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	<title>crianças | SobrePeso</title>
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	<description>Dicas e segredos para manter o peso sob controle!</description>
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		<title>Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A alimentação diz respeito à ingestão de nutrientes e é de todas as atividades humanas a que reflete de modo mais impressionante a nossa natureza biológica e cultural. Cada alimento contém, além de seus nutrientes, um conteúdo de significados de ordem social, econômica e cultural. A comida alimenta, portanto, tanto a manutenção das funções do corpo quanto a identidade dos indivíduos. Tal identidade refere-se aos costumes, as crenças e as situações de vida dos sujeitos, expressas através de seus hábitos e práticas alimentares.</p>
<p style="text-align: justify;">Em época de pandemia de COVID-19, a rotina pessoal, familiar e profissional de muitas pessoas foi atingida sem aviso prévio e, com ela, os nossos hábitos e práticas alimentares já tão naturalizados. Com isso, nosso comportamento alimentar, componente tão importante quanto nossas escolhas alimentares diárias, passou a ser palco de uma série de alterações drásticas diante dos novos impactos emocionais que o contexto gerou, fato que pode ser uma problemática grave, no entanto, muitas vezes silenciosa, para a manutenção da nossa saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de decretadas as ordens de isolamento social como principal medida não-farmacológica capaz de mitigar o crescimento da pandemia de COVID-19, causada pelo novo coronavírus, milhões de grupos familiares no mundo todo se viram obrigados a permanecer em suas residências confinados, remanejando a sua rotina e buscando novas formas de lidar com as implicações inúmeras geradas por esse processo de adaptação tão repentino. Além das adaptações e mudanças decorrentes do novo normal configurado pelo quadro, o pensamento de “O que faremos para o jantar hoje?” pode ser considerado um novo desafio diário, uma vez que a compra em massa indevida de alimentos e as interrupções nos sistemas de abastecimento da cadeia alimentar significam que alguns alimentos podem ser difíceis de encontrar. E, para muitas pessoas, o desemprego e a perda de renda estão tornando a compra de alimentos um desafio financeiro adicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências deste cenário foi a necessidade do fechamento de escolas e creches para assegurar a saúde das crianças, que logo também se viram obrigados a permanecer em seus lares, longe de suas atividades escolares, amigos, e de lazer, levando a uma alteração ainda mais drástica na dinâmica de atividades da família. Com alguns familiares ainda trabalhando remotamente, outros precisando sair de suas casas para trabalhar ou realizar outras atividades, os mais jovens também se viram na necessidade de criar suas próprias rotinas nesta nova realidade, em grande parte associadas a muitas horas consumindo conteúdos on-line. No entanto, assim como o risco de desenvolvimento de complicações advindas do estresse crônico, ansiedade e depressão tem aumentado durante o longo período de atividades sendo realizadas dentro de casa, <strong>os riscos para o ganho de peso e inadequações alimentares também são maiores e, especialmente entre crianças e jovens, muitos fatores podem passar despercebidos. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estudos publicados durante o período da pandemia pela <em><a href="https://www.obesity.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Obesity Society</a> </em>buscaram identificar potenciais riscos para o ganho de peso entre crianças por meio de um paralelo entre o recesso escolar e o período de isolamento social, condições no ano letivo com características mais similares entre si. Através de análises de estudos que acompanharam crianças nos EUA, Itália e outras regiões da América foi possível descobrir que <strong>o aumento de peso mais significativo ocorria durante os momentos em que as crianças estavam de férias, com mais tempo dentro de casa, boa parte diante de telas, realizando baixos níveis de atividades ao ar livre ou nulos.</strong> Em adição à estas condições, argumenta-se que o isolamento no contexto da pandemia proporcione agravantes nestes fatores e aumente o surgimento de outros, como a grande disponibilidade de alimentos com alta densidade calórica, a maior presença de “beliscos” ou os conhecidos “snacks” entre refeições, principalmente acompanhados das atividades em frente a telas de televisão, celulares ou computadores. Esses aparelhos também costumam estar presentes nas principais refeições da família, como o almoço e o jantar.</p>
<figure id="attachment_2325" aria-describedby="caption-attachment-2325" style="width: 571px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-2325" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-300x200.jpg" alt="" width="571" height="380" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-300x200.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1024x683.jpg 1024w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-768x512.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920-1068x712.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/playing-with-phone-5103236_1920.jpg 1920w" sizes="(max-width: 571px) 100vw, 571px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2325" class="wp-caption-text">Imagem de PankeysonPhotos por Pixabay</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Além disso, com a alta demanda de ordens para restrição de atividades fora de casa, alguns optam por comprar grandes quantidades de alimentos por vez e deixá-los “estocados”, na tentativa de reduzir saídas, e boa parte destes alimentos frequentemente são processados ou ultraprocessados que apresentam maior prazo de validade, com altas doses de açúcar livre, sal e gorduras que podem prejudicar a saúde a longo prazo, aumentando ainda o risco para o desenvolvimento de sobrepeso e obesidade. Em alguns casos, dependendo de onde a criança mora, são poucos os espaços de lazer ao ar livre com segurança, reduzindo assim o gasto energético diário e gerando um maior ganho de peso em curto prazo. Para crianças que realizavam boa parte das refeições na escola, e não podem mais contar com a mesma rotina alimentar, o isolamento social pode vir a reduzir a variedade e qualidade na alimentação o que, por outro lado, também pode predispor ao aumento de peso, uma vez que a insegurança alimentar e nutricional também está associada à obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando naqueles que estão mais próximos da adolescência é importante, em especial, <strong>prestar atenção em quais conteúdos estão sendo consumidos durante as horas de acesso às redes sociais</strong>, uma vez que cresce o movimento de compartilhamento de rotinas de atividades, exercícios e alimentação entre muitos grupos on-line, o que pode ser positivo para a