% para 65%; a de fósforo, de 64% aumentou para 71%; a de zinco, de 21% foi para 26%; a de vitamina A, de 69% aumentou para 79%; a de riboflavina (vitamina B2) foi de 27% para 40%; e a de piridoxina (vitamina B6), de 71% para 76%.</p>
<p style="text-align: justify;">Se expostos por tempo prolongado a essas deficiências, os adolescentes podem acabar com quase todos os processos de desenvolvimento do organismo comprometidos. A deficiência de cálcio, por exemplo, além do comprometimento para a formação da massa óssea, principal destino do cálcio no organismo, também compromete o crescimento, impedindo que o adolescente atinja o potencial de altura esperado para a vida adulta. Por sua vez, deficiências de vitamina A e piridoxina, às quais as meninas brasileiras parecem estar sujeitas, podem causar anemia – isso mesmo! Não é apenas a deficiência de ferro que pode causar a redução na quantidade de glóbulos vermelhos no sangue – e a anemia em adolescentes pode comprometer a função do sistema imunológico, o rendimento escolar (muitas vezes com prejuízos ao sucesso profissional desses indivíduos e para a sociedade), e promover alterações comportamentais e emocionais também bastante danosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, então, <span style="color: #0000ff;"><strong>como ajudar nossos adolescentes a aderirem a uma dieta mais saudável?</strong></span> Essa pergunta foi o que estimulou os cientistas a estudarem o comportamento alimentar dos adolescentes em busca de fatores que influenciam as escolhas alimentares nessa faixa etária, a fim de desenhar estratégias que possam utilizar esses fatores a favor de escolhas alimentares saudáveis e sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segundo um amplo levantamento publicado pela revista científica The Lancet, uma das mais importantes da área da saúde, o ambiente alimentar é o fator mais importante para moldar o padrão alimentar dos adolescentes ao redor do mundo</strong>. Isso porque é nessa fase também que o remodelamento cerebral combinado a altas taxas do hormônio testosterona no sangue favorecem a influência social nas decisões dos adolescentes, aumentando o desejo por independência e autonomia, bem como uma tendência a se arriscarem mais para ganharem aceitação e status entre seus colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse contexto de elevada busca por aceitação social e identidade que, segundo o levantamento, <strong>os adolescentes se importam menos com a qualidade nutricional e com o sabor do que estão comendo e mais com o ato de comer com amigos e, em alguns contextos, com a família.</strong> O ato social de se alimentar, portanto, tem mais valor para o adolescente do que o papel biológico dos nutrientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O valor social da alimentação não seria um problema se esses adolescentes estivessem inseridos em um ambiente onde a alimentação tradicional, composta de alimentos locais e <em>in natura</em>, rica em significado e, também, em nutrientes fosse mais propagandeada do que o padrão alimentar importado de outros países e difundido pelas multinacionais produtoras de alimentos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o cenário no qual o adolescente brasileiro se insere é dominado pelo marketing agressivo das grandes marcas de alimentos ultraprocessados, quase onipresentes – na televisão, nos filmes, nos vídeos do YouTube, nos games, na disposição dos produtos nos supermercados, na venda casada, nas embalagens, no patrocínio de atletas e ídolos e, não menos importante, nas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aprendemos com esse cenário, então, é que <strong><span style="color: #0000ff;">a adolescência não só é um período crucial para o desenvolvimento humano, mas pode ser também uma janela de oportunidades para a educação nutricional e para modificações no ambiente alimentar.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Munir os adolescentes de argumentos para que façam suas escolhas menos influenciados pelo marketing de alimentos e mais influenciados por sua cultura, valorizando outros aspectos da alimentação tradicional, como, por exemplo, sua contribuição para a preservação do meio ambiente – já que é nessa fase que o engajamento em causas humanitárias e ambientais também aflora de forma mais intensa &#8211; pode ser um meio de direcioná-los a melhores decisões, sem, no entanto, privá-los da independência e da autonomia tão essenciais nessa fase da vida. E, por que não? Usar os recursos de mídias, especialmente as redes sociais a nosso favor.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o ambiente alimentar, como acabamos de aprender, é um fator muito mais influente nessa faixa etária do que o conhecimento e a educação sobre alimentação saudável. Logo, não veremos grandes mudanças sem um comprometimento de agentes públicos e privados que possam, por exemplo, mas não somente, modificar a oferta de alimentos das cantinas; controlar o marketing agressivo das grandes marcas; ou, ainda, melhorar o acesso financeiro e físico aos alimentos tradicionais de cada região do Brasil através de incentivos fiscais e políticas públicas.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ol>
<li>Lynnette M Neufeld, Eduardo B Andrade, Ahna Ballonoff Suleiman, Mary Barker, Ty Beal, Lauren S Blum, Kathrin M Demmler, Surabhi Dogra, Polly Hardy-Johnson, Anwesha Lahiri, Nicole Larson, Christina A Roberto, Sonia Rodríguez-Ramírez, Vani Sethi, Teresa Shamah-Levy, Sofia Strömmer, Alison Tumilowicz, Susie Weller, Zhiyong Zou. Food choice in transition: adolescent autonomy, agency, and the food environment. The Lancet, Volume 399, Issue 10320, 2022, Pages 185-197, ISSN 0140<span style="color: #000000;">-6736. <a style="color: #000000;" href="https://doi.org/10.1016/S0140-6736(21)01687-1">https://doi.org/10.1016/S0140-6736(21)01687-1</a>.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Pesquisa de orçamentos familiares 2008-2009 : análise do consumo alimentar pessoal no Brasil / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. &#8211; Rio de Janeiro : IBGE, 2011. 150 p.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Rodrigues RM, Souza; AM, Bezerra IN, Pereira RA, Yokoo; EM, Sichieri R. Most consumed foods in Brazil: evolution between 2008–2009 and 2017–2018. Rev Saude Publica. 2021;55 Supl 1:4s. https://doi.org/10.11606/s1518-8787.2021055003406.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Shane A Norris, Edward A Frongillo, Maureen M Black, Yanhui Dong, Caroline Fall, Michelle Lampl, Angela D Liese, Mariam Naguib, Ann Prentice, Tamsen Rochat, Charles B Stephensen, Chiwoneso B Tinago, Kate A Ward, Stephanie V Wrottesley, George C Patton. Nutrition in adolescent growth and development. The Lancet, Volume 399, Issue 10320, 2022, Pages 172-184, ISSN 0140-6736. <a style="color: #000000;" href="https://doi.org/10.1016/S0140-6736(21)01590-7">https://doi.org/10.1016/S0140-6736(21)01590-7</a>.</span></li>
<li><span style="color: #000000;">Verly-Jr E, Marchioni DM, Araujo MC, De Carli E, Oliveira DCRS, Yokoo EM, et al. Evolução da ingestão de energia e nutrientes no Brasil entre 2008–2009 e 2017–2018. Rev Saude Publica. 2021;55 Supl 1:5s. <a style="color: #000000;" href="https://doi.org/10.11606/s1518-%208787.2021055003343">https://doi.org/10.11606/s1518- 8787.2021055003343.</a></span></li>
</ol>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE A AUTORA:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/92638/marina-maintinguer-norde/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="wp-image-2682 alignleft" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Marina-Norde_Foto-298x300.jpg" alt="" width="190" height="191" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Marina-Norde_Foto-298x300.jpg 298w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Marina-Norde_Foto-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Marina-Norde_Foto-768x774.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Marina-Norde_Foto.jpg 828w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></strong><strong>Marina Maintinguer Norde</strong><br />
<em>Nutricionista, mestra e doutora em Nutrição em Saúde Pública (FSP-USP), pesquisadora colaboradora do Laboratório de Investigação em Diabetes e Metabolismo, vinculado ao         Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, atuando em pesquisas epidemiológicas, estudando a qualidade da alimentação da população brasileira e seus reflexos na saúde.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/a-alimentacao-dos-adolescentes-que-ja-nao-era-boa-agora-esta-pior/">A alimentação dos adolescentes que já não era boa, agora está pior</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/a-alimentacao-dos-adolescentes-que-ja-nao-era-boa-agora-esta-pior/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alimentação e doenças relacionadas ao sistema imune</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-doencas-relacionadas-ao-sistema-imune/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-doencas-relacionadas-ao-sistema-imune/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 14:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2473</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em relação à alimentação como base para saúde, muitos pacientes acometidos por este conjunto heterogêneo de doenças buscam por alternativas na sua dieta como uma forma de diminuir o processo inflamatório que se mantém ou até mesmo para diminuir o risco de complicações. Porém, ainda é precoce e inconclusivo estabelecer recomendações de exclusão ou restrição [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-doencas-relacionadas-ao-sistema-imune/">Alimentação e doenças relacionadas ao sistema imune</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em relação à alimentação como base para saúde, muitos pacientes acometidos por este conjunto heterogêneo de doenças <strong>buscam por alternativas na sua dieta como uma forma de diminuir o processo inflamatório que se mantém ou até mesmo para diminuir o risco de complicações</strong>. Porém, ainda é precoce e inconclusivo estabelecer recomendações de exclusão ou restrição de dietas específicas e padronizadas com a finalidade de tratar ou evitar o agravamento dessas doenças. Porém, a falta de associações mais claras dessas doenças com a nutrição não anula a necessidade de boas escolhas alimentares associadas com práticas de atividade física, garantindo uma qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pacientes com doenças relacionadas ao sistema imune possuem um risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares aumentado</strong> comparado com a população geral, isso é um fato que deve ser considerado essencial para adoção de hábitos saudáveis pelos pacientes. É importante reiterar os pontos muito bem retratados no “Guia Alimentar para população brasileira”, que uma alimentação balanceada deve ser baseada no consumo de alimentos <em>in natura</em> e minimamente processados (frutas, hortaliças, cereais, tubérculos, leguminosas, legumes, carnes, ovos) e com consumo limitado de alimentos ultraprocessados (alimentos industrializados que, de maneira geral, são desbalanceados nutricionalmente, ricos em sódio, gorduras de má qualidade, açúcares simples e aditivos alimentares). Já é bem estabelecido que <strong>a “dieta ocidental”</strong> &#8211; com alto consumo de ultraprocessados, sódio, açúcares, gordura e proteína animal &#8211; <strong>está associada com uma influência negativa em células do sistema imune</strong>, que são fundamentais para o controle das respostas inflamatórias e modulação do sistema imune. Além disso, algumas vitaminas (A, B6, B12, folato, C, D e E) e oligoelementos (zinco, cobre, selênio, ferro) são indispensáveis para um bom desempenho da função imune.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo feito pela Universidade de São Paulo, já evidenciou <strong>um aumento do risco cardiometabólico em pacientes que possuem artrite reumatóide, caracterizados por um consumo maior de alimentos ultraprocessados</strong>. Enquanto os pacientes que também eram acometidos pela doença, mas consumiam mais alimentos in natura, ou seja, tinham uma alimentação mais natural, possuíam um risco menor. Além disso, já foi demonstrado previamente pelo nosso grupo de estudos que pacientes com doença de Crohn apresentaram uma alta prevalência de sobrepeso e obesidade, levando a um aumento do risco principalmente para doenças cardiovasculares, além de estarem mais suscetíveis à doença ativa e a hospitalização. Também foi observado inadequação dos níveis séricos de nutrientes importantes entre esses pacientes, como ferro e zinco. Nossa pesquisa também demonstrou que pacientes na fase ativa da doença e aqueles que apresentavam um maior número de sintomas, consumiam com maior frequência alimentos pertencentes ao grupo de ultraprocessados, como o suco industrializado e refrigerante. Esses dados nos mostram a necessidade de um aconselhamento nutricional adequado, a fim de melhorar a terapia dietética e a qualidade de vida desses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/imagem-do-texto.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-2478 aligncenter" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/imagem-do-texto-300x206.jpg" alt="" width="540" height="371" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Diante do atual cenário da pandemia do novo CORONAVÍRUS, as informações relacionadas à alimentação e nutrição têm se propagado de forma muito rápida, inclusive no contexto das doenças relacionadas ao sistema imune. Com o intuito de melhorar a imunidade e reduzir os efeitos causados pela infecção do vírus, o uso de suplementos alimentares tem sido discutido e até mesmo divulgado por meios não oficiais e sem respaldo científico. Porém, é importante destacar que, até o momento, <strong>não há evidências científicas demonstrando que a suplementação possa exercer um papel protetor ou terapêutico em relação à infecção da COVID-19</strong>, nem mesmo que um superalimento ou fórmula nutricional possa alcançar esse objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a orientação para esses pacientes é que sigam um padrão de alimentação que forneça todos os nutrientes importantes para manter um bom funcionamento do sistema imune, evitando componentes alimentares capazes de estimular o sistema imunológico, como aqueles presentes em produtos processados e ultraprocessados, que podem levar ao desenvolvimento de doenças crônicas, especialmente a obesidade. Além disso, o consumo deliberado desses alimentos pode aumentar o risco de deficiências nutricionais. Vale ressaltar que as orientações devem ser individualizadas levando-se em consideração todas as dimensões biopsicossocioculturais envolvidas nas escolhas alimentares, como estilo de vida, crenças, intolerâncias, acesso aos alimentos e outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong><br />
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção<br />
Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da saúde, Secretaria de<br />
Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">CALDER, P. C. Nutrition, immunity and COVID-19. BMJ Nutrition, Prevention &amp; Health, v.<br />
3, n. 1, p. 74–92, jun. 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">CFN. Conselho Federal de Nutricionistas. Nota Oficial: Orientações à população e<br />
para os nutricionistas sobre o novo coronavírus. 2020. Disponível em<br />
&lt;https://www.cfn.org.br/index.php/destaques/19913/&gt; Acesso em 08/02/2021.</p>
<p style="text-align: justify;">DE CASTRO, M. M. et al. Impaired nutritional status in outpatients in remission or with active Crohn’s disease – classified by objective endoscopic and imaging assessments. Clinical Nutrition ESPEN, v. 33, p. 60–65, out. 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">DE CASTRO, M. M. et al. Dietary Patterns Associated to Clinical Aspects in Crohn’s Disease<br />
Patients. Scientific Reports, v. 10, n. 1, p. 7033, 27 dez. 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">MANZEL, A. et al. Role of “Western Diet” in Inflammatory Autoimmune Diseases. Current<br />
Allergy and Asthma Reports, v. 14, n. 1, p. 404, 15 jan. 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">SMAIRA, F. I. et al. Ultra-processed food consumption associates with higher cardiovascular risk in rheumatoid arthritis. Clinical Rheumatology, v. 39, n. 5, p. 1423–1428, 4 maio 2020.</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/3257867262445133" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2532" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vitor-279x300.jpg" alt="" width="190" height="205" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vitor-279x300.jpg 279w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Vitor.jpg 287w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Vitor Nascimento dos Santos</strong><br />
<em>Estudante de Nutrição (FCA/UNICAMP), atualmente estudante de mobilidade internacional no curso de Nutrição Humana e Dietética da Universidade de Zaragoza (Espanha). Além disso, fez parte do programa de Iniciação Científica trabalhando com Doenças Inflamatórias Intestinais e o desenvolvimento de deficiências nutricionais e risco cardiovascular nesses pacientes, especialmente na doença de Crohn.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa.jpeg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2475" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa-300x276.jpeg" alt="" width="190" height="175" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa-300x276.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa-768x706.jpeg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Maysa.jpeg 960w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a><strong>Maysa Santos</strong><br />
<em>Estudante de Nutrição (FCA/UNICAMP), atualmente é aluna de Iniciação Científica do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, e desenvolve uma pesquisa sobre Doenças Inflamatórias Intestinais e consumo alimentar, em especial o consumo de fibras e FODMAPs e a sua relação com os sintomas em pacientes com doença de Crohn.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lattes.cnpq.br/2498062740788230" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2531" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Marina.jpg" alt="" width="190" height="226" /></a><strong>Marina Moreira de Castro</strong><br />
<em>Nutricionista (UNIMEP &#8211; Piracicaba), atualmente é aluna de doutorado do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (FCA/UNICAMP), e do Laboratório de Investigação em Doenças Inflamatórias Intestinais (FCM/UNICAMP) vinculados ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua principalmente na área de pesquisa com Doenças Inflamatórias Intestinais, estudando a microbiota intestinal, o estado nutricional e o consumo alimentar, bem como o desenvolvimento de potenciais biomarcadores fecais na doença de Crohn.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-doencas-relacionadas-ao-sistema-imune/">Alimentação e doenças relacionadas ao sistema imune</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-doencas-relacionadas-ao-sistema-imune/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compreendendo a inflamação de baixa intensidade e o modo como a alimentação pode influenciar nesse processo.</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/compreendendo-a-inflamacao-de-baixa-intensidade-e-o-modo-como-a-alimentacao-pode-influenciar-nesse-processo/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/compreendendo-a-inflamacao-de-baixa-intensidade-e-o-modo-como-a-alimentacao-pode-influenciar-nesse-processo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 14:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos ultraprocessados]]></category>
		<category><![CDATA[biomarcadores]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2461</guid>

					<description><![CDATA[<p>Inflamação é um termo muito conhecido na linguagem médica. Durante a vida, nosso organismo precisa reagir a diversos insultos que alteram o equilíbrio e/ou a integridade de nossas células e tecidos. Essa forma como nosso organismo responde a esses eventos chamamos de resposta inflamatória. Os processos inflamatórios estão presentes tanto em um ralado no joelho, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/compreendendo-a-inflamacao-de-baixa-intensidade-e-o-modo-como-a-alimentacao-pode-influenciar-nesse-processo/">Compreendendo a inflamação de baixa intensidade e o modo como a alimentação pode influenciar nesse processo.</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Inflamação é um termo muito conhecido na linguagem médica. Durante a vida, nosso organismo precisa reagir a diversos insultos que alteram o equilíbrio e/ou a integridade de nossas células e tecidos. Essa forma como nosso organismo responde a esses eventos chamamos de resposta inflamatória. Os processos inflamatórios estão presentes tanto em um ralado no joelho, típico da infância, quanto em patologias mais graves, como infartos e doenças reumáticas. Nesse breve artigo temos como objetivo entender um pouco mais sobre esse processo e a forma como se relaciona com nossos hábitos alimentares.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><em>O que é inflamação?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O termo <strong>inflamação é utilizado para descrever um conjunto de eventos celulares desencadeados em resposta a microorganismos capazes de causar doenças, as lesões e eventos autoimunes.</strong> Parece complicado, mas quando observamos o local de uma lesão logo vemos a vermelhidão, o inchaço e sentimos dor. São sinais típicos de que o processo de inflamação está acontecendo, mas nem sempre este processo é tão visível assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, percebemos que para que a inflamação aconteça é necessária a ativação de células que recobrem os vasos sanguíneos, o aumento do calibre dos vasos e da permeabilidade vascular, bem como a ativação e atração de células de defesa para o tecido lesionado, a fim de defender nosso organismo e propiciar o retorno ao estado de equilíbrio.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><em>Como o processo de inflamação acontece?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O processo inflamatório envolve muitos tipos de células de defesa neutrófilos, monócitos, linfócitos, entre outros. Essas células desempenham papel preponderante na ativação das células endoteliais e na atração de outros leucócitos para sítio inflamatório através da produção e secreção de algumas substâncias (biomarcadores inflamatórios). Esse processo pode ser dividido de acordo com as características morfológicas em: (1) inflamação aguda, ocorre dentro de minutos ou horas e envolve principalmente a migração de neutrófilos e, em algumas circunstâncias em que o agente indutor não é removido e esse processo tornar-se persistente, (2) inflamação crônica, se caracteriza sobretudo pela atração de monócito e linfócitos. A inflamação crônica pode estar envolvida na formação de várias de doenças crônicas, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, cânceres e doenças neurodegenerativas como Alzheimer.