motivação à melhora de hábitos em um período tão desafiador, contudo, neste mesmo emaranhado de conteúdo, muitas vezes podem ser encontrados os altamente estigmatizantes de indivíduos acima do peso, ou que supostamente fracassaram na manutenção da saúde durante a pandemia, por não conseguirem seguir uma determinada rotina de treinos e alimentação. O movimento de conteúdos negativos em relação ao peso e formas corporais, muitas vezes expresso em “posts” que mostram fotos de antes e depois de pessoas que ganharam ou perderam peso no meio de um período desafiador, pode não somente desmotivar jovens para a melhora de hábitos, mas também estimular o aumento da insatisfação corporal e transtornos alimentares decorrentes, além de contribuir para a depreciação da autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma maneira geral, é importante lembrar que a <strong>quebra da rotina e os elevados níveis de estresse e ansiedade sob os quais crianças e jovens estão sendo submetidos no período atual</strong>, em associação com a impossibilidade de sair de casa para atividades de lazer (brincar ou sair com amigos), <strong>aumenta a procura de alimentos com maior densidade energética</strong> e que trazem maior “conforto”, sendo crucial voltar a atenção para a rotina das crianças dentro de casa, e em como as atividades realizadas podem estar acompanhadas de frequentes “belisques” de salgadinhos e doces.</p>
<p style="text-align: justify;">É compreensível que muitos pais estejam buscando refeições prontas e alimentos processados ​​como uma maneira rápida e barata de alimentar a família frente a uma realidade tão dura, contudo existem alternativas convenientes, acessíveis e saudáveis que também podem ser exercitadas durante o período de isolamento social. Aqui estão algumas <strong>orientações de como</strong><strong> alimentar seus filhos com uma dieta variada e nutritiva</strong> que irá apoiar tanto seu crescimento e pleno desenvolvimento em período de altas restrições, quanto proporcionar uma melhora dos sistemas de defesa do nosso organismo contra infecções:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Inclua seus filhos no planejamento, limpeza e preparo das refeições, exercitando de forma lúdica competências na área da matemática, biologia e escrita, gerando momentos ricos em diversão, aliados à exploração do mundo por meio de questionamentos como “como será que o pão cresce no forno?”, “quais nutrientes existem na cenoura?”, “vamos listar e contar todos os ingredientes para as compras?”;</li>
<li>Otimize o pouco tempo disponível para o preparo e realização das refeições planejando-as. Pense nos ingredientes e preparações para cada dia da semana, dando o devido espaço e importância à alimentação;</li>
<li>Faça de alimentos <em>in natura</em> ou minimamente processados a base das refeições;</li>
<li>Utilize ingredientes como sal, açúcar e óleos em pequenas quantidades nas preparações;</li>
<li>Dê maior funcionalidade ao tempo excessivo em ambiente doméstico, priorizando refeições em família, sem distrações com TV, celulares ou computadores. Ao invés disso, de ênfase na comunicação presencial que gera momentos prazerosos ao comer em família;</li>
<li>Limite as compras de alimentos industrializados e/ou ultraprocessados, uma vez que estes alimentos contêm gorduras modificadas pela indústria de alimentos, sódio e açúcar em excesso, bem como outras substâncias químicas que não sabemos o que são, capazes de prejudicar a saúde cronicamente. Isso também se aplica para refeições prontas encontradas em supermercados.</li>
<li>Minimize as idas à mercados ou centros de abastecimento de alimentos e insumos da sua região, buscando aderir às alternativas de compras por aplicativo, reduzindo o risco de contrair o vírus;</li>
<li>Higienizar as mãos com álcool 70% antes e após manipular os alimentos que foram comprados, assim como as suas embalagens, recipientes, pacotes, frascos ou caixas.</li>
<li>Lavar individualmente frutas, legumes e verduras antes de consumir em água corrente e solução de hipoclorito (proporção e tempo indicados na embalagem);</li>
<li>Armazene adequadamente carnes e ovos sob a devida refrigeração, acondicionando-os em outros recipientes também higienizados e tampados;</li>
<li>Congele porções de leguminosas e carnes em quantidades ideais para o consumo de quem mora na casa.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rundle, A.G., Park, Y., Herbstman, J.B., Kinsey, E.W. and Wang, Y.C. (2020), COVID‐19–Related School Closings and Risk of Weight Gain Among Children. Obesity, 28: 1008-1009. doi:<a href="https://doi.org/10.1002/oby.22813">10.1002/oby.22813</a></p>
<p style="text-align: justify;">Pearl, R.L. (2020), Weight Stigma and the “Quarantine‐15”. Obesity, 28: 1180-1181. doi:<a href="https://doi.org/10.1002/oby.22850">10.1002/oby.22850</a></p>
<p style="text-align: justify;">https://www.unicef.org/coronavirus/easy-affordable-and-healthy-eating-tips-during-coronavirus-disease-covid-19-outbreak. Acessado dia 28 de agosto de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">GUIA PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TEMPOS DE COVID-19 – ASBRAN (Associação Brasileira de Nutrição), 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="border-collapse: collapse; width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 100%;"><strong>SOBRE OS AUTORES:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2.jpeg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2329" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704-300x294.jpeg" alt="" width="189" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704-300x294.jpeg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Nathan-2-e1601863819704.jpeg 743w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /></a>Nathan Nogueira Gonçalves</strong></span><br />
<span style="font-size: 11pt;"><em>Graduando em Nutrição (FCA-UNICAMP) e aluno de Iniciação Científica do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt;"><strong><a href="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-2327" src="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-292x300.jpg" alt="" width="180" height="185" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-292x300.jpg 292w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-998x1024.jpg 998w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-768x788.jpg 768w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-1497x1536.jpg 1497w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2-1068x1095.jpg 1068w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Josi-Miyamoto-2.jpg 1554w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /></a>Josiane Érica Miyamoto</strong></span><br />
<span style="font-size: 11pt;"><em>Nutricionista e Mestra em Ciências da Nutrição do Esporte e Metabolismo (FCA-UNICAMP). A</em><em>luna do Laboratório de Distúrbios do Metabolismo, vinculado ao Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades. Atua em pesquisa com modelos experimentais e estuda o papel da gordura interesterificada e os mecanismos moleculares envolvidos no desenvolvimento de obesidade e suas complicações metabólicas com foco no sistema nervoso central, tecido hepático e tecido adiposo branco.</em></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/alimentacao-e-isolamento-social-fatores-que-predispoem-ao-ganho-de-peso-entre-criancas-e-jovens/">Alimentação e isolamento social: fatores que predispõem ao ganho de peso entre crianças e jovens</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Nas férias, o importante é fazer a criançada se mexer!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 18:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já estamos na metade das férias de julho, e o que você mais tem observado: crianças e adolescentes correndo pelas ruas, se exercitando, ou trancadas em casa, na frente da telinha? Nos dias de hoje, as férias não são mais sinônimo de brincadeiras ao ar livre. A criançada prefere ficar em casa sem fazer muita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já estamos na metade das férias de julho, e o que você mais tem observado: crianças e adolescentes correndo pelas ruas, se exercitando, ou trancadas em casa, na frente da telinha?</p>
<p>Nos dias de hoje, as férias não são mais sinônimo de <strong>brincadeiras ao ar livre</strong>. A criançada prefere ficar em casa sem fazer muita coisa, em atividades <a href="http://www.sobrepeso.com.br/exercicios-fisicos-ajudam-a-proteger-jovens-da-depressao/">sedentárias</a> como assistir TV, mexer no computador e comer &#8220;porcarias&#8221; (salgadinhos, refrigerantes, pipoca, bolachas&#8230;). Isto até pode ser gostoso, mas é péssimo para o corpo e para a formação de hábitos. Afinal, <strong>sedentarismo</strong> e <strong>má alimentação</strong> são o <strong>passaporte</strong> para o sobrepeso e a <strong>obesidade</strong>.</p>
[quote_center]VOCÊ SABIA?</p>
<p>Estima-se que 80% das crianças obesas se tornarão adultos também obesos. Por isso, quanto mais cedo forem ensinados bons hábitos de saúde, melhor![/quote_center]
<p>O que fazer para tirar os jovens do marasmo e trazer mais atividade para a vida deles nesta época de férias? Listamos algumas sugestões simples que são certeza de muita diversão e saúde para as férias de julho!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ffffcc; border: 2px solid #FF6600; padding: 20px;">
<p>Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que, por lá, a molecada também prefere ficar de pernas para o ar durante as férias. Os resultados estão na última edição do <em>Journal of School Health</em>.</p>
<figure id="attachment_1259" aria-describedby="caption-attachment-1259" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1259" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/criancas-sedentarismo.jpg" alt="criancas sedentarismo" width="800" height="450" /><figcaption id="caption-attachment-1259" class="wp-caption-text">Estudos apontam que crianças e adolescentes ativos são mais felizes e menos &#8220;rabugentos&#8221;.</figcaption></figure>
<p>No hemisfério norte, agora é época das <strong>férias de verão</strong>. O termo remete a brincadeiras na rua, prática de esportes, piscina, praia&#8230;mas não é o que acontece. Segundo o estudo, realizado por cientistas da Universidade de Columbia, a maior parte dos jovens prefere ficar em casa, assistindo TV e se alimentando mal.</p>
<p>De acordo com os resultados do estudo, a maior parte das crianças (independente da idade, sexo, ou nível social dos pais) aproveita as férias de maneira sedentária. Assistem, em média, 20 minutos a mais de TV do que em dias de aula, se exercitam no máximo por 5 minutos e consomem 85g a mais de refrigerantes açucarados.</p>
<p>Nos EUA, <strong>1 entre cada 6 crianças já é obesa</strong>.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>DICAS PARA &#8216;ATIVAR&#8217; A CRIANÇADA NAS FÉRIAS</strong></h3>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>1. Lugar de criança é na cozinha!</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Uma das maneiras mais eficientes de melhorar a maneira como as crianças comem é trazê-las para a cozinha. Com uma boa dose de paciência e uma pitada de bom humor, é possível se divertir muito enquanto vocês preparam os alimentos. Na hora de cozinhar juntos, busque fazer receitas com verduras, legumes e frutas (<a href="http://www.sobrepeso.com.br/category/livro-de-receitas-saudaveis/">há várias dicas aqui no <strong>SobrePeso</strong></a>, inclusive de doces deliciosos e com açúcar na medida certa!). Desta forma, estará estimulando a curiosidade e aprimorando o paladar para comidas mais saudáveis.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1264" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cozinhando-com-as-criancas.jpg" alt="cozinhando com as criancas" width="600" height="260" /></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>2. Respire fundo e&#8230;brinque muito com seus filhos!</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Participar de brincadeiras, desde jogos de tabuleiro até atividades ao ar livre, fortalece os laços familiares e cria situações memoráveis. Separe um pouquinho de energia para jogar bola ou brincar de esconde-esconde com as crianças – elas vão adorar, e você estará estimulando atitudes que fazem bem à saúde.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>3. Nova aventura: explorar a cidade!</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Aproveite o período de férias para conhecer melhor seu bairro. Espaços verdes, de contato com a Natureza, são uma ótima pedida. É muito importante levar a criançada para fora de casa e ensiná-las a se aventurar pela cidade! Se puderem aproveitar e brincar bastante ou praticar um esporte, melhor ainda. Atividades físicas geram uma <a href="http://www.sobrepeso.com.br/emocoes-positivas-aumentam-saude-e-expectativa-de-vida-mostra-estudo/">sensação de felicidade no corpo</a>, e isto é importante para convencer os jovens a deixar o sedentarismo de lado.</p>
<figure id="attachment_1261" aria-describedby="caption-attachment-1261" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1261" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/07/pais-brincando-com-os-filhos-ao-ar-livre.jpg" alt="pais brincando com os filhos ao ar livre" width="800" height="429" /><figcaption id="caption-attachment-1261" class="wp-caption-text">Participar de brincadeiras ao ar livre é uma oportunidade de ouro durante as férias.</figcaption></figure>