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><em>Por que falar de inflamação quando o assunto é dieta?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos estudos epidemiológicos e científicos mostram que <strong>há uma associação positiva entre o aumento de biomarcadores inflamatórios e hábitos alimentares não saudáveis.</strong> São eles: aumento do consumo de gorduras saturadas e açúcares e redução do consumo de fibras, além do aumento das calorias ingeridas. Muitas vezes o resultado desses hábitos aparece na balança em decorrência do aumento de tecido adiposo (aquelas gordurinhas indesejadas).</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><em>O que é inflamação de baixa intensidade?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A resposta à dieta desequilibrada não ocorre rapidamente, mas de forma lenta e contínua ao longo da vida</strong>. O que as pesquisas científicas mostram é que há um leve aumento da produção dos biomarcadores inflamatórios tanto em tecidos específicos, como tecido adiposo, quanto de forma sistêmica, no sangue. Portanto, estes indivíduos desenvolvem uma inflamação leve, mas persistente ao ponto de estar associada aos danos em vasos sanguíneos ou ainda dificultar a sinalização de alguns hormônios como a insulina.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns cientistas, com base em estudos populacionais, sugerem que o aumento de alguns biomarcadores inflamatórios como proteína C reativa, IL-18, TNF-α, entre outros poderiam ser utilizados como marcadores para aumento de risco de doenças coronarianas futuras. Mostrando o quanto essa inflamação de baixa intensidade pode representar risco a nossa saúde.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><em>O que podemos fazer para adquirir hábitos que melhorem nossa saúde?</em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas mostram que <strong>dietas desequilibradas, ou seja, ricas em alimentos saturados como frituras, embutidos, vísceras e carnes gordurosas, <em>fast food</em>, e alimentos ricos em açúcares como doces, chocolate, sorvetes, e balas estão associados ao aumento da sinalização da inflamação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em contraponto, a alimentação saudável aparece associada a redução dos níveis de biomarcadores inflamatórios, favorecendo a produção de biomarcadores anti-inflamatórios, contribuindo para a prevenção de condições metabólicas relacionadas à manifestação de doenças crônicas.  A alimentação saudável é caracterizada pela mudança de hábitos e da qualidade da alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">A introdução de alimentos<em> in natura</em> como frutas e verduras, além de uso de temperos mais frescos, a mudança da forma de preparo dos alimentos, como redução dos alimentos fritos ou redução do óleo nas preparações. Importante também evitar alimentos processados ou ultraprocessados. Estes podem ser identificados ao olhar o rótulo dos alimentos, sendo que quanto maior o número de ingredientes listados nos rótulos dos alimentos mais processos sofrem os alimentos para ir para prateleira dos mercados. Então procure selecionar alimentos que possuem o menor número de ingredientes listados. Alimentos com alto teor de gordura <em>trans</em> ou saturada listadas nos rótulos também devem ser evitados. Essa mudança de hábitos auxilia então na redução da inflamação e consequente perda de peso melhorando a saúde do indivíduo. Se quiser saber mais sobre alimentação saudável é possível consultar o <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="color: #0000ff;">Guia Alimentar para a população brasileira</span></strong></a>, que se encontra no site do <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Ministério da Saúde</strong></a></span>.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Medzhitov R. Origin and physiological roles of inflammation. Nature 2008; 454(7203): 428-35.</p>
<p style="text-align: justify;">Kolaczkowska E, Kubes P. Neutrophil recruitment and function in health and inflammation. Nature reviews. Immunology 2013; 13(3): 159-75.</p>
<p style="text-align: justify;">Gonzalez-Muniesa P, Martinez-Gonzalez MA, Hu FB, Despres JP, Matsuzawa Y, Loos RJF, Moreno LA, Bray GA, Martinez JA: Obesity. Nature reviews Disease primers 2017;3:17034.</p>
<p style="text-align: justify;">Ferrante AW Jr. Obesity-induced inflammation: a metabolic dialogue in the language of inflammation. J Intern Med. 2007 Oct;262(4):408-14. doi: 10.1111/j.1365-2796.2007.01852.x. PMID: 17875176.</p>
<p style="text-align: justify;">Ravaut G, Légiot A, Bergeron KF, Mounier C. Monounsaturated Fatty Acids in Obesity-Related Inflammation. Int J Mol Sci. 2020 Dec 30;22(1):330. doi: 10.3390/ijms22010330. PMID: 33396940; PMCID: PMC7795523.</p>
<p style="text-align: justify;">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014. 156 p. : il.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%; text-align: justify;"><strong>SOBRE AS AUTORAS:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/7501585906604222" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2542" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Suleyma.png" alt="" width="190" height="203" /></a>Suleyma de Oliveira Costa</strong><br />
<em>Nutricionista e Mestra em Nutrição pela UNICAMP. Doutoranda em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (FCA/UNICAMP) e aluna do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, atuando em pesquisa científica estudando os efeitos da dieta hiperlipídica na programação fetal.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/4998813922812378" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2464" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Autora-2.png" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Autora-2.png 191w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Autora-2-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a>Iracema Monteiro da Silva</strong><br />
<em>Possui graduação em Ciências Biológicas pela UNESP. Mestrado em Ciências Biológicas pela UNESP. Atua como docente adjunto na Universidade Paulista-UNIP. Atua como professor efetivo na rede Estadual de Educação do Estado de São Paulo. Doutoranda em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (FCA/UNICAMP) e aluna do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades, atuando em pesquisa científica estudando os efeitos da dieta hiperlipídica no hipocampo.<strong> </strong></em></p>
<p><strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0626818750219274" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2543 size-full" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Livia.png" alt="" width="187" height="185" /></a>Lívia Furquim de Castro</strong><br />
<em>Possui graduação em Biomedicina pelo Centro Universitário Hermínio Ometto &#8211; UNIARARAS &#8211; Araras/SP, mestrado em Ciências Biomédicas pela Faculdade de Ciências Médicas &#8211; UNICAMP &#8211; Campinas/SP e doutorado em Ciências Médicas, área de concentração Ciências Biomédicas pela Faculdade de Ciências Médicas &#8211; UNICAMP &#8211; Campinas/SP. Atualmente é docente da Universidade Paulista (UNIP) &#8211; Campus de Limeira/SP &#8211; e do Centro Universitário Claretiano &#8211; Campus de Rio Claro/SP. Atua no projeto intitulado Efeitos da gordura interesterificada na imunomodulação da mucosa intestinal e em macrófagos peritoneais derivados de camundongos swiss, desenvolvido no Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades.</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/compreendendo-a-inflamacao-de-baixa-intensidade-e-o-modo-como-a-alimentacao-pode-influenciar-nesse-processo/">Compreendendo a inflamação de baixa intensidade e o modo como a alimentação pode influenciar nesse processo.</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/compreendendo-a-inflamacao-de-baixa-intensidade-e-o-modo-como-a-alimentacao-pode-influenciar-nesse-processo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cozinha interativa e inclusiva contribui no desenvolvimento de hábitos saudáveis na infância</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/cozinha-interativa-e-inclusiva-contribui-no-desenvolvimento-de-habitos-saudaveis-na-infancia/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/cozinha-interativa-e-inclusiva-contribui-no-desenvolvimento-de-habitos-saudaveis-na-infancia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Material Didático]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha interativa]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2337</guid>

					<description><![CDATA[<p>Qual a relação da cozinha com os hábitos alimentares na infância? A construção dos hábitos alimentares, da infância até a adolescência, é resultado de diferentes fatores físicos, sociais e emocionais que envolvem o ambiente familiar e social. Estudos têm reforçado que a inclusão dos filhos nas práticas culinárias da família tem levado à formação de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/cozinha-interativa-e-inclusiva-contribui-no-desenvolvimento-de-habitos-saudaveis-na-infancia/">Cozinha interativa e inclusiva contribui no desenvolvimento de hábitos saudáveis na infância</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>Qual a relação da cozinha com os hábitos alimentares na infância?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">A construção dos hábitos alimentares, da infância até a adolescência, é resultado de diferentes fatores físicos, sociais e emocionais que envolvem o ambiente familiar e social. Estudos têm reforçado que a inclusão dos filhos nas práticas culinárias da família tem levado à formação de hábitos saudáveis, como escolhas alimentares, realização de atividade física e menor risco de desenvolver obesidade, pois fornecem as informações adequadas que os aproxima de escolhas mais saudáveis.  Com isso, a criança passa a ter contato com novos alimentos, sabores e texturas, tornando a sua alimentação ainda mais diversificada e melhorando seu aporte nutricional.</p>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>A cozinha em tempos de pandemia.</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">O isolamento social, decorrente da atual pandemia do Coronavírus, e os inúmeros <strong>reality</strong> <strong>shows</strong> culinários, como o famoso <strong>Masterchef</strong>, tem despertado cada vez mais nas pessoas a curiosidade de desenvolver e aprimorar suas habilidades culinárias, em meio ao tempo ocioso. É fato que a cozinha tem se tornado uma válvula de escape para uns, mas cozinhar tem se tornado mais frequente na rotina da maior parte das famílias, diante do maior tempo em casa e dos riscos de higiene relacionados ao <strong>delivery</strong>. Junto a isso, a alimentação saudável tem ganhado mais espaço e se tornado tema constante nas mídias, destacando sua relação com a imunidade, o que tem levado muitas famílias a se preocuparem mais com o que é levado à suas mesas, especialmente o que seus filhos comem.</p>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>Mas o que os estudos trazem sobre os métodos inclusivos e interativos?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">Em meio a alta visibilidade que a cozinha tem recebido, trouxemos a proposta de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Augusta, na Georgia. A pesquisa envolveu pais e filhos e propôs uma abordagem inclusiva e interativa de promoção da educação alimentar e nutricional. No estudo foi utilizado o método <strong>TEACH Kitchen</strong>, do inglês “<strong>The Eating and Cooking Healthy Kitchen</strong>”, no português essa expressão pode ser traduzida como “O comer e cozinhar saudável na cozinha”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa proposta, durante 4 sessões de 2 horas cada, os participantes receberam orientações nutricionais diversas, mas também puderam interagir através da preparação de receitas saudáveis na cozinha e conversar após a refeição. Os pais e filhos que participaram da pesquisa passaram a entender melhor a importância da alimentação na promoção da saúde, especialmente seu papel no combate a obesidade e outras complicações de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro estudo publicado também por pesquisadores norte-americanos, mas da Universidade de Minnesota, reuniu resultados interessantes e que reforçam a importância do ensino da culinária no ambiente escolar, através de diferentes metodologias. De maneira geral, os pais das crianças envolvidas nos estudos relataram que as intervenções ajudaram seus filhos a experimentar novos alimentos, aumentar o consumo de vegetais e frutas, melhorar a ingestão de fibras e participar na preparação das refeições em família.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo brasileiro publicado em 2020, realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), investigou a influência da transmissão de conhecimentos e práticas culinários maternas na trajetória e relação de suas filhas com a cozinha. Os resultados desse estudo apontam que a cozinha também é um ambiente que fortalece a memória afetiva e proporciona a aproximação entre mãe e filha. Esse laço criado entre mães e filhas, inclusive, permite que algumas das entrevistadas relatem em detalhes a forma como as receitas eram preparadas, desde o uso de temperos, aplicação de técnicas culinárias e ingredientes. A preservação dessa memória e afeto com a cozinha materna acontece mesmo em meio ao contexto atual, na qual nova geração (as filhas) de mulheres tem alcançado cada vez mais visibilidade e espaço na sociedade, o que naturalmente provoca o afastamento da cozinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a adesão à métodos inclusivos ainda é baixa, mas algumas escolas e organizações de saúde tem discutido a necessidade de incluir a alimentação e nutrição na grade curricular. No intuito de buscar a aproximação da criança com a alimentação saudável e adequada, as escolas vêm, aos poucos, incluindo nutricionistas no seu quadro de colaboradores e propondo oficinas culinárias, visitas a fazendas e agricultores, criação de hortas escolares, entre outras ações educativas e inclusivas que incentivam a formação de hábitos alimentares saudáveis. Com isso, é possível observar, além dos benefícios no desenvolvimento cognitivo (aprendizado), sensorial e motor, o despertar da consciência ambiental nas crianças.</p>
<figure id="attachment_2341" aria-describedby="caption-attachment-2341" style="width: 451px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2341" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-300x200.jpg" alt="" width="451" height="300" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-300x200.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4-768x511.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/sobrepeso4.jpg 772w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2341" class="wp-caption-text">Imagem: Felipe Barros/ExLibris/Secom-PMI &#8211; https://www.flickr.com/photos/prefeituradeitapevi/41236200404/in/photostream/</figcaption></figure>
<pre><span style="color: #0000ff; font-family: verdana, geneva, sans-serif;"><strong>O que o guia alimentar traz sobre essas estratégias?</strong></span></pre>
<p style="text-align: justify;">Segundo a última atualização do <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Alimentar para População Brasileira</a>, que traz recomendações sobre a alimentação saudável e adequada, as práticas culinárias fazem parte da identidade cultural de uma determinada população. No Brasil, em especial, apresentamos uma grande diversidade de influências culturais, como africanas, indígenas, portuguesas, dentre outras, que contribuem na formação da nossa base alimentar, que na grande maioria deve ser composta de alimentos <strong>in natura</strong> ou minimamente processados. O Guia Alimentar destaca ainda que as práticas culinárias inclusivas podem fortalecer o elo cultural da criança com a comida. Além disso, contribui para redução no consumo de produtos processados e as afasta cada vez mais dos ultraprocessados, que são produtos considerados prejudiciais à saúde (<a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentos-ultraprocessados-ruins-para-as-pessoas-e-para-o-meio-ambiente/">Matéria sobre ultraprocessados</a>). Outro ponto importante é que a criança tem maior aproximação com os alimentos, desde a seleção dos ingredientes até o desenvolvimento da receita, conhecendo não só seu aroma, textura e sabor, mas também a importância da higiene dos alimentos, entre outras habilidades.</p>
<figure id="attachment_2338" aria-describedby="caption-attachment-2338" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_guia.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2338" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_guia-231x300.png" alt="" width="307" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2338" class="wp-caption-text"><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia Alimentar para a População Brasileira</a></figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Abaixo nós disponibilizamos uma cartilha com sugestões de receitas saudáveis, as quais os pais podem desenvolver com seus filhos, contando com dicas nutricionais que podem enriquecer ainda mais essa experiência. Essa cartilha foi elaborada por nutricionistas e docentes do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<figure id="attachment_2339" aria-describedby="caption-attachment-2339" style="width: 302px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_cartilha.png"><img loading="lazy" class="wp-image-2339" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Imagem_cartilha-227x300.png" alt="" width="302" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2339" class="wp-caption-text"><a href="https://drive.google.com/file/d/1aS-yaN5prQE_12cSKALA2sytITjwxYcG/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vamos brincar de cozinhar?</a></figcaption></figure>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed., 1. reimpr. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">White S, Alva-Ruiz R, Chen L, et al. The Eating and Cooking Healthy (TEACH) Kitchen: A Research Protocol. J Ga Public Health Assoc. 2016;6(2):331-336. doi:10.21633/jgpha.6.2s20</p>
<p style="text-align: justify;">Scaglioni S, De Cosmi V, Ciappolino V, Parazzini F, Brambilla P, Agostoni C. Factors Influencing Children&#8217;s Eating Behaviours. Nutrients. 2018;10(6):706. doi:10.3390/nu10060706</p>
<p style="text-align: justify;">Arpe-Ratner, Elizabeth; Folkens, Stephanie; Sharma, Sonika; Daro, Deborah; Edens, Neilé K.. An Experiential Cooking and Nutrition Education Program Increases Cooking Self-Efficacy and Vegetable Consumption in Children in Grades 3–8. Journal of Nutrition Education And Behavior. 2016; 48(10):697-705, <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2016.07.021">http://dx.doi.org/10.1016/j.jneb.2016.07.021</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Hersch D, Perdue L, Ambroz T, Boucher JL. The Impact of Cooking Classes on Food-Related Preferences, Attitudes, and Behaviors of School-Aged Children: A Systematic Review of the Evidence, 2003–2014. Prev Chronic Dis. 2014;11:140267. DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5888/pcd11.140267">http://dx.doi.org/10.5888/pcd11.140267</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mazzoneto AN, Le Bourlegat IS, dos Santos JLG, Spence M, Dean M, Fiates GMR. Finding my own way in the kitchen from maternal influence and beyond – a grounded theory study based on Brazilian women’s life stories. Appetite, 2020; 150:104677. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.appet.2020.104677">https://doi.org/10.1016/j.appet.2020.104677</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;">
<p style="text-align: justify;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p><a href="http://lattes.cnpq.br/4150327687313783" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2342" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Wenicios.jpg 622w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Wenicios Ferreira Chaves</strong><br />
<em><span style="font-size: 11pt;">Graduado em Nutrição (2013-2017) e Mestre em Nutrição pelo PPGN (2018-2020) ambos na Universidade Federal de Pernambuco (2020). Atualmente é doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição e do Esporte e Metabolismo (PPGCNEM) da Universidade Estadual de Campinas. Desenvolve pesquisa no Laboratório de Distúrbios do Metabolismo (LabDiMe), onde estuda o papel hipotalâmico do receptor colinérgico nicotínico alfa 7 na manutenção da homeostase energética. É bolsista FAPESP vinculado ao CEPID OCRC da UNICAMP.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lattes.cnpq.br/0575083785858546"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2343" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-300x300.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-300x300.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely-150x150.jpg 150w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Foto-Franciely.jpg 768w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Franciely da Silva Alves</strong><br />
<em>Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário do Vale do Araguaia (2013-2017). Mestra em Nutrição, Alimentos e Metabolismo pela Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso (2017-2019) na área de Nutrição. Atualmente é doutoranda em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo pela Universidade Estadual de Campinas (2019-2023) na área de Ciências da Nutrição e Metabolismo.</em></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/cozinha-interativa-e-inclusiva-contribui-no-desenvolvimento-de-habitos-saudaveis-na-infancia/">Cozinha interativa e inclusiva contribui no desenvolvimento de hábitos saudáveis na infância</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/cozinha-interativa-e-inclusiva-contribui-no-desenvolvimento-de-habitos-saudaveis-na-infancia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CEPID OCRC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alterações comportamentais]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[ganho de peso]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sobrepeso.com.br/?p=2315</guid>

					<description><![CDATA[<p>A alimentação diz respeito à ingestão de nutrientes e é de todas as atividades humanas a que reflete de modo mais impressionante a nossa natureza biológica e cultural. Cada alimento contém, além de seus nutrientes, um conteúdo de significados de ordem social, econômica e cultural. A comida alimenta, portanto, tanto a manutenção das funções do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/">Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A alimentação diz respeito à ingestão de nutrientes e é de todas as atividades humanas a que reflete de modo mais impressionante a nossa natureza biológica e cultural. Cada alimento contém, além de seus nutrientes, um conteúdo de significados de ordem social, econômica e cultural. A comida alimenta, portanto, tanto a manutenção das funções do corpo quanto a identidade dos indivíduos. Tal identidade refere-se aos costumes, as crenças e as situações de vida dos sujeitos, expressas através de seus hábitos e práticas alimentares.</p>