<p style="padding-left: 30px;"><em><strong>4. Já ouviu falar do &#8220;dia offline&#8221;?</strong></em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Vivemos tão dependentes da tecnologia que pode ser um enorme desafio passar um dia inteiro sem acessar a internet, conversar pelo telefone ou assistir TV. Mas, acredite, às vezes ficar &#8220;offline&#8221; faz muito bem, tanto para o corpo quanto para a mente.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Muita gente já é adepta do &#8220;dia offline&#8221;, um dia inteiro (ou, pelo menos, algumas horinhas) desconectado. Aproveite para sair para a rua com seus filhos, passear por parques públicos, caminhar, praticar esportes, cozinhar, ou seja, divertir-se de maneira saudável e sem nenhuma preocupação! Valerá a pena e ensinará os pequenos a valorizar um estilo de vida mais ativo e menos dependente das telinhas!</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/nas-ferias-o-importante-e-fazer-a-criancada-se-mexer/">Nas férias, o importante é fazer a criançada se mexer!</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Crianças acima do peso: culpa dos pais ou dos genes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2015 01:13:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais & Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De quem é a &#8220;culpa&#8221; se as crianças estão acima do peso? Será que é dos pais, que influenciam negativamente os hábitos alimentares dos filhos, ou será que o problema são os genes, que predispõe os pequenos ao aumento de peso? Uma pesquisa da Escola Londrina de Economia e Ciência Política sugere uma resposta. De [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De quem é a &#8220;culpa&#8221; se as crianças estão <strong>acima do peso</strong>? Será que é dos pais, que influenciam negativamente os hábitos alimentares dos filhos, ou será que o problema são os genes, que predispõe os pequenos ao aumento de peso?</p>
<p>Uma pesquisa da Escola Londrina de Economia e Ciência Política sugere uma resposta. De maneira criativa, os cientistas compararam o peso de milhões de crianças britânicas com o de seus pais, levando em consideração se eram <em>pais biológicos</em> ou <em>adotivos</em>. A idéia era descobrir se problemas com a balança decorriam de causas naturais (os genes) ou do ambiente em que os pequenos cresciam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>AMBIENTE x NATUREZA: QUESTÃO RESOLVIDA?</strong></h4>
<p>Os pesquisadores descobriram que, <strong>se ambos os pais <em>adotivos</em> são obesos, a chance da criança estar acima do peso é 21% maior</strong> do que quando os pais adotivos têm peso normal. Como as crianças são adotadas, o excesso de quilos pode ser mais atribuído ao estilo de vida dos pais do que aos genes.</p>
<figure id="attachment_1005" aria-describedby="caption-attachment-1005" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1005" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2015/02/crianca-alimentacao-saudavel.jpg" alt="crianca alimentacao saudavel" width="300" height="346" /><figcaption id="caption-attachment-1005" class="wp-caption-text">A alimentação saudável é um hábito que deve ser estimulado desde cedo nas crianças.</figcaption></figure>
<p>Em comparação, se ambos os pais <em>biológicos</em> forem obesos, as chances da criança também estar acima do peso é de 27% &#8211; apenas seis pontos percentuais a mais do que no caso das crianças adotadas visto acima, o que mostra a influência relativamente pequena dos genes na balança, de acordo com a pesquisa.</p>
<p>&#8220;Apesar de estratégias de combate à obesidade que focam nas escolas e nas crianças serem louváveis, nossos resultados sugerem que o foco principal deve ser ajudar os pais a adotar estilos de vida mais saudáveis e a serem modelos quando o assunto for alimentação saudável e <a title="Academias e atividades físicas para crianças crescem pelo mundo" href="http://www.sobrepeso.com.br/academias-e-atividades-fisicas-para-criancas-crescem-pelo-mundo/">atividades físicas</a>&#8220;, afirmou o dr. Joan Costa-Font, um dos autores da pesquisa.</p>
<p>Para realizar a análise, os pesquisadores levaram em consideração diversos fatores como o nível educacional dos pais, a idade e gênero das crianças.</p>
<p>Um outro dado interessante do estudo é que o caso de crianças com obesidade mórbida foi o único em que a influência dos genes mostrou-se maior do que o ambiente de criação.</p>
<p>O trabalho completo pode ser acessado gratuitamente no link a seguir:  [vc_button title=&#8221;Baixar artigo&#8221; target=&#8221;_self&#8221; color=&#8221;default&#8221; size=&#8221;size_small2&#8243; href=&#8221;http://cep.lse.ac.uk/pubs/download/dp1324.pdf&#8221;]<p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/criancas-gordinhas-culpa-dos-pais-ou-dos-genes/">Crianças acima do peso: culpa dos pais ou dos genes?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Crianças que dormem pouco têm mais chances de engordar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2014 18:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar em uma infância saudável nos remete a imagens de muita diversão, brincadeiras a mil e energia em excesso. Mas os momentos mais calmos do dia também devem fazer parte da rotina dos pequenos para que eles mantenham a saúde por mais tempo. Uma nova pesquisa científica mostra que crianças que dormem pouco podem ter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar em uma infância saudável nos remete a imagens de muita diversão, brincadeiras a mil e energia em excesso. Mas os momentos mais calmos do dia também devem fazer parte da rotina dos pequenos para que eles mantenham a saúde por mais tempo. <strong>Uma nova pesquisa científica mostra que crianças que dormem pouco podem ter até duas vezes mais chances de se tornarem adultos obesos</strong>.</p>
[quote_right]&#8221;Quando não dormimos o suficiente, a produção de hormônios associados ao peso e ao apetite é afetada&#8221;[/quote_right]
<p>O estudo, publicado no periódico <em>The Journal of Pediatrics</em>, acompanhou dados de saúde de 1900 crianças britânicas ao longo de 15 anos. Os padrões de sono delas foram correlacionados ano a ano ao <a title="O que é a obesidade?" href="http://www.sobrepeso.com.br/o-que-e-a-obesidade/">Índice de Massa Corporal</a>.</p>
<p>Os dados mostram que crianças de 5 e 6 anos que dormiam pouco &#8211; e por &#8220;pouco&#8221; os cientistas consideraram menos de 10 horas e meia de sono por dia &#8211; corriam riscos de 60 a 100% maiores de serem obesos quando atingissem os 15 anos.</p>
<p>&#8220;Nos últimos anos, dormir poucas horas tem sido reconhecido como um fator de risco para a obesidade infantil&#8221;, disse Karen Bonuck, cientista da Escola de Medicina Albert Einstein da Universidade Yeshiva, nos EUA, e principal autora do estudo.</p>
<p>&#8220;Quando não dormimos o suficiente, a produção de hormônios associados ao peso e ao apetite é afetada&#8221;.</p>
<p>Além da falta de sono, outro parâmetro foi relacionado ao excesso de peso na adolescência: problemas na respiração enquanto se dorme.</p>
<p>Crianças que apresentam algum destes problemas, como roncos ou apnéia do sono, também têm riscos maiores de se tornarem obesas no futuro.</p>
<p>Problemas na respiração impedem que o corpo atinja os níveis mais profundos de sono, o que impacta negativamente a produção dos hormônios que coordenam o apetite e a <a title="Nutrição: conheça o pão integral com gostinho de pão branco" href="http://www.sobrepeso.com.br/nutricao-conheca-o-pao-integral-com-gostinho-de-pao-branco/">sensação de saciedade</a>.</p>