<p style="text-align: justify;">Em época de pandemia de COVID-19, a rotina pessoal, familiar e profissional de muitas pessoas foi atingida sem aviso prévio e, com ela, os nossos hábitos e práticas alimentares já tão naturalizados. Com isso, nosso comportamento alimentar, componente tão importante quanto nossas escolhas alimentares diárias, passou a ser palco de uma série de alterações drásticas diante dos novos impactos emocionais que o contexto gerou, fato que pode ser uma problemática grave, no entanto, muitas vezes silenciosa, para a manutenção da nossa saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de decretadas as ordens de isolamento social como principal medida não-farmacológica capaz de mitigar o crescimento da pandemia de COVID-19, causada pelo novo coronavírus, milhões de grupos familiares no mundo todo se viram obrigados a permanecer em suas residências confinados, remanejando a sua rotina e buscando novas formas de lidar com as implicações inúmeras geradas por esse processo de adaptação tão repentino. Além das adaptações e mudanças decorrentes do novo normal configurado pelo quadro, o pensamento de “O que faremos para o jantar hoje?” pode ser considerado um novo desafio diário, uma vez que a compra em massa indevida de alimentos e as interrupções nos sistemas de abastecimento da cadeia alimentar significam que alguns alimentos podem ser difíceis de encontrar. E, para muitas pessoas, o desemprego e a perda de renda estão tornando a compra de alimentos um desafio financeiro adicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências deste cenário foi a necessidade do fechamento de escolas e creches para assegurar a saúde das crianças, que logo também se viram obrigados a permanecer em seus lares, longe de suas atividades escolares, amigos, e de lazer, levando a uma alteração ainda mais drástica na dinâmica de atividades da família. Com alguns familiares ainda trabalhando remotamente, outros precisando sair de suas casas para trabalhar ou realizar outras atividades, os mais jovens também se viram na necessidade de criar suas próprias rotinas nesta nova realidade, em grande parte associadas a muitas horas consumindo conteúdos on-line. No entanto, assim como o risco de desenvolvimento de complicações advindas do estresse crônico, ansiedade e depressão tem aumentado durante o longo período de atividades sendo realizadas dentro de casa, <strong>os riscos para o ganho de peso e inadequações alimentares também são maiores e, especialmente entre crianças e jovens, muitos fatores podem passar despercebidos. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estudos publicados durante o período da pandemia pela <em><a href="https://www.obesity.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Obesity Society</a> </em>buscaram identificar potenciais riscos para o ganho de peso entre crianças por meio de um paralelo entre o recesso escolar e o período de isolamento social, condições no ano letivo com características mais similares entre si. Através de análises de estudos que acompanharam crianças nos EUA, Itália e outras regiões da América foi possível descobrir que <strong>o aumento de peso mais significativo ocorria durante os momentos em que as crianças estavam de férias, com mais tempo dentro de casa, boa parte diante de telas, realizando baixos níveis de atividades ao ar livre ou nulos.</strong> Em adição à estas condições, argumenta-se que o isolamento no contexto da pandemia proporcione agravantes nestes fatores e aumente o surgimento de outros, como a grande disponibilidade de alimentos com alta densidade calórica, a maior presença de “beliscos” ou os conhecidos “snacks” entre refeições, principalmente acompanhados das atividades em frente a telas de televisão, celulares ou computadores. Esses aparelhos também costumam estar presentes nas principais refeições da família, como o almoço e o jantar.</p>
<figure id="attachment_2325" aria-describedby="caption-attachment-2325" style="width: 571px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2325" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-300x200.jpg" alt="" width="571" height="380" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-300x200.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1024x683.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-768x512.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1068x712.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 571px) 100vw, 571px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2325" class="wp-caption-text">Imagem de PankeysonPhotos por Pixabay</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Além disso, com a alta demanda de ordens para restrição de atividades fora de casa, alguns optam por comprar grandes quantidades de alimentos por vez e deixá-los “estocados”, na tentativa de reduzir saídas, e boa parte destes alimentos frequentemente são processados ou ultraprocessados que apresentam maior prazo de validade, com altas doses de açúcar livre, sal e gorduras que podem prejudicar a saúde a longo prazo, aumentando ainda o risco para o desenvolvimento de sobrepeso e obesidade. Em alguns casos, dependendo de onde a criança mora, são poucos os espaços de lazer ao ar livre com segurança, reduzindo assim o gasto energético diário e gerando um maior ganho de peso em curto prazo. Para crianças que realizavam boa parte das refeições na escola, e não podem mais contar com a mesma rotina alimentar, o isolamento social pode vir a reduzir a variedade e qualidade na alimentação o que, por outro lado, também pode predispor ao aumento de peso, uma vez que a insegurança alimentar e nutricional também está associada à obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando naqueles que estão mais próximos da adolescência é importante, em especial, <strong>prestar atenção em quais conteúdos estão sendo consumidos durante as horas de acesso às redes sociais</strong>, uma vez que cresce o movimento de compartilhamento de rotinas de atividades, exercícios e alimentação entre muitos grupos on-line, o que pode ser positivo para a motivação à melhora de hábitos em um período tão desafiador, contudo, neste mesmo emaranhado de conteúdo, muitas vezes podem ser encontrados os altamente estigmatizantes de indivíduos acima do peso, ou que supostamente fracassaram na manutenção da saúde durante a pandemia, por não conseguirem seguir uma determinada rotina de treinos e alimentação. O movimento de conteúdos negativos em relação ao peso e formas corporais, muitas vezes expresso em “posts” que mostram fotos de antes e depois de pessoas que ganharam ou perderam peso no meio de um período desafiador, pode não somente desmotivar jovens para a melhora de hábitos, mas também estimular o aumento da insatisfação corporal e transtornos alimentares decorrentes, além de contribuir para a depreciação da autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma maneira geral, é importante lembrar que a <strong>quebra da rotina e os elevados níveis de estresse e ansiedade sob os quais crianças e jovens estão sendo submetidos no período atual</strong>, em associação com a impossibilidade de sair de casa para atividades de lazer (brincar ou sair com amigos), <strong>aumenta a procura de alimentos com maior densidade energética</strong> e que trazem maior “conforto”, sendo crucial voltar a atenção para a rotina das crianças dentro de casa, e em como as atividades realizadas podem estar acompanhadas de frequentes “belisques” de salgadinhos e doces.</p>
<p style="text-align: justify;">É compreensível que muitos pais estejam buscando refeições prontas e alimentos processados ​​como uma maneira rápida e barata de alimentar a família frente a uma realidade tão dura, contudo existem alternativas convenientes, acessíveis e saudáveis que também podem ser exercitadas durante o período de isolamento social. Aqui estão algumas <strong>orientações de como</strong><strong> alimentar seus filhos com uma dieta variada e nutritiva</strong> que irá apoiar tanto seu crescimento e pleno desenvolvimento em período de altas restrições, quanto proporcionar uma melhora dos sistemas de defesa do nosso organismo contra infecções:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Inclua seus filhos no planejamento, limpeza e preparo das refeições, exercitando de forma lúdica competências na área da matemática, biologia e escrita, gerando momentos ricos em diversão, aliados à exploração do mundo por meio de questionamentos como “como será que o pão cresce no forno?”, “quais nutrientes existem na cenoura?”, “vamos listar e contar todos os ingredientes para as compras?”;</li>
<li>Otimize o pouco tempo disponível para o preparo e realização das refeições planejando-as. Pense nos ingredientes e preparações para cada dia da semana, dando o devido espaço e importância à alimentação;</li>
<li>Faça de alimentos <em>in natura</em> ou minimamente processados a base das refeições;</li>
<li>Utilize ingredientes como sal, açúcar e óleos em pequenas quantidades nas preparações;</li>
<li>Dê maior funcionalidade ao tempo excessivo em ambiente doméstico, priorizando refeições em família, sem distrações com TV, celulares ou computadores. Ao invés disso, de ênfase na comunicação presencial que gera momentos prazerosos ao comer em família;</li>
<li>Limite as compras de alimentos industrializados e/ou ultraprocessados, uma vez que estes alimentos contêm gorduras modificadas pela indústria de alimentos, sódio e açúcar em excesso, bem como outras substâncias químicas que não sabemos o que são, capazes de prejudicar a saúde cronicamente. Isso também se aplica para refeições prontas encontradas em supermercados.</li>
<li>Minimize as idas à mercados ou centros de abastecimento de alimentos e insumos da sua região, buscando aderir às alternativas de compras por aplicativo, reduzindo o risco de contrair o vírus;</li>
<li>Higienizar as mãos com álcool 70% antes e após manipular os alimentos que foram comprados, assim como as suas embalagens, recipientes, pacotes, frascos ou caixas.</li>
<li>Lavar individualmente frutas, legumes e verduras antes de consumir em água corrente e solução de hipoclorito (proporção e tempo indicados na embalagem);</li>
<li>Armazene adequadamente carnes e ovos sob a devida refrigeração, acondicionando-os em outros recipientes também higienizados e tampados;</li>
<li>Congele porções de leguminosas e carnes em quantidades ideais para o consumo de quem mora na casa.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rundle, A.G., Park, Y., Herbstman, J.B., Kinsey, E.W. and Wang, Y.C. (2020), COVID‐19–Related School Closings and Risk of Weight Gain Among Children. Obesity, 28: 1008-1009. doi:<a href="https://doi.org/10.1002/oby.22813">10.1002/oby.22813</a></p>
<p style="text-align: justify;">Pearl, R.L. (2020), Weight Stigma and the “Quarantine‐15”. Obesity, 28: 1180-1181. doi:<a href="https://doi.org/10.1002/oby.22850">10.1002/oby.22850</a></p>
<p style="text-align: justify;">https://www.unicef.org/coronavirus/easy-affordable-and-healthy-eating-tips-during-coronavirus-disease-covid-19-outbreak. Acessado dia 28 de agosto de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">GUIA PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TEMPOS DE COVID-19 – ASBRAN (Associação Brasileira de Nutrição), 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2.jpeg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2329" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704-300x294.jpeg" alt="" width="189" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704-300x294.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704.jpeg 743w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /></a>Nathan Nogueira Gonçalves</strong></span><br />
<span style="font-size: 11pt;"><em>Graduando em Nutrição (FCA-UNICAMP) e aluno de Iniciação Científica do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2327" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-292x300.jpg" alt="" width="180" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-292x300.jpg 292w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-998x1024.jpg 998w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-768x788.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-1497x1536.jpg 1497w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-1068x1095.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2.jpg 1554w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /></a>Josiane Érica Miyamoto</strong></span><br />
<span style="font-size: 11pt;"><em>Nutricionista e Mestra em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo (FCA-UNICAMP). A</em><em>luna do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisa com modelos experimentais e estuda o papel da gordura interesterificada e os mecanismos moleculares envolvidos no desenvolvimento de obesidade e suas complicações metabólicas com foco no sistema nervoso central, tecido hepático e tecido adiposo branco.</em></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/">Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mostra explora relação entre luz, cores e a boa alimentação</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/mostra-explora-relacao-entre-luz-cores-e-a-boa-alimentacao/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/mostra-explora-relacao-entre-luz-cores-e-a-boa-alimentacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 14:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[antocianinas]]></category>
		<category><![CDATA[beta-caroteno]]></category>
		<category><![CDATA[clorofila]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[licopeno]]></category>
		<category><![CDATA[prato colorido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sobrepeso.com.br/?p=1377</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma das melhores dicas para quem está atrás de alimentação nutritiva e equilibrada é fazer um prato bastante colorido. Quanto mais cores diferentes, melhor! Mas por que motivo “comer colorido” faz bem à saúde? Este é apenas um dos tópicos abordados pela exposição “A Cor da Luz – o Código das Cores”, em exibição no [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/mostra-explora-relacao-entre-luz-cores-e-a-boa-alimentacao/">Mostra explora relação entre luz, cores e a boa alimentação</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das melhores dicas para quem está atrás de alimentação nutritiva e equilibrada é fazer um <strong>prato bastante colorido. </strong>Quanto mais cores diferentes, melhor! Mas por que motivo “comer colorido” faz bem à saúde?</p>
<p>Este é apenas um dos tópicos abordados pela exposição “<strong>A Cor da Luz – o Código das Cores</strong>”, em exibição no Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP.</p>
<p>Através de jogos, brincadeiras, vídeos e painéis interativos, os visitantes aprendem sobre luz, cores e a relevância destes fenômenos para nosso bem-estar e para a saúde.</p>
<p>Um dos destaques da exposição é a seção criada em parceria com o <strong><a href="http://www.orcr.com.br">Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades</a></strong> (OCRC) da UNICAMP. Uma brincadeira com painéis giratórios ensina quais são os principais <strong>pigmentos naturais</strong> presentes nos alimentos e quais são suas influências no corpo humano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PIGMENTOS E OS BENEFÍCIOS À SAÚDE</strong></h4>
<p>Os pigmentos naturais presentes em frutas, legumes e verduras dão cor aos alimentos e possuem propriedades que fazem bem ao organismo. É por isso que “fazer um prato colorido” é uma ótima idéia para manter a saúde e a qualidade de vida. Veja alguns dos benefícios dos pigmentos alimentares:</p>
<ul>
<li>
<figure id="attachment_1379" aria-describedby="caption-attachment-1379" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1379" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/painel-pigmentos-alimentares-exposicao-a-cor-da-luz.jpg" alt="painel pigmentos alimentares exposicao a cor da luz" width="300" height="384" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/painel-pigmentos-alimentares-exposicao-a-cor-da-luz.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/painel-pigmentos-alimentares-exposicao-a-cor-da-luz-234x300.jpg 234w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/painel-pigmentos-alimentares-exposicao-a-cor-da-luz-279x357.jpg 279w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1379" class="wp-caption-text">Painel informa quais são os benefícios ao corpo dos pigmentos naturais</figcaption></figure>
<p><strong><a href="http://www.sobrepeso.com.br/aproveite-mais-as-frutas-da-primavera/">ANTOCIANINAS</a></strong>: pigmentos presentes em alimentos de cor azulada/roxa, como jabuticabas, uvas e cebolas-roxas. Melhoram o funcionamento do coração, ajudam a controlar a <a href="http://www.sobrepeso.com.br/celulas-tronco-e-cura-diabetes-verdades-e-mitos/">glicemia</a>, estimulam a saúde mental e equilibram os níveis de colesterol.</li>
<li><span style="color: #ff6600;"><strong>BETA-CAROTENO</strong></span>: presente em alimentos de cor alaranjada, como cenouras, abóboras e pêssegos. É transformado pelo corpo em vitamina A, a qual fortalece ossos, melhora a visão e auxilia a combater infecções.</li>
<li><strong><span style="color: #008000;">CLOROFILA</span> </strong>– pigmento que dá a cor verde aos vegetais. Muita gente está se acostumando a beber suco de clorofila hoje em dia, pois pesquisas mostram que ela ajuda a aumentar o número de hemácias no sangue, é um poderoso <a href="http://www.sobrepeso.com.br/tomar-leite-ajuda-a-proteger-a-saude-do-cerebro-indica-estudo/">antioxidante</a> e auxilia o corpo a combater infecções.</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>LICOPENO</strong></span>: presente em alimentos de cor avermelhada, como melancias, tomates e goiabas. Relacionado à prevenção do câncer de mama e de próstata.</li>
</ul>
<p>É fácil visitar a exposição e aprender ainda mais sobre o mundo &#8220;colorido&#8221; da alimentação. A entrada é gratuita e o museu abre das 9 às 17h nos dias de semana, e das 10 às 18h de sábado e domingo. O único dia fechado é segunda-feira.  Visitas monitoradas para escolas devem ser feitas através do número (19) 3521-1810.</p>
<figure id="attachment_1380" aria-describedby="caption-attachment-1380" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1380" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/crianca-na-cor-da-luz-ocrc.jpg" alt="crianca na cor da luz ocrc" width="525" height="344" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/crianca-na-cor-da-luz-ocrc.jpg 525w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/crianca-na-cor-da-luz-ocrc-300x197.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/crianca-na-cor-da-luz-ocrc-100x65.jpg 100w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /><figcaption id="caption-attachment-1380" class="wp-caption-text">A exposição é um sucesso com crianças e adultos. Imagem: Antonio Scarpinetti/UNICAMP</figcaption></figure>
<p><strong>ENDEREÇO</strong>: Museu Exploratório de Ciências &#8211; Universidade Estadual de Campinas  &#8211; Av. Alan Turing, 1500 &#8211; Barão Geraldo &#8211; Campinas/SP. CEP 13083-898.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/mostra-explora-relacao-entre-luz-cores-e-a-boa-alimentacao/">Mostra explora relação entre luz, cores e a boa alimentação</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/mostra-explora-relacao-entre-luz-cores-e-a-boa-alimentacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dieta do nojinho &#8211; psicóloga treina cérebro para sentir repulsão por alimentos calóricos</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/dieta-do-nojinho-psicologa-treina-cerebro-para-sentir-repulsao-por-alimentos-caloricos/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/dieta-do-nojinho-psicologa-treina-cerebro-para-sentir-repulsao-por-alimentos-caloricos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 16:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Kristina Legget]]></category>
		<category><![CDATA[nojinho]]></category>
		<category><![CDATA[perder peso]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sobrepeso.com.br/?p=1353</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para muita gente – em especial quem está lutando para manter o peso –, sentir o cheirinho de doces ou frituras é simplesmente irresistível. Tem como evitar roubar uma batata frita quentinha ou dar uma colherada em um sorvete com calda de chocolate? Será que há uma maneira de ‘convencer’ o cérebro de que aquele [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/dieta-do-nojinho-psicologa-treina-cerebro-para-sentir-repulsao-por-alimentos-caloricos/">Dieta do nojinho – psicóloga treina cérebro para sentir repulsão por alimentos calóricos</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Para muita gente – em especial quem está lutando para manter o peso –, sentir o cheirinho de doces ou frituras é simplesmente </span><b>irresistível</b><span style="font-weight: 400;">. Tem como evitar roubar uma batata frita quentinha ou dar uma colherada em um sorvete com calda de chocolate?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Será que há uma maneira de ‘convencer’ o cérebro de que aquele prato de salada é muito mais gostoso que a porção de torresminho?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem, sim – o segredo é associar alimentos gordurosos ou açucarados a coisas </span><b>bem nojentas</b><span style="font-weight: 400;">. Esta é a idéia por trás da pesquisa da psicóloga norte-americana Kristina Legget, da Universidade do Colorado (EUA), que o </span><b>SobrePeso</b><span style="font-weight: 400;"> explica com exclusividade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #ff6600;"><strong>BARATAS FRITAS?</strong></span></h4>
[quote_right]Experimento associou imagens de alimentos gostosos a coisas como formigas, baratas&#8230;[/quote_right]
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Kristina, é possível utilizar uma </span><b>técnica psicológica</b> <b>subconsciente</b><span style="font-weight: 400;"> para treinar o cérebro a preferir alimentos saudáveis e sentir uma certa rejeição àqueles que fazem mal à saúde. Em tese, esta seria uma maneira eficiente de ajudar quem deseja perder peso a se alimentar melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A técnica é descrita em um estudo publicado na última edição do periódico médico </span><i><span style="font-weight: 400;">American Journal of Clinical Nutrition </span></i><span style="font-weight: 400;">(link abaixo para o artigo).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No artigo, os cientistas descrevem um experimento no qual mostraram a voluntários uma imagem bem atraente de uma comida “gorda” (como batatas fritas). Perguntaram “</span><i><span style="font-weight: 400;">Quanto</span></i><span style="font-weight: 400;"> você quer comer isto agora?” – e a maioria das pessoas respondeu “Muito!”.</span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1358" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/barata-no-sorvete.jpg" alt="barata no sorvete" width="800" height="435" /></p>
[quote_right]Imagens &#8220;nojentas&#8221; apareciam tão rápido que ninguém percebeu que as viu[/quote_right]