<p>&#8220;Nós já sabemos que o caminho para a obesidade começa cedo na vida&#8221;, disse Karen. &#8220;Se mostrarmos conclusivamente que problemas no sono durante a infância causam obesidade no futuro, será vital que pais e médicos identifiquem estes problemas cedo, para que medidas corretivas sejam tomadas e a obesidade, prevenida&#8221;, completou a pesquisadora Karen.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/criancas-que-dormem-pouco-tem-mais-chances-de-engordar/">Crianças que dormem pouco têm mais chances de engordar</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Academias e atividades físicas para crianças crescem pelo mundo</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/academias-e-atividades-fisicas-para-criancas-crescem-pelo-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 13:04:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atividades Físicas]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma academia de crossfit em Nova York, nos Estados Unidos, Ella Reznik, três anos, corria em direção a uma série de bambolês e bolas coloridas, com o rabo de cavalo e a mãe pulando atrás dela. O irmão Adam, quatro anos, fazia exercícios ao seu lado, em cima de tapetes de borracha preta, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma academia de crossfit em Nova York, nos Estados Unidos, Ella Reznik, três anos, corria em direção a uma série de bambolês e bolas coloridas, com o rabo de cavalo e a mãe pulando atrás dela. O irmão Adam, quatro anos, fazia exercícios ao seu lado, em cima de tapetes de borracha preta, e observava algumas barras de metal presas à parede. A dona e treinadora da academia, Michele Kelber, recebeu os irmãos Reznik e outras crianças com um enorme sorriso. Logo em seguida, a aula começou: corre, pula, salta, levanta e pendura.</p>
<p>O crossfit, aquela série de exercícios barra-pesada, começa a encantar um novo público: crianças em idade pré-escolar. À medida que o assunto da boa forma infantil – da <a title="Crianças formam hábitos alimentares nos primeiros anos de vida" href="http://www.sobrepeso.com.br/criancas-formam-habitos-alimentares-nos-primeiros-anos-de-vida/">obesidade</a> aos exercícios corretos – começa a ganhar mais espaço em escolas e comunidades, o crossfit kids e outros programas de exercícios para crianças em idade pré-escolar levam muitos a se perguntarem quando e como as crianças devem começar a praticar esportes organizados ou a frequentar a academia.</p>
<p>A versão adulta do crossfit recebeu elogios e críticas nos últimos anos por suas séries de exercícios de alto impacto e com abordagem livre. Embora os críticos questionem a qualidade de alguns treinadores e afirmem que faltam pesquisas a respeito de lesões, a prática vem ganhando cada vez mais espaço. Atualmente, é possível encontrar mais de 10 mil academias do mundo todo. No Brasil, são cerca de 250, sendo 12 no Rio Grande do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PRÁTICA GANHA CADA VEZ MAIS ADEPTOS</strong></p>
<p>As atividades físicas para crianças são um negócio em crescimento, à medida que as academias e centros esportivos diminuem cada vez mais a idade mínima de seus clientes. No ano passado, havia 460 mil crianças nos EUA com menos de 13 anos usando o serviço de personal trainers, de acordo com a International Health, Racquet &amp; Sportsclub Association, um grupo comercial do setor. Isso é mais que o triplo das 140 mil registradas em 2009.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PAIS DEVEM OBSERVAR AULAS COM CUIDADO</strong></p>
<p>Os instrutores de crossfit afirmam que suas iniciativas muitas vezes são encaradas com ceticismo, mas argumentam que as atividades infantis têm mais a ver com as aulas de educação física. A ênfase para crianças de três a cinco anos, segundo eles, é a diversão.</p>
<p>– O programa pré-escolar é completamente diferente. O objetivo é que a diversão por meio da atividade física se transforme na porta de entrada de um estilo de vida fisicamente ativo – afirmou Jeff Martin, um dos fundadores da crossfit kids.</p>
<p>Os participantes dessa faixa etária não utilizam pesos. As aulas são curtas, geralmente com 30 minutos ou menos de duração. Eles não puxam ferro, nem flexionam os músculos na frente do espelho. Ao invés disso, as atividades são compostas por exercícios rápidos seguidos de momentos de <a title="Atividades, hidratação e nutrição aliadas podem melhorar qualidade de vida" href="http://www.sobrepeso.com.br/atividades-hidratacao-e-nutricao-aliadas-podem-melhorar-qualidade-de-vida/">relaxamento</a>. No crossfit pré-escolar, as crianças brincam de se pendurar como macacos e os agachamentos são exercícios de sapos.</p>
<p>De acordo com alguns pediatras, desde que as coisas continuem assim, as aulas de crossfit são boas para as crianças. Mas alguns alertam: pode haver muita variação entre as academias, no que diz respeito à qualidade dos treinadores e do regime de exercícios. Por isso, os pais devem observar as aulas com cuidado.</p>
<p>– É preciso ter certeza de que os profissionais foram bem treinados e entendem de crianças. Afinal, elas nem sempre sabem a diferença entre suas capacidades e aquilo que querem fazer – alerta Gregory D. Myer, diretor do Laboratório de Desempenho Humano do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati.</p>
<p>Pediatra do Sistema Nacional de Saúde da Criança, em Washington, Lee Beers aponta outra preocupação: se as crianças observarem os comportamentos dos adultos na academia, como a comparação dos músculos ou o sofrimento de quem vê o próprio peso na balança, isso pode levá-las a desenvolver uma imagem negativa em relação ao próprio corpo.</p>
<p>– É preciso ter certeza de que elas estejam aprendendo comportamentos saudáveis, tendo em vista a saúde, não o peso ou a imagem. As crianças dessa idade são como esponjas e absorvem tudo o que veem ao seu redor.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/academias-e-atividades-fisicas-para-criancas-crescem-pelo-mundo/">Academias e atividades físicas para crianças crescem pelo mundo</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Como convencer uma criança a comer melhor?</title>
		<link>https://www.sobrepeso.com.br/como-convencer-uma-crianca-a-comer-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 14:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[competição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[quote_right]&#8221;Usar incentivos é muito controverso. Mas devemos lembrar que pais usam incentivos o tempo todo para encorajar comportamentos corretos de seus filhos&#8221;[/quote_right] Pouco tempo atrás, um famoso comercial de televisão sugeria aos pais dar um certo &#8220;tônico&#8221; aos filhos caso eles se recusassem a comer, o que devolveria uma &#8220;fome de leão&#8221; à criançada. Hoje [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[[quote_right]&#8221;Usar incentivos é muito controverso. Mas devemos lembrar que pais usam incentivos o tempo todo para encorajar comportamentos corretos de seus filhos&#8221;[/quote_right]
<p>Pouco tempo atrás, um famoso comercial de televisão sugeria aos pais dar um certo &#8220;tônico&#8221; aos filhos caso eles se recusassem a comer, o que devolveria uma &#8220;fome de leão&#8221; à criançada. Hoje em dia, o comercial sumiu, talvez porque <strong>comer muito</strong> não é mais problema (o que assusta os pais hoje em dia é, ao contrário, a obesidade infantil). O problema é <strong>comer bem</strong>. E, para isto, ainda não há biotônico nenhum que ajude os pais&#8230;</p>
<p>Mas talvez exista uma solução tão prática e simples quando dar um tônico para fazer a criançada comer mais frutas e legumes, garantindo, assim, uma saúde de ferro. Qual seria o segredo? <strong>Competição</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BRINCADEIRAS NA HORA DE COMER</strong></p>
<p>Um estudo do governo inglês aponta que pais e escolas devem adotar estratégias competitivas para estimular as crianças a comer bem.</p>
<p>A conclusão veio após um trabalho de 6 semanas em escolas públicas inglesas. Na hora do almoço, as crianças recebiam 1 adesivo cada vez que comiam frutas ou vegetais. Se acumulassem 4 ou mais adesivos (= 1 semana comendo bem), ganhavam um presente melhor, como uma canetinha.</p>
<p>A brincadeira foi um sucesso. Apesar de não terem sido obrigadas a participar do estudo, as crianças passaram a comer muito mais frutas e verduras nas refeições. E mais: em escolas nas quais a prática de trocar 4 adesivos por 1 presente foi adotada, o índice de crianças comendo bem foi maior do que em escolas em que não havia esta troca.</p>
<figure id="attachment_486" aria-describedby="caption-attachment-486" style="width: 425px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-486" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/competicao-criancas.jpg" alt="competicao criancas" width="425" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-486" class="wp-caption-text">Uma competição saudável entre crianças é um estimulante e tanto &#8211; inclusive para se alimentar bem!</figcaption></figure>
<p>&#8220;É interessante notar que, diferente do que vemos em outros trabalhos, foram as meninas &#8211; mais do que os meninos &#8211; que responderam mais favoravelmente aos incentivos de competição&#8221;, analisou o dr. Patrick Nolen, da Universidade de Essex e um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;Isto significa que garotas (as quais geralmente comem melhor do que meninos) aumentaram ainda mais o consumo de frutas e verduras quando havia o novo incentivo competitivo&#8221;.</p>
<p>A professora Michèle Belot, da Universidade de Edinburgh, sugere: &#8220;Usar incentivos, particularmente com crianças, é muito controverso. Mas devemos lembrar que pais usam incentivos o tempo todo para encorajar comportamentos corretos de seus filhos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nossa pesquisa mostra que certos incentivos funcionam mesmo, particularmente em grupos de crianças que costumam responder mal às outras intervenções educativas, como meninos e crianças mais pobres&#8221;, argumenta Michèle. Talvez o futuro da boa alimentação esteja ligado a novas práticas (baseadas em idéias bem antigas de competitividade!) de educação alimentar.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/como-convencer-uma-crianca-a-comer-melhor/">Como convencer uma criança a comer melhor?</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Diabetes já atinge um milhão de crianças no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Oct 2014 19:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[degludeca]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Izabela, de 13 anos, hoje com 85 quilos, lembra que começou a sentir os sintomas da doença quanto tinha 7 anos. Ela conta que ficou com o pescoço escuro e passou a urinar muito, fato observado pelos pais, que a levaram imediatamente a uma endocrinologista. A adolescente ressalta que sua diabetes é mais branda, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Izabela, de 13 anos, hoje com 85 quilos, lembra que começou a sentir os sintomas da doença quanto tinha 7 anos. Ela conta que ficou com o pescoço escuro e passou a urinar muito, fato observado pelos pais, que a levaram imediatamente a uma endocrinologista. A adolescente ressalta que sua <a title="Estudo defende mudança no diagnóstico de diabetes tipo 2" href="http://www.sobrepeso.com.br/estudo-defende-mudanca-no-diagnostico-de-diabetes-tipo-2/">diabetes</a> é mais branda, por isso, não precisa tomar insulina, e sim dois comprimidos por dia. Ela é uma garota feliz, de bem com a vida, mas, às vezes, se queixa um pouco das restrições, como não poder comer doce sempre. Embora Izabela seja diabética, eva uma vida normal, como qualquer pessoa de sua idade, sem nenhum problema. Mas ela sabe que, se não tomar os cuidados necessários, a doença pode se agravar.</p>
<p>O arquiteto Benito Ceccato é pai de gêmeos, sendo que um deles sofre de diabetes. Ele conta que, quando o garoto estava com 3 anos, notou que ele, por uns dois dias, passou a beber muita água e a urinar muito. “Notei que estava um pouco lerdo também. Levamos ele no pronto-socorro e lá foi diagnosticada a diabetes tipo 1. A partir daí, ele passou a tomar insulina diariamente. “Hoje, todas as vezes em que vai comer algo, medimos a glicemia capilar e, aí, calculamos o quanto de insulina teremos de aplicar. É um menino tranquilo, leva uma vida normal, mas, como ainda é uma criança, temos de ficar atentos para que a doença não progrida”, diz o arquiteto.</p>
<p>A diabetes é uma doença crônica, que atinge 382 milhões de pessoas em todo o planeta, de acordo com os dados da Federação Internacional de Diabetes. Segundo estimativas da entidades, em 2035, esse número deverá chegar a 592 milhões. No ano passado, o Brasil era o quarto país do mundo com mais diabéticos, com 13 milhões de portadores, número que poderá subir para 592 milhões em 2035. Para cada caso diagnosticado, estima-se que haja um sem diagnóstico. Do total de brasileiros portadores, 1 milhão são crianças, de acordo com a Associação de Diabetes Juvenil. E a estimativa é de que 7,8 casos, em cada 100 mil serão de pessoas com menos de 20 anos. Em 2035, o número de brasileiros com a diabetes quase dobrará, chegando a 19,2 milhões. No ano passado, houve 124,6 mil mortes relacionadas à doença no País.</p>
<p>O Brasil está atrás da China (98,4 milhões de casos), Índia (65,1 milhões) e EUA (24,4 milhões). Segundo a endocrinologista Adriana Bosco, presidente da seção mineira da Sociedade Brasileira de Diabetes, o diabetes é considerado problema de saúde pública em todo o mundo, já tendo atingido as estimativas que eram previstas para 2025, que são de 347 milhões de casos. “O aumento do número de diabéticos segue o ritmo da industrialização, da população obesa e da maior longevidade. No Brasil, 11% da população é diabética e 64% da população está <a title="Os 8 mitos da obesidade" href="http://www.sobrepeso.com.br/os-8-mitos-da-obesidade/">acima do peso</a>.”</p>