<p><span style="font-weight: 400;">Agora vem a parte “nojenta”. Após verem a foto da comida apetitosa, os voluntários observaram por meio segundo uma tela branca. Logo a seguir, a foto da comida voltou a aparecer. Porém, entre a exibição da tela branca e o retorno da foto, os pesquisadores incluíram uma imagem perturbadora (como formigas andando sobre uma pizza, uma barata ou uma perna mutilada!), sendo exibida super rápido (apenas 20 milisegundos).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A foto desagradável passou tão rápido que ninguém percebeu. Isto é, todos </span><i><span style="font-weight: 400;">viram</span></i><span style="font-weight: 400;"> a imagem, mas não deu tempo para o cérebro “processar” a informação. Porém, foi tempo suficiente para os olhos captarem a foto e ela ser processada por uma região cerebral chamada </span><b>amígdala</b><span style="font-weight: 400;">, a qual associou a imagem nojenta a sentimentos ruins.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, quando a imagem da comida deliciosa voltou a aparecer, um número bem menor de voluntários estava disposto a experimentá-la, já que o cérebro estava “ligado” na má impressão causada pela foto anterior.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #ff6600;">APLICATIVO PODE ESTAR A CAMINHO</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">“Três a cinco dias depois do experimento, os voluntários mostravam a mesma redução no desejo de comer o alimento hipercalórico”, disse Kristina. Isto mostra que o cérebro associou, de fato, a imagem ruim à comida, e que o efeito pode ser prolongado.</span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1357" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/aplicativo-para-emagrecer.jpg" alt="aplicativo para emagrecer" width="651" height="310" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisadora e sua equipe, em entrevista à mídia internacional, afirmam que já pensaram em </span><b>desenvolver um aplicativo</b><span style="font-weight: 400;">. Ele treinaria o cérebro para preferir certos tipos de comida através da associação de imagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você tem dificuldade de parar de comer chocolate, por exemplo, ligaria o aplicativo e ele associaria fotos de chocolate a imagens desagradáveis (que seriam exibidas tão rápido que apenas seu inconsciente teria ciência delas!), reduzindo os impulsos de fome.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #ff6600;"><strong>SERÁ QUE DÁ PARA USAR A TÉCNICA PARA PERDER PESO?</strong></span></h4>
<p><b>Nem a própria autora do estudo acha que a técnica ajudará as pessoas a perder peso</b><span style="font-weight: 400;">. Segundo ela, tal estratégia só funciona com um alimento de cada vez &#8211; então não funcionaria para quem gosta de comer vários tipos diferentes de doces! Além disso, se a pessoa souber que está participando de um “experimento subconsciente”, é provável que o resultado final não seja tão positivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-1361" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/exercicio-para-perder-peso.jpg" alt="exercicio para perder peso" width="375" height="321" />Mas o motivo principal para a técnica não dar certo é este: comidas repletas de açúcares e gorduras possuem um poder atrativo enorme sobre as pessoas, muito maior do que qualquer efeito repulsivo subconsciente jamais será.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Existe esta batalha acontecendo no seu cérebro, de um lado o efeito fraquinho da sugestão subconsciente versus o efeito forte da comida em si”, afirmou Kristina. “Estas são forças poderosas que você precisa lutar contra”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final das contas, parece que a boa e velha </span><b>força de vontade</b><span style="font-weight: 400;"> ainda é a arma mais eficaz para evitar alimentos que não fazem bem ao corpo. Saber o motivo pelo qual comer batatinhas não faz bem, e por quê ingerir alimentos naturais faz bem, é uma maneira “natural” de se convencer a comer direito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conte com o </span><b>SobrePeso</b><span style="font-weight: 400;"> para fornecer as melhores dicas nutricionais para sua saúde!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trabalho Científico: Kristina T Legget, Marc-Andre Cornier, Donald C Rojas, Benjamin Lawful, and Jason R Tregellas. <strong>Harnessing the power of disgust: a randomized trial to reduce high-calorie food appeal through implicit priming</strong>. <em>American Journal of Clinical Nutrition    </em>[vc_button title=&#8221;Clique aqui para baixar&#8221; target=&#8221;_self&#8221; color=&#8221;default&#8221; size=&#8221;size_small&#8221; href=&#8221;http://ajcn.nutrition.org/content/102/2/249.full&#8221;]<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/dieta-do-nojinho-psicologa-treina-cerebro-para-sentir-repulsao-por-alimentos-caloricos/">Dieta do nojinho – psicóloga treina cérebro para sentir repulsão por alimentos calóricos</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/dieta-do-nojinho-psicologa-treina-cerebro-para-sentir-repulsao-por-alimentos-caloricos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Temperar bem a comida (especialmente com pimenta!) melhora a saúde?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/temperar-bem-a-comida-especialmente-com-pimenta-melhora-a-saude/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/temperar-bem-a-comida-especialmente-com-pimenta-melhora-a-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 13:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[capsaicina]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[condimentos]]></category>
		<category><![CDATA[mousse]]></category>
		<category><![CDATA[pimenta]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[temperos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sobrepeso.com.br/?p=1324</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo feito com quase meio milhão de chineses sugere que comer temperos e especiarias é associado à melhora da saúde, a anos a mais de vida e proteção contra várias doenças. Os autores do trabalho, liderados por cientistas da Academia Chinesa de Ciências Médicas, deixam bem claro que os dados não garantem certezas definitivas, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/temperar-bem-a-comida-especialmente-com-pimenta-melhora-a-saude/">Temperar bem a comida (especialmente com pimenta!) melhora a saúde?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo feito com quase meio milhão de chineses sugere que comer temperos e especiarias é associado à melhora da saúde, a anos a mais de vida e proteção contra várias doenças.</p>
<p>Os autores do trabalho, liderados por cientistas da Academia Chinesa de Ciências Médicas, deixam bem claro que os dados não garantem certezas definitivas, mas todas as evidências indicam que temperar bem os alimentos – especialmente com <strong>pimenta</strong>! – pode ser uma ótima e saudável opção para quem quer se alimentar melhor.</p>
<p>As conclusões do estudo foram publicadas no <em>The BMJ</em>, um dos mais antigos e respeitados periódicos médicos do mundo.</p>
<div style="background-color: #f0ffff; padding: 10px; margin-top: 50px;">
<h5><span style="color: #4db2ec;"><strong>COMO FOI FEITO O EXPERIMENTO?</strong></span></h5>
<figure id="attachment_1335" aria-describedby="caption-attachment-1335" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-1335" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/the-bmj-pimenta-saude-239x300.jpg" alt="the bmj pimenta saude" width="180" height="226" /><figcaption id="caption-attachment-1335" class="wp-caption-text">Capa do respeitado periódico científico The BMJ: destaque para as propriedades da pimenta.</figcaption></figure>
<p>Dados de saúde e de hábitos de vida de mais de 487 mil chineses vem sendo coletados desde 2004, através de questionários mensais que os próprios voluntários respondem, em um projeto chamado <em>Kadoorie Biobank</em>. A idéia é acompanhar a evolução da saúde destas pessoas e, conforme o tempo passa, correlacionar os parâmetros obtidos no questionário com riscos de doenças e a mortalidade.</p>
<p>Participam homens e mulheres de 30 a 79 anos. Os parâmetros estudados incluem saúde geral, medidas físicas, tipos de alimentos consumidos e bebidas. Para este estudo em específico, foram excluídos os voluntários com histórico de câncer, doenças do coração e derrames. Fatores como idade, estado civil, nível educacional e prática de atividades físicas foram levados em consideração.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
[quote_right]Consumo de pimenta foi associado a maior sobrevida[/quote_right]
<p>Comparando os dados de saúde e as taxas de falecimentos entre os voluntários do estudo, os pesquisadores perceberam que quem comeu condimentos e especiarias toda semana, na maioria das refeições, tinha<strong> riscos 14% menores de morrer</strong>.</p>
<p>O resultado positivo foi igual para homens e mulheres. Além de chances menores de falecer, o consumo de comidas bem temperadinhas foi associado a menos mortes por <strong>doenças cardíacas</strong>, do aparelho respiratório e diversos tipos de <strong>câncer</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #4db2ec;"><strong>QUAIS SÃO ESTES CONDIMENTOS BONS PARA A SAÚDE?</strong></span></h4>
<p>Apesar de ter sido realizado na China, o tempero mais utilizado por quem participou do estudo é bem conhecido aqui no Brasil: a <strong>pimenta</strong>.</p>
<p>Não é a primeira vez que a capsaicina, composto presente nas pimentas, é relacionado à boa saúde. Pesquisas anteriores encontraram propriedade <strong>anti-obesidade</strong>, <strong>anti-inflamação</strong> e <strong>anticâncer</strong> nesta molécula natural.</p>
<p>Pimenta fresca ou seca foi utilizada na maior parte das refeições dos chineses. Uma análise detalhada dos dados revelou que o uso de pimenta fresca pode ser correlacionado à proteção contra doenças como o câncer, enfarto e diabetes.</p>
<p>O efeito protetor, afirmam os pesquisadores, provavelmente é decorrente de compostos químicos presentes em altas quantidade na pimenta fresca, como a <strong><a href="http://www.sobrepeso.com.br/7-alimentos-que-ajudam-a-queimar-a-gordura-do-seu-corpo/">capsaicina</a></strong> e a <strong><a href="http://www.sobrepeso.com.br/aproveite-mais-as-frutas-da-primavera/">vitamina C</a></strong>.</p>
<figure id="attachment_208" aria-describedby="caption-attachment-208" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br/salada-de-berinjela-light/"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-208" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/09/salada-de-beringela-light-saudavel.jpg" alt="salada de beringela light saudavel" width="1024" height="440" /></a><figcaption id="caption-attachment-208" class="wp-caption-text">Receita de Salada de Beringela Lighjt &#8211; receita tem toque marcante da pimenta (link)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #4db2ec;"><strong>NA DÚVIDA, VALE A PENA APIMENTAR AS REFEIÇÕES?</strong></span></h4>
<p>A revista The BMJ comentou a descoberta dos pesquisadores chineses. Em um editorial acompanhando o artigo científico, a publicação lembra que é difícil tirar conclusões a partir de estudos nos quais os próprios participantes fornecem as informações sobre os hábitos de alimentação (afinal, como garantir que as respostas dos questionários são sempre sinceras?!). Então, mais estudos são necessários a fim de comprovar a eficácia da pimenta e de demais temperos na manutenção da boa saúde.</p>