<p>A especialista explica que são vários os tipos de diabetes. Porém, os mais comuns são o do tipo 2, que corresponde a 90% do total de diabéticos, o tipo 1 e o <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-na-gravidez-o-que-fazer-para-se-prevenir/">gestacional</a>, que ocorre só durante a gravidez. Na diabetes tipo 2, existe uma secreção insuficiente de insulina pelo pâncreas e uma resistência à sua ação, ou seja, a insulina não cumpre sua função de colocar o açúcar (glicose) para dentro das células, deixando-o alto no sangue (hiperglicemia).</p>
<figure id="attachment_446" aria-describedby="caption-attachment-446" style="width: 615px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-446" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/infografico-diabetes-saude-plena.jpg" alt="infografico diabetes saude plena" width="615" height="498" srcset="https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/infografico-diabetes-saude-plena.jpg 615w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/infografico-diabetes-saude-plena-300x242.jpg 300w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/infografico-diabetes-saude-plena-440x357.jpg 440w, https://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/infografico-diabetes-saude-plena-596x483.jpg 596w" sizes="(max-width: 615px) 100vw, 615px" /><figcaption id="caption-attachment-446" class="wp-caption-text">Saúde Plena</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>“É uma doença multifatorial, que necessita de um componente genético, mas predomina a influência do comportamento e estilo de vida. O tipo 2 acomete principalmente os adultos e se relaciona fortemente com a obesidade e o sedentarismo. Entretanto, tem crescido muito o número de crianças com esse tipo de diabetes, uma vez que aumenta o sobrepeso e a obesidade entre os pequenos. É o tipo de doença que poderia ser totalmente prevenida com informações e correção dos maus hábitos alimentares e sedentarismo”, diz Adriana Bosco.</p>
<p>Ela salienta que, na diabetes tipo 1, praticamente não existe secreção de insulina, uma vez que o pâncreas sofre uma agressão maciça por anticorpos. “É uma doença autoimune, geneticamente determinada, e especula-se sobre fatores ambientais desencadeantes, como doenças viróticas e consumo de leite de vaca antes dos nove meses de idade, porém, nada comprovado. A doença acomete pessoas em qualquer idade, mas o diagnóstico é mais comum em crianças e adolescentes. Não há como prevenir esse tipo de diabetes e o tratamento baseia-se em doses múltiplas de insulina.”</p>
<figure id="attachment_448" aria-describedby="caption-attachment-448" style="width: 615px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-448" src="http://www.sobrepeso.com.br/wp-content/uploads/2014/10/adriana-bosco-saude-plena.jpg" alt="adriana bosco saude plena" width="615" height="409" /><figcaption id="caption-attachment-448" class="wp-caption-text">&#8220;O aumento do número de diabéticos segue o ritmo da industrialização, da população obesa e da maior longevidade. No Brasil, 11% da população é diabética&#8221; &#8211; Adriana Bosco, presidente da seção mineira da Sociedade Brasileira de Diabetes &#8211; Saúde Plena</figcaption></figure>
<p><strong>SINTOMAS </strong><br />
A endocrinologista explica que a diabetes tipo 1 abre o quadro de forma rápida e mais contundente. A criança pode iniciar com emagrecimento, prostração, sede excessiva, enurese noturna ou até estado comatoso, chamado cetoacidose diabética. Na diabetes tipo 2, os sintomas, inicialmente, são pouco característicos e insidiosos, sendo confundidos com cansaço do trabalho ou estresse. O paciente se cansa com facilidade, tem dores nas pernas, bebe muita água, vai muito ao banheiro, às vezes apresenta tonteira e vista turva o que, com o tempo progride para perda de peso, apesar da fome excessiva.</p>
<p>Em ambos os casos, o controle adequado dos níveis de glicose no sangue confere qualidade de vida e prevenção das complicações, como cegueira, amputações, insuficiência renal, infarto e derrame cerebral, que fatalmente vão ocorrer em menor ou maior grau se o paciente não aceitar sua doença, não se informar sobre ela, não procurar ajuda especializada e não aderir aos tratamentos propostos.</p>
<p>“Uma questão importante é o fato de a diabetes tipo 2 ser praticamente uma doença silenciosa e, antes de que se apresentem os sintomas mais drásticos, o paciente não procura o médico e nem toma nenhuma atitude; esse período pode durar de dois a três anos, em que o paciente fica sem tratamento. Estima-se que cerca de 50% dos pacientes não sabem que têm diabetes tipo 2. Portanto, procure o médico e faça exames anuais, principalmente se tiver diabéticos na família e se estiver acima do peso. Coma bem, emagreça, faça exercícios. É simples assim”, aconselha a endocrinologista.</p>
<p><strong>NOVO MEDICAMENTO </strong><br />
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar o uso da insulina basal degludeca para o tratamento de adultos com diabetes tipo 1 e tipo 2. A nova insulina será lançada nacionalmente nesta terça-feira e representa um avanço, por possibilitar expressiva melhora na qualidade de vida. Entre os benefícios, está a duração de até 40 horas, o que traz mais conforto e flexibilidade ao paciente que utiliza insulina, pois não há obrigatoriedade de aplicar todos os dias, exatamente no mesmo horário. Além disso, a concentração da insulina degludeca no sangue é homogênea e estável durante o dia todo, ou seja, sem picos. Assim, ela traz também o benefício de reduzir as taxas de hipoglicemia noturna, uma das grandes preocupações ao se iniciar um tratamento com as insulinas que estão disponíveis no mercado atualmente.</p>
<p><strong>Programas educacionais</strong><br />
Em Belo Horizonte, a Associação de Diabetes Infantil (ADI) trabalha com crianças, adolescentes e adultos diabéticos. Fundada em 26 de maio de 2007, a entidade tem cerca de 1,2 mil associados e é uma instituição sem fins lucrativos. “Ela desenvolve e administra programas educacionais para portadores da doença. Além disso, oferece um ciclo de palestras sobre a doença. A ADI desenvolveu, em parceria com a Sociedade Brasileira de Diabetes de MG e o governo estadual, o programa ADI Móvel, cujo objetivo é informar e conscientizar a população a respeito das doenças crônicas e, em particular, sobre o diabetes”, explica um dos fundadores e diretor institucional Dominique Giardini. Informações: (31) 3442-3997 e www.adibrasil.org.br</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/diabetes-ja-atinge-um-milhao-de-criancas-no-brasil/">Diabetes já atinge um milhão de crianças no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Crianças formam hábitos alimentares nos primeiros anos de vida</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 19:03:59 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #444444;">A obesidade e o excesso de peso têm crescido no Brasil. Segundo dados do Vigitel 2013, levantamento do Ministério da Saúde realizado anualmente sobre hábitos alimentares e estilos de vida, o excesso de peso atinge 50,8% da população, sendo 17,5% de obesos.Para evitar que se tornem adultos obesos ou com excesso de peso, os pais devem ficar alerta e combater a obesidade infantil, principalmente nos primeiros anos de vida. A publicação do Ministério da Saúde ‘Dez Passos para uma Alimentação Saudável’ recomenda que os pais evitem dar às crianças de até dois anos alimentos industrializados, enlatados, embutidos e frituras, com gordura e sal em excesso, aditivos e conservantes artificiais.</p>