<p>Porém, como lembra a editorialista, enquanto ainda não temos certezas&#8230;porque não caprichar no preparo dos alimentos adicionando, de bom grado, uma deliciosa pimentinha?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #4db2ec;"><strong>HORA DA RECEITA! MOUSSE DE CHOCOLATE COM PIMENTA</strong></span></h4>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1348" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/08/receita-mousse-de-chocolate-com-pimenta-saudavel.jpg" alt="receita mousse de chocolate com pimenta saudavel" width="800" height="344" /></p>
<p>A receita a seguir rende oito porções, de apenas 158kcal cada.</p>
<div id="tdi_1" class="tdc-row"><div class="vc_row tdi_2  wpb_row td-pb-row" >
<style scoped>

/* custom css */
.tdi_2,
                .tdi_2 .tdc-columns{
                    min-height: 0;
                }.tdi_2,
				.tdi_2 .tdc-columns{
				    display: block;
				}.tdi_2 .tdc-columns{
				    width: 100%;
				}
</style><div class="vc_column tdi_4  wpb_column vc_column_container tdc-column td-pb-span6">
<style scoped>

/* custom css */
.tdi_4{
                    vertical-align: baseline;
                }.tdi_4 > .wpb_wrapper,
				.tdi_4 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    display: block;
				}.tdi_4 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    width: 100%;
				}.tdi_4 > .wpb_wrapper > .vc_row_inner{
				    width: auto;
				}.tdi_4 > .wpb_wrapper{
				    width: auto;
				    height: auto;
				}
</style><div class="wpb_wrapper">
<h5><span style="color: #993366;"><strong>INGREDIENTES</strong></span></h5>
<ul>
<li>1 colher (chá) de gelatina sem sabor</li>
<li>4 colheres (sopa) de água</li>
<li>2/3 xícara (chá) de cacau em pó não adoçado</li>
<li>¼ xícara (chá) de açúcar cristal</li>
<li>2 olheres (chá) de pimenta chili em pó</li>
<li>1 colher (chá) de pó de café instanâneo</li>
<li>½ olher (chá) de sal</li>
<li>1 ovo grande</li>
<li>¾ xícara (chá) de leite desnatado</li>
<li>60 g de chocolate amargo picado</li>
<li>1 ½ colher (chá) de essência de baunilha</li>
<li>4 claras</li>
<li>½ xícara (chá) de açúcar mascavo</li>
<li>½ colher (chá) de fermento em pó</li>
</ul>
</div></div>
<div class="vc_column tdi_6  wpb_column vc_column_container tdc-column td-pb-span6">
<style scoped>

/* custom css */
.tdi_6{
                    vertical-align: baseline;
                }.tdi_6 > .wpb_wrapper,
				.tdi_6 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    display: block;
				}.tdi_6 > .wpb_wrapper > .tdc-elements{
				    width: 100%;
				}.tdi_6 > .wpb_wrapper > .vc_row_inner{
				    width: auto;
				}.tdi_6 > .wpb_wrapper{
				    width: auto;
				    height: auto;
				}
</style><div class="wpb_wrapper">
<h5><span style="color: #993366;"><strong>COMO PREPARAR</strong></span></h5>
<ul>
<li>Em uma tigela pequena, polvilhe a gelatina sobre duas colheres (sopa) de água. Misture e reserve.</li>
<li>Numa panela grande, misture o cacau, o açúcar cristal, a pimenta, o café e o sal. Acrescente o ovo batido e depois o leite. Leve para cozinhar em fogo brando, mexendo sempre.</li>
<li>Mexa até começar a engrossar e retire do fogo. Misture imediatamente com a gelatina amolecida, o chocolate e a baunilha. Misture bem até que o chocolate derreta e esteja completamente incorporado.</li>
<li>Bata as claras com o açúcar mascavo e o fermento na batedeira. Use a batedeira em velocidade alta, até formar picos.</li>
<li>Em seguida, misture com o chocolate derretido até ficar homogêneo.</li>
<li>Coloque a mousse em oito taças de sobremesa. Leve para gelar por cerca de duas horas.</li>
<li>Se desejar, decore com pimentas (<em>como na foto acima</em>) e folhas de hortelã.</li>
</ul>
</div></div></div></div>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/temperar-bem-a-comida-especialmente-com-pimenta-melhora-a-saude/">Temperar bem a comida (especialmente com pimenta!) melhora a saúde?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/temperar-bem-a-comida-especialmente-com-pimenta-melhora-a-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa: talheres pesados fazem a comida parecer mais gostosa!</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-talheres-pesados-fazem-a-comida-parecer-mais-gostosa/</link>
					<comments>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-talheres-pesados-fazem-a-comida-parecer-mais-gostosa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 22:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[talheres]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sobrepeso.com.br/?p=1281</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cientistas descobriram uma nova maneira de fazer as pessoas comerem bem: caprichar no garfo e na faca. É isto mesmo: a idéia é investir em talheres especialmente feitos para induzir hábitos saudáveis de alimentação. [quote_right]Quanto mais pesado o talher, mais uma pessoa pagaria pela comida[/quote_right] Segundo uma pesquisa da Universidade de Oxford, os talheres têm [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-talheres-pesados-fazem-a-comida-parecer-mais-gostosa/">Pesquisa: talheres pesados fazem a comida parecer mais gostosa!</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas descobriram uma nova maneira de fazer as pessoas comerem bem: <strong>caprichar no garfo e na faca</strong>. É isto mesmo: a idéia é investir em talheres especialmente feitos para induzir <a href="http://www.sobrepeso.com.br/o-que-significa-alimentacao-saudavel-ela-serve-so-para-emagrecer/">hábitos saudáveis de alimentação</a>.</p>
[quote_right]Quanto mais pesado o talher, mais uma pessoa pagaria pela comida[/quote_right]
<p>Segundo uma pesquisa da Universidade de Oxford, os talheres têm grande influência na maneira como percebemos os alimentos. Dependendo do talher, um prato fica mais ou menos gostoso, dá mais ou menos vontade de comer.</p>
<p>Sendo assim, porque não criar talheres que, por exemplos, fizessem as comidas cheias de açúcar não serem tão atrativas? Ou então induzir-nos a comer menos gorduras? Para tanto, não é necessário nenhum &#8220;ingrediente&#8221; secreto nos talheres: basta que eles sejam do <strong>formato</strong> e <strong>peso</strong> corretos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #4db2ec;"><strong>PESO DO TALHER MUDA A PERCEPÇÃO DA COMIDA</strong></span></h4>
<figure id="attachment_1291" aria-describedby="caption-attachment-1291" style="width: 401px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-1291" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/talheres-certos-para-a-refeicao.jpg" alt="talheres certos para a refeicao" width="401" height="267" /><figcaption id="caption-attachment-1291" class="wp-caption-text">Os talheres certos podem tornar qualquer comida mais gostosa, sugere estudo.</figcaption></figure>
<p>A novidade foi publicada no periódico científico <em>Flavour</em> e se baseou em um estudo sobre como o peso dos talheres muda a maneira de perceber os alimentos.</p>
<p>Participaram do experimento 130 &#8220;sortudos&#8221;, que ganharam uma refeição no restaurante de um hotel. Todos comeram exatamente o mesmo prato: truta com purê de batata, espinafre e alcaparras, acompanhada de camarões na manteiga. A diferença: metade deles comeu com talheres pesados, a outra metade com talheres simples, que pesavam três vezes menos.</p>
<p>A percepção da qualidade da comida por quem usou os talheres pesados foi muito melhor. Quando perguntados quanto teriam pagado pelo prato, estes voluntários disseram preços 15% maiores do que quem utilizou os garfos e facas normais, indicando que apreciaram mais o que comeram.</p>
<p>Os usuários dos talheres pesados, além disso, afirmaram que a comida tinha gosto melhor e tinha apresentação mais bonita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #4db2ec;"><strong>UMA EXPLICAÇÃO SUBCONSCIENTE</strong></span></h4>
<p>&#8220;É provável que os valores positivos e negativos que atribuímos aos talheres seja &#8220;transferido&#8221; para a maneira como julgamos a comida&#8221;, explicou Charles Michel, cozinheiro-chefe no Laboratório de Pesquisas Crossmodal da Universidade de Oxford e principal autor do estudo.</p>
<figure id="attachment_1289" aria-describedby="caption-attachment-1289" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1289" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/copo-grande-de-cerveja.jpg" alt="copo grande de cerveja" width="800" height="498" /><figcaption id="caption-attachment-1289" class="wp-caption-text">Não só garfo e faca mudam a maneira como ingerimos alimentos. Copos grandes, por exemplo, estimulam maior consumo de bebidas.</figcaption></figure>
<p>Este fenômeno é conhecido como &#8220;<strong>transferência de sensação</strong>&#8220;. Segundo Charles, manejar garfos pesados pode fazer a pessoa prestar mais atenção ao próprio ato de comer, aproveitando, assim, a refeição com maior entusiasmo.</p>
<div style="background-color: #dff4ff; padding: 20px;">
<p><span style="color: #47697a;">Pesquisas como esta são conhecidas pelo apelido de &#8220;<em><strong>gastrofísica</strong></em>&#8220;, e tentam entender como fenômenos físicos (cor, luz, som etc) modificam nosso jeito de comer.</span></p>
<p><span style="color: #47697a;">Algumas revelações da &#8220;gastrofísica&#8221; são:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #47697a;">Experimentos mostraram que a <strong>música ambiente</strong> tocada em um restaurante pode influenciar a percepção do quão doce, salgado ou azedo é um alimento;</span></li>
<li><span style="color: #47697a;">Outro estudo mostra que comer em um <strong>prato redondo fundo</strong> fez as pessoas se sentirem mais saciadas, mesmo tento comido menos!</span></li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #4db2ec;"><strong>DIETA NO FORMATO “DEDO HUMANO”</strong></span></h4>
<figure id="attachment_1299" aria-describedby="caption-attachment-1299" style="width: 360px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class=" wp-image-1299" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/garfo-e-faca-de-dedo-300x300.jpg" alt="garfo e faca de dedo" width="360" height="360" /><figcaption id="caption-attachment-1299" class="wp-caption-text">Novos talheres sendo desenvolvidos para dieta terão formato similar a um dedo humano, e poderão ser utilizados como estes de plástico da imagem.</figcaption></figure>
<p>Sabendo disto, Michel acredita que novos experimentos ajudarão a elucidar quais elementos influenciam nossa percepção dos alimentos. Através deste conhecimento, será possível fazer as pessoas <strong>comerem menos e melhor</strong>.</p>
<p>&#8220;O design dos produtos define a maneira como os utilizamos. Copos grandes farão você colocar <a href="http://www.sobrepeso.com.br/franca-quer-banir-modelos-anorexicas-e-refil-de-refrigerante-em-restaurantes/">um monte de bebida</a>, então você bebe mais&#8221;, explica o pesquisador. &#8220;Se lhe derem uma colher grande para se servir, você colocará mais comida no prato&#8221;.</p>
<p>Michel está desenvolvendo, junto a artesãos, novos talheres, pratos e copos moldados para induzir as pessoas a comer melhor. Um primeiro protótipo é uma <strong>colher que lembra um dedo humano</strong>. Segundo pesquisas, o formato faz com que o usuário sinta um sabor mais doce ou mais salgado nos alimentos, o que poderia ser utilizado, por exemplo, para tornar mais atrativas comidas com pouco açúcar ou pouca gordura.</p>
<p><em><strong>Seria tão bom se perder peso fosse simplesmente uma questão de escolher o garfo certo, não é mesmo?!</strong></em></p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-talheres-pesados-fazem-a-comida-parecer-mais-gostosa/">Pesquisa: talheres pesados fazem a comida parecer mais gostosa!</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-talheres-pesados-fazem-a-comida-parecer-mais-gostosa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