<p style="color: #444444;">A família deve ser orientada para não oferecer doces, sorvetes e refrigerantes para a criança pequena. “Os <a title="Dois em cinco americanos terão diabetes tipo 2 durante a vida" href="http://unicamp.diabeticool.com/dois-em-cinco-americanos-terao-diabetes-tipo-2-durante-a-vida/">hábitos alimentares</a> são formados nos primeiros anos de vida. Então, é importante que as crianças não recebam esses alimentos antes dos dois anos de idade. O consumo desses alimentos faz com que as crianças se desinteressem pelos alimentos saudáveis, como frutas e verduras e formem os hábitos não saudáveis que podem se perdurar na idade escolar e na adolescência.”, comenta Patrícia Jaime, do Ministério da Saúde.</p>
<p style="color: #444444;">A obesidade deve ser combatida porque ela é um forte fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis. Pessoas obesas têm mais chance de sofrer <a title="‘Precisa mudar esse conceito que só velhinho sofre de hipertensão’, diz especialista" href="http://unicamp.diabeticool.com/precisa-mudar-esse-conceito-que-so-velhinho-sofre-de-hipertensao-diz-especialista/">infarto</a>, AVC, trombose, embolia e arteriosclerose, além de problemas ortopédicos, apneia do sono e alguns tipos de câncer.</p>
<p style="color: #444444;">O casal Zara Fernanda e Marcus Medeiros Lima encara a obesidade como uma doença séria e, por serem obesos, querem evitar que a filha, Maria Clara, de 11 anos, cresça e se torne uma adulta obesa. Por isso procuraram ajuda no Hospital da Criança de Brasília (HCB) e participam de um grupo que discute estratégias e formas de manter uma alimentação saudável.</p>
<p style="color: #444444;">“Cortamos fast-food, diminuímos o açúcar e o óleo. Procuramos fazer três refeições por dia com um lanche entre elas”, explica Marcus Medeiros. Ele cita a correria do dia a dia e as propagandas de comidas na TV como dificuldades para controlar a alimentação. “Fazemos um esforço danado e todo dia aparece um bombardeio de coisa na TV. E ela não pensa que isso vai fazer mal no futuro dela, ela só quer saber que vai ser bom no momento. Se depender da criança ela só come doce e besteiras o dia todo”, exemplifica.</p>
<p style="color: #444444;">Para orientar pais e crianças no combate ao excesso de peso, a psicóloga e coordenadora do grupo de combate à obesidade infantil do Hospital da Criança de Brasília, Priscila Dias, recomenda atividades físicas três vezes por semana e que não coloquem as crianças para comer à frente da TV. “Quando se está na frente da TV a criança não percebe o que come, e não percebe a quantidade que está comendo. Então tentamos desconstruir isso”, explica Priscila.</p>
<p style="color: #444444;">Ela conta que os profissionais do hospital não trabalham com dietas ou mesmo com proibição de alimentos, mas sim em construir uma alimentação saudável. “Ensinamos algumas estratégias para a criança aprender a lidar com a comida. A família tem que estar presente no tratamento. Se a alimentação não está boa é reflexo da família. Por isso, tem que mudar a alimentação da família toda”, sugere Priscila.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/criancas-formam-habitos-alimentares-nos-primeiros-anos-de-vida/">Crianças formam hábitos alimentares nos primeiros anos de vida</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Como manter a alimentação da criançada nas viagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SobrePeso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 13:16:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pais sofrem para manter a rotina dos pequenos no que diz respeito à alimentação, em época de viagens. Veja algumas dicas para que seu filho não fuja completamente do cardápio habitual. Para os nenéns menores de seis meses, que ainda se alimentam exclusivamente de leite materno, não existe um horário específico de amamentação, sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos pais sofrem para manter a rotina dos pequenos no que diz respeito à alimentação, em época de viagens. Veja algumas dicas para que seu filho não fuja completamente do cardápio habitual.</p>
<p>Para os nenéns menores de seis meses, que ainda se alimentam exclusivamente de leite materno, não existe um horário específico de amamentação, sendo assim, a mãe precisa continuar com o habitual. Durante uma viagem, sempre que possível, a mãe deve amamentar seu bebê em seus horários de costume. Se a criança não apresenta tendência a vomitar após as mamadas, não há problema em alimentá-la com o carro em movimento.</p>
<p>Os bebês que já usam mamadeira estão acostumados a tomá-la em temperatura ambiente, já que se aproxima bastante da temperatura do corpo materno, por isso é ideal manter o leite aquecido. Outra dúvida frequente das mães é a respeito do momento de preparação da mamadeira; e o médico esclarece: O leite é um excelente meio de cultura para bactérias. Por este motivo, deve-se sempre prepará-lo no momento da refeição. Assim se evitarão certas contaminações que podem provocar doenças em seu bebê.</p>
<p>Se o seu bebê já come, a indicação é levar os alimentos de casa e ter cuidado com o armazenamento deles, para que não haja qualquer tipo de problema. Para economizar tempo, muitas mães levam refeições pré-preparadas nas viagens, mas o médico faz alerta. As frutas são o alimento ideal em viagens, pois não apresentam risco de contaminação e são facilmente oferecidas às crianças. Alimentos pré-preparados devem ser mantidos em refrigeração (sacolas térmicas) e aquecidos antes da oferta. Tal refeição deve ser preferencialmente oferecida em um intervalo da viagem, com o veículo parado ou em lanchonetes e restaurantes das rodovias.</p>
<p>Qualquer viagem é uma saída da rotina dos bebês e crianças e elas se adaptam facilmente a isto. Tentar manter a rotina do lar pode ser estressante para os pais, por isso alimentos frescos (frutas e legumes), sucos e bolachas podem ser opções bem interessantes.</p><p>The post <a href="https://www.sobrepeso.com.br/como-manter-a-alimentacao-da-criancada-nas-viagens/">Como manter a alimentação da criançada nas viagens</a> first appeared on <a href="https://www.sobrepeso.com.br">Sobre Peso</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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